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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
INDICADOS AO PRÊMIO AÇORIANOS, TIBICUERA E MAIS REVELAÇÃO DE TEATRO 2012
CONHEÇA OS INDICADOS AOS PRÊMIOS AÇORIANOS DE TEATRO, TIBICUERA DE TEATRO INFANTIL E MAIS TEATRO REVELAÇÃO 2012.
PRÊMIO TIBICUERA DE TEATRO INFANTIL
Melhor Espetáculo
Aventuras no Fundo do Mar
Fábulas em 4 tempos ou o fabuloso La Fontaine
Maria Teresa e o Javali
Melhor Direção
Marcos Chaves, por Fábulas em 4 tempos ou o fabuloso La Fontaine
Raquel Grabauska, por Maria Teresa e o Javali
Rossendo Rodrigues, por Aventuras no Fundo do Mar
Melhor Ator
Evandro Soldatelli, por Para sempre terra do nunca
Philipe Philippsen, por Porto Alegre no Livro das Crianças Perdidas
Plínio Marcos Rodrigues, por Fábulas em 4 tempos ou o fabuloso La Fontaine
Vinícius Petry, por Maria Teresa e o Javali
Melhor Atriz
Márcia do Canto, por O mundo de Camila, o livro em cena
Raquel Grabrauska, por Maria Teresa e o Javali
Tefa Polidoro, por Fábulas em 4 tempos ou o fabuloso La Fontaine
Melhor Ator Coadjuvante
Leonardo Barison, em Para sempre terra do nunca
Ricardo Zigomático, em Aventuras no Fundo do mar
Melhor Atriz Coadjuvante
Karen Radde, por Para sempre terra do nunca
Karen Radde, por “Era uma vez uma História...”
Marina Mendo, por Aventuras no Fundo do Mar
Melhor Figurino
Margarida Rache, por Porto Alegre no Livro das Crianças Perdidas
Teatro Sarcáustico, por Aventuras no Fundo do Mar
Titi Lopes, por “Era uma vez uma História...”
Melhor Cenografia
Cláudio Levitan, por Porto Alegre no Livro das Crianças Perdidas
Júlio Freitas, por Para sempre terra do nunca
Marco Fronckowiak, Maura Sobrosa, Daniel Carvalho, Rafael Araújo, Paulo Cruz e Ateliê GZBL por Fábulas em 4 tempos ou o fabuloso La Fontaine
Teatro Sarcáustico, por Aventuras no Fundo do Mar
Melhor Iluminação
Casemiro Azevedo, por Aventuras no Fundo do Mar
Anilton Souza e João Fraga, por Porto Alegre no Livro das Crianças Perdidas
Ronald Radde e Patrik Simões, por “Era uma vez uma história...”
Melhor Trilha
Alexandre Missel e Marina Mendo, por Aventuras no Fundo do Mar
Cláudio Levitan, por Porto Alegre no Livro das Crianças Perdidas
Gustavo Finkler, por Maria Teresa e o Javali
Melhor Dramaturgia
Plínio Marcos Rodrigues, por Fábulas em 4 tempos ou o fabuloso La Fontaine
Rossendo Rodrigues, por Aventuras no Fundo do Mar
Gustavo Finkler e Raquel Grabauska, por Maria Teresa e o Javali
Melhor Produção
Ellen D’avila, por Para sempre terra do nunca
Ellen D’avila, por “Era uma vez uma História...”
Guadalupe Casal e Rossendo Rodrigues, por Aventuras no Fundo do Mar
Paulo Guerra, por Os Três Porquinhos
Viviane Falkembach, por Fábulas em 4 tempos ou o fabuloso La Fontaine
PRÊMIO AÇORIANOS DE TEATRO 2012
Melhor Produção
Carol Zimmer por O Linguiceiro da Rua do Arvoredo
Fernando Zugno por Inimigos de Classe
Inês Marocco, Isandria Fermiano e Martina Fröhlich por Incidente em Antares
Morgana Kretzmann por Nossa Vida Não vale um Chevrolet
Nátali Caterina Karro por Os Plagiários– uma adulteração ficcional sobre Nelson Rodrigues
Melhor Iluminação
Carol Zimmer por O Linguiceiro da Rua do Arvoredo
Daniel Fetter e Fabricio Simões por Os Plagiários – uma adulteração ficcional sobre Nelson Rodrigues
Fernando Ochoa por Landell de Moura – O Incrível padre Inventor
Fernando Ochoa por Sr Kolpert
Lucca Simas e Luciana Tondo por O Feio
Melhor Figurino
Daniel Lion por O Casamento do Grande mágico Maycon Estalonne
Daniel Lion por Os Plagiários– uma adulteração ficcional sobre Nelson Rodrigues
Létz Pinheiro por O Linguiceiro da Rua do Arvoredo
Marina Kerber por O Feio
Rô Cortinhas por Incidente em Antares
Melhor Cenografia:
Daniel Lion por Os Plagiários– uma adulteração ficcional sobre Nelson Rodrigues
Felipe Helfer por O Casamento do Grande Mágico Maycon Estallone
O grupo por O Feio
Leonardo Fanzelau por Cara a Tapa
Zoé Degani por Nossa Vida não vale um Chevrolet
Trilha Sonora
Arthur de Faria por Os Plagiários– uma adulteração ficcional sobre Nelson Rodrigues
Bruno Westermann e Lauro Pécktor por O Linguiceiro da Rua do Arvoredo
Celso Zanini, Philipe Philippsen e Martina Fröhlich por Incidente em Antares
Mirah Laline por O Feio
Simone Rasslan, Mateus Mapa e Diego Silveira por O Baile dos Anastácio
Dramaturgia
Antonio Costa Neto por O Bom, o Mau e sua Esposa
Celso Zanini, Filipe Rossato, Kalisy Cabeda e Philipe Philippsen por Incidente em Antares
Diones Camargo por Os Plagiários– uma adulteração ficcional sobre Nelson Rodrigues
Julio Conte por Beckett & Bion – Gêmeo Imaginário
Patrícia Fagundes e Zé Adão Barbosa por Coração Randevú
Ator Coadjuvante-
Cassiano Ranzolin por Nossa Vida não vale um Chevrolet
Denis Gosch por O Linguiceiro da Rua do Arvoredo
Fernando Zugno por Inimigos de Classe
Paulo Roberto Farias por O Feio
Rodrigo Scalari por Do It
Atriz coadjuvante
Danuta Zaghetto por O Feio
Fernanda Petit por Nossa vida não vale um Chevrolet
Gabriela Grecco por Os Plagiários– uma adulteração ficcional sobre Nelson Rodrigues
Isandria Fermiano por Incidente em Antares
Renata de Lélis por Landell de Moura por O Incrível Padre Inventor
Melhor Ator
Roberto Oliveira por Um Verdadeiro Cowboy
Rossendo Rodrigues por O Feio
Sirmar Antunes por O Coração de um Boxeador
Vinicius Meneguzzi por Cara a Tapa
Zé Adão Barbosa por Coração Randevú
Melhor Atriz
Larissa Tavares por O Bom, o Mau e sua Esposa
Martina Fröhlich por Incidente em antares
Patrícia Soso por Cara a Tapa
Tefa Polidoro por (E)Terno
Ursula Collischonn por O Linguiceiro da Rua do Arvoredo
Melhor Direção
Guadalupe Casal, Jezebel de Carli, Mário Balenti e Marcelo Restori por Os Plagiários– uma adulteração ficcional sobre Nelson Rodrigues
Inês Marocco por Incidente em Antares
João Pedro Madureira por Cara a Tapa
Mirah Laline por O Feio
Patrícia Fagundes por Coração Randevú
Melhor Espetáculo:
Cara a Tapa
Coração Randevú
O Feio
Incidente em Antares
Os Plagiários– uma adulteração ficcional sobre Nelson Rodrigues
PRÊMIO MAIS TEATRO REVELAÇÃO
Melhor Espetáculo
As façanhas de Aristão, o desafortunado
PT Saudações
A serpentina ou meu amigo Nelson
To be or not to Beckett
Melhor Direção
Cândida Bazanella – Edward, o retorno
Evelise Mendes – A serpentina ou meu amigo Nelson
Gyan Celah – PT Saudações
Jocemar Chagas – As façanhas de Aristão – o desafortunado
Melhor Ator
Alexandre Borin – A serpentina ou meu amigo Nelson
Gyan Celah – PT Saudações
Marcelo Pinheiro – A serpentina ou meu amigo Nelson
Sidnei Pereira – As façanhas de Aristão, o desafortunado
Melhor Atriz
Camila Rosa – PT Saudações
Carolina Diemer – To be or not to Beckett
Morgana Rodrigues – Edward, o Retorno
Sofia Villasboas – Ensaio sobre a repetição
Fonte: http://maisteatro.blogspot.com.br/
terça-feira, 27 de novembro de 2012
PARA SEMPRE: POESIA! (RS)
PARA SEMPRE: P O E S I A!
Uma história real e tragicômica de amor, loucura e arte
José, após ter sido preso pela ditadura militar e herdado desta experiência grave sofrimento psíquico, escolhe a arte como afirmação da vida e com esta escolha, conquista uma incansável companheira. Seli, artista plástica inconformada e bonequeira vibrante, passa a tomar, junto a ele, doses diárias da seguinte decisão: Apesar de tudo, Poesia! Da união deste atormentado e criativo casal nasce Rita, que vem agora, neste poético e tragicômico monólogo, transpor para a cena poemas da autoria de seu pai, além de textos próprios e obras de sua mãe. A atriz lança-se num diálogo entre vida e arte, trazendo à cena episódios marcantes da vida de seus pais, servindo-se de vídeos, depoimentos, interpretação de personagens e teatro de bonecos voltado ao público adulto.
QUANDO? QUARTAS-FEIRAS – 28 DE NOVEMBRO, 05, 12 E 19 DE DEZEMBRO - 20HS
ONDE? TEATRO DE CÂMARA TÚLIO PIVA (RUA DA REPÚBLICA, 575, CIDADE BAIXA – PORTO ALEGRE)
ENTRADA FRANCA
Ficha técnica
Concepção e Texto: Rita Maurício (com poesias de José Luiz Maurício)
Elenco: Rita Maurício
Direção da primeira versão: Júlio Saraiva
Direção desta remontagem: Mirah Laline
Criação e confecção de bonecos: Seli Maurício
Vídeos: Rita Maurício, Márcia Rosa e Roberto Ruchiga
Iluminação: Luciana Brito
Figurinos: Rita Maurício, Sérgio Stein e Mirah Laline
Apoio no burilamento de cenas: Anildo Micheloto e Daniel Alberti
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
PARA SEMPRE: POESIA! (RS)
Uma história real tragicômica de amor, loucura e arte
28 de Novembro, 05, 12 e 19 de Dezembro - 20h
NOVAS CARAS
Teatro de Câmara Túlio Piva
A atriz, chegando ao final de uma etapa - a do curso "superior" de teatro - busca, em processo de autópsia, um diálogo sincero entre vida e arte, chamando a chama que uniu seus pais.
José, após ter sido preso pela ditadura militar e herdado desta experiência grave sofrimento psíquico, escolhe a arte como afirmação da vida e com esta escolha, conquista a companheira que junto a ele toma doses diárias da seguinte decisão: Apesar de tudo, Poesia!
FICHA TÉCNICA
Elenco: Rita Maurício
Direção e Iluminação: Júlio Saraiva
Texto: Rita Maurício (com poesias de José Luiz Maurício)
Vídeos e fotografias: Marcia Rosa, Júlio Saraiva e Rita Maurício
Fotografias de divulgação:Luiz Eduardo de Oliveira
Orientação: Professora Luciane Olendzki
domingo, 25 de novembro de 2012
EDWARD - O RETORNO (RS)
27 de novembro, 04,11 e 18 de Dezembro
Teatro Aberto
Sala Álvaro Moreira - 20h
Entrada Franca
A partir da idéia de crítica ao movimento consumista, aos modismos, a banalização da violência gratuita e doentia do mundo atual, chega a cena “Edward: O Retorno” .O texto é uma Livre adaptação da obra “Crimes Delicados” de José Antônio de Souza
A peça faz uma reflexão sobre a perda de valores, sobre o “seguir a moda”, onde a sociedade procura repetir o que a mídia divulga, as pessoas querem estar atualizadas, mesmo que isso signifique tornar-se um assassino.Na peça, a busca pelo crime perfeito é a moda do momento.
Edward, o empregado resiste à todas maquinações dos seus patrões, Hugo e Lila. Buscando uma reflexão sobre as delicadas relações de poder entre patrões e empregados eA resistência de uma classe dominada.
A busca pelo “crime perfeito” serviu como eixo principal desta montagem. Inspirada em filmes antigos de terror e trash, “Edward: O Retorno” traz influências de grandes cineastas como: Alfred Hitchcock e Tim Burton, discutido e colocado em evidência por eles em seus filmes. A peça segue uma vertente do teatro do absurdo, baseando-se na linha de trabalho do Eugenè Ionesco que trata sobre a mesma temática do assassinato, como em “A lição”.
É uma noite chuvosa na casa dos lugosi. Os jornais anunciam que uma onda de crimes sequenciais assombram a cidade e que a moda agora é matar. Lilaentediada com sua vida pacata resolve seguir a moda. Confessa ao marido que matou os animais da casa eo convence a matar um dos seus empregados. É quando surge Edward, e eles resolvem mata-lo. Mas nem tudo sai como Hugo e Lila previram. Algo terrível e misterioso acontece. Hugo e Lila enlouquecem, já não sabem mais o que é real e o que é fruto das suas imaginações.
FICHA TÉCNICA:
Direção:
Cândida Bazanella
Texto:
José Antônio de Souza
Elenco:
Morgana Rodrigues
Rodrigo Mello
Rodrigo Azevedo
Cenário:
Rodrigo Azevedo
FIGURINOS:
Cândida Bazanella, Morgana Rodrigues, Rodrigo Azevedo, Rodrigo Mello.
Iluminação:
Leandro Gass.
Trilha sonora pesquisada:
Cândida Bazanella e Rodrigo Mello.
Edição de vídeo e dublagem:
Rodrigo Mello.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
A SERPENTINA OU MEU AMIGO NELSON (RS)
Dias 31 de Outubro, 07,14 e 21 de Novembro - 20h
NOVAS CARAS - Entrada Franca
Teatro de Câmara Túlio Piva
“A Serpentina ou Meu Amigo Nelson” é um espetáculo baseado na última peça de Nelson Rodrigues, A Serpente.
Marcado pelo tom farsesco e colorido pelo universo do Carnaval, o presente trabalho busca experimentar uma linguagem diversa da que se costuma utilizar para a encenação da famosa história das irmãs Guida e Lígia: enquanto Guida é feliz com seu esposo, Lígia vive a decepção de um casamento infeliz. A fim de ajudar a irmã que pensa em morrer, Guida oferece o seu próprio marido para passar uma noite com Lígia. Depois desse fato, nada será como antes…
FICHA TÉCNICA
Direção: Eve Mendes
Atuação: Alexandre Antunes, Letícia Pinheiro, Tefa Polidoro, Pâmela Amaro e Frederico Vasques
Direção Musical: Pâmela Amaro
Figurinos: O grupo
Grupo Pindaibanos
domingo, 28 de outubro de 2012
CANTO PARA IABÁS - CELEBRAÇÃO DO FEMININO (RS)
30 de Outubro, 6,13 e 23 de Novembro
Sala Álvaro Moreira - 20h
Teatro Aberto - Entrada Franca
O espetáculo criado a partir de composições musicais transita pelas linguagens da dança, teatro e poesia, revelando o caminho percorrido por uma mulher, que ao se relacionar com os arquétipos das orixás femininas, evoca as energias da natureza representadas pelas Iabás, cujo termo quer dizer Mãe Rainha, e que no Brasil, é utilizado pra definir todos os orixás femininos. O espetáculo é um percurso por estas diferentes forças arquetípicas, manifestadas pelas múltiplas faces do feminino, levando o público a navegar por este universo inspirado na cultura afro-brasileira. A mulher em suas múltiplas potencialidades exprimindo o poder de sua criação.
Ficha Técnica:
Direção, Concepção, poemas e músicas: Clarice Nejar
Coreografia : Mariana Konrad
Voz e atuação: Clarice Nejar
Percussão e voz: Luana Fernandes
Violão e voz: Carmen Corrêa
Orientação Cênica: Melissa Dornelles
Cenografia: Mariana Konrad e Luna Pesce
Arte Gráfica: Wagner Pinto
Figurino: Grupo Serei-As
Fotografia: Janaína Moraes Franco e Zezé Carneiro
Produção: Itinerante Produtora e Grupo Serei-As
Apoio Cultural: Casa de Cultura Mário Quintana
Duração do Espetáculo: 50 minutos
terça-feira, 16 de outubro de 2012
AS FAÇANHAS DE ARISTÃO - O DESAFORTUNADO (RS)
PROJETO NOVAS CARAS
26 de set, 03, 17 e 24 de out
quartas às 20h
Teatro de Câmara Túlio Piva
Entrada franca
Com o pano de fundo histórico da conquista da Pérsia pelo exército de Alexandre, o Grupo de Teatro Noscego apresenta “As façanhas de Aristão, o desafortunado”: As aventuras e desventuras de um pobre homem, que gastou oito décimos da vida roubando para sobreviver e sendo perseguido, um décimo trabalhando honestamente, e menos de um décimo vivendo como um rei, para morrer como um.
Atuação: Sidnei Pereira de Oliveira
Texto e direção: Jocemar de Quadros Chagas
Música: Marcus Ireno Miks de Ávila
Operadores de som e luz: Piero Lunelli e Tiago Goi da Silva
Cenário, Figurino e Iluminação: O grupo
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
TO BE OR NOT TO BECKETT (RS)
“To be or not to Beckett” é um monólogo construído a partir de colagens de textos diversos do dramaturgo irlandês Samuel Beckett. A dramaturgia é composta por trechos de falas das peças “Todos os que caem”, - cuja personagem principal é Maddy Rooney, que manteve-se como protagonista nesta adaptação - “Dias felizes”, “Esperando Godot”, “Fim de Partida”, “As últimas gravações do Sr. Krapp”, “Textos para nada”, “Eu não” e “Ato sem palavras I”.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
NAVIO NEGREIRO (RS)
NAVIO NEGREIRO
Projeto Teatro Aberto
Sala Álvaro Moreyra
31 de jul, 07, 14 e 21
terças às 20h
Entrada Franca
retirada de senhas 1h antes na bilheteria
Preto Benedito é um negro, filho de escravos, nasceu e passou toda sua existência na fazenda Oliveira, de propriedade de Manuel Oliveira, localizada no interior do Rio Grande do Sul. Foi ali que desde a mais tenra idade viu-se forçado a aprender a dura lida da Charqueada.
Com o passar dos anos, após a morte dos pais, herdara toda a responsabilidade do serviço que outrora era feito por seu pai. Castigado pelo duro ofício, o jovem Preto Benedito, embora muito forte, aos poucos envelhecia. Não tardou a ficar inválido para aquele duro ofício. Abandonado, mal recebia um prato de comida, apenas uma vez por dia. A dor da solidão começou a tomar conta de seu coração. Sentia saudades dos pais, únicos familiares, e até mesmo da África, embora nunca houvesse lá botado os pés. Crescera ouvindo o pai falar da beleza que é o continente africano, mas, também do horror que eram as viagens nos porões dos navios que transportavam os negros para serem escravizados no Brasil. Ainda na juventude, ouvira alguém recitar o poema Navio Negreiro de Castro Alves, foi quando compreendeu melhor o sofrimento de seu povo. Empregou grande parte de seus dias para aprender aqueles escritos.
Nos últimos dias é atormentado por essas imagens, sente-se como estivesse rodeado pela morte naqueles porões fúnebres e tétricos.
O velho Manuel Oliveira, pensando que o negro endoidara, manda a pionada mantê-lo acorrentado num tronco que fica atrás de uma cabana próximo ao lugar onde o gado repousa. Ali, quase dominado pelo Banzo, mas, sem jamais entregar-se, Benedito se mantém vivo encontrando forças nas palavras de Castro Alves e repetindo para si mesmo, “Levantai-vos heróis do Novo Mundo”... Quando as forças parecem lhe abandonar, Benedito se agarra ao poema, como a uma oração, sem compreender como a memória consegue manter vivas aquelas palavras.
O poema relata tudo o que acontecia nos porões dos Navios Negreiros desde a saída da África. Muitos morriam devido aos maus tratos, ou, dizimados por doenças que surgiam por falta de higiene. Destituídos de identidade e humanidade, aqueles negros eram considerados animais ou objeto de pouco valor. Talvez seja desta dor e sofrimento que Benedito encontra forças para sobreviver.
Num primeiro momento o espetáculo convida a platéia a invadir o silêncio de Benedito, logo após, através do poema de Castro Alves leva o público a ingressar no porão de um Navio Negreiro e testemunhar o que ali acontece.
Atuação: Antônio Marques
Direção: Antônio Marques
Trilha sonora e sonoplastia: Hector Enrique Sanzol (Kike Sanzol)
Fotografia: Markus Vargas
Operador(a) de Áudio: Mari Cardoso
Luz: Alessandra de Fraga
Pesquisa: Antônio Marques
domingo, 29 de julho de 2012
OSCULUM (RS)
O experimento cênico é livremente inspirado na obra “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues. A Encenação revela uma família que é confrontada com uma situação anormal, segundo os padrões da sociedade na qual está inserida: um homem beija outro homem na boca, pouco antes de sua morte. A situação logo toma proporções gigantescas, quando a mídia, juntamente com a polícia, transforma o fato em uma nóticia bombástica. A policia age de forma oposta ao seu carácter social; a mídia usa o acontecido como mercadoria que lhe é ofertada. Dessa forma, o que se vê em “O Beijo no Asfalto” são indivíduos sendo esmagados pelas engrenagens de seu meio social, tomado de corrupção, preconceito e autoritarismo.
terça-feira, 1 de maio de 2012
TNT (RS)
Projeto Novas Caras
Teatro de Câmara Túlio Piva
02, 09 16, 23 de maio
quartas às 20h
17/05 - 19h30-Sala Alziro Azevedo (DAD/UFRGS) (Palco Giratório)
17/05 - 19h30-Sala Alziro Azevedo (DAD/UFRGS) (Palco Giratório)
Entrada Franca
(Senhas 1 hora antes)
Três macacos em uma crise shakespeariana.
Três atores em uma disputa amorosa.
Três revolucionários em um assassinato comunista.
TNT: Três comédias em um ato.
FICHA TÉCNICA
Elenco: Celso Zanini, Natália Souza e Philipe Philippsen
Tradução: Philipe Philippsen, baseado no texto "Tudo no Timing" de David Ives
Orientação cênica: Inês Marocco
Iluminação: Lucca Simas
Adaptação, Trilha Sonora Pesquisada, Figurino e Adereços: O Grupo
Foto: Filipe Rossato
Maiores informações no blog MAIS TEATRO
Este espetáculo também integra a programação do Palco Giratório:
DANKE (RS)
Dias 1º, 8, 15 e 22 de maio - terças-feiras
Sempre às 20h
GRATUITO (distribuição de senhas às 19h)
Sala Álvaro Moreyra - Centro Municipal de Cultura
Esta temporada faz parte do edital Teatro Aberto, realizado pela Coordenação de Artes Cênicas de Porto Alegre.
DANKE é o espetáculo baseado no texto Eu, Ulrike? Grito... de Dario Fo e Franca Rame. A peça conta a história de Ulrike Meinhof, desde o dia em que ela é presa até o dia do seu suposto suicídio.
Jornalista, Alemã, terrorista e mãe, Ulrike é condenada à prisão e passa por um tipo de tortura que lhe impõe a privação do sensorial. Despojada de cores e sons, e impossibilitada de qualquer contato externo ela sobrevive quatro anos refém do Estado e de si mesma.
"No dia 9 de maio de 1976, a terrorista alemã Ulrike Meinhof foi encontrada morta na sua cela de número 719 na prisão de Stuttgart-Stammheim. Ao lado de Andreas Baader e Gudrun Ensslin, ela havia sido condenada por liderar a Fraçao do Exército Vermelho - RAF. O grupo terrorista foi responsável por atentados a bomba e assaltos a bancos na então Alemanha Ocidental, que acusava de 'Estado fascista'".
Trechos da crítica feita por Antonio Hohlfeldt em 27 de maio de 2005 no Jornal do Comércio:
“Num espetáculo seco, de cerca de 50 minutos de duração, a cena, aberta desde a entrada do público, apresenta duas figuras: a prisioneira e sua guardiã, vivida por Paola Oppitz (...) Não se fala, não se tosse, não se pisca. Juliana Kersting eletriza a todos. Cumpre a sina da prisioneira. O escuro se faz sobre a mulher em posição fetal.”
terça-feira, 3 de abril de 2012
RECANTO DO CISNE (RS)
NOVAS CARAS - Todas as 4ª feiras de abril Teatro de Câmara Túlio Piva
Velhinhos e velhinhas corados e delicados não são figuras frequentes em histórias que envolvem assassinatos em série. Estamos acostumados a ver, geralmente no cinema e na literatura, personagens como Hannibal Lecter (o antropófago), Jason Vorhees (da série Sexta-feira 13) ou o assassino mascarado (da franquia cinematográfica Pânico). Em RECANTO DO CISNE invertemos essa lógica, para apresentar um grupo de idosos (nada bem comportados) que se vê, subitamente, no meio de uma trama de crimes inusitados e muito riso. Com direito a aparições sobrenaturais e dúvidas sobre se "do outro lado" a gente também tem vontade de ir ao banheiro, o espetáculo resultante da Oficina de Montagem de Espetáculo da Cia. de Teatro ao Quadrado coloca sobre o palco um ambiente pouco explorado em termos cênicos: o dia a dia de uma casa geriátrica, em que fica comprovado que "idade não é documento" quando se trata de divertir o público.
Texto: Marcelo Adams
Direção: Margarida Leoni Peixoto
Elenco: Ana Maria Mattos, Daiane Letícia, Fernanda Viale, Flávia Boabaid, Joana Souza, Kellen Linhares, Kelly Goebel, Leonardo Covi, Mafalda Panattieri, Maurício Schames, Paula Piussi, Rodrigo Obregon, Sónia Magina
Cenografia: Valéria Verba
Iluminação: Wagner Duarte
Figurinos: O grupo
Maquiagem e cabelos: Nikki Goulart
Criação gráfica: Paula Piussi
Produção e trilha sonora: Margarida Leoni Peixoto
segunda-feira, 2 de abril de 2012
PT SAUDAÇÕES (RS)
Teatro Aberto - Todas as 3ª feiras de Abril - 20h Sala Alvaro Moreira.
No dia de seu aniversário, Dona Corina, confinada em sua própria solidão, recebe um telegrama. Para o carteiro é apenas a última entrega de um dia exaustivo, para ela, a chance de romper com o vazio que lhe aprisiona.
Autor: Carlos Carvalho
Direção e Cenografia: Gyan Celah
Elenco: Camil Rosa, Gyan Celah e Nádia Alíbio
Figurinos: Camil Rosa
Fotos: Leandro Lefa
Iluminação: Cícero Melo
Operação de som, edição e arranjos músicais: Leandro Lefa
Produção: Grupo Cúmplice
Produção Cenográfica: Nádia Campos Alíbio
Trilha Musical: Grupo Partiu do Alto
Realização: Grupo Cúmplice
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terça-feira, 6 de março de 2012
FADAS & MONSTROS NO VELÓRIO DE PETER PAN - Caras Novas (RS)
7, 14, 21 e 28 de março
sempre às quartas-feiras, às 20h
Teatro de Câmara Túlio Piva
Entrada Franca
(Senhas 1 hora antes)
O espetáculo Fadas&Monstros no velório de Pan é um Conto de Fadas para adultos. Escrito e dirigido por Bob Bahlis, este Conto de Fadas foi inspirado no livro Fadas no divã de Diana L. Corso & Mario Corso e na lenda Urbana sobre a morte de Walt Disney, que teve o corpo congelado, logo após a sua morte para ser ressuscitado no futuro.
A história mostra alguns personagens dos contos de fadas perdidos num bosque, onde há um portal que divide dois mundos. Durante a madrugada acontecem encontros secretos entre alguns personagens que passam a questionar sua existência e comportamento. Branca de Neve, Bela Adormecida, Caçador, Lobo, Chapeuzinho Vermelho, Reis, Madrastas e Príncipes ficam vagando entre realidade e fantasia.
Direção e texto Bob Bahlis
Elenco Ana Lúcia Guaragna, Boni Range, Cristiano Godinho, Fabíola Barreto, Fernanda Moreno Iágoda Melissa, Jordan Martini, Leo Bello, Lolô Medeiros, Martha Brito, Olavo Gazzola, Rafael Druzian , Gabriel Ditelles e Rafael Albuquerque.
Cenografia Carolina Falcão
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segunda-feira, 5 de março de 2012
VENDETTA CORSA - porque a minha ferida é mortal Teatro Aberto (RS)
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| Foto de Emilio Speck |
6, 13, 20 e 27 de março
Sempre às terças feiras, às 20h
Sala Álvaro Moreira
Entrada Franca
(senhas 1 hora antes)
Sempre às terças feiras, às 20h
Sala Álvaro Moreira
Entrada Franca
(senhas 1 hora antes)
O corte pode ser no corpo ou na alma, o que conta é a permanência, a persistência da ferida. O tempo passa, mas ela permanece ali, sangrando em silêncio, sem perdão nem reparação. Uma mulher com sede de sangue. Um filho perdido, uma traição, um amor não correspondido, qualquer motivo serve de pretexto para a vingança. Uma dor sem fim, que impulsiona para a vendetta. Ela está em lugar nenhum, e surge, em ato, ação e sede. Uma faca corsa é a protagonista de crimes aparentemente inexplicáveis.
Numa sequência aparentemente absurda uma estudante esfaqueia um rapaz na parada de ônibus. Um rapaz desesperado por ter perdido seu filho é impulsionado para seu abismo maior, sente o sangue nas papilas. Um homem enciumado, traído pela esposa e um casal de lésbicas em crise tornam-se vítimas do desejo macabro de Vendetta Corsa. O Delegado Pimentel se encarrega de solucionar os crimes, porém percebe que ninguém é imune a trama diabólica da faca corsa. Atos repletos de barbáries cometidos por marionetes humanas em prol da sede eterna por sangue.
A temática gira assim em torno de facas, seu simbolismo e usos. A trama é a investigação de crimes perpetrados pela mesma faca. A magia da lâmina escolhe suas vítimas e seu executor.Uma parábola moderna do papel do homem frente a impossibilidade de controlar seus impulsos mais primitivos. Texto mais recente do premiado diretor e dramaturgo Júlio Conte.
Direção e dramaturgia Júlio Conte
Assistência de direção Alessandro Peres
Elenco Gabriela Boesel, Guilherme Barcelos, Gustavo Saul, Ísis Teixeira, Larissa Hoffmeister, Leo Bello e Renata Steffens
Pesquisa de Trilha Sonora Júlio Conte
Cenário e Figurino o grupo
Concepção de Luz Júlio Conte
Operação de Luz Catarino Grosser Ferreira
Operação de Som Júlio Conte
Maquiagem Catharina Conte
Fotos Moa Júnior, Thiago Tavares e Emílio Speck
Projeto Gráfico Alessandro Peres
Concepção de projeções Guilherme Barcelos
Produção Executiva e Divulgação Gustavo Saul e Leo Bello
Produção Geral Cômica Cultural
Saiba mais
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