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quarta-feira, 23 de abril de 2014

DAS SABOROSAS AVENTURAS DE DOM QUIXOTE DE LA MANCHA E SEU FIEL ESCUDEIRO SANCHO PANÇA (Goiânia – GO)


25 abril 16h – Largo Glênio Peres | Centro
27 abril 15h – Parque Farroupilha | Monumento do Expedicionário

Sinopse: Um executivo cansado de sua rotina resolve mergulhar num mundo imaginário em busca de aventuras e emoções e passa a acreditar ser Dom Quixote. Descendo de um prédio, numa corda, gritando por sua amada Dulcinéia e se desfazendo de seu figurino de gravata,incorpora o cavaleiro andante. Sua primeira tarefa é encontrar seu fiel escudeiro, Sancho Pança, missão que acaba nas mãos de um catador de papel de rua. Mas não pode haver cavaleiro andante sem seu cavalo. Sancho então constrói com sucatas um cavalo para seu amo no seu carrinho de catador. Pronta a equipe, saem pelas ruas à procura de aventuras. Invadir a cidade propondo uma ruptura lúdica do cotidiano oferecendo ao cidadão uma possibilidade de jogo, um momento de quebra da linearidade do dia-a-dia. O espetáculo busca dar novo significado ao espaço urbano lançando mão de instalações, prédios e monumentos, para dialogar de forma direta com os transeuntes.

Em seus 11 anos de atividades, o Grupo Teatro Que Roda apresenta esse espetáculo como marco de uma mudança estética, sob a direção de André Carreira. A montagem participou de inúmeros festivais brasileiros, além de apresentações na Colômbia e Timor Leste.
FICHA TÉCNICA
Direção: André Carreira
Atores: Liz Eliodoraz, Dionísio Bombinha, Felipe Ferro, Patrick Mendes, Ieda Marçal e Júlio Rodrigues
Figurino: Júlio Vann e Ilza Bicalho
Objetos Cênicos: Júlio Vann
Produção: Teatro que Roda
Técnico: Júlio Rodrigues
Programador Visual: Marcos Lotufo
Preparadora Vocal: Mônica Montenegro
Preparador Corporal: Patrick Mendes
Adaptação do texto de Miguel de Cervantes: André Carreira, Dionísio Bombinha, Hélio Fróes e Liz Eliodoraz
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre

MAKUNAÍMA NA TERRA DO PINDORAMA (GO)


26 abril 16h – Rua Caixa Econômica Federal nr. 505 |
AMAVITRON – Associação de Moradores da Vila Tronco |
Bairro Santa Tereza

Sinopse: Um bloco de carnaval de um bairro pobre sai às ruas cantando sua alegria: “vai passar nessa avenida um samba popular, cada paralelepípedo dessa cidade vai se arrepiar…”. Em meio à batucada, bebidas, confetes e serpentina inicia-se a história desses foliões que vieram para a cidade depois de sair da tribo dos Tapanhúmas, que ficava lá no Mato Dentro, pros outros lados do Uiraricoera. Diz o herói: “vivíamos assim na tribo”, e a saga de Makunaíma, seus irmãos, cunhãs, sua mãe e suas aventuras amorosas, começa a ser apresentada em meio a sambas, marchinhas carnavalescas e o contato com o público. O espetáculo, como um bom desfile de carnaval, se dá em movimento, convidando o público a seguir a história se deslocando pelas ruas. No percurso, Makunaíma e seus irmãos vivem suas peripécias em um caminho que vai da aldeia até a cidade metrópole. Ainda na mata, o herói conhece o amor através da índia Guerreira Ci, a mãe do mato, que lhe dá de presente sua Muiraquitã, a pedrinha da sorte. Após a morte da bela cunhã, sua pedrinha é roubada e ele, junto com Jiguê e Maanape, seus irmãos, vai pra cidade atrás dela.

FICHA TÉCNICA
Direção: André Carreira
Assistente de Direção: Liz Eliodoraz
Elenco: Dionísio Bombinha, Hugo Mor, Felipe Ferro, Patrick Mendes, Ieda Marçal, Lenita Caetano
Cenotécnico: Júlio Rodrigues
Direção Musical: Abílio Carrascal
Preparação Vocal: Cris Lopes
Preparação Corporal: Luciana Caetano
Figurino: Isabela Nascente
Registro Fotográfico: Layza Vasconcelos
Produção: Grupo Teatro que Roda
Duração: 70 min
Classificação: Livre

A SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA (Espanha – Barcelona)


27 abril 19h – Parque Farroupilha | Recanto Europeu
21h – Parque Farroupilha | Recanto Europeu

Sinopse: A sagração da Primavera é uma encenação de Roger Bernat sobre a coreografia de Pina Bausch, e música de Igor Stravinsky, ou seja, três grandes mestres em suas respectivas áreas: a dança-teatro, a música e o teatro de rua. O público, com fones de ouvido, a exemplo de outros espetáculos de Bernat, é convidado a entrar no espaço delimitado para a encenação.Eles ouvem vozes diferentes nos três canais de seus fones, vozes em paralelo que divergem e se cruzam. Os espectadores se tornam os protagonistas do espetáculo que é um jogo e uma dança de um dos balés mais importantes do século passado.
Roger Bernat nasceu em Barcelona em 1968 e iniciou a sua formação em arquitetura, migrando mais tarde para o teatro. Estudou “Dramaturgia e Encenação” no Instituto do Teatro de Barcelona, terminando com o Prémio Extraordinário em 1996, ano em que viajou até Palermo para colaborar com Thierry Salmon. Em 1997, criou a General Eléctrica, um Centro de Criação para as Artes Cénicas e Visuais, juntamente com TomàsAragay.
FICHA TÉCNICA
Música: Igor Stravinsky
Criação cênica: Roger Bernat/FFF, da coreografia de Pina Bausch
Preparação cênica: TxaloToloza, Maria Villalonga, Ray Garduño, José-Manuel LópesVelarde, Thomas Alzogaray, Brenda Vargas, Diana Cardona, Annel Estrada e Viani Salinas
Edição: Juan Cristóbal Saavedra.
Fotografia: Blenda e Carlos Natan Lópes Nazario
Direção Técnica: Txalo Toloza
Coordenação: Helena Febrés
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre

terça-feira, 22 de abril de 2014

A MÃE E O MONSTRO (RS)


25 abril 17h30 – Centro, Rua dos Andradas | General Câmara
26 abril – Ipanema
27 abril 15h – Brique da Redenção | Av. José Bonifácio

Sinopse: Baseado no conto homônimo de Guy de Maupassant, o espetáculo solo do Grupo Ueba apresenta ao público, com pitadas de humor e sarcasmo, a história de uma mulher que usa um espartilho para esconder a gravidez que faz com que ela dê à luz uma aberração. Mesclando fragmentos do conto e depoimentos reais de mulheres violentadas, a dramaturgia foi criada com o intuito de causar a reflexão no espectador.O espetáculo ultrapassa a esfera feminina e revela diferentes tipos de abuso que estão presentes no nosso cotidiano, sendo um espelho das mazelas humanas. O jogo direto entre ator e espectador faz com que o público sinta- se envolvido e por vezes comovido com a história encenada, vendo-se refletido nos devaneios e agonias da personagem.

FICHA TÉCNICA
Autor: Guy de Maupassant
Dramaturgia: Jonas Piccoli
Direção: Jonas Piccoli
Figurinos: Raquel Cappelletto
Maquiagem: Pepe Pessoa e Raquel Cappelletto
Atuação: Aline Zilli
Produção: Grupo Ueba
Duração: 45 minutos
Classificação: 10 anos

MANCHAS URBANAS (RS)


25 abril 16h – Centro
27 abril 15h – Brique da Redenção

Sinopse: Manchas Urbanas é o novo trabalho da Eduardo Severino Cia de Dança e artistas convidados onde, por meio de cinco coreografias, busca pesquisar e refletir sobre as consequências da ação do homem na natureza. A criação foi baseada nas sensações causadas no corpo em alusão ao fenômeno denominado Manchas Urbanas, representados aqui pelas Ilhas de Calor, Inversões Térmicas e Enchentes Urbanas. Estas ilhas, localizadas nos grandes centros urbanos, provocam grande aquecimento, cujas consequências são a falta de oxigênio, a sensação de peso excessivo do corpo, entre outros problemas. A proposta pretende interferir no ir e vir cotidiano dos transeuntes, na paisagem urbana e na arquitetura da cidade, fazendo com que as pessoas reflitam acerca de sua responsabilidade em todo este processo, bem como na busca de soluções para a questão ambiental.

Manchas Urbanas é o quinto trabalho de Eduardo Severino abordando a questão ambiental. “Sempre fui movido por esta ideia”, explica. “Todos nós devemos fazer algo ou tentar fazer algo para que tenhamos melhor qualidade de vida. Meu instrumento é o corpo e uso a dança para falar destes problemas”, conclui o diretor.
FICHA TÉCNICA
Coordenação geral: Eduardo Severino
Concepção: Eduardo Severino e Luka Ibarra
Direção de Arte e adereços: Élcio Rossini
Coreógrafos/ bailarinos: Andrea Spolaor, Cibele Sastre, Eduardo Severino, Luciana Paludo e Luciano Tavares
Trilha musical/ pesquisa: Leonardo Dias
Figurino: Elenco
Arte Gráfica: Adriana San Martin
Fotografia: Fabrício Simões
Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu
Registro de imagens: Filipe Severo
Produção Executiva: Luka Ibarra/ Ana Paula Reis
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre


TRANSPIRO! (RS)


25 abril 15h – Largo Glênio Peres e entorno do Mercado Público |

Sinopse: O Largo Glênio Peres e outros espaços do entorno do Mercado Público de Porto Alegre são invadidos por um conjunto de ”personas híbridas” que realizam ataques em ações de terrorismo poético, “artivismo” urbano e subversão cultural. A mistura de elementos autobiográficos dos performers com as urgências do cotidiano de transeuntes e trabalhadores resulta em um conteúdo explosivo que desloca as questões individuais na direção da cena contemporânea. Desse modo, as personas se configuram em um caminho afetivo em defesa de uma cidade para pessoas, na qual a sensibilização acontece por meio de uma colorida barulhenta e divertida guerrilha poética. A peça é apresentada por um grupo de ativistas culturais de diferentes formações e experiências. São pensadores, produtores culturais, atores/performers, técnicos, professores, diretores de teatro e pesquisadores artísticos quealinharam-se na pesquisa de conclusão de curso em Direção teatral de MirahLaline, em 2012.

O coletivo Transpiro! surgiu concomitante às manifestações de rua nas quais muitos de seus integrantes participaram em ocupações criativas de espaços urbanos, tornando-se referência na cidade.
FICHA TÉCNICA
Direção: Mirah Laline
Performers / Personas: Diego Machado, Genises Azevedo, Gustavo de Araújo, Isandria Fermiano, Manu Goulart, Kaya Rodrigues e Viviana Schames
Figurinos, acessórios e orientação pedagógica: Lídia Souza
Cenografia e adereços de cena: Rodrigo Shalako
Maquiagem artística e efeitos especiais: Juliane Senna
Anjos das personas: Thiago Lazeri, Camila Falcão, Lucas Reinisch, Ananda Casanova, Martina Frohlich, Júlia Ludwig e Patrícia Shoeller
Cinegrafista: Paula Martins
Duração: 120 minutos
Classificação: Livre

FLOR (RS)


25 abril14h – Esquina democrática | Centro
27 abril14h50 – Brique da Redenção | Monumento do Expedicionário

Sinopse: “Flor” é uma obra delicada, realizada em tempo expandido (mais lento), com música instrumental de extrema qualidade, apresentada em locais urbanos com fluxo de pedestres. Esta performance assinada pela bailarina e coreógrafa Thaís Petzhold e musicada pelo violoncelista Celau Moreyra, propõe o diálogo com diferentes artistas, culturas e paisagens urbanas do Brasil. Para isso, artistas locais (residentes de cada estado escolhido) foram convidados para integrar a coreografia e música já existentes, criando um novo diálogo estético em cada cidade. “É a delicadeza da vida que brota a todo instante, sob nossos pés apressados, nosso olhar limitado, nossa mente congestionada. Um sutil chamado para a simplicidade das coisas essenciais que mantém o ciclo da vida (nascimento/morte) e que não percebemos com constância”, explica Thaís Petzhold, idealizadora do projeto.
Há anos Thais Petzhold, destacada bailarina do cenário cultural do sul do país e Celau Moreyra, reconhecido violoncelista da OSPA, realizam trabalhos cênicos na rua ou em locais públicos, defendendo que a arte deve estar inserida no cotidiano das cidades.

FICHA TÉCNICA
Concepção, Direção Geral e Atuação: Thais Petzhold
Músico: Celau Moreyra
Bailarino convidado: Robson Lima Duarte
Produção executiva: Ana Paula Reis
Figurino: Antônio Rabadan
Duração: 40 minutos
Classificação: Livre

POESIA EM MOVIMENTO (RS)


Gênero: Teatro de Rua
25 abril 17h – Largo Glênio Peres, Centro
26 abril 16h – Praça Arco Verde, Bairro Cristo Redentor
27 abril 10h – Brique da Redenção | Monumento do Expedicionário

Sinopse: Poesia em movimento foi concebido para ser apresentado em locais de difícil acesso – da poeira ao barro, do metal ao concreto – por becos, ruelas e passagens, indo até as pessoas que não tem a oportunidade de assistir um espetáculo. O cenário marginalizado da vila ou caótico das cidades compõe a extensão da estética do espetáculo. Um grupo de atores-poetas e seu boneco gigante anda pelas ruas anunciando a sua chegada com um cortejo alegre e musical que apresenta cenas surpreendentes, quebrando a rotina dos transeuntes.

O grupo TIA (Teatro Ideia Ação) comemora uma década de trabalho continuado em 2014. Tem como proposta um teatro experimental, de intervenção social, onde se possa pesquisar e descobrir novas formas de fazer teatro. Em sua trajetória criou diversas intervenções cênicas, performances, rádio-teatro, espetáculos infantis e teatro de rua. Ganhador de diversos prêmios.
FICHA TÉCNICA
Realização: Grupo TIA
Dramaturgia: Grupo TIA (livre adaptação da obra de Bertoldt Brecht e Ray Lima)
Direção: Coletiva
Preparação dos Atores: Marcelo Militão
Maquiagem: Mariana Abreu
Figurino: Valeria Benitez
Adereços: Grupo TIA
Boneco: Denise Ayres
Música: Grupo TIA e Mauro Bruzza
Elenco: Aline Ferraz, Marcelo Militão, Mariana Abreu, Mário Ferrolho e Renan Leandro
Produção: Grupo TIA
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

segunda-feira, 21 de abril de 2014

GATO NEGRO (Goiânia – GO)


25 abril 17h – Largo Glênio Peres | Centro
26 abril 15h30 – Rua Petrônio Portela nr. 1100 | Escola Estadual Poncho Verde | Rubem Berta
27 abril 13h50 – Parque Farroupilha | Monumento do Expedicionário

Sinopse: Gato Negro narra uma história ocorrida em uma fazenda, no interior de Goiás, no início do século XX. A trama envolve três irmãs que esperam por Samuel Godói dos Santos, que prometeu voltar e se casar com quem seu coração sentisse mais falta. Na data marcada para o retorno, elas o aguardam com festa para o casamento, mas quem aparece é uma criatura fantástica, meio homem e meio bicho, instalando relações adversas, próprias das humanidades. Um espetáculo de rua com sua estética e musicalidade inspiradas na força e nas cores do universo real maravilhoso da América Latina, com sua estrutura girando em volta do personagem Gato Negro, um pequeno diabrete popular – como o Curupira, no Brasil, ou o Aluche no México, ou o Endiablado na Bolívia e Peru -, que reflete o pensamento da cultura popular, assumindo um caráter festivo, sarcástico, alegre e transgressor e que traz em si a própria síntese do conflito do bem contra o mal, apresentando sagrado e profano como opostos complementares.
O grupo recebeu por dois anos consecutivos o Prêmio de Teatro do Estado de Goiás, concedido pela Sec. Estadual de Cultura e teve seus trabalhos selecionados para a Caravana Funarte, o Prêmio Funarte de Artes Cênicas na Rua e para o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, do Governo Federal. Já foi Destaque Cultural de Goiás (2005) e recebeu Medalha de Mérito Cultural (2010), ambos concedidos pelo Conselho Estadual de Cultura. Em 2014 recebeu o prêmio Petrobras para manutenção, circulação e montagem de espetáculo.
FICHA TÉCNICA
Direção e Dramaturgia: Hélio Fróes
Elenco: Abilio Carrascal, Adriana Brito, Eliana Santos, Izabela Nascente, Lázaro Tuim
Direção Musical: Abilio Carrascal e Cristiane Perné
Músicas originais: Cristiané Perné, Hélio Fróes e Abilio Carrascal
Coreografias: Lázaro Tuim, Luciana Caetano e Juliano Andrade
Figurinos: Rô Cerqueira
Confecção dos figurinos: Elmira Inácio
Cenografia: Wagner Gonçalves
Bonecos: Izabela Nascente, Marcos Lotufo e Marcos Marrom
Máscara: Marcos Lotufo
Direção de Produção: Lázaro Tuim
Produção: Marci Dornelas (Lúdica Projetos Culturais)
Duração: 58 minutos
Classificação: Livre

ROUNIN LUZ E SOMBRA (SC)


25 abril 17h30 – Rua Vigário José Inácio entre Otávio Rocha e Av. Voluntários da Pátria
26 abril 18h – Praça Antonio Inácio da Silva | Belém Novo
27 abril 18h30 – Parque Farroupilha | Próximo ao Chafariz

Sinopse: Na cultura japonesa crê-se que todo homem segue um destino, uma linha. Por outro lado, os Rounin, literalmente homem-onda, não seguiam o princípio básico dos Samurais de lealdade ao Daymio. Ser Rounin consistia em viver sem um senhor ou mestre a servir, vivendo à margem da sociedade e ocupando-se de serviços menores. Em Rounin Luz e Sombra a representação de um “rounin” é feita por um típico personagem encontrado nas ruas: a estátua-viva, que tem uma função contrária aos típicos padrões sociais. Nessa história esse homem despido de amarras sociais sonha e, em seu sonho, depara-se com sua sombra, mas é somente na escuridão que se pode ver a luz e tornar possível o verdadeiro confronto. A ação performática se dá entre a relação de projeções digitais manipuladas ao vivo e o corpo do ator, que se relacionam numa espécie de jogo utilizando a arquitetura local como anteparo.
Eranos – Círculo de Arte é um coletivo de artistas de Itajaí/SC que produz e pesquisa arte e interfaces entre teatro de rua, teatro de animação, performance, vídeo, fotografia, poesia, interferências urbanas. Também pesquisa processos criativos, linguagem onírica e mitologia. Em todos os seus trabalhos tem como eixo principal o uso de aparatos multimídia, com ênfase na projeção digital.
FICHA TÉCNICA
Direção: Leandro Maman
Assistente de Direção: Sandra Coelho
Performers: Leandro Maman, Sandra Coelho e Patricia Vianna
Assessoria Artística: André Carreira
Roteiro do Sonho: Sandra Coelho e Leandro Maman
Roteiro do Confronto: Leandro Maman
Figurinos: Patricia Vianna e Marlete Pinheiro
Assessoria de Vídeo: Marcelo de Souza
Trilha Sonora Original: Ozeias Rodrigues
Treinamento Marcial: Márcio Deschamps
Design de Projeção: Leandro Maman
Produção: Eranos – Círculo de Arte
Duração: 40 minutos
Classificação: Livre

BIVOUAC (França – Marseille)

26 abril 20h – Rua da República com Lima e Silva | Cidade Baixa
27 abril 17h – Parque Farroupilha | Av. Oswaldo Aranha com José Bonifácio

Sinopse: Bivouac, da companhia francesa Generik Vapeur é uma versão moderna de uma horda primitiva que controla as ruas e vira a cidade de cabeça para baixo. Com as faces pintadas de azul, um trio elétrico e um cachorro metálico incandescente,os atores avançam, rodando barris numa velocidade impressionante. Fundada em 1984, com sede em Marselha, esta é uma das principais companhias de teatro de rua do mundo. Os criadores – Cathy Avram e Pierre Berthelot- promovem a mistura dos gêneros teatro, dança, música, vídeo, imagem e uso de maquinaria pesada no conceito de “tráfico de atores e máquinas”.

FICHA TÉCNICA
Autor: Pierre Berthelot e Caty Avram
Direção: Coletiva
Interpetação: Caty Avram, Pierre Berthelot, Jean-Georges Facon, Daniel Adami,Bernard Llopis, Bruno Montlahuc, NathaliePaillet, Serge Ravelli, MatthieuBouchain, DimitriChilitopoulos, Yves Robiat, Greg Henry, Laurent Luci, Adam Tolkien, Karine de Barbarin, YannickMercier e Laurent Martin
Trilha sonora: Yves Robiat, Laurent Luci e Vicent Sermone
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

A Belíssima Fábula de Xuá Xuá: A FÊMEA PRÉ-HUMANA QUE DESCOBRIU O TEATRO (RS)


25 abril 16h50 – Rua dos Andradas | Esquina com Marechal Floriano, Centro
26 abril 17h – Rua P. Alim Pedro AMOVI, Bairro IAPI
27 abril 12h40 – Brique da Redenção | José Bonifácio

Sinopse: A belíssima fábula de Xuá-xuá: A fêmea pré-humana que descobriu o Teatro é uma livre adaptação, para teatro de rua do texto homônimo de Augusto Boal. O grupo Levanta Favela utiliza-se dessa antiga fábula chinesa para recontar a história da descoberta do teatro e afirmar a importância dessa manifestação cultural. Em sua quarta montagem para o teatro de rua o a companhia traz, através das palavras de Augusto Boal, a fábula da descoberta do teatro que, segundo essa belíssima fábula, foi uma mulher – e não um homem – quem fez essa extraordinária descoberta, ainda na pré-história. Passando pelas formas de teatro como o “teatro do crime”, o “teatro da mentira” até chegar ao teatro na sua forma “mais arcaica”, o grupo mostra a belíssima Xuá-Xuá, a fêmea pré-humana responsável por esse feito.

A Cambada de Teatro Levanta Favela em seus seis anos de atividades ininterruptas, montou seis diferentes espetáculos, quatro deles voltados para o Teatro de Rua.
FICHA TÉCNICA
Elenco: Ana Eberhardt, Bruna Lopes, Danielle Rosa, Erick Feijó, Pâmela Bratz,
Robson Reinoso, Roger Ribeiro e Sandro Marques
Contrarregragem: Mariana Oliveira
Texto: livre adaptaçãoo do texto “A Belíssima Fábula de Xuá Xuá: a fêmea pré-humana que descobriu o teatro”, de Augusto Boal Máscaras, Figurinos e Adereços: Criação coletiva da Cambada
Músicas: “Teatro de Rua” de Zé da Terreira e adaptaçãoo de “Meu Caro Amigo: de Chico Buarque; demais músicas a Cambada
Direção, Produção e Criação: A Cambada
Confecção dos figurinos: Eloisa Cônsul e Dione Bastos
Duração: 70 minutos
Classificação: Livre

SERENATA GEOGRÁFICA (RS)


25 abril 19h30 – Escadarias do Viaduto Otávio Rocha (Av. Borges de Medeiros
e Rua Duque de Caxias) | Centro

Sinopse: Revisitando o universo das antigas serenatas os atores percorrem uma rua da cidade com um carrinho de mão iluminado e balões de coração, dedicando serenatas performáticas para as sacadas e janelas dos prédios, bem como ao público passante. Ao longo da semana, que antecede o dia da apresentação, colocam nas caixas de correios dos moradores e comerciantes da rua escolhida, cartas anônimas de amor, com a data e horário que os “apaixonados” irão aparecer para suas janelas e sacadas. A performance do grupo busca uma diferente forma de apreensão do espaço urbano e novas maneiras de vivenciar a cidade e o rompimento subjetivo das fronteiras entre “público e privado”, o dentro e fora das sacadas e janelas através de uma intervenção poética na rua. Desde o ano passado foram duas Senatas Geográficas na cidade de Porto Alegre. Em cada uma das performances o grupo estudou as possibilidades cênicas da rua escolhida: poesia arquitetônica, acústica, contexto histórico e social que serviram de molas propulsoras ou pontos de partida para o processo artístico.

FICHA TÉCNICA
Direção geral: Teatro Geográfico
Direção artística: Tatiana Vinhais e Diego Mac
Produção: Luisa Barros
Assessoria de figurinos: Greta Assis
Iluminação: Luis Acosta
Audiovisual: Bagual Filmes
Elenco: Teatro Geográfico e atores, bailarinos e músicos a ser selecionados
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

CIRCO DE HORRORES E MARAVILHA (RS)


25 abril 17h30 – Rua dos Andradas | Esquina com a Uruguai, Centro
26 abril 16h – Vila Maria da Conceição | Campo Vermelhão
27 abril 11h – Brique da Redenção | José Bonifácio | Cancha de Bocha

Sinopse: Farsa baseada nos tradicionais circos dos horrores do início do século passado, que exibiam pessoas ‘diferentes’ como objetos de diversão, o espetáculo reflete sobre a exclusão de uma forma divertida e poética. A mulher barbada, a gigante, as siamesas, são algumas das atrações internacionais que descortinam suas histórias. Mulheres que evidenciam a superação de dificuldades frequentemente vividas por aqueles que não se enquadram nos padrões de normalidade impostos pela sociedade. O texto foi inspirado em casos verídicos e mostra as ‘grandes diferenças’ como metáforas da intolerância, cada vez mais corriqueira na humanidade.

A Oigalê surgiu em 1999 e desde então mantém um trabalho contínuo e de pesquisa em teatro de rua, teatro de sombras, execução da trilha sonora ao vivo pelos atores, linguagem gauchesca para o teatro, dramaturgia para o teatro de rua e adaptação de contos e lendas. Nestes anos já fez mais de 1.300 apresentações de seus espetáculos em mais de 100 cidades do RS, 18 estados brasileiros e exterior, atingindo um total de 350.000 pessoas.
FICHA TÉCNICA
Texto: Fernando Kike Barbosa e Vera Parenza
Direção: Cláudia Sachs e Vera Parenza
Atuação: Carla Costa e Vera Parenza
Trilha sonora: Fernando Kike Barbosa e Vera Parenza
Arranjos: Beto Chedid
Preparação e Direção Musical: Simone Rasslan
Figurinos e adereços: Alexandre Magalhães e Silva
Cenografia: Luís Marasca
Assistente de Cenografia: Lia Rodrigues
Fotos: Hamilton Leite
Arte Gráfica: Vera Parenza
Produção: Giancarlo Carlomagno, Hamilton Leite, Ilson Fonseca e Vera Parenza
Duração: 40 minutos
Classificação: Livre

OS DEZ MANDAMENTOS DO CAPITAL (RS)


25 abril 17h – Rua dos Andradas | Praça da Alfândega, Centro
26 abril - Lomba do Pinheiro
27 abril 15h – Brique da Redenção | José Bonifácio

Sinopse: ‘Os Dez Mandamentos da Capital’ retrata a saga de um bando insatisfeito com o modelo de cidade que aprisiona, angustia e “coisifica” sentimentos e afetos. Descontente e movido por uma utopia, o grupo decide partir em busca da Terra Prometida, e lá, construir uma cidade ideal. No entanto, as coisas não saem como o planejado. As brigas pelo poder e a burocratização são os maiores obstáculos para a realização do sonho.
FICHA TÉCNICA
Criação Coletiva do Povo da Rua – teatrodegrupo
Elenco: Alessandra Carvalho, Denis Cruz, Evelise Mendes, Felipe Fiorenza, Rochelle Luiza, Tiago Demétrio
Direção Cênica: Evelise Mendes
Co-Direção: Vitor Hugo Varella
Preparação Corporal: Alessandra Carvalho
Direção Musical: Tiago Demétrio
Criação da Trilha Sonora: Tiago Demétrio, Evelise Mendes e o grupo
Orientação Teórica: Vitor Hugo Varella
Dramaturgia: o grupo, a partir de improvisações e textos de diversos autores
Cenografia e Adereços: Luís Marasca
Assistência de Cenografia: Lia Rodrigues
Figurinos e Maquiagem: Antonio Rabadan
Direção de Produção: Alessandra Carvalho
Assistência de Produção: Aramis Freire Model
Projeto Gráfico: Tharcus Aguilar
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre


domingo, 20 de abril de 2014

CIDADE DAS DONZELAS (RJ)


25 abril 17h10 – Rua dos Andradas | Praça da Alfândega
26 abril 16h – Av. João Antonio da Silveira esquina com Nilo Wullf | Esplanada da Restinga | Restinga
27 abril 11h50 – Parque Farroupilha | Brique da José Bonifácio

Sinopse: O espetáculo “Cidade das donzelas” retrata com humor um sertão cheio de mistério e poesia, com tipos bem brasileiros e burlescos. Baseado na CommédiaDell’Arte italiana e no Teatro de Mamulengo, a obra traz à tona um movimento que abandona os meios convencionais de representar uma realidade tangível e evidencia uma proposta de interpretação e direção expressionistas. A trama traça uma espécie de ligação entre a tradição mediterrânea e o povo brasileiro, linguagem essa capaz de aproximar povos aparentemente diferentes, contribuindo ainda para que se entenda a arte brasileira e o próprio Brasil.
A TrouppPas D’argent é uma jovem e premiada Companhia de Teatro do Rio de Janeiro que nutre uma trajetória artística de seis anos de existência. Cidade das donzelas, seu primeiro espetáculo estreou no Festival Internacional de Teatro de Curitiba em 2008, recebeu a indicação ao Prêmio SHELL neste mesmo ano na categoria especial do júri pela pesquisa de movimento. Em 2010 recebeu o Prêmio Europeu Compasso Di Argento Italiano, em Nápoles e ganhou mais de cinquenta prêmios pelo país.
FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Marcela Rodrigues
Elenco: Carolina Garcês, Lílian Meireles, Marcela Rodrigues, Natalíe Rodrigues e Orlando Caldeira
Figurino: Lílian Meireles e Orlando Caldeira
Cenografia: Natalíe Rodrigues e Carolina Garcês
Pesquisa de Movimento: Troupp Pas D’argent
Letras e Músicas: Marcela Rodrigues
Iluminação: Luiz Paulo Nenen
Preparação Musical: Rafael Juliani, Flavio Monteiro e Kátia Jórgensen
Direção de Produção: TrouppPas D’argent
Realização: Midixculpa Produções Artísticas
Duração: 50 minutos
Classsificação: 12 anos

SERPENTES QUE FUMAM (DF)


24 abril 16h – Largo Glênio Peres
(Manifesto 22)
25 abril 12h – Dentro do Metro | Estação Rodoviária
(Pout-Pourri)
18h – Dentro da Linha de ônibus da Restinga
(Pout-Pourri)

Sinopse: Uma gentileza entregue ao passante. Uma janela. Pequenas ações realizadas em locais públicos. Real e fictício. Não há personagens, há pessoas. Serpentes que Fumam é um coletivo de ações, intervenções, performances que são realizadas em ruas, praças, shopping centers, cartórios, ônibus, metrô, piscinas, marquises e paredes. Para realizar esse trabalho o grupo saiu da caixa preta do teatro atraído pelo barulho e pela fumaça da cidade, com suas possibilidades, pluralidades de lugares, de pessoas e de regras em um cotidiano cada vez mais virtual. A ideia é interagir com as ruas, espalhar cenicamente o seu manifesto, surpreender o público e entregar gentilezas para desconhecidos íntimos. O projeto foi elaborado com base no Manifesto Futurista, movimento que busca deslocar o foco do objeto cênico para a ação. Os moldes de interpretação, dramaturgia e encenação do grupo estão ancorados nos conceitos do Teatro Sintético e no Teatro Pós Dramático.

Manifesto 22
Um protesto, um grito. Para que vamos às ruas? O que estamos reivindicando?
Para que serve um microfone aberto no centro da cidade?
Pout porri
Um conjunto de performances curtas, sintéticas. Um jogo, uma peça, um show e um avião. Uma linha de ônibus. Uma linha de metrô.

FICHA TÉCNICA
Orientação: Marcio Menezes
Performers: Ana Luiza Bellacosta, Julia Ferrari, Kamala Ramers, Lucas Ferrari,
Márcio Menezes, Patrícia Del Rey, Roustang Carrilho e Tatiana Bittar
Figurinos: Roustang Carrilho
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre

BONECOS DE PAU (RS)


22 abril 11h – Rua Jaime Rollemberg Lima, nr. 108 | Lomba do Pinheiro | Vila Mapa

Sinopse: Construído com material reciclado, 14 personagens esculpidos em diferentes tipos de madeira revezam-se em esquetes de aproximadamente três minutos cada, vivendo aventuras, dramas e comédias. O espetáculo trabalha com a temática ambiental e pode ser visto por qualquer tipo de público, uma vez que não utiliza a linguagem e sim o gesto.
Criada em 1996 e especializada em miniaturas, a companhia gaúcha A Divina Comédia se destaca por não depender de espaços convencionais e ser de fácil deslocamento. O grupo já participou de festivais como Puppet in myPocket da Hungria, Festival Neápolis na Tunísia, entre outros.
FICHA TÉCNICA
Direção, ator | manipulador, trilha sonora, criação dos bonecos, adereços, cenários
e figurinos: Marcelo Tcheli e Ivania Kunzler
Produção: Ivania Kunzler
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre

ONDE? AÇÃO Nº2 (RS)


25 abril 17h – Esquina Democrática, Centro
26 abril 17h – Parque dos Maias | Praça Jorge dos Santos Rosa
27 abril 16h – Brique da Redenção | Próximo ao Chafariz

Sinopse: “Onde? Ação nº2” provoca de forma poética reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A ação performática se soma ao movimento de milhares de brasileiros que exigem que o Governo Federal proceda a investigação sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar, identifique e entregue os restos mortais aos seus familiares e aplique efetivamente as punições aos responsáveis. Trazer à tona esta reflexão e debate e rememorar os 50 anos do Golpe Militar no Brasil (1964-2014) a partir do teatro como um ato de resistência é a proposta do Ói Nóis nesta performance.

A Tribo tem uma história sólida em Porto Alegre e é referência para muitos grupos brasileiros. Estreou o seu primeiro espetáculo em 31 de março de 1978, data em que os militares comemoravam o golpe de 1964. Nestes 34 anos o Ói Nóis Aqui Traveiz vem instigando o público com o seu teatro marcado pela ousadia e liberdade criativa, utilizando as vertentes do teatro de rua, teatro de vivência e o trabalho artístico pedagógico, desenvolvido junto a comunidade local. Abriu um novo espaço para a pesquisa cênica – a Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz que funciona como Escola de Teatro Popular, oferecendo diversas oficinas abertas e gratuitas para a população. A organização da Tribo é baseada no trabalho coletivo, tanto na produção das atividades teatrais, como na manutenção do espaço.
FICHA TÉCNICA
Concepção e Direção: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
Música: Johann Alex de Souza
Atuadores: Tânia Farias, Marta Haas, Paula Carvalho, Sandra Steil, Leticia Virtuoso, Mayura de Matos, Paola Mallmann, Keter Velho, Luana da Rocha, Leila Carvalho, Paulo Flores,
Clélio Cardoso, Eugênio Barbosa, Roberto Corbo, Pascal Berten, Alex Pantera,
Jorge Gil e Geison Burgedurf.
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre


A INAUGURAÇÃO (RS)


24 abril 17h30 – Largo Glênio | Centro

Sinopse: A Secretaria Adjunta Especial do Instituto Extraordinário da Subsecretaria de Eventos e Inaugurações da cidade de Porto Alegre tem a honra de convidar a todos para a solenidade de inauguração de uma das mais importantes obras de nossa cidade nos últimos tempos, a qual certamente será um marco na vida dos cidadãos. A solenidade será procedida de um delicioso coquetel. O experimento de teatro de rua fez parte da pesquisa intitulada “A poética e o político na Cena Teatral de Rua Contemporânea” realizada por Evelise Mendes no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC/UFRGS), com a orientação da professora Marta Isaacsson. Sem a pretensão de normatizar, mas sim de discutir o tema, o principal objetivo era reconhecer as bases sobre as quais a cena teatral de rua contemporânea poderia potencializar o seu caráter de contestação política, dentro de um contexto em que o replanejamento urbano das principais metrópoles, somado à especulação imobiliária, tem alterado a paisagem visual, social e “afetiva” destes lugares.

O experimento de teatro de rua fez parte da pesquisa intitulada “A poética e o político na Cena Teatral de Rua Contemporânea” realizada por Evelise Mendes no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC/UFRGS), com a orientação da professora Marta Isaacsson. Sem a pretensão de normatizar, mas sim de discutir o tema, o principal objetivo era reconhecer as bases sobre as quais a cena teatral de rua contemporânea poderia potencializar o seu caráter de contestação política, dentro de um contexto em que o replanejamento urbano das principais metrópoles, somado à especulação imobiliária, têm alterado a paisagem visual, social e “afetiva” destes lugares.
FICHA TÉCNICA
Concepção e Direção Cênica: Evelise Mendes
Preparação de Elenco: Francisco de los Santos
Orientação Cênica: Marta Isaacsson
Orientação de Atuação: Celina Alcântara
Elenco: Amanda Gatti, André Macedo, Fabiana Santos, Francisco de los Santos, Hamilton Leite, Joice Rossato, Lorenzo Lopes, Mariana Horlle, Morgana Baldissera, Nara Piccoli, Talyta da Rosa, e mais 10 atores convidados
Cenógrafo responsável pela Obra: Luiz Marasca
Produção: Francisco de los Santos e Evelise Mendes
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre