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domingo, 12 de junho de 2016

NOITE FELIZ em Novo Hamburgo

E no próximo dia 17 de Junho o Grupo Skatá formado por alunos do Curso de Formação de Atores do Galpão de Artes vai participar do seu primeiro festival de Teatro: 25° Festival de Esquetes de Novo Hamburgo na categoria Amador/Oficinas... O grupo está muito contente por esta oportunidade e esperamos realizar um lindo trabalho. 

Dia 17/06 as 20hs
Teatro Pascoal Carlos Magno em Novo Hamburgo
NOITE FELIZ
TEXTO: Vera Karam
DIREÇÃO: Diego Ferreira
ELENCO: Bruna Kirsten, Gabriel Gonçalves, Gabriela Costa, Gabriele Santos, Joana Caspar, Nicole Leifeith e Francisco Backhaus
Figurnos/Cenário: Grupo Skatá
Trilha Sonora: Diego Ferreira

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

PROPRIEDADE CONDENADA e PREMIADA!!!

E no último dia 23 o Grupo Válvula de Escape participou do Festival Art in Vento na cidade de Osório. Levamos nosso mais recente trabalho ESSA PROPRIEDADE ESTÁ CONDENADA . Nos apresentamos para uma plateia lotada e receptiva e pós espetáculo tivemos um debate muito proveitoso com os jurados Sirmar Antunes, Vika Schabbach e Ana Zanandréa, no qual agradecemos imensamente todas as críticas.
A troca com os jurados em nossa opinião foi excelente, pois nosso trabalho segundo eles é experimental e de risco, um trabalho que plasticamente é impactante. Isso já foi de grande valia. 
E na noite de ontem  foi o encerramento do Festival Art in Vento- Festival de Teatro de Osório... Este é o primeiro trabalho de todo elenco, e o primeiro festival que participamos, e para a alegria de todos recebemos 9 indicações: 

Melhor Espetáculo 
Melhor Direção   Diego Ferreira
Melhor Atriz -  Letícia Pagot
Melhor Atriz - Gianna Soccol
Melhor Ator Coadjuvante - Miguel Zacouteguy
Melhor Figurino - Maria Correa Teixeira e Diego Ferreira
Melhor Cenário - Radamés Cristiano Paz e Diego Ferreira
Melhor Iluminação - Diego Ferreira
Melhor Trilha Sonora - Diego Ferreira

E para nossa surpresa e alegria recebemos três importantes prêmios:
 
Melhor Iluminação para Diego Ferreira (nunca tinha feito iluminação antes e na ausência do nosso iluminador fui obrigado a fazer com o mega auxilio do Constantino Mestre de Azevedo
Melhor Atriz para Gianna Soccol
Melhor Atriz para Leticia Pagot

Portanto pelo fato de estarmos estreando em festivais, saímos com orgulho e vitoriosos. 
Grato!!!

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

ESSA PROPRIEDADE ESTÁ CONDENADA em Osório



E amanhã os ventos vão nos levar até a cidade de Osório para apresentarmos ESSA PROPRIEDADE ESTÁ CONDENADA no Festival Art in Vento, Festival de Teatro da cidade de Osório. Nossa apresentação será as 15h na Câmara de Vereadores. 

Retrata a estória de Willie, uma menina de 13 anos envelhecida pelo tempo. Em um de seus devaneios ela encontra Tom, um garoto um pouco mais velho com quem compartilha sua infância de perdas, lembranças da irmã, sua realidade de ilusões e o ser mulher. O garoto e a menina se envolvem entre brincadeiras, esperanças e medos de Willie que trilha um caminho sem volta com um destino cruel que sempre a vai levando de volta para “casa” no fim do dia.

Partimos do texto como mote central e reconstruímos o universo da narrativa agregando textos de outros autores dando a encenação um ritmo ágil que a todo tempo constrói e reconstrói universos paralelos a narrativa da peça. O espaço intimista possibilita a compreensão mais sutil de intenções das personagens, sendo que a fantasia e a realidade estão todo o tempo entrelaçadas e colocadas em jogo. 
A brincadeira no trilho do trem torna-se pretexto para Willie e Tom, duas crianças na corda-bamba da adolescência, conhecerem-se de fato. A reflexão poética sugerida pela peça sobre o ciclo de vida e morte (em vida) é conduzida pelo “desenho da imaginação” das personagens, em jogo com os espaços percorridos ao longo do diálogo e das ações. A presença de fragmentos de outros textos na dramaturgia acentua a questão dos devaneios fantasiosos. Há um constante atrito entre realidade e ficção.

O espetáculo “Essa propriedade está condenada” trata especificamente da questão de afirmação de um casal de jovens Tom e Willie descritos na obra de Tenessee Willians. Na criação do Grupo Válvula de Escape esta visão é potencializada através da duplicidade dos personagens, interpretados por quatro atores, trabalhando a ambigüidade dos textos do autor e de novos fragmentos inseridos que trazem a encenação questionamentos de identidade, de criação de zonas de conflito entre ficção x realidade, sonho x realidade(s) questionando o que é realidade e ficção na vida dos personagens. Com isso o cenário é composto por portas e janelas de demolição, além dos objetos manipulados pelos atores em cena como um cubo de madeira, auxiliados por uma iluminação que se preocupa em criar estes ambientes do que é sonho, do que é real além de separar as zonas de atuação dos atores que permanecem o tempo todo em cena. Os figurinos acompanham este clima e são iguais para as atrizes que personificam “Willie” e para os atores que personificam “Tom” e caracterizam-se por tons terrosos, marrom e bege, criando figuras que não sabemos se estão vivas ou mortas, auxiliadas por maquiagens e cabelos fantasmagóricos inspirados em filmes de Tim Burton. A trilha sonora alterna canções executadas ao vivo pelos atores com trilhas selecionadas que compõe o clima onírico da encenação. 


ESSA PROPRIEDADE ESTÁ CONDENADA

Texto: Tennessee Williams 
Direção e Dramaturgia: Diego Ferreira 
Elenco:
Gianna Soccol 
Miguel Zacouteguy 
Radamés Cristiano Paz 
Leticia Pagot 
Iluminação: Diego Ferreira e Constantino Azevedo
Projeto Gráfico: Gianna Soccol 
Vídeos: Vitório Beretta
Figurinos: Maria Teixeira Corrêa e grupo 
Maquiagem: o grupo 
Trilha Sonora: Diego Ferreira 
Cenário: Diego Ferreira e Grupo 
Adereços: Maura Sobrosa Ramos 
Fotografias: Leandro de Oliveira e Diego Ferreira
Produção: Diego Ferreira
Realização: Grupo Válvula de Escape

domingo, 28 de setembro de 2014

VENCEDORES DO 3º MONTENEGRO EM CENA


E na noite de ontem chegou ao fim o Montenegro em Cena, festival organizado pela Marca Produções. Tive a grande honra de puder acompanhar todos os espetáculos e debates, na figura de um comentador crítico (confira todos os comentários aqui), além de estar ao lado de profissionais reconhecidos e generosos que integraram o júri (Maico Silveira, Tefa Polidoro e Melissa Dorneles). Cassio está de parabéns pela organização deste festival, que com certeza é um festival diferente dos demais, pelo fato de ter apenas um espetáculo por turno, debates com tempo hábil para aprofundar a relação com grupos, formação e crítica, e isto o faz elevar a um dos melhores festivais do estado. Segue a lista dos vencedores: 

Melhor Texto Inédito 
• Totonho Lisboa – O Médico Que Receitava Livros
• Marcos Cardoso - A Moça Bonita da Linha do Trem
• Maurício Fulber - Cinco Pontas de Uma Estrela Torta
VENCEDOR: Totonho Lisboa – O Médico Que Receitava Livros

Melhor Maquiagem
• Gina Samanta – Os Descasados
• O grupo – Valsa nº 6
• Tuti Kerber – O Auto da Compadecida
VENCEDOR: Tuti Kerber - O Auto da Compadecida

Melhor Figurino
• Shana Domingues – Valsa nº 6
• Fabrízio Rodrigues - O Auto da Compadecida
• Marcos Cardoso – A Moça Bonita da Linha do Trem
VENCEDOR: Fabrízio Rodrigues - O Auto da Compadecida

Melhor Cenografia 
• Julio Cesar Schuster – O Auto da Compadecida
• O Grupo Valsa nº 6
• Marcos Cardoso – A Moça Bonita da Linha do Trem
VENCEDOR: Marcos Cardoso – A Moça Bonita da Linha do Trem

Melhor Trilha Sonora
• O grupo – O Auto da Compadecida
• O grupo – Valsa nº 6
VENCEDOR: O grupo – O Auto da Compadecida

Melhor Iluminação
• Fernando Tepasse - Valsa nº 6
• Dionatan Rosa – A Moça Bonita da Linha do Trem
• Marcos Cardoso – O Auto da Compadecida
VENCEDOR: Fernando Tepasse - Valsa nº 6

Melhor Atriz Coadjuvante
• Ana Ledur - O Auto da Compadecida
• Carol Oliveira – O Médico Que Receitava Livros
• Luisa Prigol – A Moça Bonita da Linha do Trem
VENCEDOR: Carol Oliveira – O Médico Que Receitava Livros

Melhor Ator Coadjuvante
• Alan Krug – O médico que receitava livros
• Edi Terra – Ah La Pucha! Uma Comédia Gaúcha
• Samuel Vier – O Auto da Compadecida
VENCEDOR: Alan Krug – O médico que receitava livros

Melhor Ator
• Everton Santos – Os Descasados
• Leo Cardoso – Ah La Pucha! uma Comédia Gaúcha
• Samuel dos Santos – O Médico Que Receitava Livros
VENCEDOR: Leo Cardoso – Ah La Pucha! uma Comédia Gaúcha

Melhor Atriz
• Bruna Johann - Cinco Pontas de Uma Estrela Torta
• Marta Brito – Cinco Pontas de Uma Estrela Torta
• Nicole Orth – O Auto da Compadecida
VENCEDOR: Nicole Orth – O Auto da Compadecida

Melhor Direção
• Bianca Flôres – Valsa nº 6
• Julio César Schuster – O Auto da Compadecida
• Maurício Fulber – Cinco Pontas de Uma Estrela Torta
• Marcos Cardoso – A Moça Bonita da Linha do Trem
VENCEDOR: Julio César Schuster – O Auto da Compadecida

Melhor espetáculo Juri Popular
3º LUGAR - Os Descasados 

2º LUGAR - Ah La Pucha! Uma Comédia Gaúcha 

VENCEDOR: 1º LUGAR - A Moça Bonita da Linha do Trem

Premio Especial do Juri
Pelos elencos jovens, entregues e comprometidos com a proposta e com o fazer teatral.
VENCEDORES: Valsa nº 6 e a A Moça Bonita da Linha do Trem

3º Melhor Espetáculo
• O Médico Que Receitava Livros 

2º Melhor Espetáculo
• Valsa nº 6

1º Melhor Espetáculo
• O Auto da Compadecida

domingo, 21 de setembro de 2014

AH LA PUCHA! UMA COMÉDIA GAÚCHA (RS)


Dia 26 de Setembro - 20h
Teatro Roberto Athayde Cardona
Grupo Cia. Palco Iluminado
Cidade: Gravataí/ RS
Duração: 71 min
Classificação: 12 nos

A peça narra a historia de Mariana, filha do velho gaúcho e tradicionalista Juca das Flores. A mesma se vê envolta de dois pretendentes, Miguel e Renato, que na intenção de corteja-la precisam passar pela aprovação do velho gaúcho tradicionalista e conservador para ter a mão da prenda.

Comédia de costumes gauchesca que que retrata através de personagens vivos no imaginário do inconsciente gaúcho, com seus conflitos e linguagem.

O CHAPELEIRO MALUCO (RS)

Dia 26 de Setembro - 15h
Teatro Roberto Athayde Cardona

Grupo Teatral Leva Eu
Cidade: Viamão/ RS
Duração: 40 min
Classificação: Livre

A esquete conta a história dos irmãos gêmeos Aninha e Juca que são muito diferentes, Ana adora estudar, já Juca não gosta tanto assim...
Os dois vivem em pé de guerra e o único que consegue apartar essas brigas é o seu maluco professor de inglês, que é u velhinho muito simpático e adora seus alunos, uns mais do que os outros.
Um dia voltando da aula, eles acidentalmente embarcam em uma mágica aventura, repleta de maluquices e diversão, e juntos vão descobrir a importância de aprender uma língua estrangeira.

O AUTO DA COMPADECIDA (RS)


Dia 26 de Setembro - 10h
Teatro Roberto Athayde Cardona 

Grupo Foi o Que eu Disse
Cidade: Harmonia/ RS
Duração: 42 min
Classificação: Livre

João Grilo e Chicó, dois nordestinos sem eira nem beira preparam inúmeros planos para conseguir um pouco de dinheiro. Novos desafios vão surgindo, provocando mais confusões armadas pela esperteza de João Grilo, sempre em parceria com Chicó, mas a chegada da bela Rosinha, filha de Antônio Moraes, desperta a paixão de Chicó.  Os planos da dupla, que envolvem o casamento entre Chicó e Rosinha e a posse de uma porca de barro recheada de dinheiro, são interrompidos pela chegada do cangaceiro Severino  e a morte de João Grilo. Todos os mortos reencontram-se no Juízo Final, onde serão julgados no Tribunal das Almas pela Compadecida e pelo diabo e traz um final surpreendente, principalmente para João Grilo.

OS DESCASADOS (RS)

Dia 25 de Setembro - 20h
Teatro Roberto Athayde Cardona

Grupo Renascença Cia de Teatro
Cidade: Montenegro/ RS
Duração: 50 min
Classificação: Livre

Sezefredo, um ancião dissimulado, e Mariana, uma jovem mulher cheia de fricotes, vivendo uma crise conjugal, são condenados pelo Tribunal dos Divórcios a se reconciliar e, então, a confusão está feita.
Um divertido espetáculo farsesco que vem se destacando por sua intensa interação e improvisos com o público, com vários prêmios conquistados, sendo considerado em 2011 o melhor espetáculo no Festival Internacional de Teatro do Uruguai, com participação de 12 países.

O MÉDICO QUE RECEITAVA LIVROS (RS)


Dia 25 de Setembro - 10h 
Teatro Roberto Athayde Cardona 

Grupo Teatral Trupe
Cidade: São Leopoldo/ RS
Duração: 45 min
Classificação: Livre

Dr. Millor, acompanhado de sua eficaz assiste Fernanda, tornou-se um Médico respeitado e de eficiente Carreira, além de grande médico sempre foi apaixonado pela literatura. Para cada momento de sua vida, uma obra literária: Para aquele que muito falava e poucas papas tinha na língua, Dr. Millor lembrava de Emília da incrível obra de Monteiro Lobato. Para crianças agitadas e seus sonhos mirabolantes, Lembrava do Menino Maluquinho e de Ziraldo. E quando uma folha caía melancolicamente de uma árvore, lhe soavam os versos de Mário Quintana. Era assim a vida de Dr. Millor. Até que um dia pensou: e se eu curasse as pessoas através livros e não de remédios?
Nesta emocionante e instigante história, você vai aprender com Dr. Millor que, para os males da vida não bastam apenas remédios para curá-los. Literalmente.


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CINCO PONTAS DE UMA ESTRELA TORTA (RS)


Dia 24 de Setembro - 20h
Teatro Athayde Carmona
ENTRADA FRANCA

Grupo Produções Fulber
Cidade: Novo Hamburgo/ RS
Duração: 45 min
Classificação: 12 anos

Savine é uma menina de 10 anos que conversa com seu ursinho de pelúcia sobre ciência, filosofia e física quântica antes de ir dormir. Ao mesmo tempo é uma adolescente de 16 anos que está vivendo sua primeira paixão e também uma mulher de quase 30 anos refletindo sobre suas escolhas de vida. Essas três fases de uma mesma personagem se alternam e se encontram em cena para contar essa história sobre sonhos, amores e frustrações, num texto que traz uma reflexão poética sobre a condição humana.


LA VITA VECCHIA (RS)


Dia 24 de Setembro - 15h
Teatro Roberto Athayde Cardona
ENTRADA FRANCA

Grupo Uivo do Coiote
Cidade: Santa Maria/ RS
Duração: 70 min
Classificação: 12 anos

Dona Firmina é uma idosa descendente de imigrantes italianos, que mora sozinha na zona rural do interior do Rio Grande do Sul. Viúva e sem filhos, ela desenvolve uma série de estratégias para driblar a solidão, e manter a vitalidade física e mental. Em “La Vita è Vecchia !” acompanhamos um dia na vida desta guerreira, que já viu seus parentes e amigos serem levados pelo tempo, mas mesmo assim não desiste de aprender o que a vida ainda tem para ensinar: bom humor é FUNDAMENTAL!

A MOÇA BONITA DA LINHA DO TREM (RS)


Dia 24 de Setembro - 10h
Teatro Roberto Athayde Cardona
ENTRADA FRANCA

Grupo Deixa Quieto
Cidade: Salvador do Sul/ RS
Duração: 45 min
Classificação: 10 anos

O espetáculo A Moça Bonita da Linha do Trem é uma história de amor que tem como pano de fundo a colonização da região que hoje compõe Salvador do Sul e suas divisas, principalmente aqueles municípios pelos quais cruzou a linha do trem. A montagem resgata os costumes, os valores e crenças dos antepassados que contribuíram para a formação econômica, social e cultural da região de Salvador do Sul.
A estação de trem na qual a família de Seu Salvador vive torna-se famosa pela moça bonita que ali vive. Maria Helena, mesmo cortejada por muitos traz consigo um sentimento especial por Danilo, um vizinho que ainda pequeno foi para o seminário e com quem se comunica por cartas. Com o retorno de Danilo do colégio interno basta que Sibila, a irmã mais velha de Maria Helena, aceite se casar com o rústico Jacob para cumprir com a tradição da comunidade e fazer com que essa história de amor tenha um final feliz. 
 Atividades como o cultivo de frango, a produção de ovos e alguns fatos históricos mesclam-se com a ficção para desenvolver uma história romântica, divertida e ao mesmo tempo saudosa. O espetáculo faz referência aos pontos turísticos do município, tais como o Seminário Santo Inácio de Loyola, o túnel de Linha Bonita e a igreja, que também era escola na época em que o trem ainda percorria a localidade de Kappesberg, locais que serviram de cenário para contar a história de amor da moça bonita da linha do trem.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

DAS SABOROSAS AVENTURAS DE DOM QUIXOTE DE LA MANCHA E SEU FIEL ESCUDEIRO SANCHO PANÇA (Goiânia – GO)


25 abril 16h – Largo Glênio Peres | Centro
27 abril 15h – Parque Farroupilha | Monumento do Expedicionário

Sinopse: Um executivo cansado de sua rotina resolve mergulhar num mundo imaginário em busca de aventuras e emoções e passa a acreditar ser Dom Quixote. Descendo de um prédio, numa corda, gritando por sua amada Dulcinéia e se desfazendo de seu figurino de gravata,incorpora o cavaleiro andante. Sua primeira tarefa é encontrar seu fiel escudeiro, Sancho Pança, missão que acaba nas mãos de um catador de papel de rua. Mas não pode haver cavaleiro andante sem seu cavalo. Sancho então constrói com sucatas um cavalo para seu amo no seu carrinho de catador. Pronta a equipe, saem pelas ruas à procura de aventuras. Invadir a cidade propondo uma ruptura lúdica do cotidiano oferecendo ao cidadão uma possibilidade de jogo, um momento de quebra da linearidade do dia-a-dia. O espetáculo busca dar novo significado ao espaço urbano lançando mão de instalações, prédios e monumentos, para dialogar de forma direta com os transeuntes.

Em seus 11 anos de atividades, o Grupo Teatro Que Roda apresenta esse espetáculo como marco de uma mudança estética, sob a direção de André Carreira. A montagem participou de inúmeros festivais brasileiros, além de apresentações na Colômbia e Timor Leste.
FICHA TÉCNICA
Direção: André Carreira
Atores: Liz Eliodoraz, Dionísio Bombinha, Felipe Ferro, Patrick Mendes, Ieda Marçal e Júlio Rodrigues
Figurino: Júlio Vann e Ilza Bicalho
Objetos Cênicos: Júlio Vann
Produção: Teatro que Roda
Técnico: Júlio Rodrigues
Programador Visual: Marcos Lotufo
Preparadora Vocal: Mônica Montenegro
Preparador Corporal: Patrick Mendes
Adaptação do texto de Miguel de Cervantes: André Carreira, Dionísio Bombinha, Hélio Fróes e Liz Eliodoraz
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre

A SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA (Espanha – Barcelona)


27 abril 19h – Parque Farroupilha | Recanto Europeu
21h – Parque Farroupilha | Recanto Europeu

Sinopse: A sagração da Primavera é uma encenação de Roger Bernat sobre a coreografia de Pina Bausch, e música de Igor Stravinsky, ou seja, três grandes mestres em suas respectivas áreas: a dança-teatro, a música e o teatro de rua. O público, com fones de ouvido, a exemplo de outros espetáculos de Bernat, é convidado a entrar no espaço delimitado para a encenação.Eles ouvem vozes diferentes nos três canais de seus fones, vozes em paralelo que divergem e se cruzam. Os espectadores se tornam os protagonistas do espetáculo que é um jogo e uma dança de um dos balés mais importantes do século passado.
Roger Bernat nasceu em Barcelona em 1968 e iniciou a sua formação em arquitetura, migrando mais tarde para o teatro. Estudou “Dramaturgia e Encenação” no Instituto do Teatro de Barcelona, terminando com o Prémio Extraordinário em 1996, ano em que viajou até Palermo para colaborar com Thierry Salmon. Em 1997, criou a General Eléctrica, um Centro de Criação para as Artes Cénicas e Visuais, juntamente com TomàsAragay.
FICHA TÉCNICA
Música: Igor Stravinsky
Criação cênica: Roger Bernat/FFF, da coreografia de Pina Bausch
Preparação cênica: TxaloToloza, Maria Villalonga, Ray Garduño, José-Manuel LópesVelarde, Thomas Alzogaray, Brenda Vargas, Diana Cardona, Annel Estrada e Viani Salinas
Edição: Juan Cristóbal Saavedra.
Fotografia: Blenda e Carlos Natan Lópes Nazario
Direção Técnica: Txalo Toloza
Coordenação: Helena Febrés
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre

terça-feira, 22 de abril de 2014

A MÃE E O MONSTRO (RS)


25 abril 17h30 – Centro, Rua dos Andradas | General Câmara
26 abril – Ipanema
27 abril 15h – Brique da Redenção | Av. José Bonifácio

Sinopse: Baseado no conto homônimo de Guy de Maupassant, o espetáculo solo do Grupo Ueba apresenta ao público, com pitadas de humor e sarcasmo, a história de uma mulher que usa um espartilho para esconder a gravidez que faz com que ela dê à luz uma aberração. Mesclando fragmentos do conto e depoimentos reais de mulheres violentadas, a dramaturgia foi criada com o intuito de causar a reflexão no espectador.O espetáculo ultrapassa a esfera feminina e revela diferentes tipos de abuso que estão presentes no nosso cotidiano, sendo um espelho das mazelas humanas. O jogo direto entre ator e espectador faz com que o público sinta- se envolvido e por vezes comovido com a história encenada, vendo-se refletido nos devaneios e agonias da personagem.

FICHA TÉCNICA
Autor: Guy de Maupassant
Dramaturgia: Jonas Piccoli
Direção: Jonas Piccoli
Figurinos: Raquel Cappelletto
Maquiagem: Pepe Pessoa e Raquel Cappelletto
Atuação: Aline Zilli
Produção: Grupo Ueba
Duração: 45 minutos
Classificação: 10 anos

MANCHAS URBANAS (RS)


25 abril 16h – Centro
27 abril 15h – Brique da Redenção

Sinopse: Manchas Urbanas é o novo trabalho da Eduardo Severino Cia de Dança e artistas convidados onde, por meio de cinco coreografias, busca pesquisar e refletir sobre as consequências da ação do homem na natureza. A criação foi baseada nas sensações causadas no corpo em alusão ao fenômeno denominado Manchas Urbanas, representados aqui pelas Ilhas de Calor, Inversões Térmicas e Enchentes Urbanas. Estas ilhas, localizadas nos grandes centros urbanos, provocam grande aquecimento, cujas consequências são a falta de oxigênio, a sensação de peso excessivo do corpo, entre outros problemas. A proposta pretende interferir no ir e vir cotidiano dos transeuntes, na paisagem urbana e na arquitetura da cidade, fazendo com que as pessoas reflitam acerca de sua responsabilidade em todo este processo, bem como na busca de soluções para a questão ambiental.

Manchas Urbanas é o quinto trabalho de Eduardo Severino abordando a questão ambiental. “Sempre fui movido por esta ideia”, explica. “Todos nós devemos fazer algo ou tentar fazer algo para que tenhamos melhor qualidade de vida. Meu instrumento é o corpo e uso a dança para falar destes problemas”, conclui o diretor.
FICHA TÉCNICA
Coordenação geral: Eduardo Severino
Concepção: Eduardo Severino e Luka Ibarra
Direção de Arte e adereços: Élcio Rossini
Coreógrafos/ bailarinos: Andrea Spolaor, Cibele Sastre, Eduardo Severino, Luciana Paludo e Luciano Tavares
Trilha musical/ pesquisa: Leonardo Dias
Figurino: Elenco
Arte Gráfica: Adriana San Martin
Fotografia: Fabrício Simões
Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu
Registro de imagens: Filipe Severo
Produção Executiva: Luka Ibarra/ Ana Paula Reis
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre


TRANSPIRO! (RS)


25 abril 15h – Largo Glênio Peres e entorno do Mercado Público |

Sinopse: O Largo Glênio Peres e outros espaços do entorno do Mercado Público de Porto Alegre são invadidos por um conjunto de ”personas híbridas” que realizam ataques em ações de terrorismo poético, “artivismo” urbano e subversão cultural. A mistura de elementos autobiográficos dos performers com as urgências do cotidiano de transeuntes e trabalhadores resulta em um conteúdo explosivo que desloca as questões individuais na direção da cena contemporânea. Desse modo, as personas se configuram em um caminho afetivo em defesa de uma cidade para pessoas, na qual a sensibilização acontece por meio de uma colorida barulhenta e divertida guerrilha poética. A peça é apresentada por um grupo de ativistas culturais de diferentes formações e experiências. São pensadores, produtores culturais, atores/performers, técnicos, professores, diretores de teatro e pesquisadores artísticos quealinharam-se na pesquisa de conclusão de curso em Direção teatral de MirahLaline, em 2012.

O coletivo Transpiro! surgiu concomitante às manifestações de rua nas quais muitos de seus integrantes participaram em ocupações criativas de espaços urbanos, tornando-se referência na cidade.
FICHA TÉCNICA
Direção: Mirah Laline
Performers / Personas: Diego Machado, Genises Azevedo, Gustavo de Araújo, Isandria Fermiano, Manu Goulart, Kaya Rodrigues e Viviana Schames
Figurinos, acessórios e orientação pedagógica: Lídia Souza
Cenografia e adereços de cena: Rodrigo Shalako
Maquiagem artística e efeitos especiais: Juliane Senna
Anjos das personas: Thiago Lazeri, Camila Falcão, Lucas Reinisch, Ananda Casanova, Martina Frohlich, Júlia Ludwig e Patrícia Shoeller
Cinegrafista: Paula Martins
Duração: 120 minutos
Classificação: Livre

FLOR (RS)


25 abril14h – Esquina democrática | Centro
27 abril14h50 – Brique da Redenção | Monumento do Expedicionário

Sinopse: “Flor” é uma obra delicada, realizada em tempo expandido (mais lento), com música instrumental de extrema qualidade, apresentada em locais urbanos com fluxo de pedestres. Esta performance assinada pela bailarina e coreógrafa Thaís Petzhold e musicada pelo violoncelista Celau Moreyra, propõe o diálogo com diferentes artistas, culturas e paisagens urbanas do Brasil. Para isso, artistas locais (residentes de cada estado escolhido) foram convidados para integrar a coreografia e música já existentes, criando um novo diálogo estético em cada cidade. “É a delicadeza da vida que brota a todo instante, sob nossos pés apressados, nosso olhar limitado, nossa mente congestionada. Um sutil chamado para a simplicidade das coisas essenciais que mantém o ciclo da vida (nascimento/morte) e que não percebemos com constância”, explica Thaís Petzhold, idealizadora do projeto.
Há anos Thais Petzhold, destacada bailarina do cenário cultural do sul do país e Celau Moreyra, reconhecido violoncelista da OSPA, realizam trabalhos cênicos na rua ou em locais públicos, defendendo que a arte deve estar inserida no cotidiano das cidades.

FICHA TÉCNICA
Concepção, Direção Geral e Atuação: Thais Petzhold
Músico: Celau Moreyra
Bailarino convidado: Robson Lima Duarte
Produção executiva: Ana Paula Reis
Figurino: Antônio Rabadan
Duração: 40 minutos
Classificação: Livre

POESIA EM MOVIMENTO (RS)


Gênero: Teatro de Rua
25 abril 17h – Largo Glênio Peres, Centro
26 abril 16h – Praça Arco Verde, Bairro Cristo Redentor
27 abril 10h – Brique da Redenção | Monumento do Expedicionário

Sinopse: Poesia em movimento foi concebido para ser apresentado em locais de difícil acesso – da poeira ao barro, do metal ao concreto – por becos, ruelas e passagens, indo até as pessoas que não tem a oportunidade de assistir um espetáculo. O cenário marginalizado da vila ou caótico das cidades compõe a extensão da estética do espetáculo. Um grupo de atores-poetas e seu boneco gigante anda pelas ruas anunciando a sua chegada com um cortejo alegre e musical que apresenta cenas surpreendentes, quebrando a rotina dos transeuntes.

O grupo TIA (Teatro Ideia Ação) comemora uma década de trabalho continuado em 2014. Tem como proposta um teatro experimental, de intervenção social, onde se possa pesquisar e descobrir novas formas de fazer teatro. Em sua trajetória criou diversas intervenções cênicas, performances, rádio-teatro, espetáculos infantis e teatro de rua. Ganhador de diversos prêmios.
FICHA TÉCNICA
Realização: Grupo TIA
Dramaturgia: Grupo TIA (livre adaptação da obra de Bertoldt Brecht e Ray Lima)
Direção: Coletiva
Preparação dos Atores: Marcelo Militão
Maquiagem: Mariana Abreu
Figurino: Valeria Benitez
Adereços: Grupo TIA
Boneco: Denise Ayres
Música: Grupo TIA e Mauro Bruzza
Elenco: Aline Ferraz, Marcelo Militão, Mariana Abreu, Mário Ferrolho e Renan Leandro
Produção: Grupo TIA
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

segunda-feira, 21 de abril de 2014

GATO NEGRO (Goiânia – GO)


25 abril 17h – Largo Glênio Peres | Centro
26 abril 15h30 – Rua Petrônio Portela nr. 1100 | Escola Estadual Poncho Verde | Rubem Berta
27 abril 13h50 – Parque Farroupilha | Monumento do Expedicionário

Sinopse: Gato Negro narra uma história ocorrida em uma fazenda, no interior de Goiás, no início do século XX. A trama envolve três irmãs que esperam por Samuel Godói dos Santos, que prometeu voltar e se casar com quem seu coração sentisse mais falta. Na data marcada para o retorno, elas o aguardam com festa para o casamento, mas quem aparece é uma criatura fantástica, meio homem e meio bicho, instalando relações adversas, próprias das humanidades. Um espetáculo de rua com sua estética e musicalidade inspiradas na força e nas cores do universo real maravilhoso da América Latina, com sua estrutura girando em volta do personagem Gato Negro, um pequeno diabrete popular – como o Curupira, no Brasil, ou o Aluche no México, ou o Endiablado na Bolívia e Peru -, que reflete o pensamento da cultura popular, assumindo um caráter festivo, sarcástico, alegre e transgressor e que traz em si a própria síntese do conflito do bem contra o mal, apresentando sagrado e profano como opostos complementares.
O grupo recebeu por dois anos consecutivos o Prêmio de Teatro do Estado de Goiás, concedido pela Sec. Estadual de Cultura e teve seus trabalhos selecionados para a Caravana Funarte, o Prêmio Funarte de Artes Cênicas na Rua e para o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, do Governo Federal. Já foi Destaque Cultural de Goiás (2005) e recebeu Medalha de Mérito Cultural (2010), ambos concedidos pelo Conselho Estadual de Cultura. Em 2014 recebeu o prêmio Petrobras para manutenção, circulação e montagem de espetáculo.
FICHA TÉCNICA
Direção e Dramaturgia: Hélio Fróes
Elenco: Abilio Carrascal, Adriana Brito, Eliana Santos, Izabela Nascente, Lázaro Tuim
Direção Musical: Abilio Carrascal e Cristiane Perné
Músicas originais: Cristiané Perné, Hélio Fróes e Abilio Carrascal
Coreografias: Lázaro Tuim, Luciana Caetano e Juliano Andrade
Figurinos: Rô Cerqueira
Confecção dos figurinos: Elmira Inácio
Cenografia: Wagner Gonçalves
Bonecos: Izabela Nascente, Marcos Lotufo e Marcos Marrom
Máscara: Marcos Lotufo
Direção de Produção: Lázaro Tuim
Produção: Marci Dornelas (Lúdica Projetos Culturais)
Duração: 58 minutos
Classificação: Livre