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sábado, 8 de agosto de 2015

ESSA PROPRIEDADE ESTÁ CONDENADA


Dias 27,28,29 e 30 de Agosto - (Quinta a Domingo) - 20hs
Sala Alváro Moreyra - Centro Municipal de Cultura
(Av. Érico verissímo,307)
ENTRADA FRANCA (Senhas no local a partir das 19h)

Este espetáculo foi contemplado pelo edital Teatro na Cia. concedido pela Coordenação de Artes Cênicas da Prefeitura Municipal de Porto Alegre Cultura

Retrata a estória de Willie, uma menina de 13 anos envelhecida pelo tempo. Em um de seus devaneios ela encontra Tom, um garoto um pouco mais velho com quem compartilha sua infância de perdas, lembranças da irmã, sua realidade de ilusões e o ser mulher. O garoto e a menina se envolvem entre brincadeiras, esperanças e medos de Willie que trilha um caminho sem volta com um destino cruel que sempre a vai levando de volta para “casa” no fim do dia.
Partimos do texto como mote central e reconstruímos o universo da narrativa agregando textos de outros autores dando a encenação um ritmo ágil que a todo tempo constrói e reconstrói universos paralelos a narrativa da peça. O espaço intimista possibilita a compreensão mais sutil de intenções das personagens, sendo que a fantasia e a realidade estão todo o tempo entrelaçadas e colocadas em jogo. 
A brincadeira no trilho do trem torna-se pretexto para Willie e Tom, duas crianças na corda-bamba da adolescência, conhecerem-se de fato. A reflexão poética sugerida pela peça sobre o ciclo de vida e morte (em vida) é conduzida pelo “desenho da imaginação” das personagens, em jogo com os espaços percorridos ao longo do diálogo e das ações. A presença de fragmentos de outros textos na dramaturgia acentua a questão dos devaneios fantasiosos. Há um constante atrito entre realidade e ficção.
Concepção do espetáculo: 
O espetáculo “Essa propriedade está condenada” trata especificamente da questão de afirmação de um casal de jovens Tom e Willie descritos na obra de Tenessee Willians. Na criação do Grupo Válvula de Escape esta visão é potencializada através da duplicidade dos personagens, interpretados por quatro atores, trabalhando a ambigüidade dos textos do autor e de novos fragmentos inseridos que trazem a encenação questionamentos de identidade, de criação de zonas de conflito entre ficção x realidade, sonho x realidade(s) questionando o que é realidade e ficção na vida dos personagens. Com isso o cenário é composto por portas e janelas de demolição, além dos objetos manipulados pelos atores em cena como um cubo de madeira, auxiliados por uma iluminação que se preocupa em criar estes ambientes do que é sonho, do que é real além de separar as zonas de atuação dos atores que permanecem o tempo todo em cena. Os figurinos acompanham este clima e são iguais para as atrizes que personificam “Willie” e para os atores que personificam “Tom” e caracterizam-se por tons terrosos, marrom e bege, criando figuras que não sabemos se estão vivas ou mortas, auxiliadas por maquiagens e cabelos fantasmagóricos inspirados em filmes de Tim Burton. A trilha sonora alterna canções executadas ao vivo pelos atores com trilhas selecionadas que compõe o clima onírico da encenação. 


ESSA PROPRIEDADE ESTÁ CONDENADA

Texto: Tennessee Williams 
Direção e Dramaturgia: Diego Ferreira 
Elenco:
Gianna Soccol 
Miguel Zacouteguy 
Radamés Cristiano Paz 
Leticia Pagot 
Iluminação: José Renato Lopes
Projeto Gráfico: Gianna Soccol 
Vídeos: Vitório Beretta
Figurinos: Maria Teixeira Corrêa e grupo 
Maquiagem: o grupo 
Trilha Sonora: Diego Ferreira 
Cenário: Diego Ferreira e Grupo 
Adereços: Maura Sobrosa Ramos 
Fotografias: Leandro de Oliveira e Diego Ferreira
Produção: Diego Ferreira
Realização: Grupo Válvula de Escape
Apoios: Grupo Trilho de Teatro Popular, Usina das Artes, Mainquest

APOIO:
  

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

4:48 PSICOSE (RS)

Psicose

Dias 08 (19h30) e 09 de Dezembro (12h30min e 19h30min)

Studio III

Vocês vão me amar por aquilo que me destrói… A espada nos meus sonhos, o pó dos meus pensamentos, a doença que se reproduz no cantos da minha mente… Eu resignei-me morrer este ano. Alguns vão pensar que isso é auto-compaixão. Eles tem sorte de não saber a verdade. Outros vão saber o simples fato da dor. Cada elogio tira um pedaço da minha alma… Eu nunca me importei de dar às pessoas o que elas queriam, mas ninguém foi capaz de fazer o mesmo por mim. Ninguém me olha. Ninguém se aproxima de mim. Mas por favor! Não desligue minha mente na tentativa de me curar. Ouça e entenda, e quando sentir desprezo não o expresse, pelo menos não verbalmente, pelo menos não para mim. Eu posso ocupar meu espaço, ocupar meu tempo, mas nada pode ocupar o vazio de meu coração. A necessidade vital pela qual eu morreria.



Estágio II de Atuação de Manu Goulart

Orientação: Ciça Reckziegel

Texto de Sarah Kane

Direção e Iluminação: Thais Andrade

Atuação: Manu Goulart

Audiovisual: Manu Goulart

Operação Audiovisual: Luiz Manoel

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

A HISTÓRIA DOS URSOS PANDAS CONTADA POR UM SAXOFONISTA QUE TEM UMA NAMORADA EM FRANKFURT (RS)

A História dos Ursos Pandas 02

Dias 22 (19h30) e 23 de Dezembro (12h30min e 19h30min)

Sala Alziro Azevedo

Um homem acorda com uma mulher em sua cama, e ele não lembra se a conhece, nem como chegaram até ali. A mulher lembra de tudo, e Ele pede para Ela ficar. Fazem um acordo: nove noites. Nove noites são uma vida para um homem e uma mulher reunidos sob circunstâncias curiosas. Ligados por uma promessa e uma garrafa de vinho ou uma maçã, ou uma gaiola, eles viajam através de um sonho, com um saxofone e um despertador quebrado.


Estágio I de Atuação de Áquila Mattos

Projeto de Estágio de Montagem de Joice Rossato

Orientação de direção: Ana Paula Zanandrea

Orientação de atuação: Márcia Donadel

Direção Joice Rossato

Atuação: Áquila Mattos e Carina Wachholz

Autor Matéi Visniec

Iluminação Carol Zimmer

Concepção e criação de vídeos Paula Pinheiro

Cenotécnica Jony Pereira e Carla Rangel

Fotografia Emily Blanco

Design gráfico Paula Hartz

Concepção de arte Joice Rossato

Assistência de produção Amanda Gatti

Produção Cia Travessia das Artes

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

QUAL A DIFERENÇA ENTRE O CHARME E O FUNK ?

Charme e o Funk 01

Dias 18, 19 e 20 de dezembro, 19h30min

Sala Alziro Azevedo

Qual a diferença entre o charme e o funk? é um trabalho sensorial baseado numa arqueologia pessoal dos sete atores negros criadores desse trabalho. É o resgate daquilo que está dentro de cada um de nós, daquilo que nos faz ser: identidades.  É a dança entre o jovem negro e suas memórias. Falar das memórias é, também, sacraliza-las. Encontrar um espaço para que elas possam ser recontadas de inúmeras formas, cores, sons. Memórias são um processo, um movimento de uma juventude considerada “geração da esperança”, que anseia falar de sua cultura, sua arte, seu corpo, seu cabelo e sua dança. Anseia mostrar que também ri, brinca, canta, ama, se relaciona, existe!



Estagio de Atuação I de Camila Falcão

Orientação: Celina Alcântara

Elenco: Bruno Cardoso, Bruno Fernandes, Camila Falcão, Kyky Rodrigues,

Laura Lima, Manuela Miranda e Silvana Rodrigues

Direção: Thiago Pirajira

Música: João Pedro Cé

Arte gráfica: Breno Dias

Fotografia: Andre Reali Olmos

Figurino: Mari Falcão

Produção: Keka Bittencourt

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

LUJIN (RS)

Created with Microsoft Fresh Paint

Dias 16, 17 e 18 de dezembro, 21h

Sala 2

Estar ou sentir-se sozinho se tornou uma condição inata ao nosso ritmo de vida. De acordo como vivemos e nos relacionamos na contemporaneidade, talvez seja difícil alterar certos comportamentos culturais estabelecidos. Como poderíamos, então, nos relacionarmos com isso? A solidão virou quase um fantasma que assombra e aterroriza como se fosse necessário sempre fugir dela. Quais ingredientes haveriam num campo de batalha entre o homem e ele mesmo? Deus? O Diabo? O amor? A dor? Uma flor? Utilizando-se de linguagens híbridas, o espetáculo Lujin convida o público para olhar e se tornar parte das paredes de dentro da solidão de um ser.



Estagio de Atuação I de Anderson Moreira Salles

Orientação: André Rosa

Concepção e atuação: Anderson Moreira Sales

Colaboradores artísticos: Ander Bellotto, Áquila Mattos, Duda Cardoso, Franciele Aguiar, Gabriela Tavares, João de Ricardo, Kevin Brezolin, Luís Fabiano Oliveira e Silvana Rodrigues

Dramaturgia: Anderson Moreira Sales

Fotos: Áquila Mattos


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O EDÍFICIO (RS)

Os Edifícios

Dias 16 (19h30min) e 17 de dezembro (12h30min e 19h30min)

Sala Alziro Azevedo

A montagem compõe sua dramaturgia a partir dos quadrinhos do cartunista estadunidense William Erwin Eisner (Will Eisner, 1917-2005). Através de sua obra, a encenação propõe uma reflexão sobre o estilo de vida que o meio urbano proporciona a seus habitantes: o acúmulo de pessoas, o movimento frenético que automatiza, a pulsação e a paisagem caótica da cidade tornam-se fonte de inspiração para criação cênica.



Estagio de Montagem I de Gabriela Boccardi e Estagio de Atuação I de Elielto Rocha Orientação de Direção: Ana Paula Zanandréa

Orientação de Atuação: Márcia Donadel.

Direção: Gabriela Boccardi

Elenco: Amanda Gatti, Elielto Rocha e Luiz Manoel

Concepção Musical: André Sant’Anna e Guilherme Rodrigues

Preparação Vocal: André Sant’Anna

Criação e operação de luz: Thaís Andrade


segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

MISTÉRIO BUFO - UMA ARQUEOLOGIA DO BURACO TROPICAL (RS)

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Dias 16, 17 e 18 de dezembro, 11h

Praça da Alfândega

Adaptado da obra Mistério-Bufo, de Vladimir Maiakovski, o espetáculo propõe uma investigação sobre a formação da nação brasileira. A partir da metáfora do dilúvio, a fábula conta a viagem do trabalhador proletário em busca da Terra Prometida. Reproduz, a bordo de uma arca, o conflito das classes e a luta de ideias, investigando os traços históricos, políticos, econômicos, folclóricos, e linguísticos que identificam a sociedade.



Estágio de Montagem II de Karine Paz

Orientação: Marta Isaacsson

Vinculado às disciplinas de Atuação IV e Corpo e Voz IV

Professores: André Rosa, Celina Alcântara e Suzane Weber.

Direção: Karine Paz

Adaptação dramatúrgica: Paula Emilia

Figurinos: Maílson Fantinel

Cenografia: Rodrigo Shalako


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A CAIXA E A CHAVE (RS)

A CAIXA E A CHAVE 01_FOTO JÉSSICA LUSIA

Dias 12, 13 e 14 de dezembro, 19h30min

Sala Alziro Azevedo

– Quando você me encontrar de novo, eu não serei eu.

O que acontece quando a lógica peculiar dos sonhos invade a realidade?  Inspirada na obra de David Lynch, A Caixa e a Chave convida a um mergulho nas águas profundas desse universo onírico. Em um ambiente estranhamente familiar, conhecemos Sylvia e Naomi, que acabaram de se mudar para um prédio pequeno com apartamentos idênticos. No andar de cima, David sonha com a morte de Laura. Uma caixa cai do quinto andar. Naomi perde suas chaves dentro de casa. Sylvia não consegue explicar o que fez na noite anterior. O surreal permeia as lacunas do cotidiano desses quatro personagens e traz à tona o medo, o mistério, a ilusão e o desejo escondidos debaixo de cada travesseiro.



Estágio de Atuação II de Catharina Conte e Joana Kannenberg

Orientação: Mirna Spritzer

Direção e dramaturgia: Jéssica Lusia

Assistência de direção: Vitória Monteiro
Elenco: Catharina Conte, Jéssica Barbosa, Joana Kannenberg e Luiz Manoel.

Preparação vocal: César Pereira
Iluminação: Lucca Simas

Cenário, figurinos e objetos cênicos: O grupo

Fotos: Jéssica Lusia e Jéssica Barbosa


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

CONGRESSO INTERNACIONAL DO TERRORISMO LATINO-AMERICANO E DO MUNDO (RS)

05 - Congresso 01

Dias 09 (19h30min), 10 (12h30min e 19h30min) e 11 de dezembro (12h30min e 19h30min)

Sala Alziro Azevedo

Um grupo de terroristas se reúne para discutir o fim da humanidade. A partir desse encontro, uma série de fatos começa a se desenvolver. Entre a farsa, o realismo e a fantasia, uma história de conspiração e medo vai sendo contada.  A esperança, o tédio e o amor vão permeando o desenrolar dos acontecimentos que se situam entre o trágico e o cômico. Consequências imprevisíveis podem acontecer quando uma decisão é tomada.



Estagio de Montagem II de Patricia Silveira e Estagio de Atuação II de Ivan Nunes

Orientação de Direção e Atuação: Inês Marocco

Orientação de estágio docência: Vika Schabbach

Direção e dramaturgia: Patrícia Silveira

Elenco: Ivan Nunes, Juliana Wolkmer, Vitor Freitas,

Jeferson Cabral, Anandrea Altamirano

Trilha sonora: Daniel Duarte

GALERIA DE ESTRANHEZAS DE PESSOAS COMUNS (RS)

03 - Galeria de Estranhezas

Dias 07 (19h30) e 08 de Dezembro (12h30min e 19h30min)

Sala Alziro Azevedo

Você conhece alguém que gosta de observar pessoas? Talvez você mesmo possua este hábito. E alguém que colecione as estranhezas dos outros? O espetáculo nos convida a entrar no universo lúdico de Verônica, uma observadora que coleciona estranhezas humanas em uma galeria. Desenvolvida a partir do tema identidade, a encenação busca a cumplicidade do espectador, em uma atmosfera intimista de delicadeza e detalhe. O público é convidado a olhar pelo buraco da fechadura, observando a diversidade e singularidade nossa de cada dia. A montagem busca dar voz ao comum, ao pequeno, ao que não é visto. Mas afinal, o que é ser comum? Quais são as suas estranhezas? O que você faz quando não está sendo visto? Como você enxerga o outro?



Estagio de Atuação II de Ketti Maria e Renata Cieslak

Projeto de Estagio de Montagem de Magda Schiavon

Orientação de Atuação e Direção: Patricia Fagundes.

Direção: Magda Schiavon

Elenco: Ketti Maria e Renata Cieslak.

Operadora de som: Raiza Rolim

Figurino: Mylena Bastarrica

Cenógrafo: Rodrigo Shalako

Iluminação: Luiz Acosta e Thais Andrade

Confecção de objetos cênicos: Carla Rangel
Voz em áudio: Valentina Rangel
Mixagem do áudio: Kevin Brezolin


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

TODA CRIANÇA QUE FUI (RS)

Toda Criança que Fui

Dias 04 (19h30) e 05 de Dezembro (12h30min e 19h30min)

Sala Alziro Azevedo

Desprendido de gramática e de norma culta, com os olhos desfocados, ele conversa com um sujeito no momento em que o silêncio fala por si. Nesse silêncio, vê-se admirado por um artigo in-definido. Artigo que foge de sua primeira pessoa. Um. Uma. Um nada. Um todo. Uma coisa. Um coiso. Um Eu. Pessoal e reto, que i-nexiste, in-determina. Que indica imperando. Subjuntivo pois subjetivo. Sem complemento nem objeto. Sendo objeto da in-transitividade do verbo in-existir. Atemporal e sempre im-perfeito de silêncio e resposta.



Estagio de Atuação II de Junior Sifuentes

Orientação: André Rosa

Atuação e Concepção: Junior Sifuentes

Iluminação: Leonardo Silveira

Som e Projeção: Luiz Manoel Alves

Foto e Edição: Yuri de Oliveira, Marcelo Hahn e Pedro Valduga

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

O MONSTRO DE OLHOS VERDES, OU POR QUEM MORREM AS POMBAS?


Dias 5 e 6 de dezembro
Sexta feira e sábado, 20 horas
Teatro Glênio Peres (Av. Loureiro da Silva, 255, Porto Alegre)
ENTRADA FRANCA

O Monstro de Olhos Verdes, ou por quem morrem as pombas? é uma fábula para adultos, em que, numa praça pública, um casal de namorados passeia feliz - como dois “pombinhos” - enquanto, nesse mesmo lugar, aos pés de uma estátua, um jovem assassino se refugia da polícia.

Walmir Ayala escreveu O Monstro de Olhos Verdes em 1960, quando contava 27 anos de idade. A vida do autor foi marcada pelo desconforto por não se adequar ao mundo e à geração a que pertencia, direcionando para suas obras essa inquietação, através de temas obsedantes: a morte sempre tangível, Deus e a religiosidade como forma de salvação, a infância para sempre perdida, 
a homossexualidade vista como um mal contra o qual não se consegue lutar.

Texto: Walmir Ayala
Elenco: Kaya Rodrigues, Leonardo Barison, Rafael Franskowiak e Renata de Lélis
Direção: Camilo de Lélis
Classificação: 14 anos
Duração: 65 min.


“O Monstro de Olhos Verdes, ou Por Quem Morrem as Pombas?” 
Dias 5 e 6 de dezembro
Sexta feira e sábado, 20 horas
Teatro Glênio Peres (Av. Loureiro da Silva, 255, Porto Alegre)
ENTRADA FRANCA

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

CAMILLE NO EXÍLIO (RS)

Dias 27 (19h30), 28 (12h30 e 19h30) e 29 de novembro (19h30)

Sala Alziro Azevedo

Inspirado na vida e nas cartas da escultora francesa Camille Claudel, o espetáculo mostra de forma poética e íntima fragmentos da trajetória de uma artista que desafiou o seu tempo. Camille viveu entre 1864 e 1943, mas até hoje nos instiga com sua obra e vida repleta de paixão, entrega e dedicação à criação artística. Suas reflexões e inquietações podem novamente ser ouvidas, a partir de pedaços de memória extraídos das cartas que escreveu durante os 30 anos de exílio em hospitais psiquiátricos. A amante de Rodin, como ficou conhecida, se mostra uma mulher de força extraordinária, que sobrevive em meio a um turbilhão de emoções.



Estagio de Atuação II de Juliana Wolkmer

Orientação: Ana Cecília Reckziegel

Direção e dramaturgia: Patrícia Silveira

Elenco: Juliana Wolkmer

Trilha sonora: Daniel Duarte

Iluminação: Luiz Acosta

Operação de luz: Thaís Andrade


domingo, 23 de novembro de 2014

ACAB (RS)

ACAB
Dias 11, 12 e 13 de dezembro, 21h

Sala 3

O quanto do que eu lembro me faz ser quem eu sou? As histórias são contadas, inventadas, revividas. Três atrizes compartilham e recriam suas memórias através de fragmentos de vida; improvisos, fotos, recortes de texto, música. Começos, términos e recomeços, a ânsia por compreender a forma cíclica que a vida toma. Se a memória constitui o ser, brincar com ela nos permite ser vários.



Estágio de Atuação II de Isadora Pillar, Bruna Lauermann e Manoela Wolff.

Orientação: Gisela Habeyche

Concepção e Atuação: Isadora Pillar, Bruna Lauermann e Manoela Wolff

Iluminação: Lucca Simas


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O MAL ENTENDIDO (RS)


Teatro de Areia apresenta O Mal Entendido 
Fernanda Petit, Gabriela Greco, Elison Couto, Patricia Maciel e Pedro Nambuco. Iluminação de Carlos Azevedo, Trilha Sonora de Beto Chedid, Figurinos de Antonio Rabadan. Cenário de Marco Fronckowiak e Rodrigo Souto Lopes. Registro fotográfico de Jorge Scherer e Adriana Marchiori. Produção de Gilberto Fonseca e Patricia Maciel. Dramaturgia de Daniel Colin a partir da obra de Albert Camus. Direção de Gilberto Fonseca e Daniel Colin. Teatro de Arena, 28 de novembro a 14 de dezembro de 2014.
20 e 24 de novembro - PRÉ ESTRÉIA 21hs
27, 28, 29 de novembro - 20Hs
30 de novembro - 21hs

Ingresso: R$ 20,00
50% para estudantes, classe artística, melhor idade
Sessões de sexta-feira entrada franca mediante a retirada de senha

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

GALERIA DE ESTRANHEZAS DE PESSOAS COMUNS (RS)

Dias 12, 19 e 26 de novembro. 
Sempre com duas sessões: às 12:30 e 19:30 com entrada franca e bilheteria a partir de 1h antes.


Neste espetáculo as atrizes convidam o público a observar as pequenas “estranhezas” de pessoas comuns para refletir de que maneira estas peculiaridades podem construir ou transformar a identidade de um individuo.
A peça se passa durante um dia na vida da personagem Verônica, a identidade desta personagem é construída perante o público que também se torna
cúmplice desta criação.

Elenco: Ketti Maria e Renata Cieslak
Direção: Magda Schiavon
Orientação: Patricia Fagundes.
Duração: 50 min.
Créditos das fotos: Junior Alceu Grandi e Áquila Mattos

sábado, 1 de novembro de 2014

NOS EMBALOS DA CAROCHINHA (RS)

Projeto Novas Caras
Sala Álvaro Moreyra

Dias 05, 12, 19, 26 de novembro de 2014, às 20h.

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 50 minutos

Entrada franca

Para agendar grupos ligue: 3289-8066 (das 9h às 12h – 14h às 18h)

Baseado no conto Nos Embalos da Carochinha de Luís F. Veríssimo, a peça se passa num cenário absurdo e se desenvolve numa trama ainda mais inusitada um inspetor é chamado com urgência para impedir um crime prestes a acontecer. Ao chegar no local, depara-se com os personagens dos mais diversos contos-de-fadas, porém, mudados e corrompidos pelo mundo e pela psicanálise. Ele conseguirá evitar o crime em meio a tanta purpurina e sarcasmo?

Ficha técnica:

Direção: Julia Kieling Lucas
Elenco: Thomaz Menegotto, Lorenzo Soares, Madalenna Leandra, Ana Caroline de David, Brenda Knevitz, Siane Leonhardt, Bruna Casali, Aloísio Dias e Fernanda Viale.
Iluminação: Maíra Prates
Sonoplastia: Luiz Manoel Oliveira Alves

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

TERESA E O AQUÁRIO (RS)


Dias 7 e 8 de novembro
Sexta feira e sábado, 20 horas
Teatro Glênio Peres (Av. Loureiro da Silva, 255, Porto Alegre)
ENTRADA FRANCA
“Teresa e o Aquário” é livre adaptação do conto “Teresa ainda olhava para o Aquário”, de Luciano Mattuella. Teresa, ao ganhar de seu marido um aquário de peixes coloridos, entra em um processo de catatonia. A personagem mergulha em um universo onde ninguém tem acesso. A cena é o aquário onde surgem os devaneios de uma mulher petrificada na carne, mas liberta em seus sentidos e livre de qualquer sentido.

Direção: João de Ricardo
Performance: Lisandro Bellotto e Sissi Betina Venturin
Assistência de direção: Kalisy Cabeda
Direção e operação de vídeo: Bruno Gularte Barreto
Operação de câmera: João de Ricardo
Composição e execução de trilha sonora: Roger Canal
Desenho e operação de luz: Liliane Vieira
Produção e divulgação: Sissi Betina Venturin e João de Ricardo
Dramaturgia: livremente inspirado no conto “Teresa Ainda Olhava Para o Aquário” de Luciano Mattuella. Textos originais do espetáculo de Diones Camargo, João de Ricardo, Lisandro Bellotto e Sissi Betina Venturin.
Duração: 90 minutos
Classificação: 16 anos


“Teresa e o Aquário”, da Cia Espaço em Branco 
Dias 7 e 8 de novembro
Sexta feira e sábado, 20 horas
Teatro Glênio Peres (Av. Loureiro da Silva, 255, Porto Alegre)
ENTRADA FRANCA

SOBRE ANJOS E GRILOS - O UNIVERSO DE MÁRIO QUINTANA (RS)

Sobre Anjos & Grilos - O Universo de Mario Quintana - Versão Pocket, com Deborah Finocchiaro, na Feira do Livro de Porto Alegre - Com entrada franca e tradução em Libras!

Quando: 03 de novembro - 20h
Onde: Teatro Sancho Pança - Feira do Livro de Porto Alegre

Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana é um espetáculo híbrido - épico, lírico, cômico, poético - no qual uma atriz, numa junção entre a fala, o gesto, a poesia, as artes plásticas e a música, conta, interpreta e canta textos e poemas de Mario Quintana (1906/1994), revelando não apenas o Mario confessional e lírico dos poemas, mas sua face pouco conhecida: a das entrevistas e das frases agudas e desconcertantes que questionam os valores da sociedade, da vida e da morte. 
A interpretação investe na pesquisa de linguagem e valoriza, potencializa e contracena com os textos, com a trilha e com as imagens projetadas em forma de quadros e animações em uma tela transparente disposta no fundo do palco.
http://www.sobreanjosegrilos.com.br/

Ficha Técnica
Textos e Poemas - Mario Quintana
Concepção, Roteiro e Atuação - Deborah Finocchiaro
Direção - Deborah Finocchiaro e Jessé Oliveira
Cenografia - Zoravia Bettiol
Trilha Sonora original - Chico Ferreti 
(Com exceção das músicas Ecogliter, de Laura Finocchiaro e Franco Junior, e trechos das músicas Baleada Noturna, de Lory Finocchiaro, 4ª Sinfonia de Mahler e Concertos de Brandenburgo n° 4 e 5 de Johann S. Bach)
Voz em Off - Paulo José
Iluminação - Leandro Roos Pires e Fabrício Simões
Operação de Luz - Leandro Roos Pires
Produção de Vídeo e Animação - Alcir Saraiva 
Técnico de Som e Imagens - Victor Petroscki 
Figurino - Raquel Cappelletto
Programação Gráfica - Ricky Bols 
Preparação Vocal - Lúcia Passos
Orientação Corporal - Cibele Sastre
Produção - Daniela Lopes e Deborah Finocchiaro 
Direção Geral - Deborah Finocchiaro
Realização - Companhia de Solos & Bem Acompanhados

UM DIA ASSASSINARAM MINHA MEMÓRIA(RS)

Museu Júlio de Castilhos recebe peça a partir de sexta-feira

Estreia nesta sexta-feira, com entrada franca, no Museu Júlio de Castilhos (Duque de Caxias, 1.205), o novo espetáculo da Jogo de Cena Companhia Teatral. Um dia assassinaram minha memória fica em cartaz de sexta-feira a domingo, às 21h, até o dia 23 de novembro. A distribuição de senhas acontece uma hora antes. A capacidade é de 20 pessoas por sessão.

A encenação é livremente inspirada em obras de diferentes autores, tanto da literatura dramática quanto do romance e da poesia, apresentando cinco mulheres em uma situação histórica-limite, em tempo indeterminado, durante um conflito de grandes proporções. No espaço de uma casa-museu em que estão abrigadas, enquanto tentam sobreviver desenvolvem, de forma ininterrupta, reflexões e jogos que visitam temas como a história, o corpo e a memória.

O espetáculo de teatro-dança destaca a mulher como protagonista, ela que na obra adquire dimensão arquetípica, na medida em que é a única capaz de gerar, de dar continuidade à civilização humana. É a partir do seu olhar, sentimentos e percepções que oscilam da esperança à desesperança nesse limite histórico, que esta criação cênica constrói sua narrativa. A direção geral é de Decio Antunes e Carlota Albuquerque.