segunda-feira, 17 de março de 2014

O QUE ME TOCA É MEU TAMBÉM (BRASÍLIA)


TEATRO RENASCENÇA

DIAS 21,22 E 23/03 ÀS 21h
Sinopse
O Que Me Toca é Meu Também é o mais recente espetáculo do coletivo brasiliense Instrumento de Ver. Com direção e dramaturgia de Raquel Karro (RJ), as intérpretes Julia Henning e Maíra Moraes transitam pelo universo da acrobacia aérea em uma trajetória cênica que inclui memória, reprodução, imitação e criação. Reverência e reinvenção conduzem o público a lugares tão díspares quanto uma sala de ensaio no Planalto Central ou uma lona de circo armada no coração de Paris.

Ficha Técnica:
Atuação: Júlia Henning e Maíra Moraes
Direção: Raquel Karro
Duração: 1h

Ingressos no local à R$ 5,00-
(A bilheteria abre 1h antes do espetáculo)

domingo, 16 de março de 2014

DRÁCULA (PORTUGAL)

DRACULA

Nos dias 22 e 23 de março, sábado às 21h e domingo às 18h, chega ao Teatro do Bourbon Country o mais famoso conto de vampiros da literatura, DRACULA. Para a criação da peça DRACULA, além de se inspirarem na obra literária de Bram Stoker, os coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço trabalham em cima de novos personagens, atuais ou não como a Baronesa Bathory, além de outras lendas e mitos.
No desenrolar da peça, DRACULA assume diferentes formas, caras, animais e corpos. A essência deste ser malévolo e de muitos outrospersonagens é transposta para a contemporaneidade, explorando as várias formas do lado sombrio que existe em nós mesmos.

PROJETO: ACHADOS E PERDIDOS (FORTALEZA)


Dias 21,22 e 23 de Março - 20h
Teatro de Arena


Fortaleza x Porto Alegre: cenas teatrais em conexão 
Porto Alegre vai se encontrar mais uma vez com o teatro de Fortaleza. Os trabalhos artísticos do Projeto Achados & Perdidos, e os espetáculos BR Trans e Metrópole se engendram à capital gaúcha no Festival Conexão Teatro Fortaleza-Porto Alegre, que acontece de 21 a 27 de março no Teatro de Arena, às 20h, e dia 28 no Museu do Trabalho, às 19h e 22h.

PROJETO: ACHADOS E PERDIDOS
Quatro artistas se encontram para desnudarem-se em nome de uma obra cênica, instalações e atos performativos. Quem e o quê os construíram? O que os atordoa? Como a intimidade de cada um reverbera no outro? O Projeto Achados & Perdidos é baseado em fatos reais. Uma obra aberta, que dialoga com obras audiovisuais, performances e instalações emaranhadas entre memórias que vão e vem. A ação inicial foi contemplada no Edital das Artes 2011, da Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor).

Serviço
O quê: Conexão Teatro Fortaleza-Porto Alegre
Quando: Dias 21 a 28 de março
Onde: Teatro de Arena (Av Borges de Medeiros, 835 - dias 21 a 27, 20h) e Teatro do Museu do Trabalho (Rua dos Andradas, 230 - dia 28, 19h e 22h)
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Informações gerais:
(51) 8141-1748
www.conexaoteatro.wix.com/for-poa

INCÊNDIOS (RS)


Dias 20, 22 e 23 de Março - 21hs
Theatro São Pedro

MARIETA SEVERO É PROTAGONISTA DA PRIMEIRA MONTAGEM NO BRASIL DO PREMIADO AUTOR LIBANÊS WAJDI MOUAWAD 

A escrita de Wajdi Mouawad é marcada por situações devastadoras: guerras, exílios, perdas e injustiças. Não à toa, ‘Incêndios’ (2003) é o título de seu mais celebrado espetáculo, com dezenas de prêmios, elogiadas produções ao redor do mundo e um longa-metragem homônimo, dirigido por Denis Villeneuve e indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. 
A engenhosa carpintaria de Mouawad despertou a atenção da atriz para a saga da árabe Nawal, cuja vida é atravessada por décadas de uma guerra civil que parece nunca ter fim. Ela passa seus últimos anos em voluntário exílio no Ocidente, onde morre e deixa em testamento uma difícil missão para seu casal de filhos gêmeos (Felipe de Carolis e Keli Freitas): encontrar o pai e também um irmão perdido em seu remoto passado no Oriente.
‘É a história de três destinos que buscam suas origens, em uma tentativa de solucionar a equação de suas existências’, resumiu Mouawad na apresentação da primeira montagem da peça. A trajetória da protagonista encontra paralelo na vida do autor, nascido no Líbano, mas radicado no Canadá desde a década de 80. Encenado com sucesso em 15 países, ‘Incêndios’ chegou às mãos de Marieta e Aderbal através do ator Felipe de Carolis, também produtor da atual montagem junto com Pablo Sanábio e Maria Siman. 

O jogo teatral e a tragédia contemporânea
Responsável por sublinhar o caráter assumidamente teatral de recentes montagens como ‘Jacinta’ (2012), ‘Hamlet’ (2008), ‘As Centenárias’ (2007) e ‘O Púcaro Búlgaro’ (2006), Aderbal se viu estimulado pela dramaturgia de Mouawad: ‘Os textos são altamente poéticos ao falar das tensões entre homem e sociedade. Mesmo situando os personagens e ações em um contexto real, a peça não localiza geograficamente a ação, apenas sabemos que se trata de Ocidente e Oriente, as cidades têm nomes inventados e datas de fatos históricos são modificadas’, comenta. 

A conhecida adaptação cinematográfica da peça pode sugerir uma maior adequação da história ao cinema. No entanto, Aderbal acredita que o teatro é o meio de expressão ideal para 'Incêndios': 'Não só por ter sido concebida como uma peça de teatro e pela ilusão do teatro permitir mais liberdade ao entrelaçamento das ações, como também pelo fato do cinema ter abdicado de alguns valores importantes da peça original. Personagens e cenas fundamentais, por serem mais adequados ao teatro, foram cortados do filme, que nem por isso deixa de ser um grande filme', afirma o diretor. Marieta vai interpretar a protagonista da juventude aos momentos finais, passando por episódios dramáticos, como a adesão à guerrilha, a incessante busca pelo filho perdido e as dificuldades de ser mulher na região. ‘É o desafio de fazer um épico, explorar as possibilidades deste gênero e interpretar as variadas idades e fases da personagem’, avalia a atriz. A seu lado, além de Felipe de Carolis e Keli Freitas, estão Márcio Vito, Kelzy Ecard, Fabianna de Mello e Souza, Isaac Bernat e Julio Machado.

Crueldade e ternura em um contexto desumano
Ao longo do processo de ensaios, a produção organizou uma série de workshops para o elenco com historiadores, filósofos e especialistas em conflitos do Oriente Médio. Mesmo sem ter um local específico, o universo árabe é discretamente ambientado em cena, com ajuda dos figurinos de Antonio Medeiros e a cenografia de Fernando Mello da Costa, parceiro de longa data de Aderbal. 

A concepção do espetáculo se vale da própria poética da cena para expressar as situações reais criadas pelo autor. ‘O palco infinito pode ir de um continente a outro e de um tempo a outro, desde que o conjunto da encenação desperte a imaginação do espectador e é isso que as atrizes e os atores de 'Incêndios' têm como objetivo. Em um cenário de grande impacto plástico em sua simplicidade, o talento do elenco queima no mesmo fogo a realidade e a ilusão’, diz Aderbal.

Este é mais um incêndio entre os vários – literais e metafóricos – que acontecem durante a busca do casal de gêmeos pelo passado da mãe no outro lado do planeta. Ao se deparar com suas origens, eles vêem o fogo da guerra – mesmo depois de seu fim – agir implacavelmente em suas vidas. 

Mouawad constrói uma intrincada teia de relações, segredos e sentimentos. ‘’Incêndios’ não é propriamente uma peça sobre a guerra, mas sobre promessas que não são cumpridas, sobre tentativas desesperadas de consolo, sobre maneiras de se permanecer humano em um contexto desumano’, resumiu o autor após receber o Prêmio Molière pelo texto. 

WAJDI MOUAWAD
Wajdi  Mouawad nasceu no Líbano em 1968. Aos 10 anos, deixou seu país natal devastado pela guerra e partiu para Paris com a família. Em 1983, se mudou para o Canadá (Montreal). Em 1991, logo depois de se formar na Escola de Teatro Nacional, embarcou em uma carreira polivalente como ator, escritor, diretor e produtor. Em 1998, sua criação ‘Protágoras  trancada  no  banheiro’ é votado como a melhor produção de Montreal pela Associação de Críticos de Teatro Quebec. 

De 1990 a 1999, co-dirige a Companhia de Teatro Ô Speaker. Ao mesmo tempo, escreve ‘Litoral’, anterior a ‘Incêndios’, que unidas a outras duas peças formará a tetralogia denominada por ele como ‘Sangue das promessas’. O espetáculo ‘Litoral’ rendeu-lhe reconhecimento e dois importantes prêmios: Prêmio Literário Governor General’s Literary Award de melhor texto teatral em 2000 e o Chevalier de l'Ordre National des Arts et dês Lettres, na França, em 2002. Mas é em 2003, com o espetáculo ‘Incêndios’ que arrebata a crítica e leva todos os principais prêmios.

De 2000 a 2004, dirigiu o Teatro dos Três Vinténs em Montreal. Em 2005, fundou duas companhias especializadas no desenvolvimento de novos trabalhos: Abé  carré  cé  carré, no Canadá e Au carré de l'hipotenuse, na França.

Nos últimos 15 anos, Wajdi  Mouawad se estabeleceu como um original e singular encenador do teatro contemporâneo, aclamado por suas narrativas diretas e firmes, em encenações de estética precisa e potente. Em todos os seus trabalhos, peças de sua autoria (‘Tideline’, ‘Scorched’, ‘Forêts’ e ‘Ciels’, dentre outras) e adaptações (‘Viagem ao fim da noite’, de Céline; ‘D. Quixote, de Cervantes’), produções que dirigiu (‘Macbeth’, ‘As troianas’ e ‘As três irmãs’), dois romances (‘Visage retrouvé’ e ‘Anima’), Wajdi Mouawad expressa a convicção que a ‘arte se porta como testemunha da existência humana através do prisma da beleza’.

Suas peças foram traduzidas em mais de quinze  idiomas e apresentadas em vários países, incluindo a Grã-Bretanha, Alemanha, Itália, Espanha, Japão, México, Austrália e Estados Unidos.

‘Incêndios’ foi adaptado para o cinema e dirigido pelo canadense por Denis  Villeneuve, tendo sido indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Prêmios recebidos por ‘Incêndios’: 
Prêmio Jacqueline Déry-Mochon (Canadá) 
Prêmio SACD (comissão de países de língua francesa) – França
Prêmio Sony Labou Tansi (Canadá) 
Premio Molière (França) 
Prêmio Escolha da Crítica (Bélgica) 
Grande Prêmio da Academia Francesa de Teatro (França) 

FICHA TÉCNICA
De Wajdi Mouawad 
Tradução: Angela Leite Lopes 
Direção: Aderbal Freire-Filho 
Com Marieta Severo, Felipe de Carolis, Keli Freitas, Marcio Vito, Kelzy Ecard, Fabianna de Mello e Souza Julio Machado e Isaac Bernat 
Cenografia: Fernando Mello da Costa 
Iluminação: Luiz Paulo Nenen 
Figurinos: Antonio Medeiros 
Trilha Sonora: Tato Taborda 
Direção de Produção: Maria Siman 
Produção Executiva: Luciano Marcelo 
Produtores: Felipe de Carolis, Maria Siman e Marieta Severo 
Produtor associado: Pablo Sanábio 
Idealização do Projeto: Felipe de Carolis 
Realização: Emerge, Primeira Página Produções e Teatro Poeira

sábado, 15 de março de 2014

MANUAL PRÁTICO DA MULHER MODERNA (RS)


Dias 18 e 19 de Março - 20h
Teatro do Sesc
Texto: Patsy Cecato (com a colaboração de Márcia Ohlson, Patrícia Soso e Xica Campagna)

Elenco: Luciana Domiciano, Mariana Del Pino, Nina Elick e Rafael Albuquerque

Direção: Patsy Cecato

Nesta comédia, três Doutoras em Modernidade Feminina, desenvolvem a tese “O Comportamento Feminino diante da Crise”. A peça questiona, com bom humor, a capacidade da mulher moderna de conciliar os papéis de filha, mãe, esposa, amiga, amante, magra e profissional. O Manual Prático da Mulher Moderna convida homens e mulheres a rirem de si mesmos, de forma leve e cheia de surpresas.

PIMENTA DO REINO EM PÓ (RS)


Dia 16 de Março - 21hs
Teatro da AMRIGS
2ª Mostra do Teatro Gaúcho
ENTRADA FRANCA

Texto/roteiro: Cláudio Levitan

Elenco: Camila Vergara, Cris Bocchi, Frederico Vittola, Israel Rosa, Maitê Felistoffa, Manuela Albrecht, Rossano GAstaldo e Vitório Beretta

Direção: Suzi Martinez

Livre adaptação do livro de Cláudio Levitan. Narra as aventuras de três crianças em busca do seu avô, encontros com aranhas e cobras gigantes, uma terrível bruxa com cinco narizes e muitos outros perigos que eles terão que enfrentar nessa aventura emocionante.

BAILEI NA CURVA (RS)


Dia 15 de Março as 21h
Teatro da AMRIGS
2ª Mostra do Teatro Gaúcho
ENTRADA FRANCA

A trajetória de sete crianças que moravam na mesma rua em 1964, encenada nos palcos pela primeira vez em 1983 com o título de Bailei na Curva, é hoje uma das maneiras de se retratar o Brasil que se forma sob o signo do Golpe Militar. Depois de três décadas de existência, o espetáculo se tornou parte do currículo escolar e é, atualmente, a peça mais montada do país. Com o passar dos anos, o sucesso permaneceu, conquistando novas gerações.

RINDO AFÚ (RS)


Dia 14 de Março - 21hs
Teatro da AMRGS
2ª Mostra do Teatro Gaúcho

Produzido e frequentado pelos principais comediantes do estado, o Rindo Afú é uma grande reunião de amigos que fazem opúblico sorrir e se divertir. Fazem parte do elenco fixo Cris Pereira, Nando Viana e Alexandre Fetter (como mestre de cerimônia), além de convidados especiais para alegrar ainda mais uma plateia que com certeza sairá do teatro RINDO AFU!

GURI DE URUGUAIANA (RS)

Dia 13 de Março - 21h
Teatro da AMRIGS
2ª Mostra do Teatro Gaúcho
ENTRADA FRANCA

sexta-feira, 14 de março de 2014

O TRENZINHO CAIPIRA (PR)

Retratar um Brasil diversificado, através de sete personagens, de diferentes regiões do Brasil, os quais, simultaneamente, recebem uma misteriosa carta de Heitor Villa Lobos, convidando-os para uma viagem de trem. Neste contexto, a Cia do Abração apresenta o espetáculo infantil O Trenzinho do Caipira. As duas sessões ocorrem nos dias 15 e 16 de março, no Instituto Goethe em Porto Alegre (Rua 24 de Outubro 112), às 16 horas. 
Após receberem a misteriosa carta de Villa Lobos, os personagens encontram-se na estação de trem e constatam que acabam de perdê-lo. Este fato provoca uma instabilidade e um questionamento em cada um sobre o sentido de estarem ali. O sentido da viagem, o sentido do trem. O sentido da própria vida. Ao se conhecerem, percebem suas necessidades e desejos comuns e decidem, então, construir o seu próprio trem.

SERVIÇO

Espetáculo O Trenzinho Caipira
Data: 15 e 16/03
Local: Instituto Goethe Porto Alegre (Rua 24 de Outubro 112)
Horário: 16h
Ingresso: R$ 10,00


quarta-feira, 12 de março de 2014

O BAILE DOS ANASTÁCIO (RS)

Dia 15 -17h – Parque da Redenção – Porto Alegre/RS
Dia 30 -17h – Parque da Redenção – Porto Alegre/RS

O foco central da narrativa de O Baile dos Anastácio é o desejo de Riograndino Anastácio e sua esposa Minuana que querem casar a filha, Maria Pampiana, e buscam um pretendente cujos dotes impulsionem os negócios da família. Parábola sobre a devastação ambiental e os jogos de interesses em torno da terra, a peça utiliza como metáfora o casamento arranjado que ignora o desejo da mulher para apresentar personagens como Octávio Farroupilha, um gaúcho de boutique, que trabalha como advogado, mas não passa de um malandro com histórico de grilagem de terra. Ele disputa a mão de Maria Pampiana com outros candidatos, entre eles uma anarquista, um empresário e um político – todos apresentados como alegorias dos diferentes interesses em relação à utilização dos recursos naturais da terra.
No baile, onde não faltam comida e bebida, encontram-se personagens históricos como o último ameríndio charrua e Gauchito Gil, um soldado argentino que deserdou e começou a roubar para dar para os pobres em Passo de Los Libres. Comparecem também algumas figuras folclóricas e emblemáticas da região, como Ivo Rodrigues,  a primeira Drag Queen dos Pampas, dona de um cabaré em Uruguaiana na década de 1950, e ainda Fermina Pedrosa, figura popular de Dom Pedrito que frequentemente era ridicularizada pelos moradores da cidade. Depois de mortos, todos eles se unem para contar esta fábula repleta de encontros, desencontros, peleias, danças e namoros, de forma divertida, dinâmica e bem humorada.


O HIPNOTIZADOR DE JACARÉS (RS)

Foto Dilmar Messias

Sala Álvaro Moreyra
De 15  a 30 de março
Sábados e Domingos, às 16h

Faixa etária: 6 anos

É uma homenagem aos palhaços brasileiros. Mostra algumas das entradas, reprises e bexigadas tradicionais de palhaços e comediantes populares que o seu autor e diretor tem pesquisado na cena e no picadeiro desde 1974. No palco, os atores Tuta Camargo, Débora Rodrigues e Jeférson Rachewsky encarnam os palhaços Serragem, Farinha e Farofa.

Direção: Dilmar Messias

Grupo Circo Girassol

Duração: 60 minutos

Ingresso: R$ 20,00

terça-feira, 11 de março de 2014

O VENDEDOR DE PALAVRAS (RS)


Dia 15 de Março - 16:30hs
Redenção
O espetáculo conta a história de Milho, um amante dos livros que sonha fazer com que as pessoas leiam. Ele se dá conta de que há uma grande falta de palavras no mundo e, por isso, as pessoas repetem as poucas que têm. Ele acredita que, se cada palavra equivale a um pensamento novo, ele poderia se tornar um vendedor de palavras e fazer com que as pessoas pensem mais e melhor.

Na trama também estão os avós de Milho, Adam, um senhor inglês que vive em conflitos com Odete, a avó alemã. O espetáculo já soma mais de 250 apresentações, desde sua concepção, em 2008, quando recebeu o Prêmio Funarte.

Com o Grupo Mototóti, que foi criado em 2007, em Porto Alegre, pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler, com o objetivo de desenvolver trabalhos autorais e acessíveis a todos os públicos.

Dramaturgia: Rodrigo Monteiro, a partir de crônica de Fábio Reynol
Direção: Arlete Cunha
Cenografia e adereços: o Grupo e Zoé Degani
Figurinos: Coca Serpa
Trilha sonora: Fernanda Beppler
Atuação e concepção: Carlos Alexandre e Fernanda Beppler
Duração: 45 minutos


CUCO - A LINGUAGEM DOS BEBÊS NO TEATRO (RS)

De 15 a 30 de Março
Sábados e Domingos as 15h e 17h
Theatro São Pedro
A montagem é resultado de uma pesquisa, realizada nos últimos dois anos, em parceria com o pedagogo Paulo Fochi, acerca das possibilidades de performance artística para um público muito especial, bebês e crianças de0 a3 anos
Inspirado no universo da primeira infância, o espetáculo CUCO propõe um diálogo com a linguagem dos bebês, colocando-os como protagonistas e centro do processo de criação, mesmo quando na condição de espectadores junto a seus pais. Dirigida por Mário de Ballentti, a montagem tem Carolina Garcia, Ana Luiz Bergmann e Marcos Nicolaiewsky no elenco e trilha sonora de Marcelo Delacroix e Beto Chedid.

SHOPPING AND FUCKING (RS)

Shopping and Fucking, escrita por Mark Ravenhill, traz reflexões pertinentes sobre a globalização, a sociedade de consumo e o próprio corpo como mercadoria. São mostradas as violências do cotidiano, que por vezes deixamos de perceber, amortecidos pelo costume. Os personagens são digeridos pelo meio enquanto utilizam-se, e são ao mesmo tempo utilizados, por drogas, sexo e o consumo para sobreviver o dia-a-dia. E é o que fazem: eles apenas sobrevivem enquanto se vêem desintegrar em meio ao seu próprio lixo. As cenas fragmentadas entre si, intercalam-se e compõe com momentos em que os atores emergem como eles próprios e também adicionam à atmosfera da peça através da música ao vivo.

14, 15 e 16 de Março, SEMPRE 21h, na Sala 309 do Gasômetro.

Ficha técnica/ ESTOQUE

Diretor/Gerente: Lucca Simas

Atores/Produtos: 
Diego Acauan
Felipe Ravizon
Keka Bittencourt
Kevin Brezolin
Leonardo Silveira
Siane Capella Leonhardt

Trilha Sonora e Iluminação: O Grupo 
Composição Musical: Kevin Brezolin 
Figurino: Thiago Rieth
Vídeo-arte: Mauricio Casiraghi e Felipe Ravizon
Operação de video: Cauan Rossoni Feversani
Hair: Paulo Azevedo Araujo 
Produção: Keka Bittencourt 
Arte do cartaz: Karoline Lima e Keka Bittencourt 
Apoio: Grupojogo De experimentAção Cênica
Coletivo da Felicidade Hierofantes de Marte
Hoffman Supermercados ZS
Usina das Artes
Prefeitura de Porto Alegre

segunda-feira, 10 de março de 2014

O MONÓLOGO DA BONECA (RS)

13 de março, às 20h
Teatro Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665)
Ingressos: R$ 5,00, para comerciário, R$ 10,00 meia entrada e R$ 20,00 para o público em geral.
O espetáculo conta a história de uma RealDoll - uma boneca projetada para fins sexuais - feita de silicone e juntas de aço, que imita as feições e proporções físicas de uma mulher real. A única personagem da peça, de nome Cherry, apresenta o mundo das RealDolls sob a visão do próprio objeto sexual, adquirido para servir de companhia a um homem triste e solitário. Ultrapassando as expectativas convencionais de ser tratada apenas como um brinquedo, a boneca é elevada a um patamar quase humano, em que assume as funções de confidente e parceira, uma mulher de beleza perene, curvas e proporções idealizadas, feminina, fiel, livre de doenças, obediente, submissa e sempre disponível. 
O teatro mostra a vontade desesperada de um homem medíocre de ter alguém para dividir a sua vida, num ímpeto apaixonado e insano de transformar um aparato mecânico em uma companheira de carne e osso. O homem constrói um coração de sucata, coloca-o dentro do corpo de Cherry e espera ingenuamente que um milagre aconteça. De fato, a boneca começa a sentir e a pensar, apresenta emoções exacerbadas, tem ataques de raiva, medos, fobias e alucinações. A boneca transita entre a presunção e a piedade, entre o ódio e a tristeza profunda, questionando o valor da natureza humana e da espiritualidade num meio tecnológico, perfeito e artificial. 
Direção e interpretação: Camila Diehl

domingo, 9 de março de 2014

A BELÍSSIMA FÁBULA DE XUÁ-XUÁ: A FÊMEA PRÉ-HUMANA QUE DESCOBRIU O TEATRO (RS)


09 de Março - 16h
ESTACIONAMENTO DA USINA DO GASÔMETRO

O NEGRINHO DO PASTOREIO (RS)


Dia 13 -16h – Largo Glênio Peres – Porto Alegre/RS
Dia 18 -16h – Largo Glênio Peres – Porto Alegre/RS

A Lenda do Negrinho do Pastoreio é a mais autêntica lenda do folclore sul-rio-grandense, onde fala da vida de um negrinho escravo, gênio generoso, que é culpado pela perda de uma corrida de cavalos onde o seu senhor apostou muito dinheiro. É cruelmente judiado e torturado até a morte pelo seu senhor, que ainda acaba jogando o corpo do escravo em carne viva em um formigueiro. Resgatado por Nossa Senhora, é conhecido como protetor de quem tenha perdido algo. Para que ele ajude a achar basta apenas acender um toco de vela.
Se ele não achar...ninguém mais.
Oigalê Cooperativa de Artistas Teatrais 15 ANOS! 

MISÉRIA, SERVIDOR DE DOIS ESTANCIEIROS (RS)


Dia 11 -16h – Largo Glênio Peres – Porto Alegre/RS
Dia 16 -11h – Largo Glênio Peres – Porto Alegre/RS

Adaptação do Clássico “Arlequim Servidor de dois Amos”, de Carlo Goldoni. É a continuidade da saga do personagem Miséria (espetáculo Deus e o Diabo), que depois de sua suposta morte não pôde entrar no céu e nem no inferno, então ficou vagando pelo Pampa e a capital Porto Alegre no final do século XIX. Nesta nova trajetória, Miséria tenta trabalhar como carregador. Quando se dá conta que o que ganha é pouco, começa a trabalhar para dois estancieiros que chegam do interior. É no meio destas confusões que se dão as peripécias de Miséria na capital.
A trilha sonora (Mateus Mapa e Simone Rasslan), composta exclusivamente para o espetáculo, é fundamental na condução da história, pontuando e reforçando os momentos, os climas e as cenas, sendo executada ao vivo pelos atores/cantores. Característica já marcante do grupo nos seus espetáculos de rua.

UM PRÍNCIPE CHAMADO EXUPÉRY (SC)


Porto Alegre
Dias 15 e 16/3 (sáb e dom) quatro apresentações (18 e 20h)
Dia 17/3 – oficina (14h as 18h)
Local: Casa Mário Quintana Sala A2B2
Produtor: Karina Borges (51) 3084-9691 e (51) 9420 2894 -

“Exupéry” será apresentado gratuitamente em Caxias de Sul, Pelotas, Porto Alegre e Passo Fundo, em março

“Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tão importante”. Quem já leu algo como esta frase, do famoso livro “O Pequeno Príncipe”, sabe que o autor é o francês Antoine de Saint-Exupéry. Ele foi piloto, aventureiro e escritor de livros para adultos. Esta história pode ser conferida no espetáculo de bonecos da Cia Mútua, de Itajaí (SC), que embarcará em março, para quatro cidades do Rio Grande do Sul (RS).

O espetáculo, “Um príncipe chamado Exupéry”, recém esteve pelo Rio Grande do Norte, conquistando novos fãs, encantando diferentes públicos e chegará em território gaúcho, entre os dias 11 e 19 de março. Algumas sessões do espetáculo serão acompanhadas de oficina e workshop. A maratona se apresentações está sendo viabilizada pelo Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2012, do Ministério da Cultura.

A primeira parada de “Exupéry” será dia 11 de março na cidade de Caxias de Sul, seguida de Pelotas (dia 13), Porto Alegre (dia 15 e 16) e Passo Fundo (19). As cidades foram cuidadosamente selecionadas pela Companhia. “Nossa decisão foi circular exatamente pelos dois estados extremos da linha de Correio Aéreo praticada no Brasil entre as décadas de 20 e 30, onde Saint-Exepéry trabalhou, entregando cartas”, ressalta uma das integrantes do grupo, a atriz e produtora Mônica Longo.

Para a montagem do espetáculo, os integrantes da Cia Mútua estudaram a vida e obra de Antoine de Saint-Exupéry, com pesquisa de campo na França e no Brasil. Familiares de Saint-Exupéry também assistiram à peça no Brasil e ficaram impressionados com a montagem. “Não esperávamos que a história de nosso tio-avô fosse retratada de forma tão mágica e fiel à realidade. O boneco é muito parecido com ele”, comentam Hélène de Sèze e Isabelle d’Agay, sobrinhas-netas de Saint-Exupéry.

Além das apresentações, a Cia Mútua também irá ministrar atividades complementares, com a realização de oficina de sensibilização para as formas animadas e workshop sobre o processo de montagem do espetáculo. Toda a programação será totalmente gratuita e aberta à comunidade em geral.

O espetáculo
Antes de ter se tornado mundialmente conhecido pelo romance “O Pequeno Príncipe”, Saint-Exupéry trabalhou para a Companhia de Correio Aéreo Aéropostale, entregando cartas em escalas de vôos diários, que se estendiam pela Europa, África e América do Sul. No Brasil a ‘linha’ ia de Natal (RN) a Pelotas (RS). É neste contexto, dentro de um hangar, sem uma única fala que é encenada a montagem do espetáculo “Um Príncipe Chamado Exupéry”. A peça tem duração de 50 min, capacidade para uma plateia de 60 pessoas e destinado ao público adulto.

“Um Príncipe Chamado Exupéry” é a quinta montagem da Cia Mútua no teatro de animação. Desde sua estréia, em 2010, o espetáculo se apresentou em importantes festivais do gênero, entre eles a II Semana Internacional de Teatro de Animação (SP) e o 5º FITA Floripa (SC). Em 2012 circulou por 15 estados brasileiros pelo Projeto SESC Palco Giratório e em 2013 ocupou os espaços da CAIXA Cultural São Paulo e Brasília. “Exupéry” também já esteve estampado na Revista BRAVO como indicação de melhor espetáculo na edição de Fevereiro/13.

Cia Mútua
Companhia fundada em 1993, atualmente estabelecida na cidade de Itajaí (SC) - Rua Pedro Antonio Fayal 392 - Bairro São João. Pesquisa o teatro de animação desde 2002, além de dedicar-se ao clown, à pantomima e à narrativa cênica. A Cia Mútua já recebeu 12 prêmios nacionais e internacionais. Participou de diversos festivais, apresentando-se na França, Espanha, Chile, Argentina e em 18 estados brasileiros. Possui em seu repertório os espetáculos Exílios (2013), Um Príncipe Chamado Exupéry (2010), Flashes da Vida (2007), Felizes para Sempre (2005), Teatro Lambe-lambe (2005) e A Caixa (2004).

Mais informações no site: http://www.ciamutua.com.br/home/

O HOMEM MAIS SÉRIO DO MUNDO (RS)

Em mais uma manhã como outra qualquer, o Homem Mais Sério do Mundo desperta para o seu grande dia. Enquanto se arruma para palestrar sobre uma importante tese defendida na renomada Harvardi Aquédemi ófi Connéquiticãti Iuniversiti, o Homem Mais Sério interage com a publicidade e notícias do rádio. Para comprovar que todos os animais querem voar e sonhar, precisa da ajuda das crianças que desenham animais com asas. Por fim, chega a grande oportunidade de apresentar suas ideias sobre a evolução das espécies, valendo-se de um patinho, um pinguinzinho, um condorzinho e um esquilo semi-voador. Após várias tentativas fracassadas, um pedaço de papel pardo e uma tesourinha serão a solução para o problema!
Esta é a primeira montagem do Grupo com linguagem clownesca. A direção é de Melissa Dornelles, integrante do grupo que traz na bagagem mais de dez anos de investigação do universo mágico do palhaço.
Recuperando o lirismo e a poesia na atuação, buscamos a identificação do público com o clown, como ser frágil e falho, mas que apesar de tudo não desiste nunca de seus objetivos. Em O Homem Mais Sério do Mundo, falamos, acima de tudo, da importância e da liberdade de “ser autêntico” num mundo onde a aparência e os bens materiais estão entre os valores principais.

Porto Alegre

10/03 – 10h, 14h e 15h30

11/03 – 10h e 15h

Local: Teatro Sesc Centro – Av. Alberto Bins, 665

sábado, 8 de março de 2014

PARA SEMPRE NA TERRA DO NUNCA 2: A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM (RS)


Nova peça infantil de Ronald Radde inicia temporada dia 9 de março, às 17h,na Sala Carmen Silva do Teatro Novo DC
  
“Dar seguimento a uma peça que atingiu quase 40.000 espectadores aumenta nossa responsabilidade. Assim, “Para Sempre Terra do Nunca 2 – A volta dos que não foram“ foi pensada em não ser parecida na história, mas igual na qualidade”, afirma Radde.  
Inspirada no sucesso de público “Para Sempre Terra do Nunca” (2012), “Para Sempre Terra do Nunca 2 – A volta dos que não foram” traz personagens inéditos num cenário com elementos novos numa trama que vai fazer adultos e crianças se emocionarem. “Desejamos manter cada vez mais estreitos nossos laços com o grande público que nos prestigia, desde a relação com as escolas bem como com as famílias que frequentam o TNDC, na certeza de encontrarem no nosso palco o encantamento e a poesia tão raros no dia a dia” conclui o dramaturgo.

SINOPSE : A Terra do Nunca é onde todos os sonhos se realizam. Todos mesmo? Isso é o que se pergunta o grande Capitão Gancho que, mais uma vez, resolve mudar a rotina da Ilha. Cansado das lutas travadas com o Peter Pan, de sair pelos mares com seu fiel escudeiro Barrica, de perseguir a Sininho e de fugir do Crocodilo Tic-tac, o Capitão James Gancho tem uma ideia: transformar a Terra do Nunca numa ilha de turismo. Porém, o destino do Capitão Gancho não será tão livre, leve e solto. Inesperados obstáculos e personagens transformarão sua ideia num verdadeiro pesadelo. E o que será da Terra do Nunca e de Peter Pan?
Com uma trilha musical emocionante, efeitos visuais, cenário deslumbrante e personagens surpreendentes, muita ação e suspense, a aventura se desenrolará sempre na busca do encantamento já conhecido nas montagens do Teatro Novo.
Para Sempre Terra do Nunca 2 – A volta dos que não foram! – mais uma peça para as crianças e adultos guardarem no coração.
 FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Ronald Radde
Direção de Produção: Ellen D´avila
Produção Executiva: Karen Radde
Assistente de Produção: Gaia
Gerente Administrativo/Financeiro: Bernardo Altenbernd
Trilha Sonora Original e Arranjos: André Trento
Preparação Física e Coreografias: Márcia Chemale Kalil
Execução: José Hildemar Cavalheiro, Patrik Simões e Eduardo Chitolina
Iluminação: Ronald Radde, José H. Cavalheiro e Patrik Simões 
Operação de Luz: Patrik Simões
Operação de Som: Ronald Radde
Manutenção do TNDC: Denise Ferreira
Programação Visual: Rogério Araújo
Fotos: Lisa Roos
Assessoria de Imprensa: Phosphoros Novas Ideias
Web Designer: Rosana Almendares
Projeto A Escola vai ao Teatro: Ane Marie Kranen
Escola Teatro Novo (Coordenação): Márcia Dias
Realização: Cia. Teatro Novo – 46 anos!

ELENCO
Capitão Gancho – Pedro Juvenal
Barrica – Karen Radde
Peter Pan – Luciano Pieper
Homem de Lata – Fabrízio Gorziza
Leão – Joana Izabel
Bruxa Má do Oeste – Ellen D´avila
Príncipe e macaco alado - Daniel Anillo
Wendy e macaca alada – Márjori Moreira
Tic - Tac - Hildemar Cavalheiro
SERVIÇO
Temporada: 09 de março a 17 de agosto
domingos - 17h

Ingressos
R$ 25,00 - inteiro plateia baixa
R$ 20,00 - inteiro plateia alta
R$ 12,50 - 50% desc. para Clube ZH plateia baixa (titular e 01 acompanhante)
R$ 12,50 - 50% desc. acima de 60 anos plateia baixa
Crianças até 02 anos não pagam.

TERESA E O AQUÁRIO (RS)

teresa-cartaz

15 e 16 de março (sábado e domingo)

Horário: 20h

Teatro Renascença

TERESA e o AQUÁRIO é livre adaptação do conto “Teresa ainda olhava para o Aquário”, de Luciano Mattuella. Teresa, ao ganhar de seu marido um aquário de peixes coloridos, entra em um processo de catatonia. A personagem mergulha em um universo onde ninguém tem acesso. A cena é o aquário onde surgem os devaneios de uma mulher petrificada na carne, mas liberta em seus sentidos e livre de qualquer sentido.

Em “Teresa e o Aquário”, a Cia. melhor desenvolveu sua pesquisa com as tecnologias audiovisuais, a interface corpo-tecnologia, a hibridização do processo sempre presente com referenciais vindos da performance e videoart. A dramaturgia foi construída coletivamente, constituída de imagens corporais e multimídia, e narrativa desconstruída, comunicando através de sensações, memórias e referenciais íntimos. Vídeos captados da cena são projetados e mixados com filmes pré-gravados, acrescentando camadas de leitura narrativa e esteticamente, de forma integrada com a ação performática. O músico multi-instrumentista Roger Canal compôs a trilha sonora que mistura a tradição de instrumentos como o trompete, a escaleta e o bombo leguero à tecnologia do sampler. Roger toca, canta, sampleia e mixa, executando as músicas e ambiente sonoros ao vivo.

Direção: João de Ricardo

Performance: Lisandro Bellotto e Sissi Betina Venturin

Assistência de direção: Kalisy Cabeda

Direção e operação de vídeo: Bruno Gularte Barreto

Operação de câmera: João de Ricardo

Composição e execução de trilha sonora: Roger Canal

Desenho e operação de luz: Liliane Vieira

Produção e divulgação: Sissi Betina Venturin e João de Ricardo

Dramaturgia: livremente inspirado no conto “Teresa Ainda Olhava Para o Aquário” de Luciano Mattulella. Textos originais do espetáculo de Diones Camargo, João de Ricardo, Lisandro Bellotto e Sissi Betina Venturin.

Duração: 90 minutos

Classificação: 16 anos


DEUS E DIABO NA TERRA DE MISÉRIA (RS)


Dia 12 -16h – Largo Glênio Peres – Porto Alegre/RS
Dia 19 -16h – Largo Glênio Peres – Porto Alegre/RS
Dia 28 – Hospital Psiquiátrico São Pedro – Porto Alegre/RS

A Oigalê Cooperativa de Artistas Teatrais apresenta um espetáculo de seu repertório, dentro das comemorações dos seus 15 anos, com entrada gratuita. Hamilton Leite assina a livre adaptação e direção do livro "Dom Segundo Sombra" de Ricardo Guiraldes, mais conhecido como "Ferreiro e a Morte", sob o título "Deus e o Diabo na Terra de Miséria". 
A farsa gaudéria aborda o universo de Miséria, um gaúcho dono de uma ferraria que, certo dia, recebe a visita de Nosso Senhor e de São Pedro. Ele é agraciado com três pedidos, os quais usa para enganar os diabólicos ajudantes Liliti e Sanganel e o diabo chefe, Lúcifer. Mas por ter enganado Deus e o Diabo, não conseguiu entrar no céu e nem no inferno. Assim, fica vagando pelo mundo. O espetáculo estreou no ano de 1999 e percorreu diversas cidades do Brasil.



O GRANDE HABLIC (RS)

Rogério Hoch interpreta mágico
08 a 30 de março de 2014.
Sabados e domingos - 16h.
Sala Lili Inventa O Mundo – 5º andar
Ingresso: R$ 14,00
Contato: encenacontos@bol.com.br
Simbiose de teatro e show de mágicas, traz Rogério Hoch no papel de um mágico, que apresenta seus truques, alguns, com a participação voluntária das crianças. O texto valoriza temas como amizade, respeito e solidariedade. A proposta também é levar arte, alegria e divertimento ao público.

PERFORMANCE "ONDE? AÇÃO Nº2"

Foto: Pedro Isaías Lucas


A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz apresenta no próximo domingo, dia 9 de março, às 15h no Parque da Redenção a Performance “Onde? Ação nº2”. Esta apresentação faz parte do ciclo de apresentações que a Tribo realizará este ano com o tema “Lembrar é resistir – Teatro e Memória nos 50 anos do Golpe Militar”. Para que nunca se esqueça, para que não se repita!

A performance “Onde? Ação nº2” de forma poética provoca reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A ação performática se soma ao movimento de milhares de brasileiros que exigem que o Governo Federal proceda a
investigação sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar, identifique e entregue os restos mortais aos seus familiares e aplique efetivamente as punições aos responsáveis. 

Participam da performance: Tânia Farias, Marta Haas, Paula Carvalho, Sandra Steil, Mayura de Matos, Leticia Virtuoso, Paola Mallmann, Luana Rocha, Ketter Velho, Paulo Flores, Eugênio Barbosa, Pascal Berten, Roberto Corbo, Alex Pantera, Geison Burgedurf, Clélio Cardoso e Jorge Gil.

Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz

Com propósitos irreverentes a Tribo estreou o seu primeiro espetáculo em 31 de março de 1978, data em que os militares comemoravam o golpe de 1964. Nestes 35 anos o Ói Nóis Aqui Traveiz vem instigando o público porto-alegrense com o seu teatro marcado pela ousadia e liberdade criativa. Os atuadores têm uma técnica própria, desenvolvida desde seu início e que passa por diferentes fases, fundamentada no uso da improvisação e da cena como processo, da criação coletiva e da corporalidade no trabalho do ator. As suas três principais vertentes são: o teatro de rua, nascido das manifestações políticas - de linguagem popular e intervenção direta no cotidiano da cidade - o teatro de Vivência, no sentido de experiência partilhada, em que o espectador torna-se participante da cena – e o trabalho artístico pedagógico, desenvolvido junto a comunidade local. Abriu um novo espaço para a pesquisa cênica – a Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (rua Santos Dumont 1186), que funciona como Escola de Teatro Popular, oferecendo diversas oficinas abertas e gratuitas para a população. A organização da Tribo é baseada no trabalho coletivo, tanto na produção das atividades teatrais, como na manutenção do espaço. O Ói Nóis Aqui Traveiz segue uma evolução contínua e constitui um processo aberto a novos participantes.

quinta-feira, 6 de março de 2014

ALICE (RS)

Cartaz_ALICE_ilustração Talita Hoffmann
A Cia. Espaço em BRANCO está completando 10 anos de atividades em cena. Sua trajetória é marcada pela constante inovação e desenvolvimento da linguagem teatral tendo na performance e no audiovisual as chaves para uma metodologia poética – pedagógica chamada Processos Híbridos de Criação. Para comemorar esta data nada melhor do que o encontro com o público. Assim, estão sendo atualizados dois espetáculos marcantes desta história: “Teresa e o Aquário” e “Alice”, que farão duas apresentações cada, entre os dias 13 e 16 de março no Teatro Renascença em Porto Alegre.
ALICE é livremente inspirado nos livros “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas” e “Através do Espelho”. Aborda o universo nonsense das obras e propõe a liquefação das barreiras entre palco e plateia, convidando o público à Hora do Chá, ou o Banquete de Desaniversário. O paladar é um dos sentidos explorados, os dizeres “Coma-me” e “Beba-me”, presentes no primeiro livro, foram mote para a criação das cenas. A atriz desenvolve ações performáticas, dando a diversos personagens significações particulares. A obra de Lewis Carroll é via de reflexão sobre a sociedade e as relações, numa performance que não pretende contar a história de Alice, mas ser uma viagem onírica neste universo.
Direção e Atuação: Sissi Betina Venturin
Orientação: Tatiana Cardoso
Operação de vídeo e áudio: Leonardo Remor
Iluminação: João de Ricardo
Direção dos vídeos: Sissi Betina Venturin e Leonardo Remor
Fotografia e Montagem dos vídeos: Leonardo Remor e Tiago Coelho
Edição de áudio: Marcos Lopes
Finalização do stopomotion: Daniel Laimer
Ilustração e Design Gráfico: Talita Hoffmann
Colaboração: Marina Mendo, Leonardo Machado e João de Ricardo
Apoio: Grupo Falos & Stercus
Duração: 75 minutos.
Classificação: Livre

HOJE SOU HUM, AMANHÃ SOU OUTRO (RS)

Foto de Vilmar Carvalho
28 de fevereiro a 16 de março de 2013.
Sextas a domingos - 20h.
Teatro Carlos Carvalho – CCMQ 
R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (estudantes, idosos e classe artística).


“Hoje Sou Hum, Amanhã Outro” é o espetáculo de Qorpo Santo (1829-1883), montado pelo Ubando Grupo e dirigido por Júlio Saraiva, que estará no Teatro Carlos Carvalho da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) de 28 de fevereiro a 16 de março, de sextas a domingos, sempre às 20h. No elenco estão os atores Renan Leandro, Aline Ferraz e Edgar Alves.

A peça surge com o desafio de montar um texto do autor, na íntegra, estabelecendo paralelos com a atualidade, na estética do ‘nonsense’ e centrada no trabalho de atuação, a partir da pesquisa do teatro físico. A ambientação é simples e realista, assim como os figurinos, porém, estes são colocados em contraste com o uso inusitado dos elementos. O cenário é movimentado pelos atores durante a montagem, transformando-se em diversos ambientes de um mesmo lugar. O processo traz elementos da pesquisa de pantomima, da ‘farsa’, do jogo entre as personagens, além de,  inspirações em ‘gags’ circenses, no grotesco e no absurdo. Há uso de projeção, marcando o diálogo com a tecnologia contemporânea.

A peça trata sobre as relações de poder e suas tramas. Situada dentro do Palácio de um reino imaginário, enquanto o povo está se matando lá fora. Entre paranoias de conspiração e o ataque de outra nação, tudo muda para não mudar e o poder se perpetuar. O texto tange a farsa e vai da ironia fina ao sarcasmo, revelando sua modernidade e o paralelo inevitável aos dias atuais.

Qorpo Santo foi escritor, dramaturgo, poeta, jornalista e professor. Alguns artistas fazem arte, outros fazem objetos artísticos e uns poucos, se tornam eles próprios, Arte. Estes são inevitavelmente taxados de loucos. O que se pode afirmar de Qorpo Santo é que era um inconformista. Reinventou a escrita, escreveu uma enciclopédia, um evangelho e rebatizou-se numa insurreição excêntrica. Loucas certamente ficaram as pessoas da sociedade de sua época. O homem e a obra colocam em cheque as relações sociais, familiares, a política e a moral. Seu teatro, escrito há 150 anos, ainda é o fato mais extraordinário produzido nas artes cênicas do nosso Estado.

domingo, 2 de março de 2014

DESCARTES COM LENTES (PR)

Dia 09 de Março - 11h 
Teatro Renascença
ENTRADA FRANCA

Exercício cênico que faz parte de uma série de estudos realizados acerca da obra de Paulo Leminski. Escrito em meados da década de 60, Descartes com Lentes é considerado o embrião gerador de Catatau, a obra mítica do poeta curitibano. No texto, Leminski imagina uma hipotética vinda do filósofo francês René Descartes ao Brasil, a convite do conde Maurício de Nassau. Junto com sua comitiva, repleta de cientistas, naturalistas, desenhistas e pintores, Descartes tenta desvendar e descrever as excentricidades e belezas do país tropical, buscando filosofar sobre o Brasil e o modo de vida do seu povo.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Nadja Naira

Texto: Paulo Leminski

Direção/ Operador de som: Marcio Abreu

Figurino: Fernando Marés

Produção Executiva/ Operador de luz: Cássia Damasceno

Criação, Realização e Produção: companhia brasileira de teatro