sábado, 13 de outubro de 2012

ELETRA [ZERO] (RS)



Inspirado na tragédia Electra de Sófocles, o experimento cênico do diretor Bernardo Vieira e da atriz Janaína Lima, pretende dissecar a famosa personagem e sua história, através de um jogo de intimidade com o espectador. No monólogo, que esta em cartaz nos sábados de outubro, na Sala 400 da Usina do Gasometro, Electra sente-se devorada pelo desejo de vingar a morte de seu pai, assassinado por sua própria mãe. "Ela pede aos deuses justiça contra a injustiça e nessa espécie de equilibrio fúnebre, acaba por unir-se ao símbolo do mito, reestabelecendo a harmonia desejada pelo destino e reduzindo seus inimigos a igualdade pela morte”, conta o diretor. “O interessante da peça é que o público não tem acesso à tragédia completa, mas sim aos seus fatos e momentos decisivos, confidenciados ao espectador de maneira intrínseca”,acrescenta , a atriz Janaina Lima. No espetáculo, Electra revive seu flagelo e desata os nós de sua história, propiciando metaforicamente: relações de vida e morte. “É difícil classificar a peça, pois é fruto de um experimento muito intenso. Esse espetáculo é para sentir, inquietar e até mesmo atordoar ”, confessa a atriz.

O que: Electra [zero] - um experimento em Sófocles
Quando: 06,13,20 e 27 de Outubro - Sábados
Onde: Sala 400 Usina do Gasometro 
Horário: 20h
Ingressos: R$ 20 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

PIÁ FARROUPILHA (RS)


Dia 12, 13 e 14 de outubro (Entrada Franca)
Sábado e domingo às 16h
Sala Álvaro Moreyra
Temporada até 04 de Novembro (Ingressos a venda
A história se passa no ano de 1839, em plena Guerra dos Farrapos. Um grupo musical de Urubus famintos (UrubuBand), vê um  menino  com o pai. Eles estão atravessando o pampa gaúcho e o menino acaba ficando sozinho, num acampamento improvisado. O melhor amigo deste menino é um boneco, que ele carrega nos braços o tempo inteiro e que nas noites mágicas do pampa gaúcho ganha vida e alma. 
O menino seria a presa perfeita  para a UrubuBand , mas é justamente durante esse período, que os personagens de alguns livros  de Carlos Urbim aparecem para contar histórias e poemas para o menino, atrapalhando o jantar dos Urbubus. Muitos dos poemas de Urbim já foram musicados e já viraram belas canções através da voz do grupo, que ensaia a peça desde Abril de 2012. 
O pano de fundo é a Guerra dos Farrapos, pela ótica de um menino de 13 anos, Piá Farroupilha. O boneco, amigo do menino, ganha vida ao ser manipulado pelos atores. Ele também conta histórias e poemas para as crianças. 
Texto original: Carlos Urbim
Direção e texto final: Bob Bahlis
Elenco: Nina Eick, Gabriel Ditelles, Fábio Monteiro, Lívia Perrone, Mariana Dell Pinno, Thiago Di Luca
Luz: Marga Ferreira
Figurinos: o grupo
Criação dos bonecos: Nina Eick
Cenário: Bob Bahlis 
Faixa etária: livre
Duração: 60min
ENTRADA FRANCA
4ª MOSTRA DE TEATRO INFANTIL DE PORTO ALEGRE

AVENIDA CORES POR TODO LUGAR (RS)


Dia 12, 13 e 14 de outubro
Sexta  às 11h e às 16h
Sábado e domingo às 16h
Teatro Renascença
Avenida Cores por Todo Lugar é livremente inspirado nos livros Alguma coisa se encaixa? e Dez casas e um poste que Pedro fez, ambos de Hermes Bernardi Jr. A história trata de habitantes de uma rua muito diferente que após uma reforma mal sucedida em suas casas descobrem que o mais importante é a amizade e o respeito às diferenças. 
O espetáculo foi indicado a três categorias do Troféu Tibicuera de Teatro Infantil 2011, para Melhor Cenografia e Melhor Ator para Cícero Neves. Foi premiado na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante para Patrícia Ragazzon. 
Avenida Cores por Todo Lugar é uma celebração à amizade, à alegria e à delicadeza. É um convite a deixar de lado a compreensão da realidade prática e estar disposto a sonhar.
Direção: Cícero Neves e Patrícia Ragazzon
Direção de Atores: Patrícia Sacchet
Elenco: Cícero Neves, Mariana Rosa e Patrícia Ragazzon
Cenografia e Figurinos: Ato Espelhado Companhia Teatral e Patrícia Preiss 
Iluminação: Cícero Neves/Orientação: Luiz Acosta
Trilha sonora: Mauro Bruzza
Maquiagem: Patrícia Sacchet
Operação de Luz: Maíra Prates
Operação de Som: Rodrigo Marquez
Assistência: Amanda Vecila
Arte Gráfica: doze66
Divulgação: Palco Aberto Produtora
Faixa etária: a partir dos 5 anos
Duração: 60min
ENTRADA FRANCA
4ª MOSTRA DE TEATRO INFANTIL DE PORTO ALEGRE

CARRO CAÍDO (GO)


Cia Nú Escuro (GO)
Dia 12 de outubro, na Rua da Criança
Rua Lopo Gonçalves
ENTRADA FRANCA
A peça é uma adaptação livre de um conto popular - Carro Caído - recolhido por Câmara Cascudo. Conta a estória de um carreiro de nome Rubião que possuía uma grave mania de falar nome feio (do Tinhoso) junto com nome Santo. Mesmo tendo sido alertado do mau agouro que poderia acometê-lo, continuava com os xingamentos. Até que um dia, Rubião foi buscar, com um carro de boi, o sino para a capela de Santa Bárbara. Na volta, ele é surpreendido pela visita do Coisa Ruim, o Tinhoso, que o leva para o inferno. Então seu melhor amigo Tião, com a ajuda do atrapalhado anjo Gabriel, vai tentar resgatá-lo.O projeto deste espetáculo foi iniciativa do ITS - Instituto Trópico Sub-úmido, da Universidade Católica de Goiás. Foi criado, em outubro de 2000, para ser apresentado durante as comemorações da semana do folclore, na Cidade Cenográfica - Museu Memorial do Cerrado, com o objetivo de tratar da questão da cultura popular do homem do sertão.
Devido ao grande sucesso o espetáculo já foi apresentado em várias locais como museus, praças e teatros pelo Brasil e exterior. Fez mais de 50 apresentações em Goiânia e pelo interior de Goiás. 
Fez uma turnê por várias cidades das Bolívia e uma temporada no Museu do Folclore Edson Carneiro (RJ). Participou de Festivais e mostras.
Elenco: Hélio Fróes, Izabela Nascente, Lázaro Tuim e Abílio Carrascal
Dramaturgia: Cia Nu Escuro
Coordenação de Pesquisa: Pedro Plasa
Figurino: Mckeidy  Lisita e Izabela Nascente
Maquiagem: Cia Nu Escuro
Mascaras: Izabela Nascente
Tecidos de retalhos: Shell Jr
Cenografia: Cia Nu Escuro
Técnicas Circenses: Maneco Maracá
Coreografias e Preparação Corporal: Lázaro Tuim
Iluminação: Hélio Fróes 
Sonoplastia: Adriana Brito
Programação Visual: Fábio Franco
Assessoria de Imprensa: Ana Paula Mota
Produção: Cia Nu Escuro
Produção Executiva: Milena Jezenka
Concepção, Direção e Direção Musical: Reginaldo Saddi
Faixa etária: livre
Duração: 60min

4ª MOSTRA DE TEATRO INFANTIL DE PORTO ALEGRE
Realização


O BAILE DOS ANASTÁCIO (RS)

Estreia dia 12 de Outubro na Usina do Gasometro
Estreia e temporada em outubro e novembro de 2012 em Porto Alegre do espetáculo de teatro de rua “O Baile dos Anastácio”, montagem resultante da pesquisa realizada na região pampiana do estado do RS, a partir de fatos históricos, contos e lendas.

12- sexta-feira, às 16h - O Baile dos Anastácio
Usina do Gasômetro Porto Alegre/RS

13 - sábado, às 17h  - O Baile dos Anastácio
Parque da Redenção Porto Alegre/RS 

14 - domingo, às 12h - O Baile dos Anastácio
Brique da Redenção Porto Alegre/RS 

17 - quarta, às 10h30  - O Baile dos Anastácio
R. L. Puffal 100, Sarandi Porto Alegre/RS

18 -  quinta, às 11h  - O Baile dos Anastácio
Largo Glênio Peres Porto Alegre/RS 

20 -  sábado, às 17h  - O Baile dos Anastácio
Parque da Redenção Porto Alegre/RS

21 -  domingo, às 12h  - O Baile dos Anastácio
Brique da Redenção Porto Alegre/RS 

24 -  quarta, às 12h  - O Baile dos Anastácio
Largo Glênio Peres Porto Alegre/RS

27 -  sábado, às 17h  - O Baile dos Anastácio
Parque da Redenção Porto Alegre/RS 

28 - domingo, às 17h  - O Baile dos Anastácio
Parque Marinha do Brasil Porto Alegre/RS 

31 - quarta, às 12h -  O Baile dos Anastácio
Largo Glênio Peres Porto Alegre/RS 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

FELIZARDO (SP)


Banda Mirim (SP)
Dias 11 e 12 de outubro
Quinta e sexta às 15h
Teatro do SESC
ENTRADA FRANCA
Felizardo é um musical infantil com pitadas circenses e teatrais que passeia pelos caminhos da infância, desde o nascimento, o acordar para o mundo, até o encontro com as primeiras escolhas e responsabilidades. Ora pela ótica de uma menina ora pela de um menino, narra a saga de Aurora – uma menina esperta de seis anos – e de seu amigo imaginário Felizardo, que partem para uma aventura heróica: vão brincar, vão para o reino da natureza e do folclore, onde não existe tempo nem idade.
Vencedor dos Prêmios APCA melhor espetáculo musical 2005 e FEMSA melhor trilha sonora original 2005. 
Este espetáculo foi selecionado pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2011/201

Texto e Direção:  Marcelo Romagnoli
Elenco: Claudia Missura, Rubi, Tata Fernandes, Simone Julian, Nina Blauth, Nô Stopa, Foquinha, Olívio Filho, Lelena Anhaia, Edu Mantovani.
Músicas: Tata Fernandes, Nô Stopa, Zeca Baleiro
Direção Musical: Banda Mirim
Luz e espaço cênico: Marisa Bentivegna
Figurinos: Claudia Schapira
Produção executiva:  Andrea Pedro
Faixa etária: livre
Duração: 60min

4ª MOSTRA DE TEATRO INFANTIL DE PORTO ALEGRE

IMPROVÁVEL - UM ESPETÁCULO PROVAVELMENTE BOM


SR. KOLPERT (RS)


Sr. Kolpert - últimas apresentações
Quer mais diversão no seu próximo feriado?
Quer sair da rotina e "sentir alguma coisa"?
Então venha jantar com Sr. Kolpert. Seremos só nós e um cadáver!

Depois de uma temporada de estreia com casa cheia, a montagem vencedora da edição 2012 do concurso para novos diretores do Instituto Goethe e a Coordenação de Artes Cênicas faz suas últimas apresentações do ano somente nos dias 12, 13 e 14 de outubro.

Texto: David Gieselmann
Direção: Tainah Dadda
Elenco: Joana Vieira, Juçara Gaspar, Lucas Sampaio, Magda de Oliveira e Thiago Prade
Iluminação: Fernando Ochoa
Trilha sonora: Luciano Mello, com participação especial de For Fabs
Cenografia: Rodrigo Shalako e Eder Ramos
Figurinos: Tainah Dadda
Coordenação de produção: Luísa Barros
Equipe de produção: Lucas Sampaio, Luiza Mendonça, Tainah Dadda e Juçara Gaspar
Identidade visual: Luiza Mendonça

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

PARAFUSO DE ALGODÃO (RS)


Dia 10 e 11 de outubro
quarta e quinta às 15h e às 20h
Teatro de Câmara Túlio Piva
ENTRADA FRANCA
O espetáculo Parafuso de Algodão apresenta um conjunto de alucinações cotidianas através do circo. São pequenas composições formadas por diferentes elementos e objetos encaixados de forma surreal. Imagens surpreendentes e intrigantes são incorporadas de forma criativa às esquetes mais tradicionais de acrobacia aérea, dança, música e malabarismo, como em um sonho acordado, do real ao absurdo.
Elenco Carina Levitan, Carol Cony, Carol Martins, Cauan Feversane, Gabriella Tachini, Guilherme Sanches, Guilherme Schubert, Gustavo Thomé, Juliana Coutinho, Letícia Paranhos, Luís Cocolichio, Marli Mendonça da Conceição, Mauro Pogorelsky, Natália Utz, Pablo Pico, Renata Nascimento e Teté Furtado

Elenco Carina Levitan, Carol Cony, Carol Martins, Cauan Feversane, Gaston Santi Kremer, Gabriella Tachini, Guilherme Sanches, Gustavo Thomé, Juliana Coutinho, Letícia Paranhos, Luís Cocolichio, Marli Mendonça da Conceição, Mauro Pogorelsky, Natália Utz, Pablo Pico, Renata Nascimento e Teté Furtado
Direção e Roteiro: Carina Levitan, Natália Utz e Renata Nascimento
Orientação Cênica: Cláudio Levitan
Orientação Coreográfica: Letícia Paranhos
Iluminação: Carol Zimmer
Figurino: Parafuso de Algodão
Cenário: Juliano Rossi
Trilha Sonora: Carina Levitan, Mauro Pogorelsky, Guilherme Sanches
Imagens: Natália Utz e Renata Nascimento
Produção de Palco: Karine Rico
Cabelos: Julia Pedroso
Operadora de Luz: Carol Zimmer
Operadora de Som: Gabriella Tachini
Faixa etária: livre
Duração: 55min

4ª MOSTRA DE TEATRO INFANTIL DE PORTO ALEGRE

domingo, 7 de outubro de 2012

LÚDICO (SP)


Cia Druw (SP)
Dia 10 de outubro
Quarta às 15h e às 20h
Teatro Renascença
ENTRADA FRANCA
 “Lúdico” é um espetáculo de dança infanto-juvenil inspirado nas obras do pintor russo Wassily Kandinsky e propõe de forma colorida e poética um passeio pelo universo da criação de uma obra de arte. Cores e formas se agitam em busca de um lugar. No espetáculo Lúdico, a reta, a curva e o ponto são personagens que têm características e personalidades próprias. A curva, estilosa, assanhada e sinuosa tem um temperamento e mobilidade corporal que lembra a serpente, é elástica, pode ceder e evitar, porque é capaz de desviar... O ponto é o início de tudo! E por ser o princípio, a tela branca foge dele, porque ela se acha linda assim, e tenta convencer a todos que sendo o mais simples dos elementos é cheia de graça, mas também cheia de expectativa... A reta é determinante, mandona, indica caminhos (corporais), tem certeza que é uma junção de pontos (o que é verdade). O círculo preto, circunspecto, sisudo, é meditativo e diz, va-ga-ro-sa-men-te: “Aqui estou”. O círculo vermelho, por sua vez, é troada e relâmpago, apaixonado, irradia para todos os lados e roda, roda, roda... O criador (ou pintor) ao se deparar com a reta, os círculos, o ponto, a curva e a tela, é engolido pela obra.
Concepção, Coreografia e Direção: Miriam Druwe 
Co-Direção: Cristiane Paoli Quito 
Trilha sonora: Fabio Cardia  
Cenografia e Figurino: Marco Lima  
Desenho de Luz: Marisa Bentivegna 
Intérpretes: Adriana Guidotte, Anderson Gouvêa, Bruna Petito, Elizandro Carneiro, Felipe Sacon, Miriam Druwe, Orlando Dantas, Tatiana Guimarães.
Faixa etária: livre
Duração: 60min

4ª MOSTRA DE TEATRO INFANTIL DE PORTO ALEGRE


ERA UMA VEZ UMA HISTÓRIA... (RS)

Lisa Roos

Cia Teatro Novo (RS)
Dias 09 e 10 de outubro
terça e quarta às 10h 
Teatro Novo DC
ENTRADA FRANCA
O mundo vai descobrir que contos originais como os dos Irmãos Grimm, de Hans Christian Andersen, e clássicos mais contemporâneos como os de James Barrie e de Frank Baum entre outros, estão preservados num esconderijo secreto há mais de 200 anos. 
Seus guardiões, dois velhos tipógrafos que os imprimiram letra por letra, página por página e que os preservam como um tesouro de sonhos, repentinamente, se sentem ameaçados com a invasão dos seus domínios por uma conhecida personagem dos contos infantis que deseja reescrever uma misteriosa história.  Para isso, ela precisa de um livro entre as centenas guardadas por Livrino e Historinha, que vão ter que lutar com todas as suas forças contra esta vilã que deseja mudar o final de um livro, o que pode trazer conseqüências para toda a humanidade.   
Texto e Direção: Ronald Radde
Direção de Produção: Ellen D´avila
Trilha Sonora Original: Alvaro RosaCosta
Letras: Ronald Radde 
Música: Alvaro RosaCosta
Figurinos e Acessórios: Titi Lopes
Cenografia, Adereços/Animação: Júlio Freitas e Tânia De Castro
Coreografia: Sayonara Sosa
Iluminação: Ronald Radde e Patrik Simões
Programação Visual: Rogério Araújo
Fotos: Lisa Roos
Assessoria de Imprensa: Phosphoros Novas Ideias
Elenco: 
Ana Paula Schneider - Livrino
Daiane Oliveira – Historinha
Ellen D´avila – Rainha Má
Karen Radde – Espelho
Luana Zinn – Rainha Branca de Neve e Bruxa Má
Roger Santos – Caçador Mau
Faixa etária: a partir dos 6 anos
Duração: 60min

4ª MOSTRA DE TEATRO INFANTIL DE PORTO ALEGRE

sábado, 6 de outubro de 2012

FÁBULAS EM 4 TEMPOS OU O FABULOSO LA FONTAINE (RS)


Grupo Farsa (RS)
Dias 08 e 09 de outubro
segunda e terça às 10h e às 15h
Teatro do Sesc
ENTRADA FRANCA
Um grupo de artistas, de nome “Nossa Trupe” recebe a visita de um Arauto do Rei, avisando que o monarca estará no povoado pela tarde. O mensageiro traz uma caixa misteriosa contendo algumas histórias que o governante real deseja ver encenadas pela trupe. Aceito o desafio, os integrantes passam a analisar as incontáveis folhas que há dentro da caixa. Aparecem várias fábulas e uma missão: escolher uma para encenar. Porém, como o tempo é curto, eles resolvem sortear histórias a contar. Valendo-se do enorme repertório e versatilidade de seus artistas, a “Nossa Trupe” decide ensaiar fábulas em gêneros teatrais como Farsa, Musical, Clown e Teatro de Objetos. Este ensaio é presenciado pela corte real, representada através do público. Desfilarão fábulas apreciadas e outras nem tão conhecidas, e a trupe descobrirá por que o Rei tanto admira tais versos.
Direção: Marcos Chaves
Elenco: Ariane Guerra, Lisiane Medeiros, Plínio Marcos Rodrigues e Tefa Polidoro
Stand by: Larissa Sanguiné e Lúcia Bendati
Preparação Clown: Melissa Dornelles
Preparação Teatro de Objetos: Paulo Martins Fontes e Eduardo Custódio
Equipe de Arte (Cenário e Figurino): Marco Fronckowiak, Maura Sobrosa,
Daniel Carvalho, Rafael Araújo, Paulo Cruz e Ateliê GZBL
Iluminação: Carlos Azevedo
Trilha e Direção Musical: Marcos Chaves
Assistente de Direção Musical: Bruno Hypólito
Projeto Gráfico: Sandro Ka
Ilustrações: Cláu Paranhos
Assessoria de Imprensa: Dona Flor Comunicação
Dramaturgia: Plínio Marcos Rodrigues
Fotos: Jorge Scherer Fotógrafos
Vídeo: Filipe Severo Videojornalismo
Produção: Viviane Falkembach
Faixa etária: livre
Duração: 50min

4ª MOSTRA DE TEATRO INFANTIL DE PORTO ALEGRE

VILA TARSILA (SP)

Rodrigo Netto 

Cia Druw (SP)
Dia 9 de outubro
Terça às 10h e às 15h
Teatro Renascença
ENTRADA FRANCA
O espetáculo de tem um roteiro que valoriza o lúdico, joga luzes nas memórias de infância de Tarsila do Amaral, e remonta sua trajetória criativa, desde suas primeiras impressões sobre cores e formas, até as origens dos elementos que influenciaram diretamente em sua criação artística.  “Vila Tarsila” transporta o espectador ao mundo antropofágico da artista, demonstrando que sua obra nasceu das experiências visuais das inúmeras viagens realizadas e das brincadeiras que recheavam as tardes na fazenda onde vivia em Capivari, interior de São Paulo, onde podia correr livremente entre pedras, árvores, cactus e brincar com bonecas feitas de mato, em contraponto com a educação francesa que recebeu de seus pais. Certamente, o ápice desse aprendizado foi o “Manifesto Antropológico”, criado em parceria com Oswald de Andrade em 1928 e que propunha a “devoração cultural das técnicas importadas para reelaborá-las com autonomia, convertendo-as em produto de exportação”. 
Direção Geral: Miriam Druwe Roteiro 
Direção Cênica: Cristiane Paoli Quito  
Concepção: Miriam Druwe e Cristiane Paoli Quito 
Cenário e figurino: Marco Lima 
Desenho de luz: Marisa Bentivegna 
Trilha sonora: Natália Mallo
Elenco: Adriana Guidotte, Anderson Gouvêa, Bruna Petito, Elizandro Carneiro, Felipe Sacon, Miriam Druwe, Orlando Dantas, Tatiana Guimarães.
Faixa etária: livre
Duração: 60min

4ª MOSTRA DE TEATRO INFANTIL DE PORTO ALEGRE


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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

DO IT (RS)



O Grupo Teatro de Ensaio apresenta de 05 a 27 de Outubro, às SEXTAS e SÁBADOS as 21h, o espetáculo DO IT. As apresentações serão no Bar Ocidente, tradicional casa noturna da Capital, localizada no Bairro Bom na Av.Osvaldo Aranha esquina com Gen.João Telles. 

A peça que teve excelente temporada de estréia na Sala Álvaro Moreyra em Junho, com casa lotada, e realizou algumas sessões no mês passado no Bar Ocidente. 

Com produção da Palco Aberto Produtora, o espetáculo tem atuações de Andrei Dornelles, Iassanã Martins, Kayzee Fashola, Maillin Rezende, Marco Sório e Rodrigo Scalari, figurinos de Rosangela Cortinhas, iluminação de Luiz Acosta e ambientação cênica de Fiapo Barth.

IMPROVÁVEL (SP)

O espetáculo que é sucesso no centro do país promete ser também em Porto Alegre. A Cia. Barbixas de Humor viaja pelo Brasil conquistando mais de quatro mil espectadores por semana. A fórmula que o trio Anderson Bizzocchi, Daniel Nascimento e Elidio Sanna encontrou para fazer com que nenhum espetáculo ‘Improvável’ seja igual ao outro é o seguinte: o mestre de cerimônia apresenta as regras do jogo, a platéia sugere os temas e os atores improvisam a cada cena.

Algumas apresentações da turnê são gravadas e estão na web liderando a lista dos vídeos mais vistos no País com uma média de quatro milhões de acessos ao mês. O trabalho dos palcos também rendeu os convites para os programas ‘Quinta Categoria’ na MTV e ‘É Tudo Improviso’ na Band. 

Improvável
Dias 12, 13 e 14 de outubro no Theatro São Pedro
(Praça Marechal Deodoro, Centro/Porto Alegre)
Sexta e sábado às 21h, e domingo às 18h 

Duração: 70 minutos
Classificação: 14 anos

Mais informações:
www.barbixas.com.br
www.improvavel.com.br

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A PARTILHA (RJ)



De Miguel Falabella, com Susana Vieira , Arlete Salles, Patricya Travassos e Thereza Piffer
Dias 04, 05 e 06 de outubro de 2012, quinta às 21h, sexta às 22h30 e sábado às 21h

Há mais de 20 anos, quatro irmãs se reencontraram no velório da mãe e se transformaram nas protagonistas de um dos maiores sucessos do teatro brasileiro, A Partilha, de Miguel Falabella. Susana Vieira, Arlete Salles, Thereza Piffer e Patricya Travassos estarão reunidas para celebrar a maioridade do espetáculo em Porto Alegre. As apresentações acontecem de 4 a 6 de outubro, no Teatro do Bourbon Country. A peça nasceu do encontro entre Falabella e quatro amigas em 1990, quando se reuniram no pequeno Teatro Cândido Mendes, no Rio. O sucesso foi instantâneo, e a montagem ficou em cartaz durante seis anos, circulando todo o Brasil e sendo remontada em 12 países, chegando a ficar em cartaz simultaneamente no Rio e São Paulo, com dois elencos distintos. O espetáculo tem cenários de Beli Araújo, figurinos de Sônia Soares e iluminação de Paulo César Medeiros.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

GESTOS E RESTOS (RS)



Dias 05, 06 e 07 de outubro
sexta e sábado às 21h
domingo às 20h
Teatro de Câmara Túlio Piva
ENTRADA FRANCA 
Uma obra que através do movimento e poucas palavras trata da seguinte questão: o que pode um corpo? Parte-se do preceito de que os sujeitos se portam de acordo com o lugar e as funções que assumem na sociedade, para pensar nos restos como as possibilidades imanentes a este ser. Para pôr tal questão em cena, o espetáculo usa técnicas de circo, dança, teatro e música: malabarismos, equilíbrios, acrobacias, dança contemporânea, texto e percussão.

Concepção, direção, coreografias e atuação: Diego Esteves 
Trilha original: Yanto Laitano 
Cenografia: Diego Esteves e Karla Dufech 
Figurino: Diego Esteves e Genifer Gerhardt
Operação de luz: Genifer Gerhardt
Operação de som: Fernanda Boff
Produção: Canto – Cultura e Arte
Faixa etária: livre
Duração: 60min

4ª MOSTRA DE TEATRO INFANTIL DE PORTO ALEGRE


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

PIAZZOLA COREOGRAFADO (RS)

"Piazzola Coreografado" as 20 h, no Teatro Roberto Athayde Cardona dentro da programação do Seminário Nacional de Arte-Educação promovido pela Fundarte. 
Ingressos disponíveis na Fundarte

TO BE OR NOT TO BECKETT (RS)


“To be or not to Beckett” é um monólogo construído a partir de colagens de textos diversos do dramaturgo irlandês Samuel Beckett. A dramaturgia é composta por trechos de falas das peças “Todos os que caem”, - cuja personagem principal é Maddy Rooney, que manteve-se como protagonista nesta adaptação - “Dias felizes”, “Esperando Godot”, “Fim de Partida”, “As últimas gravações do Sr. Krapp”, “Textos para nada”, “Eu não” e “Ato sem palavras I”.

domingo, 30 de setembro de 2012

NIGHT CLUB O MUSICAL (RS)



Duas irmãs gêmeas negras em busca do sucesso;
Uma famosa casa noturna dos anos 30; 
Números musicais;
Um empresário sem caráter;
Um triângulo amoroso; 
Um assassinato...
Tudo isso estará em Night Club, o musical.
Estréia 12/10 no Teatro de Arena em Porto Alegre.

Com Denizeli CardosoGlau Barros e Pablo Capalonga.
Texto e direção: Claudio Benevenga 
Assistência de direção: Suzete Castro Martinez
Coreografias: Sayonara Sosa Antunes Nickhorn
Trilha Sonora: Everton Rodrigues
Maquiagem: Nikki Goulart
Figurinos: Daniel Lion
Assesssoria de Imprensa: Silvia Mara Abreu
Iluminação: Anilton Souza
Projeto Gráfico: Sandro Ka

EXPERIMENTO NELSON 5 - OSCULUM (RS)

O experimento cênico é livremente inspirado na obra “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues. A Encenação revela uma família que é confrontada com uma situação anormal, segundo os padrões da sociedade na qual está inserida: um homem beija outro homem na boca, pouco antes de sua morte. A situação logo toma proporções gigantescas, quando a mídia, juntamente com a polícia, transforma o fato em uma nóticia bombástica. A policia age de forma oposta ao seu carácter social; a mídia usa o acontecido como mercadoria que lhe é ofertada. Dessa forma, o que se vê em “O Beijo no Asfalto” são indivíduos sendo esmagados pelas engrenagens de seu meio social, tomado de corrupção, preconceito e autoritarismo.

Data - Horário:
03/10/2012 - 12:30 e 19:30
10/10/2012 - 12:30 e 19:30
17/10/2012 - 12:30 e 19:30
24/10/2012 - 12:30 e 19:30
31/10/2012 - 12:30 e 19:30

Local: Sala Alziro Azevedo (Av. Salgado Filho, 340)

QUEM NÃO DANÇA SEGURA A CRIANÇA (RS)


Quem Não Dança Balança a Criança é um musical um pouquinho diferente dos outros: além de canções, este espetáculo está repleto de jogos de linguagens e trava-línguas!
Para compor o repertório, o Grupo Cuidado Que Mancha recuperou músicas tradicionais da cultura brasileira e compôs outras novas canções, criando jogos que promovem a participação e envolvimento da plateia.
Última apresentação hoje as 16h na Sala 502 da Usina do Gasômetro
R$ 10,00

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

DONA COISA - Comentário Crítico



Foto: Pablo Canalles

"O meu coração é como um palco
Tantas histórias já vividas
Dramas romances comédias paixões
Um entrar e sair de ilusões
Sem saber se é pra rir ou chorar"

Roberto Carlos - Moço que Canta



"Dona Coisa" é mais um espetáculo vindo da boa safra teatral de Santa Maria. Este ano já assistimos "O amor é uma falácia" e "Fim de Partida". Dois destes trabalhos graças ao Circuíto Universitário do SESC que possibilita aos artistas acadêmicos a experiencia de circular e experimentar a produção de espetáculos.   
O espetáculo "Dona Coisa" inicia como uma especie de stand-up, com a chegada do público no teatro, onde a atriz Tainá Haas Theis nos recebe executando uma espécie de improvisação.  Confesso que essa premissa me fez pensar que o espetáculo não seria nada agradável, imagem inicial que foi gradativamente sendo desconstruída graças ao desempenho da atriz e pela envolvente trama que nos fora apresentada.  
O espetáculo é inspirado no texto “Senhora Coisa”, de Rodrigo de Roure, e co-direção de Pablo Canalles.  
Trata-se de um monólogo que retrata, em tom patético a degradação de uma mulher que vai se desvelando aos poucos diante do público, mostrando as mazelas e as "coisas" desta "mulher-coisa" que nos é apresentada.  
O adaptação do texto de Rodrigo de Roure, nos apresenta uma dramaturgia habilidosa, simples e despretensiosa, que consegue transmitir, através do riso, toda uma carga emocional, de um ser que "aparentemente" vive num mundo florido, onde as cores presente na cena inicial, aos poucos vão caindo por terra e dando lugar ao branco, ao neutro, utilizando uma metáfora sutil e poética para tratar de temas como o isolamento de uma mulher idosa, a desagregação mental, a não-comunicação. Me agrada bastante a poética da cena, onde signos vão sendo revelados aos poucos, as cores dão lugar ao neutro, onde havia festa, agora há a dor, a ausência de interlocutores, o isolamento, a velhice. As cores da infância dão lugar ao branco que pode representar o asilo, o branco dos cabelos, a cegueira, onde na sociedade os idosos ainda são tratados de forma desrespeitosa, como se não fossem vistos pelos outros, essa ausência, uma "coisa invisível", sem cor, neutra. 
A encenação de Tainá e co-direção de Pablo Canalles consegue criar um espetáculo que amarra muito bem os elementos da cena. O cenário composto por "pernas" de tecidos coloridos que aos poucos despencam, somadas a presença de um caixote branco que também vai se revelando a medida que a cena avança, o caixote é um elemento chave, pois sua presença auxilia muito na ilustração, criando os ambientes básicos necessários a contar esta história, que a medida que avança o caixote se transforma, assim como se transforma a mente de Águida. 
São muitos os elementos presentes em cena, mas todos muito bem explorados, contextualizados e que auxiliam a atriz a montar este verdadeiro quebra cabeças que é "Dona Coisa". Um exemplo é a saia que se transforma em véu, o cinto que transforma-se em saia, o desodorante que ao mesmo tempo é o responsável pela passagem do tempo, pequenas transformações, mas que condizem com as transformações e o esfacelamento da personagem. 
Um grande achado é a presença de Roberto Carlos na trilha da peça, a presença do "moço que canta" agrega poesia e humanidade a Águida, sendo que a última canção do moço no espetáculo é de cortar os pulsos de tão bela e tão apropriada para aquele momento da cena. 
Outro ponto positivo é a precisa iluminação que consegue agregar muito tornando o espetáculo plasticamente belo. 
Mas o espetáculo "Dona Coisa" acontece pela "presença" da atriz Tainá Hass que esbanja simpatia, e que consegue sustentar por aproximadamente uma hora a vida desta personagem enigmática, calcada no trabalho do ator. Tainá começa o espetáculo de forma leve, pescando a atenção do espectador, no início penso que falta um pouco de voz e profundidade da personagem, pois as palavras não chegavam até nós,  chegava a simpatia, a sua presença, mas o texto não. Mas aos poucos a atriz foi se revelando (assim como a personagem) e ao final fica a certeza de que Tainá é uma grande atriz que consegue transitar em momentos patéticos, que em muitas situações me remete a figura de um "clown", principalmente pelas hesitações, ações e ótica infantil das suas memórias, mas que ao mesmo tempo esta figura se mostra forte, dramática, tentando com seu relato de revolta e abandono, fazer sua voz ecoar fora das paredes brancas. 
O resultado é um espetáculo divertido que provoca o espectador a "jogar", provoca a desvelar gradativamente o cerne da cena. "Quem é essa mulher", já dizia Chico Buarque numa de suas canções, e isto fica para nós, quem é ela, quem é a Pequena e os "outros" que Águida se refere. Um jogo que precisa da comunhão com o público, como vimos na cena do corte do cabelo que precisa da disponibilidade de um espectador. 
O que fica é a qualidade de um trabalho acadêmico que tem uma força popular muito grande, um retrato fiel sobre a velhice e o abandono, realidade absurda de muitos idosos no Brasil. 
Ah, e para finalizar, minhas impressões iniciais a respeito da atriz caem por terra, assim como caem os panos, pois Tainá consegue demostrar com sua jovialidade uma força e maturidade cênica. 
Vida longa a "Dona Coisa". 
Conheça Dona Coisa no Facebook. 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

DANKE (RS)

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O espetáculo Danke é uma das novidades da programação de setembro do Meme. 
A peça é baseada no texto Eu, Ulrike? Grito... do casal italiano Dario Fo e Franca Rame. A produção gaúcha retrata a história da jornalista, mãe e terrorista Ulrike Meinhof que fundou e participou do grupo terrorista Baader-Meinhof, o qual foi responsável por atentados e assaltos aos bancos da Alemanha Ocidental. 
A montagem retrata os dias de prisão e tortura sensorial que Ulrike é submetida até o dia do seu suposto suicídio, no dia 9 de maio 1976. 

Autores do texto: Dario Fo e Franca Rame
Direção: Giselle Cecchini
Atuação: Juliana Kersting, Paola Oppitz e Daniela Dutra
Provocador, ombro amigo e compadre: Denis Gosch
Concepção de luz: Jessé Oliveira e Giselle Cecchini
Produção e divulgação: Juliana Kersting

29 setembro a 14 de outubro de 2012
Sábados, 21h, Domingos, 20h
Realização


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

OS TRÊS PORQUINHOS (RS)


Dia 12, 13 e 14 de outubro
Sábado  às 11h e às 16h
Sexta e domingo às 16h
Teatro de Câmara Túlio Piva
ENTRADA FRANCA
Uma adaptação contemporânea da clássica história dos três porquinhos, onde eles resolvem fugir para “Porco Alegre” e lá encontram um Lobo Mau disfarçado que pretende devorá-los.
Direção: Paulo  Guerra
Texto original: Hélio  Barcellos  Jr.
Elenco: Claudio  Benevenga, Cristiano  Godinho, Douglas  Carvalho, Paulo  Adriane
Cenografia e figurinos: Claudio  Benevenga
Iluminação: Anílton Souza
Coreografia: Saionara Sosa
Participação especial: Caio  Prates 
Cenotécnico: Claros  Cenografia
Confecção dos figurinos: Titi Lopes
Programação gráfica: Sandro Ka
Caracterização: Nikki Goulart
Fotos: Gerson de Oliveira
Assessoria de imprensa: Alexandre Böer
Operação de som: Rúbia Esmeris
Produção: Paulo Guerra 
Realização: Cia Halarde de Teatro
Faixa etária: 3 a10 anos
Duração: 55min
ENTRADA FRANCA
4ª MOSTRA DE TEATRO INFANTIL DE PORTO ALEGRE


A COTOVIA E A ROSA (RS)


Data: 30 de setembro
Hora: 20h
Local: Teatro Bruno Kiefer
Ingressos: R$ 15/50% ZH, clientes Banrisul, classe artística, estudantes e idosos

O Núcleo Teatral apresenta A cotovia e a rosa, espetáculo baseado no conto de Oscar Wilde, dia 30 de setembro, às 20 horas, no Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mario Quintana.

Amor, ironia, morte e ingratidão são temas presentes na montagem com direção de José Renato Leão, com Bruno Freitas, Thamiris Abbad e Luiza Sanguanini no elenco.

Comovida com o desespero de um estudante em busca de uma rosa vermelha, única forma de conquistar sua amada, uma cotovia implora às roseiras para que em troca de sua maior doce canção ela obtenha a rosa pretendida. Mas o que ela não sabe é o quanto isso pode lhe custar.
Ficha técnica

Cenografia: Núcleo Teatral
Figurinos: Lucas Pokorski e Núcleo Teatral
Trilha Musical: Hans Zimmer e Lisa Gerrard (pesquisa José Renato Leão)
Iluminação: Cida Machado e José Renato Leão
Fotos: Clay Teixeira e Sandra Both
Maquiagem: José Renato Leão e Núcleo Teatral

TOM ZÉ - TROPICÁLIA LIXO LÓGICO (SP)


Tom Zé se apresenta em Porto Alegre no dia 3 de outubro (Foto: Divulgação)
Dia 3 de Outubro - 21h Auditório Araújo Vianna
O show de encerramento do 19º Porto Alegre Em Cena marcará o reencontro do baiano Tom Zé e o público gaúcho. As entradas para o show do dia 3 de outubro, “Tropicália Lixo Lógico”, do álbum homônimo, começam a ser vendidos na próxima segunda-feira (17).
No espetáculo, Tom Zé fala do Tropicalismo com leveza e paixão. A apresentação mescla canções do movimento com outras que integram o seu repertório, como “Teatro”, “Menina Jesus” e “2001”. Algumas músicas remetem ao cotidiano brasileiro e à urbanidade.
O evento contará com a banda de instrumentistas e vocalistas que acompanha o artista: Daniel Maia, produtor do disco, guitarrista e vocalista; Cristina Carneiro, tecladista e vocalista; Jarbas Mariz, percussionista, violonista, bandolinista e vocalista; Felipe Alves, baixista e vocalista; Ronaldo Bastos, baterista; e Lia Aroeira, cantora.
As entradas podem ser adquiridas por R$ 20 (com desconto de 50% para estudantes e idosos) até o dia 24 na bilheteria da Usina do Gasômetro, pelo site www.ingressorapido.com.br, pelo call center (4003-1212) ou nas Lojas My Ticket (Rua dos Andradas, 1425 e Rua Padre Chagas, 327).
Serviço
O quê: Tom Zé e Banda - Tropicália Lixo Lógico
Quando: Quarta-feira (3), às 21h
Onde Auditório Araújo Vianna (Av. Osvaldo Aranha, s/nº)


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O FEIO (RS)


Dia 22 às 19h30 – Circo Girassol – Leste
DESCENTRALIZAÇÃO- Entrada franca

Eu continuo sendo eu se me vejo como outro? O feio é uma ousada comédia que se propõe a refletir sobre o culto à beleza e a sociedade de consumo – importantes questões da vida contemporânea. Privado do sucesso profissional por ser feio, Lette encontra na cirurgia plástica a solução para ascender socialmente. Uma sequência de fatos, porém, o deixa perdido em indagações acerca de sua própria identidade. A inédita montagem do texto no Rio Grande do Sul marca o início da ATO Cia. Cênica, um coletivo de jovens artistas oriundos da área do teatro e do cinema.
Ficha técnica
Direção: Mirah Laline / Texto: Marius Von Mayenburg / Tradução: Christine Röhrig / Adaptação: O grupo / Elenco: Danuta Zaghetto, Marcelo Mertins, Paulo Roberto Farias e Rossendo Rodrigues / Trilha sonora pesquisada: Mirah Laline / Iluminação: Luciana Tondo e Lucca Simas / Figurinos: Marina Kerber / Cenografia: O grupo / Criação de vídeos: João de Queiróz e Maurício Casiraghi / Operação de vídeos: Maurício Casiraghi / Operação de luz: Luciana Tondo / Operação de som: Manu Goulart / Duração: 90min / Recomendação etária: 16 anos