quinta-feira, 30 de maio de 2013

O REI DA VELA - Comentário Crítico


“O Rei da vela” de Oswald de Andrade é um texto que faz parte da história moderna do teatro brasileiro. Texto enigmático, que começou a escrever em 1933 e editou em 1937, aborda questões que sintetizam a vida de um burguês dentro do sistema capitalista, dentro de um grande painel histórico, político e filosófico, para a criação paródica de “O Rei da vela”. 
O texto manifesta a imensa amargura de Oswald, forçado a percorrer infindáveis escritórios de agiotagem para equilibrar-se financeiramente. Esse seu contato forçado com agiotas foi, provavelmente, a causa da caracterização de um agiota como Rei da Vela. Mas o texto supera a experiência pessoal de Oswald: ele fornece, sem falsas sutilezas, os mecanismos da engrenagem em que se baseia o esquema sócio-econômico do país.
A preocupação de Oswald, por estar tão à frente da época, parecia nem pertencer à realidade do teatro brasileiro. Ligado a questões políticas, investigou a fundo a questão da antropofagia, que radicalizou o modo de pensar no teatro brasileiro.
Tudo isso, para chegar ao espetáculo apresentado pelo Grupo Pode ter inço no jardim, de Canoas, ...

Leia o texto na íntegra no blog OLHARES DA CENA

domingo, 26 de maio de 2013

A FILHA DA ESCRAVA


1883. Porto Alegre no período pré-abolição da escravatura. Ersilia (Caroline Faleiro), uma adolescente negra que vive com seu pai (Leonardo Nunes) e seus avós brancos (Daniel Barcellos e Fernanda Sturmer), tenta descobrir o paradeiro de sua mãe, uma mulher negra ainda cativa (Glau Barros), que presta serviços em sua própria casa, que é impedida por seus donos de revelar a verdade. Carlos (Diego Ferreira), um amigo da família com ideais abolicionistas tenta convencer os amigos a reverter este quadro que envolve o drama da mãe escrava que convive com sua própria filha, sem no entanto poder revelar ser ela sua mãe, para evitar que o estigma da escravidão comprometesse o status social da filha. Alex Gonzaga faz uma participação especial, trazendo a cena a ancestralidade do povo negro. 
Este espetáculo faz parte da disciplina de Encenação Teatral da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, orientada pela professora Jezebel de Carli e tem a direção do aluno Gil Collares. Ainda a equipe conta com a assessoria teórica de Milena Cassal, iluminação de Juliano Canal, figurinos de Gustavo Diestmann e ambientação cênica de Tuane Bessi. 

Dia 03 de Junho - 21h 
Porão da Estação da Cultura - Montenegro
ENTRADA FRANCA 
(Distribuição de senhas 1h antes)


SINFONIA SONHO - Comentário Crítico


O espetáculo “Sinfonia Sonho” é nos apresentado como uma tragédia contemporânea, trazendo a tona uma narrativa que parte do massacre de crianças na Escola Tasso da Silveira, em Realengo e que também dialoga com outros referenciais para a construção da dramaturgia. Em cena, uma criança de nove anos, Kevin (interpretado magistralmente pelo ator Márcio Machado), é tomado pelo desejo de se tornar música, por conta de uma peça teatral que está ensaiando em sua escola. 
A narrativa que parte deste mote, teria muitos motivos para cair ...

Confira este texto na íntegra no blog OLHARES DA CENA

sexta-feira, 17 de maio de 2013

HAMLET


HAMLET
HAMLET
de William Shakespeare
direção de Ron Daniels, com Thiago Lacerda
De 23 a 26 de maio de 2013, de quinta à sábado às 21h e domingo às 18h no Theatro São Pedro

O fantasma do velho rei da Dinamarca à procura de seu filho e clamando por vingança está de volta. A partir de 23 de maio, a tragédia de Hamlet será revisitada por um elenco de 15 atores e com Thiago Lacerda no desafiador papel-título. Depois de uma bem-sucedida estreia em São Paulo, o espetáculo chega a Porto Alegre para curta temporada no Theatro São Pedro. As apresentações acontecem de 23 a 25 de maio às 21h e 26 de maio, domingo, às 18h.

domingo, 12 de maio de 2013

ZUCCOS - Comentário Crítico


“Zuccos” é a adaptação de texto “Roberto Zucco” de Bernard-Mariè Koltès e trás a tona o tema da violência presente na sociedade moderna. O título do espetáculo “Zuccos” no plural, já detona que a cena explorará não apenas o cerne do texto de Koltès, mas toma este como base e amplia as possibilidades de leituras acerca do tema, transformando a cena num grande painel fragmentado que trata da violência de forma nua e crua, mas sem perder a poética e estética.
É a segunda vez que assisti ao trabalho e pude vislumbrar o amadurecimento da proposta inicial, do elenco original apenas uma alteração, a entrada do ator Frederico Vittola, que em minha opinião acrescenta muito ao trabalho. Outro fator que me faz crer que engrandece o trabalho, é a proximidade com o espectador, já que a cena é recheada de signos, de uma estética que requer uma atenção do espectador, ações simultâneas, textos ditos em primeira pessoa, narração, creio que esta aproximação cria uma comunicação maior e direta com o público.
As cenas fragmentadas estão bem amarradas, num fluxo intenso e vivo, assim como a dramaturgia que estabelece uma tensão crescente e potente. A contradição entre o corpo e a palavra é uma qualidade do trabalho, pois não sublinha o que o texto já está dizendo, mas sim propondo outros signos para a encenação. Os diálogos com as lanternas próximos a plateia são ótimos, carregados de intensidade, assim como os depoimentos (reais!) dos atores. A cena com os balões vermelhos é de uma sensibilidade extrema, colocando a mãe no foco da discussão.
O elenco é coeso, intenso e entregue, mas destaco ...

Leia o comentário na íntegra no blog OLHAR(es) DA CENA.

domingo, 5 de maio de 2013

PADOX DANS LA CITÉ - Comentário crítico




O que é ser Padox? Padox é ser estranho e belo ao mesmo tempo. É exótico e tenro. Padox através de um trajeto pelo Parque Farroupilha, levou os transeuntes a acompanharem seus movimentos sutis e encantou quem estava por lá.  São criaturas, com corpos desproporcionais, e um rosto que remete ao passado, aos ancestrais, a outro mundo. As figuras interagem ...

Para ler o comentário na integra acesse oOLHARES DA CENA blog 

VIDA ALHEIA - Comentário crítico


Assistir “Vida Alheia” dentro do projeto Novas Caras da Prefeitura foi uma grata surpresa. Trata-se de um espetáculo simples em sua essência, porém muito potente em sua realização. 
Os méritos do projeto começam na escolha do Grupo Artes e Letras, que tem quinze anos de existência, em levar aos palcos grandes clássicos da literatura. E neste projeto Arthur de Azevedo foi à escolha, onde a cena estruturou-se através de cenas curtas que tem em comum, uma série de personagens e tipos que possuem o hábito de falar da vida alheia da sociedade onde vivem. E Arthur através disso constrói um texto embasado para criticar os costumes cariocas da época. 
A encenação parte do pressuposto de que o menos é mais, economiza nos cenários, utilizando apenas duas cadeiras e poucos objetos, para potencializar o trabalho dos atores. Os figurinos de J. Alceu são muito bem elaborados, e condizentes com a proposta de construir um teatro de época, além de belo, auxiliam muito na construção das figuras e personagens. A iluminação é simples e está a serviço da cena. 
Direção e elenco são os grandes responsáveis pelo sucesso desta peça, pois o diretor conseguiu ... 

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quarta-feira, 1 de maio de 2013

DESTAQUES DO PALCO GIRATÓRIO 2013!

Semanas atrás fui no lançamento da edição do Festival Palco Giratório Sesc RS deste ano e pude ter em mãos o catálogo da edição completa. Este ano a programação está farta, diversa e tem espetáculos para todos os gostos. Espetáculos de teatro, dança e circo, assim como oficinas de desenvolvimento artístico-cultural, tomarão conta dos mais variados espaços da Capital gaúcha, entre os dias 3 e 28 de maio, com o 8º Festival Palco Giratório Sesc/POA. 
O grande homenageado desta edição é o Ilo Krugli, mentor do Teatro Ventoforte, grupo paulista que existe há quase 40 anos. 
Na programação tem destaques que estiveram na edição passada e que merecem serem revistos ou conhecidos como "O filho eterno" com a Cia Atores de Laura e o espetáculo "Luis Antonio-Gabriela" da Cia. Mungunzá que arrasou corações quando passou pelos palcos gaúchos.  Outra presença marcante é a do ator Guido Campos Correa com seu espetáculo "Boi" dirigido por Hugo Rodas. Já a Armazém Cia. de Teatro, umas das mais respeitadas do Brasil trás neste ano seu mais recente trabalho "A marca da água" , com certeza um grande momento do festival, imperdível!!! "Ausência" da Cia. Dos à Deux trás Luis Melo num trabalho de entrega corporal e merece destaque. "Cachorro Morto" da Cia. Hiato é outra grande aposta pela pesquisa que vem desenvolvendo acerca de questões da sociedade. Outro destaque é o espetáculo "Maravilhoso", um espetáculo idealizado pelo ator Paulo Verlings (ator de "Rebú") e que trás a direção de Inez Viana e um elenco de destaque. Cacá Carvalho merece atenção em seu "Um nenhum cem mil" baseado em Pirandello. "Popcorn" trás Jô Bilac, o dramaturgo sensação dos últimos anos, neste trabalho além da função de dramaturgo assume a direção e por isso merece atenção. 
Dentre os espetáculos gaúchos presentes no festival, indico todas, sem exceções, pois os espetáculos presentes são um recorte do atual teatro gaúcho, destaque para a mostra do Grupo Ato Espelhado e a estreia do Teatro Sarcáustico. 
Outro destaque é o 14º Simpósio da Internacional Brecht Society, que está integrada a programação.
Os ingressos já estão a venda e maiores informações estão disponíveis no site do SESC RS

terça-feira, 30 de abril de 2013

JOGANDO LIMPO (RS)

JOGANDO LIMPO

Sextas e sábados às 21h e domingos às 19h.,

Nos dias 05, 06, 07 de abril, 03, 04, 05 de maio, 31 de maio, 01 e 02 de junho.
TEATRO NILTON FILHO 

É um campeonato de improvisações onde o público coloca em urnas um título e um lugar, que serão sorteados na hora para que cada grupo improvise, após o público irá votar qual dos dois grupos melhor solucionou o que foi determinado pelo juiz, vindo assim a pontuação que determinará o vencedor.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

FALA COMIGO DOCE COMO A CHUVA (RS)



07, 14, 21 e 28 de maio
Sala Álvaro Moreyra
Terças às 20h
Entrada Franca 

Em um universo onde predomina os valores materiais, a ascensão social e a aparência em detrimento do indivíduo, um casal se encontra em uma manhã de chuva. Esses indivíduos não se adéquam a esses valores e acabam por serem discriminados, estando à margem da sociedade, completamente isolados e desumanizados, incapazes de sustentar qualquer relação intersubjetiva. Entre eles não há sonhos, esperanças, alentos, só a chuva... que traduz a melancolia que perpassa as suas almas.

Ficha Técnica
Elenco:
Fernanda Petit e Ander Belotto
Direção e Dramaturgia:
Matheus Melchionna
Orientação Teórica:
Inês Marocco
Figurinos, Cenário e Trilha Sonora:
Matheus Melchionna, Fernanda Petit e Filippi Mazutti
Iluminação:
Lucca Simas
Direção Audiovisual:
Guilherme Pires
Textos:
Tennessee Williams, Jéssica Lusia, Fernanda Petit e Rihanna
Projeto Gráfico:
Gustavo Susin
Produção:
Viviane Falkembach

domingo, 28 de abril de 2013

DOMÍNIO PÚBLICO - Comentário Crítico



Ousadia ao pé do ouvido
Ao participar da performance “Domínio Público, refleti sobre as várias questões relacionadas ao ato teatral, esta forma de expressão tão importante para o homem desde seus primórdios, dentro de um campo artístico, tão vasto e complexo. Sua função social tem sido constantemente redefinida, mas desde muito antes de nossa era até hoje, nunca deixou de existir. Existe no homem algum impulso que necessita deste instrumento de diversão e conhecimento. Definir teatro é algo muito difícil, já que seu significado transforma-se junto com a sociedade na qual se insere. Também conjeturar como fazer teatro não é fácil, uma vez que essa forma de arte reveste-se de infinitas maneiras de apresentar-se. 
As premissas do acontecimento teatral partem do seguinte pressuposto: Um espaço, um homem que ocupa esse espaço, outro homem que o observa. Entre ambos, a consciência de uma cumplicidade. O primeiro mostra um personagem e um comportamento deste personagem numa determinada situação, enquanto que o segundo sabe que tem diante de si uma reprodução, improvisada ou previamente ensaiada, de acontecimentos que imitam ou reconstituem imagens da fantasia ou da realidade. O primeiro é movido por um “impulso criativo” que incorpora emoção e razão. O segundo assiste passiva ou ativamente, numa cerimônia que faz fugir da própria realidade para o mergulho num universo de encantamento ou ilusão, ou ao contrário, aprofunda o conhecimento lúcido e crítico da própria realidade e dos fenômenos que o cercam.
E “Domínio Público” faz repensar o modo como encaramos a espetacularidade, principalmente num espaço público. A performance é um grande jogo onde o público transforma-se em protagonistas da ação, através de fones de ouvidos distribuídos a alguns privilegiados, enquanto outros espectadores assistem a ação daqueles que estão sendo guiados por instruções dadas ao pé do ouvido. 
Confira a íntegra deste comentário no blog OLHAR(es) DA CENA.


O REI DA VELA (RS)


O inescrupuloso agiota Abelardo I é dono de uma fábrica de velas que ganha um tostão a cada morto brasileiro. Seu novo negócio é o casamento arranjado com Heloísa de Lesbos, a filha de um decadente barão do café,  que poderá fazê-lo entrar para a alta sociedade em troca do favor de tirar a família da falência. Todo esse jogo corrupto por poder está ainda a serviço de um tenaz Americano.
Direção João Máximo
Elenco Bruno Prandini, Duli Borges, Eduarda G. Máximo, Elisama Porte, Janete Costa, Jéssica Rodrigues, João Máximo, Joise Pirolli, Lucas Gheller, Luís Henrique Ponsi, Raquel Amsberg.
Produção Bruno Prandini
Projeto Gráfico Lucas Gheller     
Figurinos Maria Prandini
Iluminação Grupo CARAPATICUM

01, 08, 15, 22 e 29 de maio

Teatro de Câmara Túlio Piva
Quartas às 20h
Entrada Franca


ARY BARROSO - DO PRINCÍPIO AO FIM


ARY BARROSO
Do princípio ao fim, com Diogo Vilela
De 03 a 05 de maio de 2013, sexta e sábado às 21h e domingo às 18h no Theatro São Pedro
Depois de se aventurar na pele de ícones da MPB como Cauby Peixoto e Nelson Gonçalves, Diogo Vilela encarna o compositor de “Aquarela do Brasil” no espetáculo “Ary Barroso — Do princípio ao fim”, em que faz seu début como autor.

— É uma biografia teatralizada vivenciada por seu protagonista como o grande testemunho dos fatos — explica Diogo, que também assina a direção do musical. 


Tempo de Duração: 150 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos
Texto e direção: Diogo Vilela
Elenco: Diogo Vilela, Ana Baird, Alan Rocha, Marcos Sacramento



sexta-feira, 26 de abril de 2013

SIMBÁ - O MARUJO (MG)



TRUPE DE TRUÕES – UBERLÂNDIA (MG)
60 minutos
Teatro infantojuvenil
Livre para todos os públicos
30 de Abril - 15h 
Ginásio Domingos dos Santos
Parque Centenário - Montenegro-Rs

Simbá é um marujo que se alimenta de aventuras. Sua casa é o mar. Com sua perspicácia, consegue se safar de diversas situações adversas: explora reinos fantásticos; enfrenta monstros, ilhas-peixe, aves e serpentes gigantescas, rituais macabros e elefantes inteligentes; descobre novos horizontes. Sua paixão pelas peripécias faz com que sua história adquira um tom cíclico em um eterno retorno ao mar. Simbá é o equilíbrio das técnicas de teatro de objetos, acrobacia, sombras e ressignificação do corpo do ator, amalgamadas para se contar essa história de modo leve e divertido, a qual nosso público se acostumou.

Texto original Edson Rocha Braga
adaptação dramatúrgica Amanda Aloysa, Getúlio Góis, Juliana Nazar, Maria De Maria, Paulo Merisio, Ricardo Augusto e Ronan Vaz
direção Paulo Merisio
elenco Amanda Barbosa, Lais Batista, Maria De Maria, Ricardo Augusto, Ronan Vaz e Thiago di Guerra/ stand-in Amanda Aloysa, Welerson Filho e Getúlio Góis
/cenário Paulo Merisio
/figurino Getúlio Góis
/ maquiagem Trupe de Truões
/trilha sonora Trupe de Truões
/design de luz Marcos Prado
/técnico de luz Ronan Vaz
/operador de som e luz Wesley Nunes
/produtora Amanda Aloysa
A Trupe de Truões surgiu em 2002 e é formada por egressos do Curso de Teatro da Universidade Federal de Uberlândia. O grupo possui duas linhas principais de pesquisa em suas montagens: a primeira focada no teatro sem barreiras etárias; e a segunda, associada a pesquisas no teatro para adultos com foco no gênero melodramático. A Cia. é Ponto de Cultura desde 2008, com uma sede em Uberlândia (MG) que atendeu mais de 400 artistas desde 2009.

MOMO (RS)

exercício cênico:   MOMO em Porto Alegre/RS
Dia 30 de abril - 20 h
Mezanino da Usina do Gasômetro
ENTRADA FRANCA
Quando chega fevereiro o baile de gala da cidade é surpreendida pela renuncia do Rei Momo. Instaura-se um concurso para eleger um novo ocupante do cargo. Quatro candidatos são apresentados. Cada um traz junto consigo um pouco da história do Brasil. 

"Liberdade não se tira na sorte! De seu grito também! Vem, vem, vem, vem! (Momo)

Exercício Cênico criado na Oficina de Teatro em Avanço para o poder popular da Cambada de Teatro. 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

FUTEBOL, NOSSA PAIXÃO (RS)


Dia 28 de abril - 14h
Praça Usina do Gasômetro (Estacionamento)
Teatro de Rua - Gratuito
A Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta FavelA...apresenta a peça para teatro de rua ''Futebol, Nossa Paixão: Para falar sobre política, futebol e religião!'' uma livre adaptação do texto ''Corinthians, meu Amor'' de César Vieira. 
  A peça aborda as expectativas e consequências da vinda da copa do mundo para o Brasil, em 2014. Este mega evento, que já está desalojando milhares de famílias de diversas vilas de Porto Alegre e de outras cidades do Brasil que também serão sedes de jogos da Copa.
Hoje em Porto Alegre já é possível perceber a implantação de um ''toque de recolher'' que está fechando diversos bares no bairro Cidade Baixa, qualquer tipo manifestação popular já está sendo duramente reprimida. Este é só o início da implantação de uma limpeza urbana que se tornará cada vez mais repressiva a medida em que se aproxima a vinda da Copa do Mundo. Seguem, abaixo, algumas fotos da estreia de ''Futebol, Nossa Paixão: Para falar sobre política, futebol e religião!''



segunda-feira, 22 de abril de 2013

GESTOS E RESTOS (RS)



26 e 27 de Abril - 20h
Teatro do Sesc Porto Alegre

“Gestos e Restos” é o espetáculo-solo de Diego Esteves, que  mescla malabarismos, equilíbrios, acrobacias, dança contemporânea, texto e música experimental. A obra por meio do movimento e poucas palavras trata da questão: o que pode um corpo? Ela parte do preceito de que os sujeitos se portam de acordo com o lugar e as funções que assumem na sociedade, para pensar nos restos como as possibilidades imanentes a este ser. 

Concepção, direção e atuação Diego Esteves
Orientação cênica Paulo Guimarães
Coreografias Diego Esteves e Paulo Guimarães
Trilha original Yanto Laitano
Cenografia Diego Esteves e Karla Dufech
Figurino Maisa Stolz e Mônica Kern
Produção Ana Luiza Ferreira e Mônica Marin
Orientação de percussão Anderson Amaral

quinta-feira, 18 de abril de 2013

PARA SEMPRE: POESIA!

Espetáculo teatral, promoção do Arte SESC através do Circuito Universitário UFRGS. ENTRADA GRATUITA, mediante retirada de senhas no Sesc Montenegro. Teatro Therezinha Petry Cardona, classificação 16 anos. QUINTA FEIRA, 25/04/13, ÁS 20H.

PARA SEMPRE: P O E S I A!
Uma história real e tragicômica de amor, loucura e arte

José, após ter sido preso pela ditadura militar e herdado desta experiência grave sofrimento psíquico, escolhe a arte como afirmação da vida e com esta escolha, conquista uma incansável companheira. Seli, artista plástica inconformada e bonequeira vibrante, passa a tomar, junto a ele, doses diárias da seguinte decisão: Apesar de tudo, Poesia! Da união deste atormentado e criativo casal nasce Rita, que vem agora, neste poético e tragicômico monólogo, transpor para a cena poemas da autoria de seu pai, além de textos próprios e obras de sua mãe. A atriz lança-se num diálogo entre vida e arte, trazendo à cena episódios marcantes da vida de seus pais, servindo-se de vídeos, depoimentos, interpretação de personagens e teatro de bonecos voltado ao público adulto.

Ficha técnica

Concepção e Texto: Rita Maurício (com poesias de José Luiz Maurício)
Elenco: Rita Maurício
Direção de remontagem: Mirah Laline
Criação e confecção de bonecos: Seli Maurício
Vídeos: Rita Maurício, Márcia Rosa e Roberto Ruchiga
Iluminação: Luciana Tondo
Figurinos: Rita Maurício, Sérgio Stein e Mirah Laline

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O MENINO DO DEDO VERDE (RS)



Dias 18 e 19 de Abril - 10 h e 15 h
Ginásio Domingos dos Santos
Parque Centenário - Montenegro

O Menino do Dedo Verde é uma adaptação do livro homônimo, de Maurice Druon, para o teatro. Ele conta a história de um menino, chamado Tistu que, definitivamente, não é como todo mundo. Tistu tem a difícil missão de desafiar as idéias pré-concebidas da sua época - uma época conturbada pelas guerras, num mundo industrializado e movido pelo comércio.  Filho único de um brilhante fabricante de armas, pré-alfabetizado em casa por sua mãe e vivendo numa bela e rica casa, não se podia esperar tanta confusão na vida dessa criança! Para começar, ele não consegue ficar na escola. Em seguida, tendo aulas com o jardineiro, descobre que possui o raro poder de fazer florescer, em segundos, qualquer semente, em qualquer lugar – só com o toque de seus polegares! O melhor é manter segredo... Aprendendo que, para além de sua casa, há presídios, favelas, doenças e guerras, Tistu percebe que esses males estendem-se até sua casa, família e amigos. Apesar de tão jovem, ele sabe muito bem o que deve fazer e seus polegares não têm mais sossego, levando o poder de transformação das flores a provocar as mais inusitadas situações!

Elenco: Ana Marques, Giancarlo Camargo, Guto Pasini e Tarso Olivier Heckler.
Direção: Marcio Bernardes.
Adaptação: Yulo Cezzar (texto adaptado do livro homônimo de Maurice Druon).
Cenários, adereços e bonecos: Patrícia Preiss e Maira Coelho.
Figurinos: Elizabeth Mânica. 
Direção musical: Tarso Olivier Heckler.
Produção e projeto: A.G.Empreendimentos Sociais e Culturais Ltda. – ME.
Realização: Grupo Ritornelo de Teatro.


Confira a crítica do espetáculo no blog Olhar (es) da Cena.

domingo, 14 de abril de 2013

ANALU E AS CONFUSÕES NO MUNDO DA IMAGINAÇÃO (RS)


Crianças de Porto Alegre poderão se aproximar um pouco mais do mundo da fantasia neste mês de abril. Numa parceria entre a Cia Corpo em Cena e o Sesc, acontecem em Porto Alegre atividades especiais para celebrar o Dia Nacional da Literatura Infantil. 

Sessões do espetáculo “Analu e as Confusões do Mundo da Imaginação” fazem parte da programação dos próximos dias.

Analu é uma menina que gosta muito de ler e acredita em contos de fadas. Esta é a personagem central do espetáculo “Analu e as Confusões do Mundo da Imaginação”, que estará em cartaz no Teatro do Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665) em Porto Alegre, nos dias 17 e 18 de Abril às 15h.

A peça, do grupo Cia Corpo em Cena, apresenta a história da menina provocada pelo seu colega Diego, que insiste em chamá-la de boba por acreditar na fantasia. Mas algo inesperado acontece e Diego, por uma ironia do destino, acaba comprovando com seus próprios olhos que tudo é possível no Mundo da Imaginação. 

Direção: Eugênio Moreira

Texto: Gabrielli Fernandes e Suka Rodriguez

Elenco: Aline Roehrs, Douglas Cruz, Eugênio Moreira, Gabrielli Fernandes e Suka Rodriguez

Iluminação/Som: Lucas Furno

Composições originais: Suka Rodriguez e Aline Roehrs

Figurino: Gabrielli Fernandes

Fotos: Thieli Viana

Cenografia: Cia Corpo em Cena

Realização: Cia Corpo em Cena

www.facebook.com/ciacorpoemcena


Informações sobre estas e outras atividades culturais e de estímulo à qualidade de vida promovidas pelo Sesc na Capital podem ser obtidas pelo fone (51) 3284-2070.
Saiba mais em www.sesc-rs.com.br. 

Programação:

Espetáculo “Analu e as Confusões do Mundo da Imaginação”
Quando: 17 e 18/04
Horário: 15h 
Local: Teatro Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665) 

A TRILOGIA TEBANA (RS)




quinta-feira, 11 de abril de 2013

HISTÓRIAS DO CIRCO SEM LONA (Canoas/RS)


Sinopse: O espetáculo mostra as artimanhas de três palhaços “sem eira, nem beira”, que não têm muitos dotes e precisam encontrar uma forma de ganhar a vida e conquistar o pão de cada dia. A encenação reflete, através da alegoria e da linguagem do palhaço, a dura vida de quem precisa trabalhar para sobreviver dia após dia e mesmo assim encontra subterfúgios para escapar das pressões cotidianas e se contrapor à tristeza do mundo.

Gênero: Teatro de Rua

13 abril – 15h – Humaitá/Parque Mascaranha De Moraes

O Grupo TIA (Teatro Ideia Ação) foi fundado em 2004 e tem como proposta um teatro experimental, de intervenção social, onde se possa pesquisar e descobrir formas desse “fazer teatral”.

FICHA TÉCNICA
Texto: O grupo
Direção: Marcelo Militão
Elenco: Marcelo Militão, Mariana Abreu e Gildo Joaquim
Figurinos e Maquiagem: Mariana Abreu
Adereços: O grupo e Denise Ayres
Música: O grupo e Felipe Nunes
Produção: Paula Lajes
Duração: 50 minutos
Faixa Etária Recomendada: Livre

O TEATRO DE CAIXA (Porto_Alegre/RS)


Sinopse: Espetáculo de Teatro de Figuras na rua, trata de pequenos encontros da vida, enquanto Valentin, o contador de histórias, relata as aventuras vividas em busca da verdade sobre suas próprias histórias.

Gênero: Teatro de Figuras na Rua

13 abril – 10h – Restinga/Av. Macedônia S/Nº

Rudinei Morales é ator, cenógrafo e diretor há mais de 10 anos. Em 2011 passou a formar seu próprio repertorio dentro do universo do Teatro de Animação, mantendo pesquisa permanente sobre o Teatro de Objetos e o Teatro de Figuras, valendo-se do teatro de rua como meio de popularizar seus projetos.

FICHA TÉCNICA
Direção e Figurino: Liane Venturella
Texto, Atuação, Produção, Ilustrações e Cenografia: Rudinei Morales
Trilha Sonora: Álvaro Rosacosta
Fotografia: Fábio Zambom, Leon Federico Kiran, Gabriela Argenta e Rafael Pires
Produção de Vídeo: Michelangelo Barbosa
Dubladores: Heinz Limaverde, Miriã Possani e Rafael Rossa
Orientação Cenográfica: Ana Medeiros
Traduções: Roger Altnetter
Duração: 60 minutos
Faixa Etária Recomendada: Livre

quarta-feira, 10 de abril de 2013

AYÊ (Porto_Alegre/RS)


Sinopse: Ayê”, terra na língua Yorubá, é um convite ao reconhecimento e celebração das raízes afrodescendentes rio-grandenses. Um povo e sua terra: a trajetória de luta e resistência do primeiro quilombo urbano titulado do Brasil, o Quilombo da Família Silva.

A peça estreou em setembro de 2012, ocupando espaços públicos abertos como praças e parques, antigamente ocupados pela população negra antes de seu deslocamento forçado para regiões periféricas da cidade de Porto Alegre.

Gênero: Teatro de Rua

13 abril – 18h – Bairro Três Figueiras/Praça Paris – Rua Valdir Antônio Lopes, 52

FICHA TÉCNICA
Direção: Júlia Rodrigues e Thiago Pirajira
Elenco: Diego Machado, Julia Ramos, Kaya Rodrigues, Lucia Clemente e Pâmela Amaro
Trilha Sonora: Ricardo Pavão
Cenário: Juliano Rossi e Margarida Rache
Figurinos: Létz Pinheiro e Luise Brolese
Iluminação: Bathista Freire
Preparação vocal: Francis Padilha
Arte gráfica: Danilo Oliveira
Produção: Diana Manenti e Lolita Goldschmidt
Duração: 60 minutos
Faixa Etária Recomendada: Livre

BLOCO DA LAJE (Porto_Alegre/RS)


Valendo-se do conceito da antropofagia para constituir sua linguagem, o grupo resulta em um bloco teatralizado – já que é composto por artistas e simpatizantes do carnaval de rua – inspirado na cultura popular na composição de seus jogos e canções. Tal estrutura permite a formulação de um produto cultural híbrido, que transita em diferentes segmentos da cultura. O conceito “Laje” considera mais a criatividade do que o luxo, mais a beleza do artesanal do que a beleza pré-fabricada e padronizada. Assim, os próprios participantes do Bloco são autores de seus figurinos: o grupo recicla tecidos, objetos, doações de grupos de teatro e adereços levados pelos próprios integrantes.

Gênero: Parada Cênica-musical

12 abril – 18h – Rua dos Andradas/Esquina Democrática/Viaduto da Borges de Medeiros

terça-feira, 9 de abril de 2013

JOÃO PÉ DE CHINELO (Porto_Alegre/RS)


Sinopse: O universo de João Pé-de-chinelo, um papeleiro que vive nas ruas, praças e parques com seu carrinho catando materiais recicláveis na busca de sobrevivência e sustento da família é o fio condutor da peça . João é mais um trabalhador fruto do êxodo rural que procura reagir com dignidade diante das mazelas dos grandes centros urbanos.

Gênero: Teatro de Rua/Comédia

13 abril – 16h – Lomba do Pinheiro/Vila Panorama

Com treinamentos calcados no trabalho do ator e na encenação, o grupo Manjericão, de 1998, vivencia as diferentes técnicas e linguagens do teatro: teatro de máscaras, o clown e a Commedia Dell’arte.

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia e Assistência de Direção: Anelise Camargo Garcia
Atuação e Direção: Márcio Silveira
Cenário, figurinos, adereços e maquiagem: Anelise Camargo e Márcio Silveira
Sonoplastia: Márcio Silveira
Duração: 45 minutos
Faixa Etária Recomendada: Livre

A SERPENTINA OU MEU AMIGO NELSON (Porto_Alegre/RS)


Sinopse: Inspirado na última peça de Nelson Rodrigues, “A Serpente”, a peça ganhou tom farsesco e tem como referência o universo do Carnaval. Conta a história das irmãs Guida e Lígia: enquanto Guida é feliz com seu esposo, Lígia vive a decepção de um casamento infeliz. A fim de ajudar a irmã que pensa em morrer, Guida lhe oferece seu próprio marido para que passem uma noite juntos. Depois desse fato, que acontece numa noite de Carnaval, nada será como antes.

Gênero: Teatro de Rua

12 abril – 17h – Rua da Praia/Gêneral Câmara
13 abril – 11h – Assunção/Praça Assunção
14 abril – 12h – Brique da Redenção/José Bonofácio

O grupo Pindaibanos nasceu em Porto Alegre, no ano de 2008, como acadêmicos do curso de Teatro, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O grupo focou-se na pesquisa sobre o trabalho do ator, na ocupação de espaços alternativos para encenação e na elaboração de dramaturgia própria.

FICHA TÉCNICA
Direção: Evelise Mendes
Elenco: Alexandre Borin, Evelise Mendes, Fabiana Santos, Gyan Celah, Létz Pinheiro, Marcelo Pinheiro, Tefa Polidoro
Orientação Musical: Pâmela Amaro e Rafael Salib
Produção: Evelise Mendes, Fabiana Santos e Tefa Polidoro
Realização: Grupo Pindaibanos
Duração: 60 minutos
Faixa Etária Recomendada: 16 anos

segunda-feira, 8 de abril de 2013

GEOCOREOGRAFIA: CIDADE NÃO VISTA (Porto_Alegre/RS)


Sinopse: As escadarias são espaços de visibilidade privilegiada pela sua estrutura arquitetônica e muitas vezes tornam-se esquecidas pela comunidade, consideradas “lugares invisíveis”. Ao “invadir” esse espaço e torná-lo visivelmente produtivo, o olhar do artista e do espectador é direcionado para a possibilidade do fazer artístico dentro do seu cotidiano, aproximando a arte, a região e a comunidade, ampliando o que pode ser “espaço cênico” dando outro significado ao palco.

Parceria do Teatro Geográfico com o coreógrafo Diego Mac, incluindo grupos teatrais convidados, agrega mais de quarenta atores para realizar o espetáculo GEOCOREOGRAFIA: Cidade não vista.

Gênero: Performance

12 abril – 18h30 – Viaduto da Borges de Medeiros

FICHA TÉCNICA

Direção: Diego Mac e Tatiana Vinhais
Elenco: Teatro Geográfico – Carolina Kern, Danuta Zaghetto, Diego Bittencourt, Fabrizio Gorziza, Francine Kliemann, Frederico Vasques, Lucas Sampaio, Pablo Damian e Yuri Niederauer. Grupos Convidados – Barraquatro, Depósito de Teatro,  GRUPOJOGO, Teatro Sarcáustico, Santa Estação, Teatro Porcos com Asas, Vai! e outros
Participações Especiais: Jezebel De Carli e Roberto Oliveira
Produção: Luísa Barros
Assistente de Produção: Diego Bittencourt
Duração: 60 minutos
Faixa etária recomendada: Livre

MANHÃ (DF)



11,12 e 13 de Abril - 20h
Teatro do Sesc - Porto Alegre

O espetáculo “Manhã”, através de uma linguagem poética e intimista, fala das relações humanas, o modo como lidamos com o mundo à nossa volta e como convivemos e encaramos as nossas transformações, conquistas pessoais e a nossa postura em relação a temas antigos como o amor e a felicidade. Estas questões remetem àquele outro tema ainda maior, o de se ser humano, que o Grupo Domo sempre retoma em suas montagens sob os mais diversos prismas e óticas.

“Manha” trata da constante tensão entre o nosso mundo interior e o mundo exterior, entre o “eu” e “o outro”, entre a vida como aspiramos e o mundo como se apresenta. Esse circuito interior-exterior tem como ponte de ligação um homem comum e suas relações (incluindo visões contemporâneas sobre relações homo afetivas), uma pessoa com sua rotina de todo-dia, que trabalha, que tem amigos, que tem desafetos, que tem salário, que se vê frente às supostas evoluções de moral e tecnologia de nossa sociedade, e de repente, em um momento de epifania, observa a si mesmo em busca de um sentido para sua própria vida. 
A peça se passa em um pequeno apartamento, onde o protagonista vive um relacionamento que há muito tempo está em conflito. A comunicação entre os dois, saturada pelo cotidiano, pouco ocorre na forma verbal, mas ambos expressam de forma física e gestual todo o complicado processo emotivo que vivenciam.
Todo o movimento da peça se passa durante um período de doze horas (a peça terá cerca de duas horas), o fim de um dia, até o começo de outro (numa simbologia de renovação constante, de mudanças que, querendo ou não, estamos todos expostos), até o amanhecer, que traz a Luz renovada, a claridade e a possibilidade de fazer e ser o novo.

O espetáculo “Manhã” representa uma iniciativa do Grupo Domo de levar ao palco os frutos de suas pesquisas e ao mesmo tempo vem dar continuidade a linha de produção de espetáculos autorais e reflexivos, pela montagem de textos inéditos, escritos por integrantes do Grupo Domo.

Ficha Técnica

Direção/ Texto: André Garcia
Elenco: André Garcia; João Gabriel Ferreira; Leudo Lima; Guilherme Victor
Assistente de Direção: Leudo Lima
Preparação Corporal/ Coreografia “Meteoros”: Márcia Almeida
Cineasta: José de Campos
Diretor de Fotografia (vídeos): Rafael Morbeck
Animação Digital: Fernando Nisio
Direção de Produção: Leudo Lima
Iluminação: Lina Borba
Cenários/ Figurinos: André Garcia



ZUCCOS (RS)

Foto: Gabriel Ditelles


02, 09, 16, 23 e 30 de abril
Sala Álvaro Moreyra
Terças às 20h
Entrada Franca


Inspirado na peça Roberto Zucco, de Bernard-Marie Koltès, o espetáculo reflete sobre um dos comportamentos mais arraigados à natureza humana: a violência. Através de uma linguagem contemporânea – que se utiliza de um enredo fragmentado, da inserção da performance art, de projeção de vídeos – o espetáculo pretende levar ao palco uma abordagem provocativa acerca de como as sociedades humanas estão absolutamente calcadas sobre princípios violentos.
Elenco Aline Jones, Anna Júlia Amaral, Catharina Cecato Conte, Frederico Vittola e Isadora Pillar
Direção coletiva
Orientação Adriane Motolla
Trilha Sonora executada ao vivo Flavio Aquino
Operação de luz Silvana Rodrigues
Iluminação Aline Jones
Produção Catharina Cecato Conte


FALA COMIGO DOCE COMO A CHUVA (RS)

Um jovem casal, encerrado em um quarto no auge do verão, ouve o som da chuva. O desejo de bebida para amenizar o calor só é menor do que a intensidade de ambos em falar, mas não necessariamente um com o outro. A comunicação entre eles não aproxima, ao contrário, distancia. A peça nos aproxima de um universo humano, demasiado humano.
Tennessee Williams (1911-1983) foi um dramaturgo norte-americano, vencedor de vários prêmios e considerado um dos maiores escritores do século XX. Entre suas obras mais conhecidas destaca-se Um Bonde Chamado Desejo. As principais características do seu texto são apresentar personagens em constante conflito entre a realidade e a fantasia, tons autobiográficos e criticar a sociedade de sua época, que, segundo ele, seria dominada pela hipocrisia e por uma falsa moral.

Data - Horário:
03/04/2013 - 12:30 e 19:30
10/04/2013 - 12:30 e 19:30
17/04/2013 - 12:30 e 19:30
24/04/2013 - 12:30 e 19:30
Local: Sala Alziro Azevedo (Av. Salgado Filho, 340)



FICHA TÉCNICA:

Texto: TENNESSEE WILLIAMS
Direção: MATHEUS MELCHIONNA
Atuação: FERNANDA PETIT e ANDER BELOTTO
Orientação: INÊS MAROCCO
Fotos: JÉSSICA LUSIA
Agradecimentos: ELISA HEIDRICH, DI NARDI e ANNA JÚLIA AMARAL
Espetáculo originado na disciplina de COMPOSIÇÃO CÊNICA

Maiores informações no BLOG do TPE.


domingo, 7 de abril de 2013

FUTEBOL NOSSA PAIXÃO (Porto_Alegre/RS)


Sinopse: A peça aborda a vida de personagens populares, moradores de uma favela. Apaixonados por futebol, têm suas vidas mudadas a partir da vinda da Copa do Mundo de Futebol em 2014, tanto pela expectativa de ver o jogo com seus próprios olhos quanto pelas mudanças que vão ocorrendo no país e na cidade.

Gênero: Teatro de Rua

12 abril – 17h – Rua da Praia/Esquina com Marechal Floriano
13 abril – 15h – Santa Tereza/Rua Xavier da Cunha
14 abril – 10h – Brique da Redenção

A Cambada de Teatro, que se autodenomina anarquista, surge em 2008 com uma intervenção cênica e segue a linha do teatro de Agitação e Propaganda.

FICHA TÉCNICA
Atuação: Ana Eberhardt, Danielle Rosa, Elisa Carbonel, Gil Santos, Kacau Soares, Pacha Carbo Junqueira, Robson Reinoso e Sandro Marques
Equipe Técnica e Contrarregagem: Felipe Fleischer, Rodrigo Brizolla e Roger Ribeiro
Texto: Livre adaptação de “Corinthians, meu amor” de César Vieira 
Máscaras, Músicas, Figurinos, Adereços, Direção, Produção e Criação: Criação Coletiva da Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela
Confecção de Figurinos: Eloisa Cônsul
Confecção da Favela: Muralha Rubro Negra
Duração: 60 minutos
Faixa Etária Recomendada: Livre

TUDO PODE DAR CERTO - Comentário Crítico


Tudo Pode Dar Certo dirigido por Catharina Conte, abriu a programação do projeto Novas Caras da Coordenação de Artes Cênicas. Baseado no filme Whatever Works, de Woody Allen a peça traz a história de Boris, um intelectual amargurado com o mundo em que vive, sem esperança nos seres humanos e na sociedade, que tem sua rotina alterada com a visita de uma jovem vinda do interior, fugindo da clausura retrógrada de seus pais, católicos fervorosos. Percebendo sua fragilidade, Boris permite que ela fique no apartamento por alguns dias. Ela se instala e, com o passar do tempo, não aparenta ter planos de deixar o local. Até que um dia lhe diz que está interessada nele.  A partir desta premissa, muitas histórias vêm à tona, dentro deste espetáculo que é resultado de uma oficina de iniciação ministrada pela diretora, na escola da Cômica Cultural, escola responsável pela formação de uma geração de atores na cidade. Enquanto primeira experiência, o espetáculo alcança um resultado satisfatório, demostrando que a maioria destes alunos/atores iniciou suas atividades na arte teatral com o pé direito. 
E estar participando de um projeto como este, dá visibilidade ao trabalho, o que possibilita receber uma critica já no primeiro trabalho, e isto pode ser ruim, dependendo de cada ator, mesmo a crítica sendo positiva ou negativa. No caso positivo, pode levar ao ator a acomodar-se e achar que é um grande ator, se inflamando e deixando de buscar formação, e no caso de uma crítica negativa, de desestimular o aluno em sua busca teatral, o que não é o caso aqui, que vem apenas para comentar e através disto trocar ideias sobre o espetáculo apresentado. 
O trabalho em sua essência é simples, sem grandes cenários e figurinos, e se estrutura através da presença dos atores, que se esforçam para seguir as marcas da cena, que são limpas e claras. A proposta abusa dos clichês, mas que dentro da proposta é bem aproveitado. 
A encenação divide o número de atores em aproximadamente cinco personagens: Boris, a jovem e seus pais e mais alguns personagens que se colocam na ação em forma de revezamento, permitindo que cada ator tenha a oportunidade de experimentar as personas centrais, evidenciando mais de uma faceta do mesmo personagem. Por outro lado, isso atrapalha por não permitir aos atores iniciantes, uma busca mais aprofundada, já que o sistema de revezamento exige uma troca rápida, apesar de algumas soluções encontradas serem bastante eficientes. Neste caso a sugestão seria de cada aluno/ator pudesse construir apenas um personagem, mesmo que tenha uma participação pequena, porém mais consistente. 
Destacar algum ator é até injusto, pois estão todos no mesmo estágio, dedicados e entregues ao ato teatral, e o que eu mais admiro nos espetáculos de finalização de oficinas é o frescor e a vontade de estar no palco dos jovens atores, e isso é muito gostoso de ver. Mas dentro deste elenco, destaco o elenco masculino, e entre eles a presença do ator que faz o terceiro e último Bóris, pois conseguiu captar a essência do personagem, o jeito rabugento e falastrão, potencializando detalhes que os outros atores não atingiram, e também a presença de Anelise Ferreira, que tem vivacidade nas suas construções, uma firmeza e segurança em estar no palco. 
Outro destaque da peça é a quebra da quarta parede, onde o protagonista provoca tanto aos espectadores quanto aos atores, afirmando que tem gente acompanhando a ação da peça, sendo que ao final essa quebra é provocada pelos demais atores, subvertendo o jogo e o discurso do Bóris. 
“Tudo pode dar certo” é um espetáculo leve, divertido e que deve ser incentivado por revelar novos atores, e o trabalho de formação é muito importante por mostrar novos talentos a cidade. 
Direção: Catharina Conte Cecato
Elenco Andressa GH, Anelise Ferreira, Anelise Fruett, Carolina Azambuja, Clarice Cerentini, Diego Pessoa, Ismael Goulart, Jade Knorre, Juliana Minho, Márcia Rapetto, Maurício Schames, Nina Moreira e Roberta Roche e participação especial de Emilio Farias.

Este texto foi publicado originalmente no blog Olhar(es) da Cena

PADOX DANS LA CITÉ (França)


Sinopse: O que é Padox? O outro e o eu. O velho e o bebê. O estranho e o íntimo. Padox é uma personagem que abandona o palco e foge para as ruas, onde passa a atuar sob a luz do sol. Durante a intervenção urbana que é a essência do espetáculo da Compagnie Houdart-Heuclin, serão vinte Padox, todos iguais, espalhados pela cidade e dirigidos por Dominique Houdart. Eles habitarão a rua, provocando uma atenção diferente ao espaço urbano. Padox é, portanto, um olhar que observa a cidade, a sociedade, o indivíduo. Um ser “naif” que vem de fora, sem referências, que tem a ternura, o afeto e o humor como diálogo. Os Padox falam do indivíduo e do coletivo. Remetem-nos a nós mesmos e ao outro. São a imagem do homem universal.

Gênero: Performance

12 abril – 17h – Rua dos Andradas/Esquina Democrática
13 abril – 16h – Bairro Bom Jesus
14 abril – 17h – Brique da Redenção

A Compagnie Houdart-Heuclin foi criada em 1964 e rapidamente especializou-se no uso do objeto como símbolo da forma animada – que se torna extensão do ator -, e do sujeito servindo o texto, instrumento da celebração teatral. A companhia experimenta diferentes técnicas de manipulação, de acordo com a necessidade de cada espetáculo.

FICHA TÉCNICA
Criação: Gerard Lepinois, Alain Roussel, Jeanne Heuclin e Dominique Houdart
Duração: 40 minutos
Faixa Etária Indicativa: Livre


sábado, 6 de abril de 2013

O BAILE DOS ANASTÁCIO (Porto_Alegre/RS)


Sinopse: Riograndino Anastácio e sua esposa Minuana querem casar a filha Maria Pampiana a todo o custo e não economizam esforços na busca do pretendente. Mas para isto, o escolhido precisa, com seus dotes, impulsionar os negócios da família.

Gênero: Teatro de Rua

12 abril – 17h – Rua da Praia/Praça da Alfândega
14 abril – 11h – Brique da Redenção

A Oigalê vem desenvolvendo, desde 1999, um trabalho específico para o teatro de rua, em busca de uma dramaturgia própria para a rua, resgatando um pouco de nossa cultura através da música, das vestimentas e dos próprios autores.

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Luis Alberto de Abreu
Direção: Cláudia Sachs
Atuação: Frederico Vasques, Hamilton Leite, Karine Paz, Mariana Horlle, Paulo Brasil e Paulo Roberto Farias
Trilha Sonora: Diego Silveira, Mateus Mapa e Simone Rasslan
Figurinos e Adereços: Alexandre Magalhães e Silva
Cenografia: Luis Marasca
Auxiliar de Dramaturgia: Lia Rodrigues
Arte Gráfica: Vera Parenza
Coordenação de Produção: Giancarlo Carlomagno
Produção: Hamilton Leite, Ilson Fonseca e Vera Parenza
Patrocínio: PETROBRAS
Duração: 55 minutos
Faixa Etária Recomendada: Livre