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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

DESTAQUES DO 6º PRÊMIO VÁLVULA DE ESCAPE/OLHARES DA CENA

E chegou o momento de revelar quais foram os destaques dos blogs Válvula de Escape e Olhar(es) da Cena no teatro em 2015. Como já expliquei em outras postagens, trata-se apenas de homenagear aqueles profissionais que, no meu ponto de vista, merecem ser destacados neste ano que está findando. 
Tenho fixação em criar listas, e desde 2010 faço esta brincadeira saudável e destacar o que assisti e realmente me chamou atenção. Então vamos conhecer os destaques da 6ª edição do Prêmio Válvula de Escape. Parabéns a todos os profissionais.

HOMENAGEM ESPECIAL
2015 foi um ano de perdas nos palcos gaúchos, portanto gostaria de homenagear duas figuras que foram alicerces das artes cênicas. Lúcia Bendati e Hermes Bernardi Jr., nossos aplausos são seus.

LÚCIA BENDATI


HERMES BERNARDI JR.



E os destaques são: 
TEATRO GAÚCHO


MAQUIAGEM


Aldo Júnior Freitas e Gustavo Diestmann
 MACBODAS: TEQUILA, GUACAMOLE Y ALGO MÁS

DESIGN GRÁFICO/IDENTIDADE VISUAL

Marcel Trindade - O homem mais sério do mundo

FOTOGRAFIA DE CENA

Luciane Pires Ferreira - Os homens do triângulo Rosa


TRILHA SONORA
Candido Castro Gian Becker Israel Silva de Oliveira Daniel Fraga Tambor falante - Encanto Zumbi


ILUMINAÇÃO
Eduardo Kraemer - Cadarço de Sapato ou Ninguém está acima da redenção


CENOGRAFIA
Alexandre Navarro - Cadarço de Sapato ou Ninguém está acima da Redenção


FIGURINO
Antônio Rabadan - Os homens do triângulo Rosa

ATRIZ COADJUVANTE
Gisela Habeyche Os homens do triângulo Rosa


ATOR COADJUVANTE
Emílio Farias - Encanto Zumbi



ATOR
Marcelo Adams - Os homens do triângulo Rosa



ATRIZ
Nathália Barp - Macbodas - Tequila, guacamole y algo más


DRAMATURGIA
Thiago Pirajira, Camila Falcão, Bruno Cardoso, Bruno Fernandes, Kyky Rodrigues, Laura Lima, Manuela Miranda e Silvana Rodrigues 
 Qual a diferença entre o charme e o funk?


DIREÇÃO
Margarida Peixoto - Os homens do triângulo Rosa


ESPETÁCULO

Qual a diferença entre o charme e o funk?




TEATRO NACIONAL

PRÊMIO ESPECIAL
Sérgio Penna - bailarino CONGRESSO INTERNACIONAL DO MEDO


MAQUIAGEM
Traço Cia. de Teatro - AS TRÊS IRMÃS


DESIGN GRÁFICO/IDENTIDADE VISUAL
Roberta de Freitas - IRMÃOS DE SANGUE


FOTOGRAFIA DE CENA
Renato Mangolin - IRMÃOS DE SANGUE

TRILHA SONORA

Felipe Storino - EDYPOP


ILUMINAÇÃO
Bertrand Perez e Artur Luanda Ribeiro - IRMÃOS DE SANGUE



CENOGRAFIA
André Curti e Artur Luanda Ribeiro - IRMÃOS DE SANGUE



FIGURINO
Natacha Belova - IRMÃOS DE SANGUE


ATRIZ COADJUVANTE 
Rita Cidade - AVENTAL TODO SUJO DE OVO


ATOR COADJUVANTE
Edceu Barbosa - AVENTAL TODO SUJO DE OVO


ATOR/BAILARINO
Marconi Araújo - PROIBIDO ELEFANTES


ATRIZ
Débora de Matos, Greice Miotello e  Paula Bittencourt - AS TRÊS IRMÃS

DRAMATURGIA
Marcos Barbosa - AVENTAL TODO SUJO DE OVO


DIREÇÃO
André Curti e Artur Luanda Ribeiro - IRMÃOS DE SANGUE


ESPETÁCULO
PROIBIDO ELEFANTES


domingo, 24 de maio de 2015

ADEUS A LÚCIA BENDATI

A atriz e diretora de teatro Lucia Bendati morreu ontem, sábado (23) em Porto Alegre.Lucinha como era conhecida por colegas de teatro nos deixou justamente quando estava eufórica pois seu último trabalho, a direção do espetáculo infantil "NINA, O MOSTRO E O CORAÇÃO PERDIDO" foi um dos selecionados para circular na mostra nacional do FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO. 
Atriz e diretora, Lucia Bendati é bacharel em Artes Cênicas, com ênfase em interpretação teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atua no teatro gaúcho desde 1986, tendo participado de mais de 30 montagens de espetáculos adultos e infantis, entre eles: O Avarento; Boca de Ouro; Medéia; Dona Gorda; All That Fall; A Canção de Assis; Gnomos; Peter Pan; Pinóquio; Os Saltimbancos e Pluft, O Fantasminha. 
Eu conheci seu trabalho através do Teatro Novo em atuações antológicas, e mais tarde pude me deliciar assistindo seu trabalho solo "Dona Gorda" e depois nas produções do Grupo Farsa e em trabalhos junto ao diretor Luciano Alabarse. 
Através das redes sociais pude acompanhar diversas manifestações de carinho para com esta profissional, que nos deixa, mas que agora neste momento que escrevo reflito, fico imaginando quantas pessoas foram alcançadas através de sua arte através dos seus trabalhos, mas principalmente pela sua passagem pela Cia Teatro Novo, onde anualmente milhares de crianças eram atendidas por programas de formação de platéia... Apenas por este dado, Lucinha já merece nossos APLAUSOS!!!! Bravo!!! e vá com Deus!!!
Atriz e diretora Lúcia Bendati se despediu neste final de semana | Foto: Divulgação / CP

quinta-feira, 11 de julho de 2013

EU APOIO O MANIFESTO DOS GRUPOS DE TEATRO QUE OCUPAM OS PAVILHÕES DO HOSPITAL PSIQUIÁTRICO SÃO PEDRO (PORTO ALEGRE/RS)

Em 2001, alguns grupos de teatro começaram a ocupar os pavilhões 5 e 6 do antigo prédio histórico do Hospital Psiquiátrico São Pedro (H.P.S.P.), localizado na Av. Bento Gonçalves 2460, no bairro Partenon (Porto Alegre/RS). Nos dois primeiros anos, muitas apresentações. Resultado: o público adentrava ao Hospital, e assim, gradualmente, rompia-se com a visão negativa e excludente que o local até então suscitava na sociedade. Além disso, ofereciam-se oficinas teatrais para funcionários, internos e comunidade do entorno, bem como se tornara comum levar os internos a apresentações de Artes Cênicas. Os grupos teatrais Falos & Stercus, Oigalê, Povo da Rua, Neelic (Núcleo de Estudos e Experimentação da Linguagem Cênica) e Grupo Caixa Preta compunham neste período uma programação cultural ativa e um espaço fértil de criação de trabalho.
Em 2003, ocorreu a troca do governo do Estado do RS (gestão 2003-2006). A gestão que assumiu naquele período resolvera, então, assinar um documento passando a cedência dos referidos prédios do H.P.S.P. para a Secretaria da Cultura. Bons ventos pareciam soprar... Matérias jornalísticas de alcance estadual e nacional enaltecendo o feito como único no país passaram a ser cada vez mais comuns.
Em 2007, novamente se deu a troca de governo em âmbito estadual (gestão 2007-2010). No entanto, a nova gestão não reconheceu juridicamente o valor do documento assinado (referente à cedência dos pavilhões 5 e 6 do H.P.S.P. para a Secretaria da Cultura). Cabe salientar que a permanência dos grupos só foi possível em virtude da força da opinião pública, que se mostrou solidária e favorável à ocupação artística no Hospital. Naquele momento, visando à reforma do espaço físico como uma maneira de conservação do patrimônio público, e avaliando a necessidade de agir antes que qualquer tragédia acontecesse, os grupos decidiram solicitar um laudo. Ironicamente o laudo, que deveria ser utilizado para reformar o local e, assim, dar melhores condições aos trabalhadores da cultura e ao público em geral, acabou sendo utilizado pela própria Secretaria de Estado da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul (SEDAC/RS) do governo passado (gestão 2007-2010) para impedir os grupos, estes que resistem arduamente, de continuarem suas atividades lá.
Em 2010, antes das eleições, a atual gestão do governo estadual foi procurada. Esta afirmou que apoiaria e solucionaria a questão favoravelmente para os grupos de teatro que resistiam ali. Nisso, já havia se passado quase uma década... Pois bem, o governador Tarso Genro venceu as eleições no primeiro turno (para gestão 2011-2014), e a alegria no setor cultural foi grande, pois a ocupação artística no Hospital Psiquiátrico São Pedro, o qual se tornara o grande símbolo de resistência e referência artística, estava perto de receber a notícia tão aguardada: a assinatura de um comodato da Secretaria da Saúde (Gestão Secretário Ciro Simoni) para a Secretaria da Cultura (Gestão Secretário Luiz Antonio de Assis Brasil).
A direção do Hospital solicitou aos grupos, então, uma proposta de solução ao impasse. Estes, junto ao Escritório Modelo Albano Volkmer da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EMAV/ FA/ UFRGS), fizeram um belíssimo estudo arquitetônico que servia de resposta prática ao antigo laudo, a fim de melhorarem as condições de segurança e habitação dos pavilhões 5 e 6, concretizando assim um grande polo cultural descentralizado. Cabe salientar que o referido estudo foi aprovado pelo Diretor do IPHAE (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado), Eduardo Hahn, pois "a proposta integra a preservação do patrimônio histórico e as novas intervenções de forma harmônica", além de ter sido respaldado pelo Secretário da Cultura e pelo Secretário da Saúde. Para tanto, as duas Secretarias decidiram assinar o acordo no dia 27 de março de 2013, em caráter comemorativo ao Dia Internacional do Teatro. Porém, de forma incoerente e sem maiores justificativas, o acordo não foi assinado, e as oficinas artísticas que os grupos iriam oferecer à comunidade, de forma a celebrar o ato da assinatura, foram proibidas.
Em 2014, a ocupação artística nos pavilhões 5 e 6 do Hospital Psiquiátrico São Pedro pelos grupos de teatro completará 13 anos. Esta ocupação, que é uma referência nacional, mostra como as áreas da Arte, Cultura e Saúde Mental poderiam e deveriam andar juntas, visando a uma sociedade melhor. Entretanto, já se passaram 2 anos e meio da atual gestão do governo estadual, e ainda se está no aguardo por um posicionamento contundente da Secretaria de Estado da Cultura, da Secretaria Estadual da Saúde e, principalmente, do Governador do Estado do Rio Grande do Sul.
A atual gestão de governo prometeu a solução e a manutenção dos grupos teatrais no Hospital Psiquiátrico São Pedro, no entanto demonstra falta de comprometimento com o lindo projeto cultural. Este projeto precisa de vontade política dos governantes para poder ser retomado e dar continuidade à experiência de desenvolvimento cultural e de conhecimento empírico que vem ocorrendo nos últimos anos, podendo selar, assim, uma grande parceria na prática entre as áreas da Arte, Cultura e Saúde Mental. O retardo de soluções não pode ser creditado aos grupos, os quais vêm se reunindo e trabalhando nos últimos anos, de forma propositiva, e sem medir esforços, pois estes contatos antecedem o último pleito. Não é desejo dos grupos de se chegar a mais uma troca de governo, ou seja, o quarto mandato em 13 anos, sem nada decidido.

13 MOTIVOS PARA OS GRUPOS CONTINUAREM SUA OCUPAÇÃO ARTÍSTICA NO HOSPITAL PSIQUIÁTRICO SÃO PEDRO:
- Proporcionar mais Arte e Cultura para a Cidade, Estado, País e MERCOSUL;
- Oportunizar a democratização da cultura, já que a maioria dos grupos sediados no HPSP trabalha com teatro de rua;
- Propor uma visão de transversalidade entre as áreas da Saúde, em especial a Mental, da Cultura e da Arte;
- Incentivar o trabalho continuado de grupos e núcleos de Artes Cênicas, oportunizando um intercâmbio destes com outros grupos do resto do país;
- Oferecer oficinas artísticas gratuitas à comunidade do entorno, funcionários e internos, fortalecendo assim a descentralização cultural;
- Oferecer espetáculos teatrais para a comunidade do entorno, funcionários e internos;
- Oportunizar estágios dos alunos de Teatro da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) juntamente aos grupos teatrais e aos profissionais da Saúde Mental;
- Humanizar e reciclar sentimentos para um novo espaço social no H.P.S.P.;
- Reformar os prédios 5 e 6, com auxílio da SEDAC, por meio do estudo arquitetônico já referendado pelo IPHAE (e dando assim condições de acessibilidade universal);
- Auxiliar para a manutenção dos grupos que ali trabalham, respiram e criam Arte, além de abrir mais salas para outros grupos/ atividades de Artes Cênicas;
- Lutar pelo fim da proibição de espetáculos e oficinas que possam ser feitos na rua, e por reforma básica emergencial do espaço físico para pronto uso e para segmento das atividades culturais e artísticas;
- Contribuir para a implantação de um Projeto Cultural onde os grupos possam trabalhar normalmente, em acordo com a Secretaria da Saúde e Secretaria da Cultura em prol da sociedade e internos;normalmente;
- Toda licença em Arte e Saúde Mental.

ASSINAM ESTE MANIFESTO: FALOS & STERCUS, OIGALÊ, POVO DA RUA, NEELIC (NÚCLEO DE ESTUDOS E EXPERIMENTAÇÃO DE LINGUAGEM) E GRUPO CAIXA PRETA.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

ADEUS A ROGÉRIO LAUDA!

 
 
E lá se foi mais um legítimo representante do teatro para o andar de cima. Rogério Lauda faleceu hoje pela manhã e deixa muitos amigos e admiradores. Amante do teatro, ator, músico e compositor atualmente dedicava-se ao "Povo de Rua - Teatro de Grupo" ao qual pude assistir "A Caravana da Ilusão" em sua passagem em 2010 por Montenegro, dentro outras produções.
Tenho certeza que deixa muitos admiradores, fãs e apreciadores de sua arte pelo Rio Grande e pelo Brasil. Lauda teve passagerm por vários coletivos teatrais como o "Ói nóis" dentre outros, por isso fica o meu respeito a este artista, minha admiração e minhas condolências a todo POVO DE RUA pela perda irreparável. Eis a singela homenagem do blog Válvula de Escape.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

CIA AFRO-CENA (VENÂNCIO AIRES)


A Afro-Cena é um grupo de agitadores culturais negros, o qual está em atividade desde 2008, trabalhando com diferentes expressões culturais. Em seu currículo além de mais de 14 peças teatrais, varias esquetes cênicas, livro, eventos culturais realizados em Venâncio Aires, três filmes ( '360' - 2008, 'A Idade da Pedra' - 2010, 'Um Sorriso Negro' - 2011) Ao longo de 4 anos desenvolve projeto de prevenção as drogas com sessões comentadas de seus filmes, atingindo nesse período mais de 100 escolas e cerca de 22 mil pessoas em 223 sessões, passando por RS, SC e RJ. A Afro-Cena está com três peças em cartaz: 'Um Sorriso Negro' espetáculo teatral de 50 minutos que aborda a através da relação pai e filha a importância da cultura negra. 'Papelito, na busca de uma boa leitura' esquete de 30 minutos que aborda a importância da leitura de livros. E a comédia 'T Ao Quadrado'. A Afro-Cena já levou suas apresentações por diferentes cidades do Estado, dentre elas Porto Alegre, São Leopoldo, Santa Cruz do Sul, Bento Gonçalves, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria, além de cidades do Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Seus projetos tem repercutido em reportagens de diferentes mídias regionais, estaduais e nacionais.

T Ao Quadrado         

Comédia produzida em 2011. Com texto de Adriano Conceição e Sérgio Rosa, o enredo retrata a relação do casal Tião, um malandro alcoolatra, boêmio, que passa o tempo todo bêbado e agredindo verbalmente sua mulher. Tereza, uma dona de casa que mesmo sofrendo com as atrocidades do marido, continua acreditando no amor entre os dois. E em função disso luta para reconquistar a atenção dele. Tião é interpretado por Adriano Conceição e Tereza por Sérgio Rosa. A duração é de 50 minutos e o publico poderá dar boas risadas com um humor sadio voltado para toda família. Além de Venâncio essa apresentação foi levada para Pelotas em 2011 e iniciou uma temporada em maio de 2012 por cidades do Paraná e com agendas por cidades do Rio Grande do sul.

Papelito, em busca de uma boa leitura          

Uma esquete de 30 minutos a qual narra a historia de Papelito, um personagem que simboliza a pagina de um livro que ainda não foi escrita por falta de leitores. Pois as crianças e adolescentes do Reino da Literatura não querem mais saber de ler livros e estão voltados somente para a internet. Em função dessa carência de leitores os escritores não estão mais escrevendo. Então Papelito resolve viajar para um reino distante em busca de bons leitores. A esquete conta com um único personagem em cena, mas que interage com o publico transformando pessoas da platéia em personagens da historia. Mesmo sendo pessoas da plateia elas tem textos e falas sussurradas por Papelito em seus ouvidos. A esquete cênica também tem musicas cantadas por Papelito que retratam a importância da leitura e do livro. É uma apresentação lúdica que leva o publico para o mundo encantado da literatura. Com texto e direção de Sérgio Rosa e ele mesmo interpreta o personagem Papelito.
 Um Sorriso Negro     
Com texto e direção conjuta de Sérgio Rosa e Edilene Deleo o  enredo retrata o choque de realidade entre um pai materialista  e uma filha sonhadora, que acredita na luta pela igualdade. A peça tem como base a nova lei nacional, lei 10639 que designa a inclusão da cultura negra e africana no currículo escolar. A história conta os conflites familiares de um pai, um rico empresário negro, que ignora todas as suas raízes e não dá atenção aos projetos de inclusão social do filho, um jovem ativista. Até que um dia, o filho o convence a assistir a um vídeo que promete mudar sua forma de pensar.
Espetáculo produzido em 2012 e já passou por varias cidades do Rio Grande, dentre elas, Bento Gonçalves, Santa Maria, Pelotas, Santa Cruz do Sul, São Leopoldo, Esteio, Vacaria, Sapucaia do Sul, Lajeado, Porto Alegre, dentre outras cidades. A apresentação foi realisada em diferentes espaços, penitenciaria feminina Madre Pelitie, Teatro Caixa Preta UFSM, Teatro de Arena, mas em sua grande maioria em escolas.
  A Idade da Pedra

Em 2008 a Afro-Cena iniciou o projeto de prevenção as drogas, após o lançamento do media metragem ‘360’ um filme independente de produção da mesma que retratava o ciclo vicioso das drogas. Em 2010 foi lançado o segundo filme ‘A Idade da Pedra’ que retratava as diferentes formas que a sociedade percebe e é atingida pelo mundo das drogas. Com esses dois filmes foram realizadas 223 sessões comentadas, tendo o projeto passado por 107 escolas publicas e privadas, fóruns e seminários estaduais e regionais e clinicas de recuperação. O projeto foi levado para mais de 20 cidades do RS, SC e RJ. Num período de 4 anos foram atingidas diretamente mais de 22 mil pessoas durante as sessões comentadas.

CONTATOS: 
51-98823564 / 92952552 E-MAIL: filmei@gmail.com

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

SÉRGIO SILVA 1945 - 2012



A cultura gaúcha sofreu uma grande perda hoje, enquanto ocorre o Festival de Cinema de Gramado na Serra, em Porto Alegre um dos principais personagens deste mesmo festival veio a falecer.
Sergio Silva morreu na manhã desta quarta-feira (15), em Porto Alegre. Ator, diretor, professor, roteirista, produtor, cenógrafo, o profissional tinha 66 anos.
Entre curtas, médias e longas, Sérgio garantiu um lugar de destaque na história do cinema com o filme “Anahy de las Misiones" (1997), que conta a história de uma mulher (interpretada por Araci Esteves) que, durante a Guerra dos Farrapos, segue os soldados nos campos de batalha, pilhando os mortos em companhia de seus quatro filhos.
Ele foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento do cinema no Rio Grande do Sul. A partir de 1975 foi ator e também produtor e cenógrafo em 21 espetáculos de teatro apresentados em Porto Alegre, com destaque para o período em que trabalhou com o Teatro Vivo da diretora Irene Brietzke, em uma série de montagens a partir de textos de Bertolt Brecht. Formado em Letras pela UFRGS em 1970, lecionou literatura no Colégio Israelita por doze anos, depois foi professor de dramaturgia no Departamento de Arte Dramática da UFRGS, até se aposentar em 2010.
Como diretor e roteirista, realizou 21 filmes, sendo a maior parte deles curtas-metragens e vários realizados nas bitolas 16 mm e super-8. "Sem Tradição, Sem Família e Sem Propriedade", de 1968, é considerado um dos primeiros filmes em super-8 com intenção artística realizados no Brasil. "Adiós, América do Sul", em 1984, conquistou medalha de prata no Festival Internacional da UNICA, em Saint-Nazaire, na França.
Nos anos 1980 realizou curtas em 35 mm. Ainda assim, seu primeiro longa-metragem, dirigido em parceria com o amigo e sócio Tuio Becker, foi em 16 mm: "Heimweh/Nostalgia" (1990), crônica ficcional da vida de um imigrante alemão no Rio Grande do Sul, totalmente falado em alemão.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

GRUPO RITORNELO (PASSO FUNDO)

PROJETO RAIO X DO TEATRO GAÚCHO

Nome do Grupo e ano da fundação:
Grupo Ritornelo de Teatro, fundado em 12 de outubro de 2010.

Trajetória/Histórico: 
O grupo iniciou sua caminhada como "Ritornelos" em outubro de 2010, contudo, seus integrantes tem longa atuação na produção cultural de Passo Fundo e Região, tendo participado de vários projetos, festivais e oficinas no Estado e no país, bem como de diversos espetáculos em grupos como a Cia. 2º Karma, o Grupo de Teatro da UPF e Grupo Viramundos.
Em agosto de 2011 o grupo estréia o espetáculo infanto-juvenil O Menino do Dedo Verde, com direção de Marcio Bernardes (ex-diretor artístico do Viramundos). O projeto desta montagem foi vencedor do edital dos Correios de 2010.
Até julho de 2012 o peça fez 36 apresentações, em 13 cidades do RS e SC, atingindo um 13 mil pessoas. Em 2011 participou do 34º Festival de Teatro de Lages – SC em agosto deste integra a programação do 26º FENATIB  de Blumenau – SC.
O grupo pretende realizar a montagem de um espetáculo/intervenção de rua, dando continuidade a sua origem popular e itinerante, bem como, participar de projetos em parceria com outros Grupos e Instituições; promover oficinas e ações que potencializem diálogos estético-culturais. A participação em festivais, encontros, congressos e mostras, também fazem parte do nosso planejamento.

Poética/pesquisa do grupo:
O Grupo Ritornelo de Teatro desenvolve atividades ligadas à investigação e a montagem de espetáculos teatrais de sala e de rua. Além disso, realiza atividades de formação de seus integrantes, bem como oficinas abertas à comunidade e a artistas em geral.

Equipe Técnica:
O Grupo conta com os seguintes Colaboradores:
Ana Marques,
Betinha Mânica
Franciele Schambeck
Giancarlo Camargo,
Guto Pasini,
Márcio Bernardes
Tarso Olivier Heckler

Espetáculos 
O MENINO DO DEDO VERDE 

O espetáculo O Menino do Dedo Verde é uma adaptação do livro homônimo de Maurice Druon, para o teatro. Ele conta a história de um menino chamado Tistu que, definitivamente, não é como todo mundo. Tistu tem a difícil missão de desafiar as idéias pré-concebidas da sua época - uma época conturbada pelas guerras, num mundo industrializado e movido pelo comércio.
 Filho único de um brilhante fabricante de armas, pré-alfabetizado em casa por sua mãe e vivendo numa bela e rica casa, não se podia esperar tanta confusão na vida dessa criança! Para começar, ele não consegue ficar na escola. Em seguida, tendo aulas com o jardineiro, descobre que possui o raro poder de fazer florescer, em segundos, qualquer semente, em qualquer lugar – só com o toque de seus polegares! O melhor é manter segredo...
 Aprendendo que, para além de sua casa, há presídios, favelas, doenças e guerras, Tistu percebe que esses males estendem-se até sua casa, família e amigos. Apesar de tão jovem, ele sabe muito bem o que deve fazer e seus polegares não têm mais sossego, levando o poder de transformação das flores a provocar as mais fantásticas situações!

O MENINO DO DEDO VERDE – FICHA TÉCNICA

ELENCO
Ana Marques, Giancarlo Camargo, Guto Pasini e Tarso Olivier Heckler
DIREÇÃO
Márcio Bernardes
ADAPTAÇÃO
Yulo Cezzar (texto adaptado do livro homônimo de Maurice Druon)
TRILHA SONORA ORIGINAL
Tarso Olivier Heckler
CENÁRIOS E ADEREÇOS
Patrícia Preiss e Maíra Coelho
FIGURINOS e MAQUIAGEM
Betinha Mânica
ASSESSORIA PEDAGÓGICA, de PESQUISA e TEXTOS
Professora Ms. Clenir Maria Moretto
OPERAÇÃO DE LUZ E ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
Franciele Schambeck
ASSITENTE DE PRODUÇÃO 
Ana Marques
COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO
Guto Pasini
PRODUÇÃO
A.G.Empreendimentos Sociais E Culturais Ltda. - ME


Projetos desenvolvidos pelo grupo:
Alem da apresentação de seu espetáculo O Menino do Dedo Verde, e de participação, tanto como aprendizes quanto como ministrantes, em oficinas, seminários e festivais, o Grupo participa, em 2012, do projeto Goio-en.
Este projeto viabiliza-se mediante convênio entre IFIBE e Prefeitura Municipal de Passo Fundo e tem como tema nucleador a questão da Crise Ambiental, com ênfase para o Saneamento.

Prêmios:
Os integrantes do Grupo Ritornelo de Teatro ao longo de suas trajetórias de trabalho receberam importantes premiações, tais como: Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua / 2009 – com o projeto Circulação da Peça Auto da Paixão e da Alegria. Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz / 2008 – com o projeto Montagem do espetáculo Auto da Paixão e da Alegria. Melhor Espetáculo – Till Eulenspiegel – Riocenacontemporânea – 8ª Edição – Rio de Janeiro – RJ – 2007. Melhor Espetáculo – Timbre de Galo – 19º Festival Universitário de Teatro de Blumenau – SC – 2005. Prêmio Caravana Funarte de Circulação Regional Sul/Sudeste – Grupo Viramundos, espetáculo Timbre de Galo – 2004. Melhor Ator – Categoria Teatro de Rua – O Parturião – Festival Nacional de Teatro de Florianópolis – Isnard Azevedo – 2003. Melhor Conjunto de Atores - O Ferreiro e a Morte – 16º Festival Universitário de Teatro de Blumenau – SC – 2002. Melhor Espetáculo de Rua – O Ferreiro e a Morte – Festival Nacional de Teatro de Florianópolis – Isnard Azevedo – 2000. Melhor Ator – Categoria Teatro de Rua – O Ferreiro e a Morte – Festival Nacional de Teatro de Florianópolis – Isnard Azevedo – 2000.

Contato: .
PRODUÇÃO
Fone: (54) 3045.3277 - Ramal 2016
Fone/Fax (54) 3335.2558
Celular: (54) 9976.1773
E-mail's: contato@gruporitornelo.com.br / gruporitornelo@gmail.com
ENDEREÇO
IFIBE - Rua Senador Pinheiro, 304 - Gabinete nº 10 – Vila Rodrigues, Passo Fundo – RS

sexta-feira, 13 de julho de 2012

TEATRO DO CLÃ (Montenegro)


Projeto RAIO X DO TEATRO GAÚCHO - Etapa Interior

Nome do Grupo e ano da fundação: Teatro do Clã / Marca Produções Culturais - 2009

Trajetória: Teatro do Clã é o nome dado a junção de pessoas que acreditam na transformação através do teatro e na união de sonhos como ponto de partida para a criação. Tendo em vista esses referenciais o grupo iniciou em agosto de 2009 sua jornada em busca de uma pesquisa teatral fundamentada no trabalho do ator, no encontro de sua tradição e em uma maneira particular de fazer teatro na qual a produção do espetáculo é parte de uma poética maior.
Acreditando que o fazer teatral é um ato indissociável de uma visão particular de mundo e que a arte que fazemos demonstra o artista que somos, o TEATRO DO CLÃ no seu primeiro ano de atividades produziu o espetáculo O Rei Cego, selecionado para a Perimetral - Muestra Internacional de Teatro de Canelones no Uruguay. Em 2011 o grupo foi selecionado para o Projeto Novas Caras da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e firmou parceria com o ator Marcelo Bulgarelli (prêmio Açorianos de Melhor Ator pelo espetáculo Dia Desmanchado) que ministra um treinamento constante sobre a ação teatral a partir dos princípios da biomecânica. Além disso, recebeu recursos do FUMDESC – Fundo Municipal do Desenvolvimento da Cultura de Montenegro. Em 2012, a peça realizou diversas apresentações pelo estado através do Projeto Teatro a Mil em parceria como SESC, além disso, contabiliza 24 prêmios em Festivais de Teatro pelo interior do estado, realizou temporada na Sala Álvaro Moreyra e participou do 7º Festival Palco Giratório.

Poética/pesquisa do grupo:
Não nos sentimos ainda imersos na pesquisa de uma técnica teatral específica. Seria mais legítimo dizer que estamos aos poucos construindo, a partir dos referenciais de cada ator, uma poética em comum que nos serve enquanto ferramenta de construção cênica. Todavia este é um dos anseios do grupo: tornar mais consciente a sua poética, a sua tradição, na qual a produção do espetáculo seja um elemento resultante dela.
Especificamente para a produção do espetáculo O Rei Cego o grupo se ateve em dois pontos principais: a adaptação e criação de dramaturgia a partir de um conto popular brasileiro e a experimentação de uma linguagem rústica e popular como ferramenta estética para a criação cênica. Musicalidade, improvisações e a produção de matrizes corporais pré-expressivas foram pontos de partida para as improvisações resultantes da cena. As pesquisas desenvolvidas pelos atores do grupo em seus trabalhos de conclusão de curso da Graduação em Teatro da UERGS sustentam novas descobertas e reverberam no trabalho do grupo.  Cassiano Azeredo vem pesquisando sobre as relações entre matriz e texto dramático na criação teatral e o ator autor de si (a partir da pesquisa de Mestrado de Tatiana Cardoso)Marcos Cardoso enfoca o jogo na rua: possíveis relações entre o jogo e o teatro de rua. Tuti Kerber atenta-se para a presença cênica no teatro de rua.

Equipe Técnica:
Cassiano de Azeredo, Marcos Cardoso, Tuti Kerber, Julio César Schuster, João Pedro Decarli e Jenifer Berlitz

Espetáculos 

O Rei Cego
O Rei Cego é a história de um jovem príncipe que enfrenta inúmeros perigos para trazer de volta a visão de seu pai. A narrativa está repleta de elementos mágicos, seres fantásticos e tem como temas a confiança, a esperança e a justiça. Quatro atores cantam, dançam e representam para dar vida aos nove personagens desse conto popular de encantamento.
O Teatro do Clã buscou na concepção do espetáculo um caráter rústico, no qual escadas, cubos, malas, tecidos e um boneco gigante interagem com a atuação dos artistas e a melodia de seus instrumentos. O espetáculo valoriza a imaginação convidando o espectador a uma viagem ao Reino do quem vai lá não volta.

Projetos desenvolvidos pelo grupo:
A Marca Produções Culturais é uma empresa com sede na cidade de Montenegro/RS, que desde abril de 2009 atua na produção cultural, especialmente de espetáculos teatrais e oficinas de teatro. Tem como sócios-proprietários Cassiano de Azeredo e Marcos Cardoso, ambos com formação acadêmica em teatro e larga experiência com oficinas e produções de espetáculos artísticos e culturais.
      Seus objetivos principais são o desenvolvimento do ser humano e a formação cultural do indivíduo em suas mais diversas manifestações. Promover a arte, os valores humanos e a diversidade cultural são os principais desafios desta empresa. A Marca Produções Culturais desenvolve dois principais projetos: Fábrica de Sonhos e Teatro do Clã. Além destes, atua na organização e produção de eventos artístico-culturais e dispõem de equipamentos de sonorização e iluminação cênica para locação.
Prêmios:
O Rei Cego, tem 24 prêmios em três festivais. Mas isso não tem grande relevância. Nosso maior premio é estar conseguindo manter esse grupo em atividade e principalmente viabilizando nossas apresentações, conseguindo nos manter enquanto grupo e instituição. 

Contato: e-mail, site, blog e fone.
teatrodocla.blogspot.com
(51) 93345359 – Cássio
(51) 96218448 

domingo, 8 de julho de 2012

PROJETO RAIO X DO TEATRO GAÚCHO


PROJETO
RAIO - X
DO TEATRO GAÚCHO
GRUPOS & CIAS

Raio-x é um projeto que tem o objetivo de mapear e divulgar os diversos grupos  de teatro do interior do estado. Através de uma plataforma dentro do blog Válvula de Escape, o intuito é compilar através de um perfil, os diversos coletivos que produzem teatro no interior, possibilitando uma difusão e troca entre esses grupos. Para participar envie um e-mail solicitando informações e estará contribuindo para criar este panorama do Teatro Gaúcho, começando pelos grupos do interior do estado.
O Blog Válvula de Escape é um espaço virtual dedicado a difundir as artes cênicas no estado. Atualmente possui mais de 50 mil acessos e tem grande visibilidade entre os profissionais do estado, possibilitando um dialogo com a comunidade artística, além de divulgar espetáculos e promover entrevistas com destacados profissionais. 
Indique outros grupos que você gostaria que participasse desta pesquisa, enviando para nós o contato destes grupos.
Diego Ferreira
Blog Válvula de Escape – Um blog sobre teatro.
e-mail: escapeteatro@bol.com.br

sexta-feira, 15 de junho de 2012

ARTIMANHAS DE SCAPINO (RS)



ARTIMANHAS DE SCAPINO, obra-prima cômica de Molière, que estreará dia 29 de junho de 2012, no Theatro São Pedro de Porto Alegre (Sexta e sábado, 21h e domingo, 18h) e subsequente temporada no Teatro Bruno Kiefer, da Casa de Cultura Mário Quintana, de 6 a 29 de Julho, (sextas a domingos às 20h). O espetáculo, que faz parte do projeto TEATRO AO QUADRADO 10 ANOS- ARTIMANHAS DE SCAPINO, tem financiamento da Funarte, através do Prêmio Myriam Muniz de Teatro 2011. A divertida foto é de Júlio Appel. Direção de Margarida Leoni Peixoto, com elenco formado por Marcelo Adams, Carlos Paixão, Claudia Lewis, Gustavo Susin, Luísa Herter, Marcelo Mertins, Paulo Vicente e Vinícius Meneguzzi.
Dias 29 e 30 de Junho as 21h
Dia 01 de Julho as 18h


FICHA TÉCNICA

Texto: Molière

Tradução: Carlos Drummond de Andrade

Direção: Margarida Leoni Peixoto

Elenco: Marcelo AdamsClaudia Lewis, Gustavo Susin, Luísa Herter,Marcelo Mertins e Vinícius Meneguzzi

Atores convidados: Carlos Paixão e Paulo Vicente

Cenografia: Élcio Rossini

Figurinos: Cláudio Benevenga

Trilha sonora e preparação vocal: Marcos Chaves

Letras das canções: Marcelo Adams

Coreografias e preparação corporal: Larissa Sanguiné

Iluminação: Fernando Ochôa

Fotos: Júlio Appel

Programação visual: Pingo Alabarce

Maquiagem: Margarida Leoni Peixoto

Costureiras: Naray Pereira e Eronita Schaeffer

Divulgação: Bebê Baumgarten

Bilheteria: Renata Savaris

Produção e realização: Cia. de Teatro ao Quadrado

Patrocínio: Funarte- Prêmio Myriam Muniz de Teatro 2011