segunda-feira, 5 de agosto de 2013

EDITAL CORREIOS PARA PATROCÍNIO

Divido com amigos a abertura do edital dos Correios. Como sou funcionário e não posso participar compartilho com os colegas. 
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos abriu edital para seleção de projetos culturais a serem realizados no período de julho de 2014 a dezembro de 2015.
Para as ações de patrocínio serão disponibilizados o total de R$ 35.000.000,00 (trinta e cinco milhões de reais).
Poderão se inscrever para a avaliação do patrocínio, os seguintes segmentos: Dança (apresentação, circulação, mostras e/ou festivais de dança); Teatro (projetos de produção/montagem, apresentação e/ou circulação de peças teatrais, para espaços fechados ou de rua, adulto ou infanto-juvenil, além de mostras e/ ou festivais); Artes Visuais (exposições de pintura, artesanato, desenho, escultura, fotografia, gravura e filatelia, que contemplem a realização de projeto pedagógico, tais como visitas guiadas e monitoria); Humanidades (evento literário e programa de incentivo à leitura – encontros literários ou programas de incentivo à leitura); Audiovisual (realização de Mostras ou Festivais de Cinema e Vídeo); e Música (apresentação, circulação ou festival de música instrumental, clássica e de concerto ou de outros gêneros musicais brasileiros).
As inscrições podem ser feitas até o dia 19 de setembro.
O edital está disponível no site www.correios.com.br/patrocinio.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O HOMEM MAIS SÉRIO DO MUNDO (RS)

cartaz hmsm 72 dpi
Dia 10 de agosto estreia o novo espetáculo infantil do Grupo Trilho de Teatro Popular!

Do dia 10 de agosto a 01 de setembro, sábados e domingos, às 16 horas, na Sala Lili Inventa o Mundo, na Casa de Cultura Mario Quintana.

Sinopse
Em uma manhã como outra qualquer, o Homem Mais Sério do Mundo (palhaço Tigrão) acorda e se dá conta de aquele será um dia muito especial. Ele finalmente poderá apresentar sua tese única sobre a evolução do homo sapiens sapiens sapiens. Sonhador e divertidamente atrapalhado, ele vai além de seus limites para alcançar seu objetivo. Como um homem sério nunca se atrasa, Tigrão terá que correr contra o tempo.

Ficha Técnica

Criação e Dramaturgia: Melissa Dornelles e Daniel Gustavo

Direção: Melissa Dornelles

Atuação: Daniel Gustavo

Figurinos/Acessórios e Cenografia: Liana Keller

Iluminação: Bruna Immich

Trilha Sonora: Gabriel Gorski e Sergio Baiano

Arte Gráfica: Marcel Trindade

Produção: Grupo Trilho de Teatro Popular

Faixa Etária: Livre para todas as idades

Duração: 50 min 


De 10/08 a 01/09
Sábados e Domingos - 16 horas
Sala Lili Inventa o Mundo - Casa de Cultura Mario Quintana
Ingressos: R$ 15,00
Meia-entrada (Idosos, classe artística e Clube do Assinante ZH): 
R$ 7,50

domingo, 14 de julho de 2013

LIQUIDAÇÃO - Comentário crítico

LIQUIDAÇÃO GRATUÍTA 

O espetáculo “Liquidação” está em cartaz dentro do projeto Teatro Aberto, que tem recebido propostas teatrais que tem foco na experimentação da linguagem teatral. “Liquidação” é um trabalho que se encaixa perfeitamente no projeto, pois está alicerçado no experimento de linguagens teatrais. Mesmo sendo apresentado como experimento, o trabalho não apresenta uma proposta clara e acaba se perdendo num emaranhado de situações e clichês que não conseguem se sustentar enquanto proposta teatral calcada na performance. 
Quando adentramos no teatro, o espaço nos oferece um ambiente convidativo, uma passarela que tem um céu repleto de pontos coloridos suspensos. No espaço também estão inseridos o iluminador, o técnico de som e vídeo que interferem na ação. 

Confira o texto na íntegra no blog OLHARES DA CENA.


quinta-feira, 11 de julho de 2013

A NOITE ÁRABE - Comentário Critico

Renovação necessária de linguagem
“A noite árabe” do Grupo Jogo é um prato cheio para quem gosta de renovação de linguagem e arte contemporânea. O Grupo Jogo preza pela incessante busca na renovação da linguagem e o que percebemos é de como esta busca tem refletido na qualidade dos seus trabalhos. “A noite árabe” é um espetáculo que tem uma concepção que mescla elementos contemporâneos como o vídeo, o teatro físico, a fragmentação da narrativa, com textos rápidos e corrosivos. 
A encenação consegue seduzir nos primeiros momentos com a performance de João Pedro Madureira e ao longo da montagem vão se acumulando os méritos, a começar pela direção de Alexandre Dill, que consegue articular todos os elementos, encadeando-os todos com excelência.

Confira este comentário na íntegra no link A NOITE ÁRABE

EU APOIO O MANIFESTO DOS GRUPOS DE TEATRO QUE OCUPAM OS PAVILHÕES DO HOSPITAL PSIQUIÁTRICO SÃO PEDRO (PORTO ALEGRE/RS)

Em 2001, alguns grupos de teatro começaram a ocupar os pavilhões 5 e 6 do antigo prédio histórico do Hospital Psiquiátrico São Pedro (H.P.S.P.), localizado na Av. Bento Gonçalves 2460, no bairro Partenon (Porto Alegre/RS). Nos dois primeiros anos, muitas apresentações. Resultado: o público adentrava ao Hospital, e assim, gradualmente, rompia-se com a visão negativa e excludente que o local até então suscitava na sociedade. Além disso, ofereciam-se oficinas teatrais para funcionários, internos e comunidade do entorno, bem como se tornara comum levar os internos a apresentações de Artes Cênicas. Os grupos teatrais Falos & Stercus, Oigalê, Povo da Rua, Neelic (Núcleo de Estudos e Experimentação da Linguagem Cênica) e Grupo Caixa Preta compunham neste período uma programação cultural ativa e um espaço fértil de criação de trabalho.
Em 2003, ocorreu a troca do governo do Estado do RS (gestão 2003-2006). A gestão que assumiu naquele período resolvera, então, assinar um documento passando a cedência dos referidos prédios do H.P.S.P. para a Secretaria da Cultura. Bons ventos pareciam soprar... Matérias jornalísticas de alcance estadual e nacional enaltecendo o feito como único no país passaram a ser cada vez mais comuns.
Em 2007, novamente se deu a troca de governo em âmbito estadual (gestão 2007-2010). No entanto, a nova gestão não reconheceu juridicamente o valor do documento assinado (referente à cedência dos pavilhões 5 e 6 do H.P.S.P. para a Secretaria da Cultura). Cabe salientar que a permanência dos grupos só foi possível em virtude da força da opinião pública, que se mostrou solidária e favorável à ocupação artística no Hospital. Naquele momento, visando à reforma do espaço físico como uma maneira de conservação do patrimônio público, e avaliando a necessidade de agir antes que qualquer tragédia acontecesse, os grupos decidiram solicitar um laudo. Ironicamente o laudo, que deveria ser utilizado para reformar o local e, assim, dar melhores condições aos trabalhadores da cultura e ao público em geral, acabou sendo utilizado pela própria Secretaria de Estado da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul (SEDAC/RS) do governo passado (gestão 2007-2010) para impedir os grupos, estes que resistem arduamente, de continuarem suas atividades lá.
Em 2010, antes das eleições, a atual gestão do governo estadual foi procurada. Esta afirmou que apoiaria e solucionaria a questão favoravelmente para os grupos de teatro que resistiam ali. Nisso, já havia se passado quase uma década... Pois bem, o governador Tarso Genro venceu as eleições no primeiro turno (para gestão 2011-2014), e a alegria no setor cultural foi grande, pois a ocupação artística no Hospital Psiquiátrico São Pedro, o qual se tornara o grande símbolo de resistência e referência artística, estava perto de receber a notícia tão aguardada: a assinatura de um comodato da Secretaria da Saúde (Gestão Secretário Ciro Simoni) para a Secretaria da Cultura (Gestão Secretário Luiz Antonio de Assis Brasil).
A direção do Hospital solicitou aos grupos, então, uma proposta de solução ao impasse. Estes, junto ao Escritório Modelo Albano Volkmer da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EMAV/ FA/ UFRGS), fizeram um belíssimo estudo arquitetônico que servia de resposta prática ao antigo laudo, a fim de melhorarem as condições de segurança e habitação dos pavilhões 5 e 6, concretizando assim um grande polo cultural descentralizado. Cabe salientar que o referido estudo foi aprovado pelo Diretor do IPHAE (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado), Eduardo Hahn, pois "a proposta integra a preservação do patrimônio histórico e as novas intervenções de forma harmônica", além de ter sido respaldado pelo Secretário da Cultura e pelo Secretário da Saúde. Para tanto, as duas Secretarias decidiram assinar o acordo no dia 27 de março de 2013, em caráter comemorativo ao Dia Internacional do Teatro. Porém, de forma incoerente e sem maiores justificativas, o acordo não foi assinado, e as oficinas artísticas que os grupos iriam oferecer à comunidade, de forma a celebrar o ato da assinatura, foram proibidas.
Em 2014, a ocupação artística nos pavilhões 5 e 6 do Hospital Psiquiátrico São Pedro pelos grupos de teatro completará 13 anos. Esta ocupação, que é uma referência nacional, mostra como as áreas da Arte, Cultura e Saúde Mental poderiam e deveriam andar juntas, visando a uma sociedade melhor. Entretanto, já se passaram 2 anos e meio da atual gestão do governo estadual, e ainda se está no aguardo por um posicionamento contundente da Secretaria de Estado da Cultura, da Secretaria Estadual da Saúde e, principalmente, do Governador do Estado do Rio Grande do Sul.
A atual gestão de governo prometeu a solução e a manutenção dos grupos teatrais no Hospital Psiquiátrico São Pedro, no entanto demonstra falta de comprometimento com o lindo projeto cultural. Este projeto precisa de vontade política dos governantes para poder ser retomado e dar continuidade à experiência de desenvolvimento cultural e de conhecimento empírico que vem ocorrendo nos últimos anos, podendo selar, assim, uma grande parceria na prática entre as áreas da Arte, Cultura e Saúde Mental. O retardo de soluções não pode ser creditado aos grupos, os quais vêm se reunindo e trabalhando nos últimos anos, de forma propositiva, e sem medir esforços, pois estes contatos antecedem o último pleito. Não é desejo dos grupos de se chegar a mais uma troca de governo, ou seja, o quarto mandato em 13 anos, sem nada decidido.

13 MOTIVOS PARA OS GRUPOS CONTINUAREM SUA OCUPAÇÃO ARTÍSTICA NO HOSPITAL PSIQUIÁTRICO SÃO PEDRO:
- Proporcionar mais Arte e Cultura para a Cidade, Estado, País e MERCOSUL;
- Oportunizar a democratização da cultura, já que a maioria dos grupos sediados no HPSP trabalha com teatro de rua;
- Propor uma visão de transversalidade entre as áreas da Saúde, em especial a Mental, da Cultura e da Arte;
- Incentivar o trabalho continuado de grupos e núcleos de Artes Cênicas, oportunizando um intercâmbio destes com outros grupos do resto do país;
- Oferecer oficinas artísticas gratuitas à comunidade do entorno, funcionários e internos, fortalecendo assim a descentralização cultural;
- Oferecer espetáculos teatrais para a comunidade do entorno, funcionários e internos;
- Oportunizar estágios dos alunos de Teatro da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) juntamente aos grupos teatrais e aos profissionais da Saúde Mental;
- Humanizar e reciclar sentimentos para um novo espaço social no H.P.S.P.;
- Reformar os prédios 5 e 6, com auxílio da SEDAC, por meio do estudo arquitetônico já referendado pelo IPHAE (e dando assim condições de acessibilidade universal);
- Auxiliar para a manutenção dos grupos que ali trabalham, respiram e criam Arte, além de abrir mais salas para outros grupos/ atividades de Artes Cênicas;
- Lutar pelo fim da proibição de espetáculos e oficinas que possam ser feitos na rua, e por reforma básica emergencial do espaço físico para pronto uso e para segmento das atividades culturais e artísticas;
- Contribuir para a implantação de um Projeto Cultural onde os grupos possam trabalhar normalmente, em acordo com a Secretaria da Saúde e Secretaria da Cultura em prol da sociedade e internos;normalmente;
- Toda licença em Arte e Saúde Mental.

ASSINAM ESTE MANIFESTO: FALOS & STERCUS, OIGALÊ, POVO DA RUA, NEELIC (NÚCLEO DE ESTUDOS E EXPERIMENTAÇÃO DE LINGUAGEM) E GRUPO CAIXA PRETA.

domingo, 30 de junho de 2013

SONHOS (IM)POSSÍVEIS - Comentário Crítico

Assistir ao espetáculo “Sonhos (Im) Possíveis” revelou-se um grande prazer, pois trata-se de um espetáculo bastante articulado em sua proposta. O projeto marca a estreia do Grupo Teatro dos Sonhos em Porto Alegre, sendo que a proposta inicial partiu da simples questão: “Qual é o seu sonho?”. A partir desta premissa o grupo investigou os sonhos, desejos e utopias dos relatos coletados e a partir disso construiu um espetáculo que tem um ritmo ágil, através de uma linguagem contemporânea. 
Falar sobre sonhos é bastante comum no campo das artes, mas corre-se o grande risco de cair em narrativas sem sentido, pautadas apenas num universo onírico, mas vazias em seu discurso. 
Mas neste espetáculo o que ocorre é o contrário, o espetáculo é ...

Confira o texto na íntegra em OLHARES DA CENA.

LIQUIDAÇÃO (RS)

02, 09, 16 e 30 de julho
Sala Álvaro Moreyra
Terças às 20h
Entrada Franca
O que fazer quando não há mais o que dizer?
O que fazer quando não há mais sonhos?
Levar as coisas ao pé da letra.
Quatro pessoas, três mulheres e um homem em um experimento cênico.
Direção 
Maurício Casiraghi.
Elenco 
Diego Nardi, 
Gabriela Chultz, 
Genises Azevedo e 
Talyta da Rosa.
Iluminação 
Lucca Simas

NÓS!(EM OFF) (RS)

03, 10, 17  e 31 de julho
Teatro de Câmara Tulio Piva
Quartas às 20h
Entrada Franca 

Um grupo de teatro que tenta sobreviver ao caos e à loucura de uma montagem de um espetáculo. Assim, a insanidade escondida dos bastidores ganha vida cênica nesse espetáculo que revela que o teatro pode acontecer na mais silenciosa e perturbadora agonia de um bastidor.
Ficha Técnica:
Direção: Everson Silva
Assistente de direção: Pedro de Camillis
Dramaturgia: Everson Silva, livremente inspirado no texto “Noises Off” de  Michael Frayn
Produção: Jony Pereira
Elenco: Daniele Carvalho, Rodrigo Shalako, Gustavo Cardoso, Iurqui Pinheiro,  Jony Pereira, Letícia Bottari, Duda Meneghetti e Everson Silva.
Cenografia: Rodrigo Shalako
Iluminação e Operação de Som: Lelê Vilanova
Fotos: Bibi Jukoski
Realização Cia Teatro Levem-nos para casa

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O IDIOTA EXPERIMENTAL - Comentário Crítico

Ao assistir “O Idiota experimental” percebi que o trabalho é a cara do Projeto Teatro Aberto da Prefeitura de Porto Alegre, pelo caráter aberto e experimental da obra em questão.
Trata-se da transposição para o teatro de um fragmento do livro “O Idiota” de Dostoiéwski, mas especifico do capítulo 6, onde a história é narrada por Michkin, um príncipe russo, que conhece Maria na Suíça, enquanto passava alguns anos internado num sanatório para doentes mentais, submetido ao tratamento de sua epilepsia.
O material disponibilizado pela produção diz que o espetáculo conta a história de Maria, focando como tema central da trama o individuo puro que imerso numa sociedade corrompida, cruel e desumana, torna-se um inadaptado, sendo rechaçado e marginalizado.
Júlio Saraiva que dirigi Gutto Basso neste experimento, já é conhecido dos palcos gaúchos por seus trabalhos, como “Van Gogh”, que sempre buscam uma renovação de linguagem, e aqui não é diferente. A dupla de criadores propõe uma cena onde...

Confira o texto na íntegra no blog OLHARES DA CENA

segunda-feira, 10 de junho de 2013

A MENINA DO CABELO VERMELHO (RS)

Foto: Las Brujas Cia de Teatro está em processo de Ensaios do Espetáculo de Teatro Infantil A MENINA DO CABELO VERMELHO, com estréia prevista para 15 de Junho de 2013, no Teatro de Câmara Tulio Piva. Este é o primeiro trabalho da Cia e foi contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz.


Las Brujas Cia de Teatro faz a sua estreia com o espetáculo de Teatro Infantil A MENINA DO CABELO VERMELHO, com estréia prevista para 15 de Junho de 2013, no Teatro de Câmara Tulio Piva. Este é o primeiro trabalho da Cia e foi contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz.

DIREÇÃO Daniel Colin
DRAMATURGIA Daniel Colin e Lolita Goldschimdt
ELENCO Diana Manenti, Denis Gosch, Douglas Dias e Lolita Goldschmidt
PREPARAÇÃO VOCAL Gisela Habeyche
PREPARAÇÃO CORPORAL Lolita Goldschimidt
INSTRUMENTALIZAÇÃO DA MANIPULAÇÃO DE OBJETOS Cia Gente Falante
ILUMINAÇÃO Leandro Gass
CENOGRAFIA Mario Cavalheiro
ANIMAÇÃO GRÁFICA Monika Papescu
ADEREÇOS, ASSESSÓRIOS E OBJETOS Mario Cavalheiro 
FIGURINO Claudio Benevenga
TRILHA SONORA Moyses Lopes
PRODUÇÃO Diana Manenti e Lolita Goldschimdt 
ASSESSORIA DE IMPRENSA Adriana Lampert
TEXTO DO LIVRO Lolita Goldschmidt
ILUSTRAÇÃO DO LIVRO Mônika Papescu

quarta-feira, 5 de junho de 2013

SONHOS (IM)POSSÍVEIS (RS)


05, 12, 19 e 26 de junho
Teatro de Câmara Túlio Piva
Quartas às 20h
Entrada Franca


Três pessoas procuram um lugar para viver. Encontram uma casa abandonada e invadem. Aos poucos começam a descobrir que ela guarda sonhos pertencentes à sua história e que, para habitá-la, é preciso que eles sejam vividos por seus novos moradores. Mas a casa ainda possui outro segredo.

FICHA TÉCNICA
Direção e dramaturgia: Patrícia Silveira
Colaboração dramatúrgica: Natasha Centenaro 
Elenco: Anderson Moreira Sales, Fernanda Moreno & Franciele Aguiar
Trilha sonora e arte gráfica: Daniel Soares Duarte 
Iluminação: Catarino Grosser
Cenografia e figurino: grupo
Produção: grupo
Colaboração: Pâmela Amaro & Tiago Horácio
Fotos: Camila Cunha & Heloísa Silva
Apoio: Cômica Cultural
Blog: https://sonhosimpossiveis.jux.com/
Facebook: https://www.facebook.com/empossiveis

Contato: ciateatrodossonhos@gmail.com

terça-feira, 4 de junho de 2013

O IDIOTA EXPERIMENTAL (RS)



04, 11, 18 e 25 de junho
Sala Álvaro Moreyra
Terças às 20h
Entrada Franca

O espetáculo conta a história de Maria, focando como tema central da trama o indivíduo puro que imerso numa sociedade corrompida, cruel e desumana, torna-se um inadaptado, sendo rechaçado e marginalizado. A história é narrada por Míchkin, um príncipe russo, que conhece Maria na Suíça, enquanto passava alguns anos internado num sanatório para doentes mentais, submetido ao tratamento de sua epilepsia.
Texto “O Idiota”, cap.6, de Fiódor Dostoiévski
Tradução e adaptação Gutto Basso e Julio Saraiva
Atuação, bonecos, adereços e música Gutto Basso
Direção, Programação Visual e Plástica Julio Saraiva
Coreógrafos Carla Vendramini e Gislaine Sachet         
Músicos Gutto Basso, Alison Peyrot Bassani e William Tsuhako         
Operação de luz e som Fábio Cuelli      
Registro fotográfico Marcelo Casagrande

Gestora Cultural Elisabete S. Silva

domingo, 2 de junho de 2013

FALA COMIGO DOCE COMO A CHUVA - Comentário Crítico


No momento em que escrevo este texto, lá fora cai uma chuva considerável, e a chuva me faz relembrar “Fala comigo doce como a chuva”, que perpassa toda a ação da peça que foi apresentado dentro do Projeto Teatro Aberto. 
O espetáculo apresenta através de um jogo realista e emocionante a visão solitária do mundo e das relações humanas. Este texto em um ato apresenta a fragmentação da vida de um jovem casal que, desgastados pela pobreza e fracassos contínuos, não conseguem mais se relacionar. Esta pérola do dramaturgo americano Tennessee Williams, que neste espetáculo ganha outros fragmentos textuais como vozes dos próprios atores e de Jéssica Lusia, e Rihanna concentra grande parte do desespero existencial com o qual o autor dota suas personagens. A crueldade maior da peça é que ela fala da desilusão do amor, da solidão e da incapacidade do ser humano ser feliz. O casal da peça não foge a tais regras: cheios de ilusões e sonhos que a dura realidade da grande cidade não titubeia em esmagar. “Fale comigo doce como a chuva”, denuncia de forma poética e pungente, a falta de alento que permeia nossas relações e nossas vidas em uma sociedade que se alimenta de solidão.
A impressão que tenho ao assistir ao espetáculo ...

Confira este comentário na íntegra no blog OLHARES DA CENA

quinta-feira, 30 de maio de 2013

O REI DA VELA - Comentário Crítico


“O Rei da vela” de Oswald de Andrade é um texto que faz parte da história moderna do teatro brasileiro. Texto enigmático, que começou a escrever em 1933 e editou em 1937, aborda questões que sintetizam a vida de um burguês dentro do sistema capitalista, dentro de um grande painel histórico, político e filosófico, para a criação paródica de “O Rei da vela”. 
O texto manifesta a imensa amargura de Oswald, forçado a percorrer infindáveis escritórios de agiotagem para equilibrar-se financeiramente. Esse seu contato forçado com agiotas foi, provavelmente, a causa da caracterização de um agiota como Rei da Vela. Mas o texto supera a experiência pessoal de Oswald: ele fornece, sem falsas sutilezas, os mecanismos da engrenagem em que se baseia o esquema sócio-econômico do país.
A preocupação de Oswald, por estar tão à frente da época, parecia nem pertencer à realidade do teatro brasileiro. Ligado a questões políticas, investigou a fundo a questão da antropofagia, que radicalizou o modo de pensar no teatro brasileiro.
Tudo isso, para chegar ao espetáculo apresentado pelo Grupo Pode ter inço no jardim, de Canoas, ...

Leia o texto na íntegra no blog OLHARES DA CENA

domingo, 26 de maio de 2013

A FILHA DA ESCRAVA


1883. Porto Alegre no período pré-abolição da escravatura. Ersilia (Caroline Faleiro), uma adolescente negra que vive com seu pai (Leonardo Nunes) e seus avós brancos (Daniel Barcellos e Fernanda Sturmer), tenta descobrir o paradeiro de sua mãe, uma mulher negra ainda cativa (Glau Barros), que presta serviços em sua própria casa, que é impedida por seus donos de revelar a verdade. Carlos (Diego Ferreira), um amigo da família com ideais abolicionistas tenta convencer os amigos a reverter este quadro que envolve o drama da mãe escrava que convive com sua própria filha, sem no entanto poder revelar ser ela sua mãe, para evitar que o estigma da escravidão comprometesse o status social da filha. Alex Gonzaga faz uma participação especial, trazendo a cena a ancestralidade do povo negro. 
Este espetáculo faz parte da disciplina de Encenação Teatral da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, orientada pela professora Jezebel de Carli e tem a direção do aluno Gil Collares. Ainda a equipe conta com a assessoria teórica de Milena Cassal, iluminação de Juliano Canal, figurinos de Gustavo Diestmann e ambientação cênica de Tuane Bessi. 

Dia 03 de Junho - 21h 
Porão da Estação da Cultura - Montenegro
ENTRADA FRANCA 
(Distribuição de senhas 1h antes)


SINFONIA SONHO - Comentário Crítico


O espetáculo “Sinfonia Sonho” é nos apresentado como uma tragédia contemporânea, trazendo a tona uma narrativa que parte do massacre de crianças na Escola Tasso da Silveira, em Realengo e que também dialoga com outros referenciais para a construção da dramaturgia. Em cena, uma criança de nove anos, Kevin (interpretado magistralmente pelo ator Márcio Machado), é tomado pelo desejo de se tornar música, por conta de uma peça teatral que está ensaiando em sua escola. 
A narrativa que parte deste mote, teria muitos motivos para cair ...

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sexta-feira, 17 de maio de 2013

HAMLET


HAMLET
HAMLET
de William Shakespeare
direção de Ron Daniels, com Thiago Lacerda
De 23 a 26 de maio de 2013, de quinta à sábado às 21h e domingo às 18h no Theatro São Pedro

O fantasma do velho rei da Dinamarca à procura de seu filho e clamando por vingança está de volta. A partir de 23 de maio, a tragédia de Hamlet será revisitada por um elenco de 15 atores e com Thiago Lacerda no desafiador papel-título. Depois de uma bem-sucedida estreia em São Paulo, o espetáculo chega a Porto Alegre para curta temporada no Theatro São Pedro. As apresentações acontecem de 23 a 25 de maio às 21h e 26 de maio, domingo, às 18h.

domingo, 12 de maio de 2013

ZUCCOS - Comentário Crítico


“Zuccos” é a adaptação de texto “Roberto Zucco” de Bernard-Mariè Koltès e trás a tona o tema da violência presente na sociedade moderna. O título do espetáculo “Zuccos” no plural, já detona que a cena explorará não apenas o cerne do texto de Koltès, mas toma este como base e amplia as possibilidades de leituras acerca do tema, transformando a cena num grande painel fragmentado que trata da violência de forma nua e crua, mas sem perder a poética e estética.
É a segunda vez que assisti ao trabalho e pude vislumbrar o amadurecimento da proposta inicial, do elenco original apenas uma alteração, a entrada do ator Frederico Vittola, que em minha opinião acrescenta muito ao trabalho. Outro fator que me faz crer que engrandece o trabalho, é a proximidade com o espectador, já que a cena é recheada de signos, de uma estética que requer uma atenção do espectador, ações simultâneas, textos ditos em primeira pessoa, narração, creio que esta aproximação cria uma comunicação maior e direta com o público.
As cenas fragmentadas estão bem amarradas, num fluxo intenso e vivo, assim como a dramaturgia que estabelece uma tensão crescente e potente. A contradição entre o corpo e a palavra é uma qualidade do trabalho, pois não sublinha o que o texto já está dizendo, mas sim propondo outros signos para a encenação. Os diálogos com as lanternas próximos a plateia são ótimos, carregados de intensidade, assim como os depoimentos (reais!) dos atores. A cena com os balões vermelhos é de uma sensibilidade extrema, colocando a mãe no foco da discussão.
O elenco é coeso, intenso e entregue, mas destaco ...

Leia o comentário na íntegra no blog OLHAR(es) DA CENA.

domingo, 5 de maio de 2013

PADOX DANS LA CITÉ - Comentário crítico




O que é ser Padox? Padox é ser estranho e belo ao mesmo tempo. É exótico e tenro. Padox através de um trajeto pelo Parque Farroupilha, levou os transeuntes a acompanharem seus movimentos sutis e encantou quem estava por lá.  São criaturas, com corpos desproporcionais, e um rosto que remete ao passado, aos ancestrais, a outro mundo. As figuras interagem ...

Para ler o comentário na integra acesse oOLHARES DA CENA blog 

VIDA ALHEIA - Comentário crítico


Assistir “Vida Alheia” dentro do projeto Novas Caras da Prefeitura foi uma grata surpresa. Trata-se de um espetáculo simples em sua essência, porém muito potente em sua realização. 
Os méritos do projeto começam na escolha do Grupo Artes e Letras, que tem quinze anos de existência, em levar aos palcos grandes clássicos da literatura. E neste projeto Arthur de Azevedo foi à escolha, onde a cena estruturou-se através de cenas curtas que tem em comum, uma série de personagens e tipos que possuem o hábito de falar da vida alheia da sociedade onde vivem. E Arthur através disso constrói um texto embasado para criticar os costumes cariocas da época. 
A encenação parte do pressuposto de que o menos é mais, economiza nos cenários, utilizando apenas duas cadeiras e poucos objetos, para potencializar o trabalho dos atores. Os figurinos de J. Alceu são muito bem elaborados, e condizentes com a proposta de construir um teatro de época, além de belo, auxiliam muito na construção das figuras e personagens. A iluminação é simples e está a serviço da cena. 
Direção e elenco são os grandes responsáveis pelo sucesso desta peça, pois o diretor conseguiu ... 

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quarta-feira, 1 de maio de 2013

DESTAQUES DO PALCO GIRATÓRIO 2013!

Semanas atrás fui no lançamento da edição do Festival Palco Giratório Sesc RS deste ano e pude ter em mãos o catálogo da edição completa. Este ano a programação está farta, diversa e tem espetáculos para todos os gostos. Espetáculos de teatro, dança e circo, assim como oficinas de desenvolvimento artístico-cultural, tomarão conta dos mais variados espaços da Capital gaúcha, entre os dias 3 e 28 de maio, com o 8º Festival Palco Giratório Sesc/POA. 
O grande homenageado desta edição é o Ilo Krugli, mentor do Teatro Ventoforte, grupo paulista que existe há quase 40 anos. 
Na programação tem destaques que estiveram na edição passada e que merecem serem revistos ou conhecidos como "O filho eterno" com a Cia Atores de Laura e o espetáculo "Luis Antonio-Gabriela" da Cia. Mungunzá que arrasou corações quando passou pelos palcos gaúchos.  Outra presença marcante é a do ator Guido Campos Correa com seu espetáculo "Boi" dirigido por Hugo Rodas. Já a Armazém Cia. de Teatro, umas das mais respeitadas do Brasil trás neste ano seu mais recente trabalho "A marca da água" , com certeza um grande momento do festival, imperdível!!! "Ausência" da Cia. Dos à Deux trás Luis Melo num trabalho de entrega corporal e merece destaque. "Cachorro Morto" da Cia. Hiato é outra grande aposta pela pesquisa que vem desenvolvendo acerca de questões da sociedade. Outro destaque é o espetáculo "Maravilhoso", um espetáculo idealizado pelo ator Paulo Verlings (ator de "Rebú") e que trás a direção de Inez Viana e um elenco de destaque. Cacá Carvalho merece atenção em seu "Um nenhum cem mil" baseado em Pirandello. "Popcorn" trás Jô Bilac, o dramaturgo sensação dos últimos anos, neste trabalho além da função de dramaturgo assume a direção e por isso merece atenção. 
Dentre os espetáculos gaúchos presentes no festival, indico todas, sem exceções, pois os espetáculos presentes são um recorte do atual teatro gaúcho, destaque para a mostra do Grupo Ato Espelhado e a estreia do Teatro Sarcáustico. 
Outro destaque é o 14º Simpósio da Internacional Brecht Society, que está integrada a programação.
Os ingressos já estão a venda e maiores informações estão disponíveis no site do SESC RS

terça-feira, 30 de abril de 2013

JOGANDO LIMPO (RS)

JOGANDO LIMPO

Sextas e sábados às 21h e domingos às 19h.,

Nos dias 05, 06, 07 de abril, 03, 04, 05 de maio, 31 de maio, 01 e 02 de junho.
TEATRO NILTON FILHO 

É um campeonato de improvisações onde o público coloca em urnas um título e um lugar, que serão sorteados na hora para que cada grupo improvise, após o público irá votar qual dos dois grupos melhor solucionou o que foi determinado pelo juiz, vindo assim a pontuação que determinará o vencedor.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

FALA COMIGO DOCE COMO A CHUVA (RS)



07, 14, 21 e 28 de maio
Sala Álvaro Moreyra
Terças às 20h
Entrada Franca 

Em um universo onde predomina os valores materiais, a ascensão social e a aparência em detrimento do indivíduo, um casal se encontra em uma manhã de chuva. Esses indivíduos não se adéquam a esses valores e acabam por serem discriminados, estando à margem da sociedade, completamente isolados e desumanizados, incapazes de sustentar qualquer relação intersubjetiva. Entre eles não há sonhos, esperanças, alentos, só a chuva... que traduz a melancolia que perpassa as suas almas.

Ficha Técnica
Elenco:
Fernanda Petit e Ander Belotto
Direção e Dramaturgia:
Matheus Melchionna
Orientação Teórica:
Inês Marocco
Figurinos, Cenário e Trilha Sonora:
Matheus Melchionna, Fernanda Petit e Filippi Mazutti
Iluminação:
Lucca Simas
Direção Audiovisual:
Guilherme Pires
Textos:
Tennessee Williams, Jéssica Lusia, Fernanda Petit e Rihanna
Projeto Gráfico:
Gustavo Susin
Produção:
Viviane Falkembach

domingo, 28 de abril de 2013

DOMÍNIO PÚBLICO - Comentário Crítico



Ousadia ao pé do ouvido
Ao participar da performance “Domínio Público, refleti sobre as várias questões relacionadas ao ato teatral, esta forma de expressão tão importante para o homem desde seus primórdios, dentro de um campo artístico, tão vasto e complexo. Sua função social tem sido constantemente redefinida, mas desde muito antes de nossa era até hoje, nunca deixou de existir. Existe no homem algum impulso que necessita deste instrumento de diversão e conhecimento. Definir teatro é algo muito difícil, já que seu significado transforma-se junto com a sociedade na qual se insere. Também conjeturar como fazer teatro não é fácil, uma vez que essa forma de arte reveste-se de infinitas maneiras de apresentar-se. 
As premissas do acontecimento teatral partem do seguinte pressuposto: Um espaço, um homem que ocupa esse espaço, outro homem que o observa. Entre ambos, a consciência de uma cumplicidade. O primeiro mostra um personagem e um comportamento deste personagem numa determinada situação, enquanto que o segundo sabe que tem diante de si uma reprodução, improvisada ou previamente ensaiada, de acontecimentos que imitam ou reconstituem imagens da fantasia ou da realidade. O primeiro é movido por um “impulso criativo” que incorpora emoção e razão. O segundo assiste passiva ou ativamente, numa cerimônia que faz fugir da própria realidade para o mergulho num universo de encantamento ou ilusão, ou ao contrário, aprofunda o conhecimento lúcido e crítico da própria realidade e dos fenômenos que o cercam.
E “Domínio Público” faz repensar o modo como encaramos a espetacularidade, principalmente num espaço público. A performance é um grande jogo onde o público transforma-se em protagonistas da ação, através de fones de ouvidos distribuídos a alguns privilegiados, enquanto outros espectadores assistem a ação daqueles que estão sendo guiados por instruções dadas ao pé do ouvido. 
Confira a íntegra deste comentário no blog OLHAR(es) DA CENA.


O REI DA VELA (RS)


O inescrupuloso agiota Abelardo I é dono de uma fábrica de velas que ganha um tostão a cada morto brasileiro. Seu novo negócio é o casamento arranjado com Heloísa de Lesbos, a filha de um decadente barão do café,  que poderá fazê-lo entrar para a alta sociedade em troca do favor de tirar a família da falência. Todo esse jogo corrupto por poder está ainda a serviço de um tenaz Americano.
Direção João Máximo
Elenco Bruno Prandini, Duli Borges, Eduarda G. Máximo, Elisama Porte, Janete Costa, Jéssica Rodrigues, João Máximo, Joise Pirolli, Lucas Gheller, Luís Henrique Ponsi, Raquel Amsberg.
Produção Bruno Prandini
Projeto Gráfico Lucas Gheller     
Figurinos Maria Prandini
Iluminação Grupo CARAPATICUM

01, 08, 15, 22 e 29 de maio

Teatro de Câmara Túlio Piva
Quartas às 20h
Entrada Franca


ARY BARROSO - DO PRINCÍPIO AO FIM


ARY BARROSO
Do princípio ao fim, com Diogo Vilela
De 03 a 05 de maio de 2013, sexta e sábado às 21h e domingo às 18h no Theatro São Pedro
Depois de se aventurar na pele de ícones da MPB como Cauby Peixoto e Nelson Gonçalves, Diogo Vilela encarna o compositor de “Aquarela do Brasil” no espetáculo “Ary Barroso — Do princípio ao fim”, em que faz seu début como autor.

— É uma biografia teatralizada vivenciada por seu protagonista como o grande testemunho dos fatos — explica Diogo, que também assina a direção do musical. 


Tempo de Duração: 150 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos
Texto e direção: Diogo Vilela
Elenco: Diogo Vilela, Ana Baird, Alan Rocha, Marcos Sacramento



sexta-feira, 26 de abril de 2013

SIMBÁ - O MARUJO (MG)



TRUPE DE TRUÕES – UBERLÂNDIA (MG)
60 minutos
Teatro infantojuvenil
Livre para todos os públicos
30 de Abril - 15h 
Ginásio Domingos dos Santos
Parque Centenário - Montenegro-Rs

Simbá é um marujo que se alimenta de aventuras. Sua casa é o mar. Com sua perspicácia, consegue se safar de diversas situações adversas: explora reinos fantásticos; enfrenta monstros, ilhas-peixe, aves e serpentes gigantescas, rituais macabros e elefantes inteligentes; descobre novos horizontes. Sua paixão pelas peripécias faz com que sua história adquira um tom cíclico em um eterno retorno ao mar. Simbá é o equilíbrio das técnicas de teatro de objetos, acrobacia, sombras e ressignificação do corpo do ator, amalgamadas para se contar essa história de modo leve e divertido, a qual nosso público se acostumou.

Texto original Edson Rocha Braga
adaptação dramatúrgica Amanda Aloysa, Getúlio Góis, Juliana Nazar, Maria De Maria, Paulo Merisio, Ricardo Augusto e Ronan Vaz
direção Paulo Merisio
elenco Amanda Barbosa, Lais Batista, Maria De Maria, Ricardo Augusto, Ronan Vaz e Thiago di Guerra/ stand-in Amanda Aloysa, Welerson Filho e Getúlio Góis
/cenário Paulo Merisio
/figurino Getúlio Góis
/ maquiagem Trupe de Truões
/trilha sonora Trupe de Truões
/design de luz Marcos Prado
/técnico de luz Ronan Vaz
/operador de som e luz Wesley Nunes
/produtora Amanda Aloysa
A Trupe de Truões surgiu em 2002 e é formada por egressos do Curso de Teatro da Universidade Federal de Uberlândia. O grupo possui duas linhas principais de pesquisa em suas montagens: a primeira focada no teatro sem barreiras etárias; e a segunda, associada a pesquisas no teatro para adultos com foco no gênero melodramático. A Cia. é Ponto de Cultura desde 2008, com uma sede em Uberlândia (MG) que atendeu mais de 400 artistas desde 2009.

MOMO (RS)

exercício cênico:   MOMO em Porto Alegre/RS
Dia 30 de abril - 20 h
Mezanino da Usina do Gasômetro
ENTRADA FRANCA
Quando chega fevereiro o baile de gala da cidade é surpreendida pela renuncia do Rei Momo. Instaura-se um concurso para eleger um novo ocupante do cargo. Quatro candidatos são apresentados. Cada um traz junto consigo um pouco da história do Brasil. 

"Liberdade não se tira na sorte! De seu grito também! Vem, vem, vem, vem! (Momo)

Exercício Cênico criado na Oficina de Teatro em Avanço para o poder popular da Cambada de Teatro. 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

FUTEBOL, NOSSA PAIXÃO (RS)


Dia 28 de abril - 14h
Praça Usina do Gasômetro (Estacionamento)
Teatro de Rua - Gratuito
A Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta FavelA...apresenta a peça para teatro de rua ''Futebol, Nossa Paixão: Para falar sobre política, futebol e religião!'' uma livre adaptação do texto ''Corinthians, meu Amor'' de César Vieira. 
  A peça aborda as expectativas e consequências da vinda da copa do mundo para o Brasil, em 2014. Este mega evento, que já está desalojando milhares de famílias de diversas vilas de Porto Alegre e de outras cidades do Brasil que também serão sedes de jogos da Copa.
Hoje em Porto Alegre já é possível perceber a implantação de um ''toque de recolher'' que está fechando diversos bares no bairro Cidade Baixa, qualquer tipo manifestação popular já está sendo duramente reprimida. Este é só o início da implantação de uma limpeza urbana que se tornará cada vez mais repressiva a medida em que se aproxima a vinda da Copa do Mundo. Seguem, abaixo, algumas fotos da estreia de ''Futebol, Nossa Paixão: Para falar sobre política, futebol e religião!''



segunda-feira, 22 de abril de 2013

GESTOS E RESTOS (RS)



26 e 27 de Abril - 20h
Teatro do Sesc Porto Alegre

“Gestos e Restos” é o espetáculo-solo de Diego Esteves, que  mescla malabarismos, equilíbrios, acrobacias, dança contemporânea, texto e música experimental. A obra por meio do movimento e poucas palavras trata da questão: o que pode um corpo? Ela parte do preceito de que os sujeitos se portam de acordo com o lugar e as funções que assumem na sociedade, para pensar nos restos como as possibilidades imanentes a este ser. 

Concepção, direção e atuação Diego Esteves
Orientação cênica Paulo Guimarães
Coreografias Diego Esteves e Paulo Guimarães
Trilha original Yanto Laitano
Cenografia Diego Esteves e Karla Dufech
Figurino Maisa Stolz e Mônica Kern
Produção Ana Luiza Ferreira e Mônica Marin
Orientação de percussão Anderson Amaral

quinta-feira, 18 de abril de 2013

PARA SEMPRE: POESIA!

Espetáculo teatral, promoção do Arte SESC através do Circuito Universitário UFRGS. ENTRADA GRATUITA, mediante retirada de senhas no Sesc Montenegro. Teatro Therezinha Petry Cardona, classificação 16 anos. QUINTA FEIRA, 25/04/13, ÁS 20H.

PARA SEMPRE: P O E S I A!
Uma história real e tragicômica de amor, loucura e arte

José, após ter sido preso pela ditadura militar e herdado desta experiência grave sofrimento psíquico, escolhe a arte como afirmação da vida e com esta escolha, conquista uma incansável companheira. Seli, artista plástica inconformada e bonequeira vibrante, passa a tomar, junto a ele, doses diárias da seguinte decisão: Apesar de tudo, Poesia! Da união deste atormentado e criativo casal nasce Rita, que vem agora, neste poético e tragicômico monólogo, transpor para a cena poemas da autoria de seu pai, além de textos próprios e obras de sua mãe. A atriz lança-se num diálogo entre vida e arte, trazendo à cena episódios marcantes da vida de seus pais, servindo-se de vídeos, depoimentos, interpretação de personagens e teatro de bonecos voltado ao público adulto.

Ficha técnica

Concepção e Texto: Rita Maurício (com poesias de José Luiz Maurício)
Elenco: Rita Maurício
Direção de remontagem: Mirah Laline
Criação e confecção de bonecos: Seli Maurício
Vídeos: Rita Maurício, Márcia Rosa e Roberto Ruchiga
Iluminação: Luciana Tondo
Figurinos: Rita Maurício, Sérgio Stein e Mirah Laline

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O MENINO DO DEDO VERDE (RS)



Dias 18 e 19 de Abril - 10 h e 15 h
Ginásio Domingos dos Santos
Parque Centenário - Montenegro

O Menino do Dedo Verde é uma adaptação do livro homônimo, de Maurice Druon, para o teatro. Ele conta a história de um menino, chamado Tistu que, definitivamente, não é como todo mundo. Tistu tem a difícil missão de desafiar as idéias pré-concebidas da sua época - uma época conturbada pelas guerras, num mundo industrializado e movido pelo comércio.  Filho único de um brilhante fabricante de armas, pré-alfabetizado em casa por sua mãe e vivendo numa bela e rica casa, não se podia esperar tanta confusão na vida dessa criança! Para começar, ele não consegue ficar na escola. Em seguida, tendo aulas com o jardineiro, descobre que possui o raro poder de fazer florescer, em segundos, qualquer semente, em qualquer lugar – só com o toque de seus polegares! O melhor é manter segredo... Aprendendo que, para além de sua casa, há presídios, favelas, doenças e guerras, Tistu percebe que esses males estendem-se até sua casa, família e amigos. Apesar de tão jovem, ele sabe muito bem o que deve fazer e seus polegares não têm mais sossego, levando o poder de transformação das flores a provocar as mais inusitadas situações!

Elenco: Ana Marques, Giancarlo Camargo, Guto Pasini e Tarso Olivier Heckler.
Direção: Marcio Bernardes.
Adaptação: Yulo Cezzar (texto adaptado do livro homônimo de Maurice Druon).
Cenários, adereços e bonecos: Patrícia Preiss e Maira Coelho.
Figurinos: Elizabeth Mânica. 
Direção musical: Tarso Olivier Heckler.
Produção e projeto: A.G.Empreendimentos Sociais e Culturais Ltda. – ME.
Realização: Grupo Ritornelo de Teatro.


Confira a crítica do espetáculo no blog Olhar (es) da Cena.

domingo, 14 de abril de 2013

ANALU E AS CONFUSÕES NO MUNDO DA IMAGINAÇÃO (RS)


Crianças de Porto Alegre poderão se aproximar um pouco mais do mundo da fantasia neste mês de abril. Numa parceria entre a Cia Corpo em Cena e o Sesc, acontecem em Porto Alegre atividades especiais para celebrar o Dia Nacional da Literatura Infantil. 

Sessões do espetáculo “Analu e as Confusões do Mundo da Imaginação” fazem parte da programação dos próximos dias.

Analu é uma menina que gosta muito de ler e acredita em contos de fadas. Esta é a personagem central do espetáculo “Analu e as Confusões do Mundo da Imaginação”, que estará em cartaz no Teatro do Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665) em Porto Alegre, nos dias 17 e 18 de Abril às 15h.

A peça, do grupo Cia Corpo em Cena, apresenta a história da menina provocada pelo seu colega Diego, que insiste em chamá-la de boba por acreditar na fantasia. Mas algo inesperado acontece e Diego, por uma ironia do destino, acaba comprovando com seus próprios olhos que tudo é possível no Mundo da Imaginação. 

Direção: Eugênio Moreira

Texto: Gabrielli Fernandes e Suka Rodriguez

Elenco: Aline Roehrs, Douglas Cruz, Eugênio Moreira, Gabrielli Fernandes e Suka Rodriguez

Iluminação/Som: Lucas Furno

Composições originais: Suka Rodriguez e Aline Roehrs

Figurino: Gabrielli Fernandes

Fotos: Thieli Viana

Cenografia: Cia Corpo em Cena

Realização: Cia Corpo em Cena

www.facebook.com/ciacorpoemcena


Informações sobre estas e outras atividades culturais e de estímulo à qualidade de vida promovidas pelo Sesc na Capital podem ser obtidas pelo fone (51) 3284-2070.
Saiba mais em www.sesc-rs.com.br. 

Programação:

Espetáculo “Analu e as Confusões do Mundo da Imaginação”
Quando: 17 e 18/04
Horário: 15h 
Local: Teatro Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665) 

A TRILOGIA TEBANA (RS)




quinta-feira, 11 de abril de 2013

HISTÓRIAS DO CIRCO SEM LONA (Canoas/RS)


Sinopse: O espetáculo mostra as artimanhas de três palhaços “sem eira, nem beira”, que não têm muitos dotes e precisam encontrar uma forma de ganhar a vida e conquistar o pão de cada dia. A encenação reflete, através da alegoria e da linguagem do palhaço, a dura vida de quem precisa trabalhar para sobreviver dia após dia e mesmo assim encontra subterfúgios para escapar das pressões cotidianas e se contrapor à tristeza do mundo.

Gênero: Teatro de Rua

13 abril – 15h – Humaitá/Parque Mascaranha De Moraes

O Grupo TIA (Teatro Ideia Ação) foi fundado em 2004 e tem como proposta um teatro experimental, de intervenção social, onde se possa pesquisar e descobrir formas desse “fazer teatral”.

FICHA TÉCNICA
Texto: O grupo
Direção: Marcelo Militão
Elenco: Marcelo Militão, Mariana Abreu e Gildo Joaquim
Figurinos e Maquiagem: Mariana Abreu
Adereços: O grupo e Denise Ayres
Música: O grupo e Felipe Nunes
Produção: Paula Lajes
Duração: 50 minutos
Faixa Etária Recomendada: Livre

O TEATRO DE CAIXA (Porto_Alegre/RS)


Sinopse: Espetáculo de Teatro de Figuras na rua, trata de pequenos encontros da vida, enquanto Valentin, o contador de histórias, relata as aventuras vividas em busca da verdade sobre suas próprias histórias.

Gênero: Teatro de Figuras na Rua

13 abril – 10h – Restinga/Av. Macedônia S/Nº

Rudinei Morales é ator, cenógrafo e diretor há mais de 10 anos. Em 2011 passou a formar seu próprio repertorio dentro do universo do Teatro de Animação, mantendo pesquisa permanente sobre o Teatro de Objetos e o Teatro de Figuras, valendo-se do teatro de rua como meio de popularizar seus projetos.

FICHA TÉCNICA
Direção e Figurino: Liane Venturella
Texto, Atuação, Produção, Ilustrações e Cenografia: Rudinei Morales
Trilha Sonora: Álvaro Rosacosta
Fotografia: Fábio Zambom, Leon Federico Kiran, Gabriela Argenta e Rafael Pires
Produção de Vídeo: Michelangelo Barbosa
Dubladores: Heinz Limaverde, Miriã Possani e Rafael Rossa
Orientação Cenográfica: Ana Medeiros
Traduções: Roger Altnetter
Duração: 60 minutos
Faixa Etária Recomendada: Livre

quarta-feira, 10 de abril de 2013

AYÊ (Porto_Alegre/RS)


Sinopse: Ayê”, terra na língua Yorubá, é um convite ao reconhecimento e celebração das raízes afrodescendentes rio-grandenses. Um povo e sua terra: a trajetória de luta e resistência do primeiro quilombo urbano titulado do Brasil, o Quilombo da Família Silva.

A peça estreou em setembro de 2012, ocupando espaços públicos abertos como praças e parques, antigamente ocupados pela população negra antes de seu deslocamento forçado para regiões periféricas da cidade de Porto Alegre.

Gênero: Teatro de Rua

13 abril – 18h – Bairro Três Figueiras/Praça Paris – Rua Valdir Antônio Lopes, 52

FICHA TÉCNICA
Direção: Júlia Rodrigues e Thiago Pirajira
Elenco: Diego Machado, Julia Ramos, Kaya Rodrigues, Lucia Clemente e Pâmela Amaro
Trilha Sonora: Ricardo Pavão
Cenário: Juliano Rossi e Margarida Rache
Figurinos: Létz Pinheiro e Luise Brolese
Iluminação: Bathista Freire
Preparação vocal: Francis Padilha
Arte gráfica: Danilo Oliveira
Produção: Diana Manenti e Lolita Goldschmidt
Duração: 60 minutos
Faixa Etária Recomendada: Livre