domingo, 25 de maio de 2014

CORTIÇOS (MG)


"Cortiços" - Cia Luna Lunera (MG) 
Data - 20/05 
Local - Teatro Sesc Centro 
Horário - 19h 

Sinopse: Estalagem São Romão: naquele chão encharcado, naquela umidade quente e lodosa, um aglomerado pulsante de gente. O espetáculo recorta a obra O Cortiço, de Aluísio Azevedo, para dela extrair corpos, garrafas e líquidos que atravessam os inúmeros cômodos da alma do homem em seu estado bruto. “E Deus criou o mundo ouvindo samba.” 

Classificação etária: 16 anos 
Duração: 75 minutos 

Ficha Técnica: 
Concepção: Cia. Luna Lunera e Tuca Pinheiro 
Direção e Coordenação Dramatúrgica: Tuca Pinheiro 
Intérpretes Criadores: Cláudio Dias, Débora Vieira, Isabela Paes, Marcelo Souza e Silva e Fernando Oliveira 
Assistência Dramatúrgica: Zé Walter Albinati e Marcelo Souza e Silva 
Treinamento Corporal: Tuca Pinheiro 
Preparação Vocal: Helena Mauro 
Oficina de Samba: Juliana Macedo 
Cenografia: OSLA Arquitetura - Ed Andrade 
Confecção de Cenário: Artes Cênicas Produções - Joaquim Pereira 
Figurino: Juliana Macedo 
Iluminação: Felipe Cosse e Juliano Coelho 
Trilha Sonora: Tuca Pinheiro 
Programação Visual: Frederico Bottrel 


Serviço:
"Cortiços" - Cia Luna Lunera (MG) 
Teatro Sesc Centro (Avenida Alberto Bins, 665 - Centro – 3284.2070) 
Horário - 19h 

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral. 

Após apresentação, público pode participar de “Discutindo a Cena” – com Tânia Brandão.

O CIRCO DOS HORRORES (RS)


Data - 20/05 
Local - Esquina Democrática 
Horário - 12h 
ENTRADA FRANCA

Sinopse: Circo de Horrores e Maravilhas é uma farsa baseada nos tradicionais circos dos horrores do início do século passado, que exibiam pessoas 'diferentes' como objetos de diversão. O espetáculo reflete sobre a exclusão, de uma forma divertida e poética. A barbada, a gigante, as siamesas, são algumas das atrações internacionais que descortinam 
suas histórias. Mulheres que evidenciam a superação de dificuldades, frequentemente vividas por aqueles que não se enquadram nos padrões de normalidade impostos pela sociedade. O texto foi inspirado em casos verídicos. As ‘grandes diferenças’ são mostradas como metáforas da intolerância às pequenas diferenças, existentes em diversos âmbitos da sociedade e que ainda prevalecem pelo mundo inteiro. A montagem partiu do texto dramatúrgico e de improvisações, por meio da pesquisa de uma linguagem de ampliação corporal, jogo e composição de imagens apropriadas à dramaticidade dessas figuras. A música é executada ao vivo pelas próprias atrizes, conferindo um colorido especial ao trabalho. 

Duração: 40 minutos 
Classificação Indicativa: livre 

Ficha Técnica: 
Texto: Fernando Kike Barbosa e Vera Parenza 
Direção: Cláudia Sachs e Vera Parenza 
Atuação: Carla Costa e Vera Parenza 
Trilha sonora: Fernando Kike Barbosa e Vera Parenza 
Arranjos: Beto Chedid 
Preparação e Direção Musical: Simone Rasslan 
Figurinos e adereços: Alexandre Magalhães e Silva 
Cenografia: Luís Marasca 
Assistente de Cenografia: Lia Rodrigues

MANDINHO (RS)


"Mandinho" - Leandro Maia (RS) 
Data - 18/05 
Local - Sala Álvaro Moreyra 
Horário - 16h 

Sinopse: O espetáculo Mandinho - “criança pequena” no gauchês falado na fronteira com o Uruguai - é a recriação cênica das canções do disco infantil homônimo de Leandro Maia. Com dez composições, o espetáculo musical ao vivo conta com a participação do autor em interação com bonecos e outras formas animadas, manipuladas pela Cia Gente Falante. As letras das canções estabelecem personagens e situações ligadas à infância de forma lúdica e inteligente, abordando temas ligados a vida familiar e social de forma rica e divertida. Tanto situações cotidianas quanto histórias 
fantasiosas nutrem o trabalho, marcado pela magia e sensibilidade que contagia o público pela forte presença de brasilidade, em ritmos como samba, baião, maçambique, maracatu, frevo, valsa, afoxé, milonga, chamamé e ritmos de outros países como polca, tango, candombe e chacarera. 

Duração: 50 min 
Classificação Indicativa: Livre 

Ficha Técnica: 
Direção Geral: Leandro Maia 
Direção Cênica: Maria Falkembach 
Direção de Animação: Paulo Fontes (Cia Gente Falante) 
Cenário: Rodrigo Núñez 
Figurinos: Manuela Gastal 
Confecção Bonecos: Paulo Fontes, Marilise Obregón e Niltamara Gomes 
Músicos: Leandro Maia, Felipe Karam, Luke Faro 
Participação Especial: Simone Rasslan, Álvaro Rosacosta 
Atores-manipuladores: Denise Anjos, Gessi Almeida, Taís Prestes 
Iluminação: Fernando Ochôa


Serviço:
"Mandinho" - de Leandro Maia (RS) 
Data - 18/05 
Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura - Avenida Erico Verissimo, 307 - 3221.6622) 
Horário - 16h 

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral.

SARGENTO GETÚLIO (BA)



Data - 17/05 
Local - Sala Álvaro Moreyra 
Horário - 20h 

Sinopse: O espetáculo, adaptação do romance homônimo de João Ubaldo Ribeiro, conta a história de Getúlio, um rude militar que tem a missão de transportar um prisioneiro e inimigo político de seu chefe. No meio da jornada, em virtude da mudança no panorama político, o sargento recebe a ordem para soltar o prisioneiro, mas, devido ao seu temperamento avesso, ele decide, com destemor, terminar a missão que lhe foi confiada. 

Teatro adulto 
Duração: 50 minutos 
Classificação etária: 14 anos 

Ficha técnica: 
Direção e adaptação: Gil Vicente Tavares 
Elenco: Carlos Betão 
Direção de produção: Fernanda Bezerra 
Produtora: Júlia Salgado 
Iluminação: Eduardo Tudella 
Direção musical: Ivan Bastos 
Cenário e figurino: Rodrigo Frota 
Contrarregra: Anderson Alan 
Operador de luz: Bruno Freitas 

Serviço:
"Sargento Getúlio" - Teatro Nu (BA) 
Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura - Avenida Erico Verissimo, 307 - 3221.6622) 
Horário - 20h 

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral. 


Após a apresentação, o público poderá participar do Discutindo a Cena” – com Suzi Weber.
PUBLICAÇÕES

PRAZER (MG)


Datas: 17 e 18/05 
Local: Teatro Sesc Centro 
Horário: 19h 

Sinopse: Apesar das inquietações, angústias e impasses cotidianos, quatro amigos tentam a coragem de buscar a alegria. Com concepção e dramaturgia da Cia. Luna Lunera, de Belo Horizonte, “Prazer”, teve orientação dramatúrgica de Jô Bilac, colaboração artística da atriz Roberta Carreri (Odin Teatret), do bailarino e coreógrafo Mário Nascimento e do videoartista Éder Santos. 

Classificação etária: 16 anos 
Duração: 110 minutos 

Ficha Técnica: 
Concepção e dramaturgia: Cia. Luna Lunera 
Atuação e codireção: Cláudio Dias, Isabela Paes, Marcelo Souza e Silva e Odilon Esteves 
Codireção: Zé Walter Albinati 
Orientação dramatúrgica: Jô Bilac 
Núcleo de Colaboradores Artísticos: Éder Santos, Jô Bilac, Mário Nascimento, Roberta Carreri 
Preparação corporal: Mário Nascimento 
Residência artística: Roberta Carreri - OdinTeatret 
Direção: Éder Santos 
Coordenação geral de produção vídeo gráfica: André Hallak 
Concepção cenográfica: Ed Andrade 
Assistente de cenografia: Morgana Mafra 
Execução do cenário: 100 Pregos 
Figurino: MarneyHeitmann 
Assistente de figurino: Alexandre Frade 
Confecção de figurino: Maria Vieira 
Iluminação: Felipe Cosse e Juliano Coelho 
Assistente de Iluminação: JésusLataliza 
Participação afetiva: Cláudia Corrêa 
Programação visual: 45 Jujubas - Marcelo Dante e Juliano Augusto 
Registro vídeo gráfico: Léo Pinho 
Vídeos adicionais para divulgação: Guilherme Reis 


Serviço:
"Prazer" - da Cia Luna Lunera (MG) 
Teatro Sesc Centro (Avenida Alberto Bins, 665 - Centro – 3284.2070) 
Horário - 19h

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral. 

Após a apresentação do dia 18, o público poderá participar do Discutindo a Cena” – com Carlos Mödinger.

ÓPERA DOS VIVOS (SP)


"Ópera dos Vivos" - Cia do Latão (SP) 
Datas - 17 e 18/05 
Local - Teatro Renascença 
Horário - 19h 

Sinopse: Ópera dos Vivos é a mais ambiciosa das realizações da Companhia do Latão. Luiz Fernando Ramos em Folha de São Paulo. Ópera dos Vivos combina teatro, música e cinema para abordar a produção cultural dos anos 1960 até hoje, tendo como fio condutor uma reflexão sobre a mercantilização do trabalho artístico atual e sua ideologia. Os 
quatro atos têm títulos irônicos: “Sociedade Mortuária”, “Tempo Morto”, “Privilégio dos Mortos” e “Morrer de Pé”. Compõem quatro partes que poderiam ser apresentadas de forma independente, mas que, interligadas, dialogam por oposição, compondo um panorama representativo do trabalho da cultura nos últimos 50 anos do Brasil, antes e depois do golpe militar. 

Classificação etária: 16 anos 
Duração: 240 min 

Ficha Técnica: 
Elenco: Adriana Mendonça, Carlos Escher, Erika, Fernada Gonsales, Helena Albergaria, Renan Rovida, Rogério 
Bandeira, Ney Piacentini, Alvaro Franco 
Música original e execução: Martin Eikmeier
Cenografia e figurino: Renato Bolelli Rebouças e Vivianne Kiritani 
Iluminação: Melissa Guimarães 
Criação cinematográfica: Luiz Gustavo Cruz 
Coordenação de pesquisa: Roberta Carbone 
Produção geral: João Pissarra 
Direção e dramaturgia: Sérgio de Carvalho 


Ópera dos vivos - Cia do Latão (SP) 
Teatro Renascença (Avenida Erico Verissimo, 307 - Menino Deus - 3221.6622) 
Horário - 19h

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral.

QUALQUER COISA A GENTE MUDA (RJ)


"Qualquer coisa a gente muda" - com Angel Vianna (RJ) 
Datas - 16 e 17/05 
Local - Teatro Museu do Trabalho 
Horário - 21h 

Sinopse: Qualquer coisa a gente muda é um experimento coreográfico que celebra os 85 anos de Angel Vianna, dos quais 66 dedicados inteiramente à dança. A supressão é o que motiva a encenação. Esses atos de substituição formam uma narrativa construída pelo encontro entre o público e a atenção de Angel Vianna sobre o espaço cênico, sua sensibilidade, seus gestos e suas intenções. Em justaposição, a bailarina Maria Alice Poppe introduz uma dança que acrescenta volume e expansão a cena e propõe uma organização sequencial acionada pela memória imediata, um 
cardápio de possibilidades impulsionado pela atenção à movimentação que é construída passo a passo. Angel está na plateia, só, o público entra pelo acesso ao palco, as cortinas estão fechadas e eles se deparam com uma mulher, uma mesa mineira e uma cadeira. Em um certo momento as cortinas são abertas e o público encontra Angel sentada nas últimas fileiras da plateia, que está toda iluminada; ela se levanta e dirige-se para a primeira fila e observa o público a ocupar seu lugar habitual (os demais que não puderam entrar no palco para o prólogo entram para assistir o espetáculo). 

Dança 
Duração: 50 minutos 
Classificação etária: Livre 

Ficha técnica: 
Encenação e direção: João Saldanha 
Atuação: Angel Vianna e Maria Alice Poppe 
Assistente: Angel Tatiane Jesus de Santana 
Iluminação: Adelmo Lapa

Serviço:
Qualquer coisa a gente muda" - com Angel Vianna (RJ) 
Teatro Museu do Trabalho (Rua Andradas, 230 - Centro - 3227.5196) 
Horário: 21h 

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral. 


Após a apresentação do dia 17, o público poderá participar do Discutindo a Cena” – com Carlos Mödinger.

UMA FLOR DE DAMA (CE)


Uma flor de dama - As travestidas (CE) 
Data - 16/05 
Local - Sala Álvaro Moreyra 
Horário - 20h 

Sinopse: Uma noite na vida de uma travesti: momento em que entra no camarim e se prepara para fazer um show até 
ir às ruas prostituir-se. No decorrer, no fim da noite, sentada no bar tomando a última e quente cerveja, fala sobre sua 
vida, suas escolhas, seus amores, seus desejos, seu ódio. O público acompanha a vida dessa personagem fictícia e 
acrescida de fatos reais a partir de uma pesquisa de campo do ator e trazendo à cena questões como HIV, política, 
preconceito, e, especialmente, as escolhas que a vida nos oferece (ou das quais nos priva). 

Teatro adulto 
Duração: 50 minutos 
Classificação etária: 18 anos 

Ficha técnica: 
Direção e dramaturgia: Silvero Pereira 
Figurino: Silvero Pereira 
Consultoria Cenográfica: Silvero Pereira 
Luz: Silvero Pereira 
Direção Musical: Silvero Pereira 
Programação visual: Andrei Bessa 
Adereços: Silvero Pereira 
Cenotécnia: Silvero Pereira e Fabinho Vieira 
Texto Original: Caio Fernando Abreu 
Adaptação: Silvero Pereira 
Trilha sonora: Silvero Pereira 
Elenco: Silvero Pereira 
Técnico de Luz: Fabio Vieira 
Produção Executiva: Denis Lac


Serviço:
Uma flor de dama - As travestidas (CE) 
Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura - Avenida Erico Verissimo, 307 - 3221.6622) 
Horário: 20h 

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral. 

* Após a apresentação, o público poderá participar do Discutindo a Cena” – com Valmir Santos

PLAGIUM (MS)


"Plagium?" - Cia Dançaurbana (MS) 
Data - 15/05 
Local - Teatro Novo DC 
Horário - 20h . 

Sinopse: Segundo o dicionário Houaiss, “plágio” é a simulação de autoria sobre algo produzido por outrem. Plagium?, da Cia. Dançurbana, apropria-se de recortes de obras de companhias de dança reconhecidas para criar um espetáculo particular. Toma como referências Ginga Cia. de Dança (MS), Membros (RJ), Quasar (GO), Cena 11 (SC) e a companhia belga Rosas, e lança a pergunta: como é possível ser singular em contato com o que há em comum com outras obras? 

Dança 
Duração: 40 minutos 
Classificação etária: Livre 

Ficha técnica: 
Direção: Marcos Mattos 
Elenco: Adaílson Dagher, Ariane Nogueira, Maura Meneze, Ralfer Campagn, Reginaldo Borge, Roger Pachec e Rosely 
Mendonça 
Texto: Luiza Rosa 
Concepção e criação: Marcos Mattos 
Figurino: Herbert Corrêa 
Iluminação: Cadu Modesto 
Trilha sonora: Reginaldo Borges 
Fotografia: Franciella Cavalheri e Cadu Modesto 


Serviço:
"Plagium?" - Cia Dançaurbana (MS) 
Teatro Novo DC (Rua Frederico Mentz, 1561 - 3374-3722) 
Horário: 20h 

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral. 

Após a apresentação, o público poderá participar do Discutindo a Cena” – com Valmir Santos

AQUELES DOIS (MG)

"Aqueles Dois" - Cia Luna Lunera (MG) 
Data - 15/05 
Local - Teatro Sesc Centro 
Horário - 19h 

Sinopse: Da rotina de uma “repartição” – metáfora para qualquer ambiente inóspito e burocrático de trabalho, revela-se o desenvolvimento de laços de cumplicidade entre dois de seus novos funcionários, Raul e Saul. É que “num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra”. No entanto, essa relação acaba gerando incômodo nos demais colegas de profissão. O espetáculo Aqueles Dois foi criado a partir do conto homônimo do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996). 

Classificação etária: 16 anos 
Duração: 80 minutos 

Ficha Técnica: 
Concepção: Cia. Luna Lunera 
Texto: Caio Fernando Abreu 
Diretores/Criadores: Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves, Rômulo Braga e 
Zé Walter Albinati 
Em cena: Cláudio Dias, Guilherme Théo, Marcelo Souza e Silva e Odilon Esteves. 
Cenário e Figurino: Núcleo de criadores do espetáculo 
Iluminação: Felipe Cosse e Juliano Coelho 


Serviço:
"Aqueles Dois" - Cia Luna Lunera (MG) 
Teatro Sesc Centro (Avenida Alberto Bins, 665 - Centro – 3284.2070) 
Horário: 19h 

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral.

CIRCULO DE GIZ CAUCASIANO (SP)

"Circulo de Giz Caucasiano" - Cia do Latão (SP) 
Datas - 15 e 16/05 
Local - Teatro Renascença 
Horário: 19h 

Sinopse: Escrita por Bertolt Brecht entre 1944 e 1945, durante o exílio nos Estados Unidos, O Círculo de Giz Caucasiano (Der Kaukasische Kreidekreis) é uma peça de narrativas concêntricas: um prólogo em que um grupo de camponeses se reúne para discutir o direito à propriedade; uma encenação em tom de fábula sobre Grusha, uma empregada da corte que cuida uma criança abandonada pela mãe durante uma revolução palaciana e a conduz por regiões variadas; a farsa do beberrão juiz Azdak, cuja desconformidade com a lei o aproxima da justiça. A forma “em fuga” de uma peça feita de peças-dentro-da-peça imprime um sentimento de exílio nesse que é um dos textos mais radicalmente épicos de Brecht. O espetáculo representa uma continuidade da pesquisa em teatro dialético realizada 
pela Companhia do Latão.

Classificação etária: 16 anos 
Duração: 3 horas (2 atos - intervalo de 15 minutos) 

Ficha Técnica: 
Texto: O Círculo de Giz Caucasiano, de Bertolt Brecht 
Encenação: Sérgio de Carvalho 
Direção Musical: Martin Eikmeier 
Execução Musical: Mafa Nogueira e Martin Eikmeier 
Cenário e Figurinos: Fábio Namatame 
Iluminação: Fábio Retti / Melissa Guimarães 
Assistência de Direção: Daniele Ricieri 
Preparadora Vocal: Sandra Ximenez 
Ilustrações: Fernando Vilela 
Diagramação: Pedro Penafiel 
Assistência de cenário e figurino: Bruno Anselmo 
Pintura de Arte: Antônio Océlio de Alencar 
Adereços e Objetos de cena FCR Produções Artísticas Ltda 
Costumização de figurinos: Raquel Oliveira de Azevedo, Suely Gerhardt e Vera Gerhardt 
Artesão dos Bonecos: Bartô 


Serviço:
"Circulo de Giz Caucasiano" - Cia do Latão (SP)
Teatro Renascença (Avenida Borges de Medeiros, 835 - Centro - 3226-0242) 
Horário: 19h

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral.

POST (FRANÇA)

"Post" - Bang Bang (FRA) 
Datas - 14/05 e 15/05 
Local - Sala Álvaro Moreyra 
Horário - 20h 

Sinopse: Seguindo uma visão do malabarismo que descarta o interesse estritamente espetacular em proveito do desafio dramático e poético, POST confronta dois seres humanos, no meio do vácuo, como dois sobreviventes da humanidade que se agarram às bolas e ao outro para subsistir. Uma relação com vibrações melancólicas exaltada por um potente som pós-rock, entre comunhão abstrata e melodrama sensível. Post concentra-se na relação com o outro, com o espaço e o tempo, explorando deslocamentos, verticalidade, apoios, impedimento, resistência, e fala do humano, da sua irremediável solidão e, ao mesmo tempo, da interdependência entre os homens. Quando os dois começam o malabarismo, assim como se mergulha de uma ponte de 15m, a respiração curta, o olho escrutador, a mão elétrica, surge a linguagem comum, a necessidade do outro… e forja-se esta relação estranha, entre obsessão e cumplicidade, uma vital (fatal?) dependência… 

Circo 
Classificação etária: maiores de 10 anos 
Duração: 60 min 

Ficha Técnica: 
Elenco, Concepção, direção e interpretação 
Elsa Guérin e Martin Palisse 
Colaboração artística: Romuald Collinet e Manu Deligne 
Luz e cenografia: Elsa Guérin e Martin Palisse 
Direção de luz e som: Manu Deligne ou Pierre-Yves Dubois


Serviço:
"Post" - Bang Bang Cirque (FRA) 
Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura - Avenida Erico Verissimo, 307 - 3221.6622) 
Horário: 20h

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral.

NESTA DATA QUERIDA (MG)

"Nesta data querida" - Cia Luna Lunera (MG) 
Data: 14/05 
Local: Teatro Sesc Centro 
Horário: 19h 

Sinopse: No aniversário de seu filho, Antonieta recebe a visita de dois convidados inesperados: Erre, dono do salão onde ela esteve pela primeira vez naquele dia, e Rosa, antiga cliente do cabeleireiro. Nesta Data Querida trata, com humor, da aridez das relações humanas e dos subterfúgios para contornar o tédio e o vazio do cotidiano. Surpreendente, como diz Erre: “A gente não conhece mesmo as pessoas!” 

Classificação etária: 16 anos 
Duração: 50 min 

Ficha Técnica: 
Concepção: Cia. Luna Lunera, Guilherme Lessa e Rita Clemente 
Direção: Rita Clemente 
Dramaturgia: Guilherme Lessa 
Em cena: Fafá Rennó, Cláudia Corrêa, Cláudio Dias 
Atriz Stand-by: Isabela Paes 
Cenário: Cláudio Dias 
Iluminação: Cláudio Dias, Richard Zaira e Rodrigo Lara 
Figurino e Trilha Sonora: criação coletiva 
Relatores do processo: Cláudio Dias e Zé Walter Albinati 


Serviço:
Nesta data querida - Cia Luna Lunera (MG) 
Teatro Sesc Centro (Avenida Alberto Bins, 665 - Centro – 3284.2070) 
Horário - 19h 

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral.

O MISTÉRIO DA BOMBA H (MG)

O mistério da bomba H - Grupo Oriundo de Teatro (MG) 
Data - 14/05 
Local - Teatro Museu do Trabalho 
Horário - 16h 

Sinopse: Em meio à visita de um famoso ator de televisão e a uma ameaça de atentado terrorista, no qual seria utilizada a terrível “bomba H__”, entram em cena fãs histéricas, super-heróis, autoridades e malandros que 
representam, entre disfarces, amores impossíveis e perseguições, o embate entre frangos e perus que movimenta Galinópolis e seus habitantes. Com a trilha sonora original totalmente executada ao vivo pelo elenco, O Mistério da Bomba H__, um espetáculo leve, divertido e inteligente, é uma fábula que não aposta nas tradicionais “mensagens” e 
“lições de moral” muitas vezes veiculadas pelo teatro normalmente classificado como infantil, mas que, por outro lado, não abre mão da reflexão gerada pela relação entre o texto e o contexto social, independentemente da idade do espectador. 

Teatro infanto-juvenil 
Duração: 55 minutos 

Ficha técnica: 
Direção: Anna Campos 
Elenco: Diego Krisp, Enedson Gomes, Isabella Arvelos, Helaine Freitas e Tatá Santana 
Texto: Antonio Hildebrando 
Trilha sonora original: Tatá Santana 
Figurinos: Conceição Bicalho e Ivanil Fernandes 
Cenário e maquiagem: Daniel Ducato 
Criação e confecção dos bonecos: Daniel Ducato 
Produção: Anna Campos, Enedson Gomes 
Iluminação: Enedson Gomes e Yuri Simon 
Técnicos de som e luz: Rodrigo Cordeiro, Israel Levy, Pedro Rabelo e Joubert Oliveira 
Fotografia: Anna Campos 

Serviço:
"O mistério da bomba H" - Grupo Oriundo de Teatro (MG) 
Teatro Museu do Trabalho (Rua Andradas, 230 - Centro - 3227.5196) 
Horário: 16h 

Ingressos: R$ 5,00 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac, R$ 10,00 para estudantes, maiores de 
60 anos, classe artística e empresários com Cartão Sesc/Senac e R$ 20,00 para o público geral.

O SEGREDO DA ARCA DO TRANCOSO (BA)

"O segredo da arca de trancoso" - da Cia Vilavox (BA) 
Data - 13/05 
Local - Parque da Redenção – junto à Rótula da Setembrina 
Horário - 19h 
ENTRADA FRANCA

Sinopse: Inspirado no universo dos contos orais brasileiros, o espetáculo utiliza técnicas de pernas de pau, máscara e músicas originais para contar a história de um menino encarregado de levar uma arca de madeira até um local muito distante. Logo ele descobre que a tal arca, espécie de baú, parece ter o poder de transformar a vida de todos os que tentam ver o que ela contém. Em uma sucessão de surpresas, homens e mulheres com toda a sorte de intenções, animais falantes e criaturas fantásticas surgem no caminho do menino tentando tomar posse da arca, o que mostra que 
aquele estranho objeto é muito mais poderoso do que se pode imaginar. 

Teatro de rua 
Duração: 90 minutos 
Classificação etária: Livre 

Ficha técnica: 
Autor: Luiz Felipe Botelho 
Direção musical: Jarbas Bittencourt 
Direção de arte: Agamenon de Abreu 
Direção e assessoria no treinamento de máscaras: Isa Trigo 
Direção coreográfica e preparação corporal: Líria Morays 
Elenco: Claudio Machado, Fred Alvin, Gordo Neto, Manu Santiago, Márcia Lima e Ramona Gayão 
Encenação: Claudio Machado 
Assistentes de direção: Lilih Curi e Bruno Guimarães 
Músicos: Joker Guiguio, Roberto Brito e Vagné Lima 
Preparação vocal: Marcelo Jardim 
Projeto e execução de luz: Fred Alvin e Josi Varjão 
Operador de luz: Patrícia Leitão 
Projeto de som: Maurício Roque 
Operador de som: Ivo Conceição 
Orientação da pesquisa musical: Emília Biancardi 
Cenografia: Agamenon de Abreu e Claudio Machado 
Figurino e adereços: Agamenon de Abreu 
Fotografia: João Meireles e Alessandra Nohvais

LUPI, O MUSICAL - UMA VIDA EM ESTADO DE PAIXÃO (RS)


A estreia nacional de Lupi, o musical – uma vida em estado de paixão está marcada para o dia 31 de maio, no Theatro São Pedro. O espetáculo integra as comemorações do centenário do músico Lupicínio Rodrigues.
Lupi, o musical é uma homenagem ao artista e um elogio à paixão. Não a um caso, ou casos de paixão, mas à paixão idealizada, pré-existente, na alma de Lupicínio Rodrigues. Segundo o diretor e autor, Artur José Pinto, a montagem é uma celebração de um homem que vai além da dor de cotovelo: “Lupicínio era muito mais do que um músico que falava sobre a dor de cotovelo. Nossa intenção é contar a história do artista, mas também do pai, amigo, amante”, revela.
Lupicínio Rodrigues é reverenciado no Brasil, como um de seus poetas/compositores mais fecundos. De suas 600 composições, ao menos 150 foram gravadas, de Caetano Veloso a Jamelão. A estrutura de seus versos e o tratamento que dava a cada tema eram de uma sofisticação ímpar, fazendo com que se destacasse entre seus pares. Negro, pobre e sambista. Por uma imposição da época, Lupicínio não pode ser jogador profissional de futebol. O esporte era exclusivo para jovens brancos de “boas” famílias. Ou seja, venceu muito mais do que os desafios artísticos: venceu, também, o racismo e o preconceito. Venceu, ainda, a estética musical da época, que situava o samba no eixo Rio/São Paulo. Venceu como cantor, com sua voz macia, quase sussurrada, enquanto a moda eram vozeirões como Nélson Gonçalves, Orlando Silva, Vicente Celestino, Francisco Alves, entre todos.
O musical revela um Lupicínio em situações conhecidas e inéditas. Dentre estas, um soldado jovem, sentando praça, em Santa Maria; um aprendiz de mecânico, da Cia. Carris; um boêmio de família, que celebrou 30 anos de casamento com Dona Cerenita Quevedo. Um homem que, nos finais de semana, era caseiro e adorava receber seus familiares na chácara da Cavalhada. Para Lupicínio, boemia, só de segunda à sexta.
Das 21 músicas selecionadas para o repertório, o público encontrará canções renomadas como “Felicidade”, “Nervos de Aço” e “Se acaso você chegasse”, mas também composições menos conhecidas de sua produção, como Zé Ponte e Judiaria A Direção Musical e arranjos é de Mathias Pinto.
No elenco, Juliano Barreto, criador do projeto, interpreta Lupicínio com 59 anos. O ator Gabriel Pinto interpreta o músico durante sua juventude. Integram o grupo Nadya Mendes, Nani Medeiros, Pâmela Amaro, Cíntia Ferrer, Gabriel Pinto, Lucas Krug, Mario de Ballentti, César Pereira e Raul Voges.
Acompanham os músicos Mathias Pinto (Violões), Guilherme Sanches (percussão), Lucian Korlow (Flauta), Samuca do Acordeon (Acordeon), André (Trombone), Pâmela Amaro (Pandeiro) e Luis Barcelos (Bandolim e Arranjos).
O figurinos em preto e branco assinados por Fabrízio Rodrigues trazem uma criação contemporânea e conceitual para visual dos personagens, com referências que remetem a um clima de Cabaret e romantismo. A cenografia é de Raul Voges. Todos os objetos de cena são reaproveitados, valorizando o conceito de sustentabilidade. O cenário é dividido em sets. Em cada um deles, serão encenados momentos da vida do Lupicínio. O ambiente predominante será o de uma estação de rádio. O público presente em cada sessão será convocado a ser o público de um grande programa de rádio, ao vivo. Em cena um conjunto musical, contra regras, atores, cantores, sonoplastas, apresentadores, produtores, etc.
As apresentações no Theatro São Pedro ocorrem nos dias 31 de maio e 01 de junho, e os ingressos já estão à venda na bilheteria do teatro, com valores entre R$ 20,00 e R$ 60,00 e descontos de 50% para idosos e sócios AATSP (limitados), 20% para Titular e Acompanhante do Clube do Assinante Zero Hora e 10% para estudantes.
Saiba mais
LUPI, o Musical, é uma obra de exaltação à alegria, à amizade e ao amor. Os tons sombrios, que normalmente são aplicados nas referências que se faz ao poeta, são transformados em cores e brilhos. Essa era a verdadeira essência de Lupicínio. A dor e a traição, aparecem como o risco de quem se entrega à paixão. E coitado de quem não corre esse risco. Artur José Pinto – diretor e dramaturgo
A ideia de realizar um musical sobre a vida e as canções de Lupicínio Rodrigues começou em um jantar na casa de seu filho Lupinho. eu, Juliano Barreto, estava conversando com ele, sobre a vontade de fazer algo maior que um show, que unisse as artes (música, dramaturgia, dança, poesia) num mesmo espetáculo, com a grandiosidade da música do Lupi.
Um espetáculo que colocasse a obra em primeiro plano, que as músicas contassem a história do homem por de trás dela.
Os caminhos da vida, me fizeram chegar a pessoa certa para este projeto: Artur José Pinto. Dramaturgo e Pai deste projeto, Artur é o criador desta história, do roteiro e diretor desta peça.
Juntos, pesquisamos, entrevistamos e recebemos o apoio luxuoso do co-criador Lupinho e do jornalista Marcello Campos, maior pesquisador da antiga Porto Plegre e de Lupicínio Rodrigues.
Neste momento eu me sentia mais preparado para o processo de viver e cantar a obra do Lupi e o Artur já estava mergulhado no processo de escrever.
Juntando-se ao time, o músico e arranjador Mathias Pinto foi essencial, grande apaixonado e dedicado ao samba e chorinho, Mathias, (violonista 7 cordas), trouxe um estilo ao musical, direcionando o projeto para um caminho com marcas musicais definidas.
Com um elenco de grandes cantores que se desafiaram a atuar e belíssimos atores que enfrentaram as melodias delineadas de Lupicínio, o espetáculo pretende vida longa.

Ficha Técnica
Dramaturgia e Direção Cênica – Artur José Pinto
Direção Musical e Arranjos – Mathias Pinto
Coreogra­fia e Cenografi­a – Raul Voges
Figurinos – Fabrízio Rodrigues
Elenco – Juliano Barreto, Nadya Mendes, Nani Medeiros, Pâmela Amaro, Cíntia Ferrer, Gabriel Pinto, Lucas Krug, Mario de Ballentti, César Pereira e Raul Voges.
Músicos – Mathias Pinto (Violões), Guilherme Sanches (percussão), Lucian Korlow (Flauta), Samuca do Acordeon (Acordeon), André (Trombone), Pâmela Amaro (Pandeiro), Luis Barcelos (Bandolim e Arranjos)
Fotografi­a – Daniel Scherer
Projeto Grá­fico – Rafael Franskowiak
Web Design – João Pedro
Assessoria de Imprensa – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Produção Executiva – Ana Helena Rilho e Renata Becker
Direção De Produção – Nadya Mendes
Promoção – Ckooqo Entertainment
SERVIÇO:
O quê: Lupi, o musical – Uma Vida em estado de paixão
Quando: 31/05 às 21h e 01/06 às 18h, sábado e domingo
Onde: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, Porto Alegre)
Duração: 80min.
Informações: 3227.5100
Ingressos:
R$ 60,00 (inteira), plateia e cadeiras extras
R$ 40,00 (inteira), camarotes centrais
R$ 30,00 (inteira), camarotes laterais
R$ 20,00, galerias (preço único)
* Ingressos à venda: Bilheteria do Theatro São Pedro
Horário de funcionamento: segunda a sexta: das 13h às 18h30min (em dias em que não há espetáculos noturnos) e das 13h às 21h (em dias com espetáculos à noite). Sábados: das 15 às 21h. Domingos das 15h às 18h.
Descontos: Meia entrada: idosos (60 anos) e sócios AATSP (limitados);
20% de desconto para Titular e acompanhante do Clube do Assinante Zero Hora;
10% de desconto para estudantes.
OBS: Nas galerias o preço é único, não havendo meia entrada.
Classificação etária: 12 anos

sexta-feira, 23 de maio de 2014

ADOLESCER (RS)


Um dos grandes sucessos do teatro gaúcho, o espetáculo Adolescer entrou na adolescência e retorna em curtíssima temporada para comemorar os seus 12 anos. Será nos dias 27 e 28 de maio, terça e quarta-feira às 21h, no Teatro da AMRIGS, em Porto Alegre. 

Os ingressos antecipados estarão à venda a partir do dia 16 de maio em 3 pontos de venda: Loja Imaginarium do Shopping Iguatemi, Loja Parafina Surf Shop do BIG Gravataí e do BIG Cachoeirinha.Concebida e dirigida por Vanja Ca Michel, a peça, que é cultuada entre os adolescentes, neste período, revelou diversos talentos da cena local e foi assistida por mais de 1 milhão de pessoas.

"A cada ano, Adolescer volta renovada, seja no elenco, nas cenas, coreografias, seja na proposta musical e na linguagem", comenta a diretora Vanja Ca Michel, também autora do texto. "Nosso objetivo é surpreender o público, ainda que este já tenha visto o espetáculo diversas vezes, como se constata. Sempre é uma emoção nova", declara. 
Cenas curtas, que remetem à linguagem da internet e do videoclipe, humor e uma linguagem atual e bem humorada dão o tom da encenação, que reflete sobre o comportamento e as situações típicas da adolescência, provocando um verdadeiro turbilhão emocional. O texto de Vanja Ca Michel reúne fragmentos de Moacyr Scliar, Carlos Drummond de Andrade, do psiquiatra José Outeiral e dos psicanalistas Rubem Alves e Cybelle Weinberg.

Em crítica publicada no Almanaque Virtual, o jornalista Ricardo Schöpke (RJ) comentou: 
“O espetáculo Adolescer, um dos maiores fenômenos do teatro juvenil gaúcho (...) é teatro, feito por jovens - de fato e de espírito - que verdadeiramente dialoga com os adolescentes e seus pais! Esta possibilidade já o credencia como um espetáculo comunicativo, participativo e "antenado" com os problemas que atingem os nossos jovens do século XXI”. Mais adiante, ele diz: “Cercados de uma ótima equipe técnica, o espetáculo apresenta um nível de qualidade técnica e artística muito diferenciada. Adolescer é um belo trabalho, que não se limita apenas ao fazer teatral, mas também na construção de uma postura de vida em relação a juventude, e de uma grande integração como membros de uma mesma família. Esse sim, é o verdadeiro espírito de uma grande trupe teatral”.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

UM VERDADEIRO COWBOY (RS)

UM VERDADEIRO COWBOY traz ao palco um velho (Roberto Oliveira) que acaba de perder sua esposa e antevê a sua própria solidão e abandono. Sua filha (Elisa Heidrich) aparece algumas vezes para cuidá-lo, evidenciando uma relação altamente conflituosa e problemática (refletindo a rede das relações humanas). Quando o velho se encontra no ápice da sua solidão e lhe parece sobre-humana a dificuldade de continuar vivendo, aparece na sua frente uma figura fantástica: o cowboy John Wayne (Marcelo Johann). Esta possibilidade de escapar pela via da fantasia, traz vida ao velho, e enche a montagem de leveza e comicidade. A peça aborda, de forma tocante e agradável, temas tão difíceis como a velhice e a morte.
FICHA TÉCNICA

UM VERDADEIRO COWBOY
Autora
MARÍLIA SAMPER
Diretora
LIANE VENTURELLA
ELENCO:
ROBERTO OLIVEIRA – Velho
ELISA HEIDRICH – Filha e Marilyn Monroe
MARCELO JOHANN – John Wayne
Figurinos: Liane Venturella
Trilha sonora: Álvaro Rosa Costa
Vídeos: Álvaro Rosa Costa
Iluminação: Cláudia de Bem
Operação de luz e montagem: Fabiana Santos
Produção: Francine Kliemann
Produção Geral: Associação Cultural Depósito do Teatro

APENAS 4 APRESENTAÇÕES! 

SERVIÇO

O QUE: UM VERDADEIRO COWBOY
QUANDO: dias 24, 25 e 30 de maio e 01 de junho, 
Sábados às 21h00 e Domingos às 20h00.
ONDE: Teatro de Arena – Altos do Viaduto da Borges de Medeiros
QUANTO: Inteira = 20 reais * Meia Entrada = 10 reais
APENAS 4 APRESENTAÇÕES! 

LOTAÇÃO: 100 lugares
DURAÇÃO: 1h

INFORMAÇÕES:
depositodeteatro@gmail.com 
51 30264468/ 51 96228561
www.depositodeteatro.com.br

sexta-feira, 16 de maio de 2014

UMBIGO (RS)


De 23 de maio a 1º de junho
Sexta: Praça da Alfândega, Rua dos Andradas, 12 horas
Sábado e domingo: Parque da Redenção, próximo ao chafariz, 15 horas 

O ser humano é egoísta por natureza ou essa característica é uma construção social? Intelectuais e estudiosos de todos os tempos nunca chegaram a uma conclusão. A resposta definitiva pouco importa. O ser humano consegue ser egoísta e altruísta ao mesmo tempo, conforme a situação em que se encontra. Sem querer incorrer na dicotomia certo/errado, dividindo o mundo em dois polos antagônicos, todos nós temos momentos individualistas em menor ou maior grau. Mais que respostas, o espetáculo "Umbigo" quer trazer à cena questões que reflitam sobre esse comportamento e, com riqueza de detalhes, mostrar as diversas direções por onde se pode olhar. Neste espetáculo, o Grupo Trilho de Teatro Popular utiliza-se da comicidade para falar sobre a natureza egoísta do ser humano, sobre a capacidade de “olharmos apenas para o nosso umbigo” e sobre as justificativas interessantes que podemos usar para isso.

Sinopse
Em uma cidade fictícia, onde todos seus habitantes pensam no próprio umbigo, conhecemos a história de quatro personagens: Rick da Silva Motta, Mary Maravilha, José Arésio e Joana de Calcutá que se encontram em um assalto ao Umbigo Bank. Através dessa parábola, irônica e bem humorada, é apresentada a pesquisa sobre o egoísmo humano e seus comportamentos em diversas situações.

Ficha Técnica:
Direção: Caroline Falero
Dramaturgia: Fábio Castilhos
Elenco: Bruna Immich, Daniel Gustavo, Fábio Castilhos e Giovanna Zottis
Músicos / Trilha Sonora: Gabriel Gorski e Sergio Baiano
Figurinos: Margarida Rache
Adereços: Patrícia Preiss
Agradecimento especial: Diego Ferreira, Fernando Faleiro e Melissa Dornelles

Umbigo
De 23 de maio a 1º de junho
Sexta: Praça da Alfândega, Rua dos Andradas, 12 horas
Sábado e domingo: Parque da Redenção, próximo ao chafariz, 15 horas 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

PEPPA PIG E O PORQUINHO MAU

PEPPA PIG E PORQUINHO MAU
De 23 a 25 de Maio
Teatro do Bourboun Contry

Animação britânica é o grande fenômeno dos últimos anos entre o público infantil.  Ela está chegando a Porto Alegre! 
A porquinha que conquistou crianças de todas as idades, pela primeira vez se apresentando para os gauchinhos com a peça: “Peppa Pig e o Porquinho Mau”. 
Será que o porquinho malvado vai estragar o pic-nic da família Pig? 
Uma aventura cheia de surpresas e mensagens positivas – para as crianças e para os papais – mostrando que o bem sempre vence, em qualquer situação. 
O show conta com músicas e um belíssimo cenário reproduzindo a floresta onde vive a adorável família de porquinhos. 
Peppa Pig é uma animação britânica criada por Neville Astley e Mark Baker. 
Conta a história de uma porquinha cor-de-rosa de 4 anos de idade que vive com seu irmão George Pig e seus pais Papai Pig e Mamãe Pig, sua melhor amiga é a ovelha Susy. 
Peppa adora brincar de se fantasiar e passa o dia se envolvendo em aventuras que sempre terminam com muitas gargalhadas. Um show para toda a família!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

AS LAGRIMAS DE HERÁCLITO (RS)

Dias 15, 16, 17 e 19 de maio

(quinta, sexta, sábado e segunda)

19h30 (Entrada Franca - Senhas 1h antes)

Sala Alziro Azevedo

A peça discute, através da ficção, se o mundo em que vivemos é mais digno de riso ou de choro. Mostra a vida de duas pessoas que vivem muito próximas, numa relação de amizade e conflito. A linguagem do espetáculo mistura realismo e absurdo num espaço reduzido e desestabilizador. A vida e a morte aparecem tematizadas por esses sentimentos, convidando a uma reflexão sobre como nosso mundo é percebido, se pela ótica da alegria ou da tristeza. O trabalho nasceu do diálogo com o texto clássico homônimo de Antônio Vieira, escrito no final do século XVII. Nessa época, ele fez um discurso a pedido da rainha da Suécia, Cristina Alexandra, respondendo a seguinte questão: o que era mais próprio do mundo, o riso ou o choro? Incumbido desse desafio, criou seu discurso e o defendeu publicamente. Neste espetáculo, a mesma questão é retomada a partir de um ponto de vista ficcional e contemporâneo, refletindo sobre as relações humanas e propondo um outro olhar sobre os problemas tratados por Vieira, que nos inquietam até hoje. A vida de duas pessoas aparece como um fluxo, às vezes coerente, às vezes abrupto, no qual vamos escrevendo nossa história a partir da relação com os outros.
Duração: 60 minutos

Ficha técnica:

Elenco: Juliana Wolkmer e Ivan Nunes

Direção e dramaturgia: Patrícia Silveira

Trilha sonora: Daniel Soares Duarte

Orientação de iluminação: Luiz Acosta

Orientação de atuação e direção: Inês Marocco

terça-feira, 13 de maio de 2014

NINA, O MONSTRO E O CORAÇÃO PERDIDO (RS)


de 03 a 27 de maio às 16h no Teatro do Museu do Trabalho.
e
Dia 21 de Junho - 16h
Theatro São Pedro
Um novo espetáculo voltado para o público infantil estreia no Teatro do Museu do Trabalho!
“Nina, o monstro e o coração perdido” conta a história de uma menina que se desfaz do seu coração para não mais sentir tristeza. É um texto delicado, que fala sobre tudo de amizade, e também de depressão, fuga e necessidade de lidar com os sentimentos.
Temas antes considerados polêmicos, como medo, morte, violência e separação são impostos aos pequenos desde cedo, via televisão, jornais, e até mesmo na sua vida cotidiana. Por isso, a depressão, a tristeza, a dificuldade de lidar com os sentimentos são tratadas de forma sutil e poética no espetáculo, abrindo portas para reflexão e debate.
A amizade e o comprometimento dos personagens refletem uma valorização das relações pessoais, tão importantes para a integração social, o aprendizado do sentir e conviver em sociedade. Em uma amizade também podemos encontrar a força necessária para enfrentar grandes problemas.

Ficha Técnica:

Texto: Martina Schreiner
Direção: Lucia Bendati
Assistência de Direção: Larissa Sanguiné
Direção Musical: Alvaro RosaCosta
Elenco: Alex Limberger, Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso
Trilha Sonora Original e Preparação Musical: Álvaro RosaCosta e Beto Chedid
Preparação Corporal e Coreografias: Larissa Sanguiné
Criação de Luz: Ricardo Vivian
Criação de Figurino e Adereços: Martina Schreiner, Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso
Confecção de Figurino e Adereços: Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso
Criação de cenário: Martina Schreiner e Alex Limberger
Confecção de Cenário: Alex Limberger
Criação de Maquiagem: Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso
Divulgação: Bruna Paulin - Assessoria de Flor em Flor
Fotos: Luciane Pires Ferreira
Produção Executiva: Rodrigo Ruiz
Realização: Clareira de Teatro
Apoio Cultural: Casa de Teatro de Porto Alegre
Financiamento: Fumproarte SMC POA

O Que: Nina, o monstro e o coração perdido
Quando: de 03 a 25/05, sábados e domingos, ás 16h.
Onde: Teatro do Museu do Trabalho
End.: Rua dos Andradas, 230 – Centro Histórico.
Quanto: R$ 20,00 (desconto de de 50% para a classe artística, melhor idade, professores, estudantes e alunos da Casa de Teatro de Porto Alegre).

CINE MONSTRO (RJ)


Dias 17 e 18 de Maio
Theatro São Pedro
9º Festival Palco Giratório Sesc

Em 2009, o diretor Enrique Diaz montava pela primeira vez no Brasil um texto do canadense Daniel MacIvor, ‘It on it’. Depois disso, voltou ao autor em  ‘À Primeira Vista’ e agora escolheu uma outra peça do dramaturgo para uma empreitada solo como ator – seu primeiro monólogo. A peça é baseada em ‘Monster’, de MacIvor, e teve ontem sua estreia por aqui, numa montagem especial, ainda em processo de construção.
‘Cine Monstro’ começa na escuridão de uma sala de cinema. Depois de uma longa espera, alguém na plateia pede silêncio à pessoa sentada a seu lado e tem início o espetáculo. Em cena, o ator se transforma em diversos personagens cujas vidas se revelam curiosamente relacionadas. Na verdade, ele é uma espécie de mestre de cerimônias que apresenta e vive cada personagem: um adolescente que conta a história de um vizinho que trancou o pai num porão; o casal que vive de brigar e  fazer as pazes, que decide se casar depois de ver um filme sobre um rapaz que tranca o pai no porão; o ex-junkie que sonhou um filme inteiro, mas não ganhou crédito porque disseram que ele havia roubado a ideia de um famoso filme inacabado, e o cineasta que fez um filme pela metade, interrompendo as filmagens porque achou que era violento demais…