sexta-feira, 11 de maio de 2012

AVENIDA CORES POR TODO LUGAR (RS)



15/05 - 10h e 15h - Teatro SESC Centro
Ato Espelhado (RS) | Gênero: teatro infantil | Classificação etária: livre (a partir de 3 anos) | Duração: 60min

Habitantes de uma rua muito diferente descobrem a importância da valorização da amizade e do respeito às diferenças. O espetáculo é concebido entre cenas bem humoradas, elementos fantásticos e poéticos, pontuados por melodias e brincadeiras.
Avenida Cores por Todo Lugar não tem uma história. Têm várias. Tantas quantas a imaginação de cada um pode permitir. É uma celebração à amizade, à alegria e à delicadeza. É um convite a deixar de lado a compreensão da realidade prática e estar disposto a sonhar.

Direção: Cícero Neves e Patrícia Ragazzon
Direção de Atores: Patrícia Sacchet
Elenco: Cícero Neves, Mariana Rosa e Patrícia Ragazzon
Cenografia e Figurinos: Patrícia Preiss e grupo
Iluminação: Cícero Neves/Orientação: Luiz Acosta
Trilha sonora: Mauro Bruzza
Divulgação: Palco Aberto Produtora

O grupo: 
Fundado em 2007 por Cícero Neves e Patrícia Ragazzon, atores que buscam trabalhos para compartilhar propostas simples e lúdicas com o espectador. Espetáculos: Avenida Cores por Todo Lugar, Do Outro Lado do Buraco, Criando Causos na Salamanca do Jarau e as performances A Igreja do Diabo de Machado de Assis, O Quebra Nozes, Rei Zildo Sólido e Abrace a Vida.
Atualmente, os atores do Ato, juntamente com o ator e produtor Rodrigo Marquez da Palco Aberto Produtora, fazem parte do “Coletivo 3 em 1”, com o projeto de performances e improviso: A Noite do AtorDoado.

Acesse o blog ATO ESPELHADO
Este espetáculo integra a programação do Palco Giratório: 


TEATRO DO MACAQUINHO (RS)


Em uma floresta, os amigos bichos se metem em confusão ao encontrar a malvada bruxa Giselle Bicho e o lobo mau cara de pau. Um macaquinho bagunceiro é o destaque nessa história que ressalta desde cedo a importância da amizade, da boa convivência e do respeito às diferenças. 

Local: Sala Lili Inventa O Mundo - 5° Andar - CCMQ (Rua dos Andradas, 736 - Centro)
Temporada: De 05 a 27 de maio
Horário: Sábado e domingo, às 16h
Ingressos: R$ 10,00
Desconto: 50% para titular dos cartões Clube do Assinante e Clubinho ZH e acompanhante
Pontos de venda: Bilheteria do local a partir de 1h antes do espetáculo

quinta-feira, 10 de maio de 2012

DIÁLOGOS PARA ESCAPAR por CÁSSIO AZEREDO


O Blog Válvula de Escape, segue com a série de entrevistas com diversos profissionais das Artes Cênicas do estado e do Brasil, dentro do projeto "DIÁLOGOS PARA ESCAPAR". Projeto que pretende utilizar este espaço para deixar escapar a voz dos arquitetos da cena atual. E nesta edição, postamos a entrevista de Cássio Azeredo, realizada via e-mail por Diego Ferreira. Cássio Azeredo é diretor do Teatro do Clã e sócio da Marca Produções. Ator e professor de teatro no projeto Fábrica de Sonhos, graduado em Teatro na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. 


Como o teatro surgiu em sua vida?
Geralmente as pessoas tem uma resposta romântica para esta questão... A minha é bem comum e sem graça, como são algumas coisas boas da vida. Sempre gostei de arte. Na escola estive a frente de iniciativas culturais, e estar em grupo sempre foi uma prática. Mas o primeiro contato se deu a partir do convite de uma colega para fazer um curso de iniciação teatral que estava sendo oferecido aqui em Montenegro, na Cia de Teatro Tio Tony. De lá pra cá, essa experiência foi se intensificando e passando por várias etapas: inicialmente o sonho, os passos iniciais, uma possibilidade real, a atividade docente, uma oportunidade profissional, a Graduação em Teatro, o grupo profissional e tudo mais. Ainda não sei se é isso que eu quero pra mim, mas já estou com essa dúvida há 11 anos.

  Teatro do Clã: Contextualize e divida conosco a idéia de formar um grupo, o histórico e dos projetos atuais e futuros.
A criação desse grupo é o resultado natural de uma busca incessante por um trabalho consistente em arte. Uma busca minha e também do meu parceiro de caminhada, Marcos Cardoso. Acho que o Clã é uma porta aberta que dá passagem para essa vontade que já existia em potência dentro de nós.
Por muito tempo priorizamos nossa atividade docente. Ela sempre foi e ainda é muito gratificante, mas é também uma experiência limitada, pois o processo com os alunos tem um caráter cíclico que não nos permite aprofundar. Também brincamos que esse grupo é “uma desculpa esfarrapada pra juntar um monte de gente legal em prol de um objetivo comum”.
São muitos projetos que nos inspiram atualmente. Primeiramente queremos seguir com o Rei Cego, aprofundando e nos desafiando dentro dessa proposta, além de continuar o treinamento pessoal que estamos desenvolvendo. Paralelo a esse trabalho artístico temos uma preocupação muito grande em viabilizar nossas produções, formar nosso público, estabelecer nossa sede e nos consolidar enquanto grupo.
O Rei Cego - Elenco e Diretor- Foto: Jenifer Berlitz


 Como é o processo de trabalho do Teatro do Clã?
Acredito que o processo no Clã ainda não “é”. Ele está sendo construído constantemente. Contudo é possível apontar algumas linhas gerais. Temos uma divisão do grupo em duas esferas que se complementam e se contrapõem a todo instante. Uma diz respeito ao trabalho artístico/criativo. Que compreende treinamento, pesquisa e montagem de espetáculos. A outra esfera, chamamos de “institucional” que é a produção, divulgação, projetos, vendas, enfim, a esfera da viabilidade das nossas produções. Obviamente o trabalho artístico é o centro das nossas inquietações, porém sem um olhar sério e inovador sobre a viabilidade, o nosso fazer artístico permanece preso. Repito inúmeras vezes que também compete ao artesão criar as ferramentas necessárias para qualificar a sua criação.
Quanto ao processo de trabalho pratico temos alguns princípios que nos guiam, porém estamos em busca de uma poética que nos identifique e nos sustente. Algumas possibilidades são inspiradoras como a musicalidade, a teatralidade assumida, o trabalho coletivo e o resultado estético sustentado por uma pesquisa intensa. Quanto ao Rei Cego, ele é resultado direto de um processo de colaboração e criação em grupo. Ele foi um esboço, uma forma inicial que aos poucos foi ganhando cor e expandindo a própria forma. A criação de matrizes pré-expressivas (continuação da minha pesquisa de TCC) e mais recentemente a inspiração nos princípios da biomecânica nos auxiliaram nessa criação.

Quais os pontos positivos e negativos em se produzir teatro no interior do estado?
Tenho duas visões quanto a esta questão. A primeira é que “teatro é teatro em qualquer lugar” e que estas limitações geográficas não devem ser empecilhos ao processo. Até porque acredito que o mais difícil no trabalho com teatro é encontrar bons parceiros para suar a camiseta e isso independe do lugar em que se está inserido.
Por outro lado, sei que as oportunidades são maiores para quem produz nos grandes centros. Além disto, há um pré-conceito com o que é produzido fora da capital, embora as universidades (UERGS, UFSM e agora em Pelotas) estejam contribuindo para desmistificar esta questão.
Um exemplo dessa situação é que recentemente fomos impedidos de concorrer ao Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil por estarmos legalmente registrados em Montenegro e por “não pertencermos ao circulo porto-alegrense”. E o mais paradoxal é que estávamos realizando temporada em Porto Alegre, dentro de um teatro municipal, com pessoas da equipe residindo na capital. Sabemos que o prêmio é promovido pela prefeitura de Porto Alegre para incentivar os artistas locais, mas entendemos que esse pensamento vai na contramão da efervescência cultural que está surgindo com os grupos do interior do estado e principalmente por Porto Alegre tratar-se de um grande centro que abriga artistas de diferentes cidades.


 Em 2011, eu assisti ao trabalho de vocês “O Rei Cego” e escrevi minhas impressões. Desde lá, percebo que vocês estão em constante trabalho e reciclagem na manutenção do espetáculo. Na ocasião escrevi: "O Rei Cego é um trabalho digno de aplausos, um dos destaques da cena gaúcha, que ainda vai dar muito que falar, pela profissionalização, criatividade e entrega do coletivo. Escrevam o que estou dizendo, este trabalho vai estar nas principais mostras de teatro do País”.  Algum tempo já se passou, e isto vem se concretizando. Na tua opinião, quais são os fatores que auxiliam na manutenção e visibilidade que o espetáculo vem ganhando?
Suor, insistência e renúncias seriam pistas iniciais para apontar uma possível resposta. Acho que um pouco de egoísmo também. O Rei foi criado para satisfazer uma vontade nossa. Queríamos um teatro que fosse interessante para nós, antes de querer que ele significasse para mais alguém. Como dificilmente ficamos satisfeitos, essa busca constante nos move em busca de lugares novos o tempo todo. Acho que a preocupação do grupo enquanto instituição tem sido outro fator determinante nesta questão.

    Cássio, você se desdobra em muitas funções: ator, diretor, professor, produtor, pai, iluminador, etc. Sei que não tem como separá-las, mas se você tivesse que escolher uma só, em qual situação você se realiza mais? Fale um pouco sobre cada função e a MARCA Produções. 
Confesso que por vezes esse “vendaval” de funções ainda me assusta e me impede de aprofundar algumas questões. O que me consola é perceber que as essências estão conectadas e convergem para o mesmo lugar. Cada função tem seu sabor, e estou aprendendo a não apressar as coisas e aproveitar com intensidade a experiência do momento. Quero atuar. Meu ultimo trabalho foi o Mendigo e o Cachorro inspirado no texto do Brecht, trabalho resultante do meu TCC. De lá pra cá eu tenho só dirigido e isso me dá muito prazer, porém subir no palco está me fazendo falta.
A Marca Produções Culturais é a casa dos nossos projetos e existe como ferramenta para a viabilização das nossas produções. Administrar a empresa dá bastante trabalho, mas é outra aprendizagem que apesar de ser chata e burocrática, me motiva na medida em que sei que toda esta organização reflete diretamente na viabilidade do produto artístico.

     Duas questões: Como você vê o papel da crítica e como você recebe as premiações, se puder divida conosco os prêmios já recebidos por ti e pelo grupo, e como estes prêmios redimensionam a tua carreira? 
Compactuo com a ideia do Fabinho (Fábio Castilhos), quando ele diz que os prêmios trazem um selo de legitimidade para o trabalho. Ganhei sete prêmios como melhor direção em festivais nos últimos dois anos. Isso motiva, mas não é o que move de fato. O que estamos conseguindo com o Rei, o retorno do público, o carinho que recebemos por onde passamos são bem mais significativos.
Quanto ao papel da crítica, eu acho um ato extremamente generoso quando feita com responsabilidade. Alguém que dedica um pouco de seu tempo/conhecimento para falar sobre nosso trabalho merece ser ouvido com carinho e atenção. Lidamos muito bem com isso.
O Rei Cego. Foto: Jenifer Berlitz

    E o Teatro-Educação? Relate um pouco sobre tuas experiências junto ao projeto Fábrica de Sonhos e como tens acompanhado a trajetória dos alunos, desde a entrada, a permanência e saída? Como ocorre essa transformação através da arte-educação na vida dos teus alunos?
A Fábrica de Sonhos em pouco tempo já é um projeto consolidado. Hoje atendemos 500 alunos divididos em cinco cidades. Criamos a Fábrica para ser um projeto “pequeno e precioso”, lugar onde reverberam as descobertas do grupo profissional (Teatro do Clã). Dentro da nossa metodologia, temos diversos módulos de trabalho que vão desde os primeiros passos até o experimento de linguagens específicas. Atendemos desde crianças na pré-escola até “meninas de terceira idade”. Transitamos entre duas abordagens principais: a essencialista e contextualista. Ora privilegiando o fazer teatral, ora utilizando-se do teatro como um meio para a formação do indivíduo e ainda trabalhando com as duas possibilidades juntas.
O aluno que tem um contato com a arte teatral acaba por ter uma visão diferenciada de mundo e a partir desta vivência transita do papel de expectador para um ser ativo na sociedade em que está inserido. Além disso, acredito que ele aprende a gerir conflitos a partir da compreensão das diferenças do outro, diferenças estas que são geradoras dos grandes problemas da sociedade atual. Felizmente hoje temos alunos que estão ingressando na universidade, e também que estão trabalhando diretamente conosco, alguns grupos como o GFAC – Grupo Farroupilha de Artes Cênicas vem desenvolvendo um trabalho bastante consistente e caminha para a profissionalização.

  O que te faz ESCAPAR tratando-se de teatro?
Envolver-se e apaixonar-se num processo criativo.

 Quais espetáculos têm assistido? Como você enxerga a atual situação das artes cênicas no Rio Grande do Sul?
Assisti a dez peças teatrais nos últimos dois meses. Destaco Nossa vida não vale um Chevrolet com direção de Adriane Mottola, O Fantástico Circo teatro de um homem só, da Cia Rústica e Tartufo do grupo Farsa. O estado tem uma produção diversificada e alguns grupos com trabalhos de muita qualidade e que são referências como o Teatro Torto, UTA, Santa Estação, Terreira da Tribo entre outros. O grande desafio é contribuir para a criação de um sistema que consiga dar melhores condições de circulação aos grupos para que as produções não fiquem restritas apenas a sistema de financiamentos públicos e editais.

 Quais as expectativas com as apresentações do Rei Cego no Palco Giratório e circuito Teatro a Mil do SESC?
Que estas apresentações abram muitas portas para novos projetos e que sejam um momento prazeroso para aqueles que optaram em dividir conosco parte do seu tempo.

  Gostaria de compartilhar mais alguma coisa, pensamento ou idéia neste espaço? Fique a vontade.
Agradecer pelo espaço e pelo trabalho que vens desenvolvendo através do seu blog (que é uma referência em teatro) e pela parceria que ao longo do tempo estamos mantendo. Foi um exercício interessante refletir sobre a nossa prática, e compreender melhor alguns conceitos que nos eram escuros.
Queria ainda compartilhar o endereço do nosso site www.marcaproducoes.com.br para que conheçam nossos projetos.

Finalizo com um pequeno trecho do texto de Peter Brook que tem sido uma inspiração:

“Nunca acreditei em verdades únicas.
Nem nas minhas nem nas dos outros. (...)
Mas descobri que é impossível
viver sem uma apaixonada e absoluta
identificação com um ponto de vista”.

POÉTICAS CANIBAIS: 20 ANOS DA USINA DO TRABALHO DO ATOR

Maiores informações acesse o site do UTA

O LANÇADOR DE FOGUETES (RS)


Sábado, 12 de maio - 15:30hs na Feira do Livro de Montenegro
No  espetáculo O LANÇADOR DE FOGUETES  um  personagem excêntrico se desloca em um  triciclo hiper criativo, acompanhado de música curiosa. Ele circula em forma de cortejo, chamando atenção do público para o lugar da apresentação. É um espetáculo virtuoso que utiliza a energia e participação das pessoas para o lançamento dos foguetes com propulsão de ar. 
De Pernas pro Ar se apresenta em feiras, teatros e, há mais de dez anos consecutivos, na feira do livro de Porto Alegre.
Mais informações com
Raquel Durigon e Luciano Wieser
51 34782704 – 51 99834519
Canoas – RS

TEATRO LAMBE-LAMBE (RS)


Dia 12 de Maio 9h às 12h  e 14h às 17h na Feira do Livro de Montenegro. 
Conhecido por abordar questões ecológicas, esse grupo utiliza na peça técnicas de bonecos de vara, com expressões de carrancas típicas de mamulengos. O palco é tradicional da época das alegorias barrocas, com pano de boca, cortina romana e cenários pintados em tela. O espetáculo é composto de nove esquetes de aproximadamente 3 minutos cada.

O Grupo A Divina Comédia foi fundado pelos artistas Ivania Kunzler e Marcelo Tcheli em 1996. Ao longo de sua carreira, a dupla já produziu mais de 20 peças, entre elas as famosas caixinhas de teatro em miniatura. De forma itinerante, o casal já percorreu o Brasil e o mundo, participando de mostras, feiras e festivais, entre eles o Puppet in my Pocket, em 2004, na Hungria.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

ADEUS A CARNE (RJ)


12/05 - 21h
13/05 - 18h

Theatro São Pedro 
Texto e direção Michel Melamed (RJ) | Gênero: teatro adulto | Classificação etária: 16 anos | 

Duração: 80min
 A peça tem como pano de fundo o desfile das escolas de samba. A partir dos conceitos de comissão de frente, carro abre-alas e velha guarda, sem falar na própria transmissão televisiva, há uma subversão de valores e a criação de cenas que criticam o Brasil contemporâneo.
Criação, texto e direção: Michel Melamed
Elenco: Bruna Linzmeyer, Giselle Motta, Michel Melamed, Pedro Rocha, Rodolfo
Vaz e Thalma de Freitas
Cenografia: Bia Junqueira
Figurinos: Luiza Marcier
Iluminação: Adriana Ortiz
Direção Musical: Lucas Marcier e Fabiano Krieger
Visagismo: Rubens Libório
Produção Executiva: Gabriel Bortolini
Direção de Produção: Bianca de Felippes

O grupo: 
Provocação, transgressão e subversão são palavras frequentemente usadas para definir o trabalho de Michel Melamed. Não é à toa. Na última década, ele despontou no cenário teatral brasileiro com três monólogos marcados pela inusitada mistura de linguagens e o discurso altamente corrosivo. Sucesso de público por onde passaram, ‘Regurgitofagia’ (2004), ‘Dinheiro Grátis’ (2006) e ‘Homemúsica’ (2007) rodaram o mundo, receberam importantes prêmios e renderam a Michel uma bolsa de estudos em Nova York, onde estreou ‘SeeWatchLook’ (2011), montagem que resultou em mais de 400 artigos publicados ao redor do mundo. A temporada no exterior e a volta ao Brasil resultaram em um novo espetáculo, ‘Adeus à Carne’.
Ele repete a parceria com a produtora Bianca de Felippes (Gávea Filmes) – que o acompanha desde ‘Regurgitofagia’ – e, desta vez, dividirá o palco com um elenco, formado por Bruna Linzmeyer, Pedro Henrique Monteiro, Rodolfo Vaz, Thalma de Freitas e Thiare Maia. O grupo dá continuidade à pesquisa inaugurada em sua trilogia inicial (Trilogia Brasileira), mesclando música, poesia, teatro, performance, artes visuais, body art, stand-up comedy e tecnologia. As diversas cenas que compõem ‘Adeus à Carne’ são estruturadas através de uma linguagem ainda inédita no trabalho de Michel: o Carnaval carioca, mais especialmente o desfile das Escolas de Samba.
Conceitos como comissão de frente, carro abre-alas, velha-guarda, ala das crianças e a própria transmissão televisiva da festa são subvertidos e usados para encadear cenas que criticam, ironizam e expõem temas do Brasil contemporâneo, como violência, individualismo e relações humanas. O cenário – assinado por Bia Junqueira – é repleto de engrenagens, estruturas mecânicas e, no embalo da proposta, também cumpre função alegórica, se tornando parte indissociável da encenação.

Este espetáculo integra a programação do FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO

GURI DE URUGUAIANA (RS)



O SESC e a FUNDARTE iniciam a parceria de 2012 na promoção de eventos, trazendo a Montenegro o show “Guri de Uruguaiana”. O show ocorre no dia 16 de maio, às 20 horas, no Clube do Comércio. Os ingressos começam a ser vendidos no dia 16 de abril no SESC pelos valores de R$ 5,00-comerciários, R$ 20,00-empresários e na FUNDARTE R$ 25,00-geral e R$ 12,50-pessoas acima de 60 anos e doadores de sangue.
No show a tradição gaúcha é contada de uma forma divertida em um espetáculo leve e alegre para todas as idades, no qual o Guri de Uruguaiana dança e conta causos hilários como o do tempo que era viciado em erva mate. Versões do famoso Canto Alegretense são interpretados em diversas melodias como Ragatanga, Garota de Ipanema, Elvis Presley, e o mais recente sucesso do site Youtube, o vídeo do Gurillage People, que com a participação de outros integrantes colocam até a coreografia em ALGT, uma proposta divertida do YMCA. 
O espetáculo esteve em cartaz durante o mês de abril no Theatro São Pedro em Porto Alegre.
 A direção do espetáculo é de Jair Kobe. No elenco:Guri de Uruguaiana - Jair Kobe, Licurgo – Luiz Antonio de Souza, Psicólogo – Alvaro Luthi. A duração é de 90 minutos.Classificação etária: livre
 Maiores informações no site da FUNDARTE
Coordenação de Comunicação:fone 51-36321879, e.mail: fundarte@fundarte.rs.gov.br

terça-feira, 8 de maio de 2012

SALTIMBEMBE MAMBEMBANCOS (SP)




12/05 - 11h e 16h - Largo Glênio Peres
Grupo Rosa dos Ventos (SP) |  Gênero: circo e teatro de rua | Classificação: livre | Duração: 60min | Entrada Franca


Uma festa popular em que os palhaços se apresentam como artistas saltimbancos, formando uma roda na praça para exibir suas habilidades, músicas e divertir as pessoas. O espetáculo é um encontro para rir de si e das personagens, é arte de rua! As técnicas de malabarismo, acrobacias de solo e perna de pau são mostradas sem formalidades e acompanhadas por música ao vivo. Saltimbembe é um espetáculo brincante que representa a essência da linguagem desenvolvida pelo Rosa dos Ventos, com interpretação livre de artistas cômicos populares e verborrágicos, improvisadores por opção, influenciados pelo teatro, circo, palhaço de circos pequenos e principalmente pelos artistas de rua, puladores de arco da faca, vendedores de pomadas milagrosas, telepatas erepentistas que viajam de cidade em cidade vivendo de sua arte.
Autoria e direção: Rosa dos Ventos
Linguagem: Circo e Teatro de Rua
Figurinos: Rosa dos Ventos
Cenografia: Deva Bhakta
Música Original e sonoplastia: Robson Toma
Elenco: Fernando Ávila, Gabriel Mungo, Robson Toma, Tiago Munhoz

O grupo: 
O Rosa dos Ventos é um Grupo de Circo e Teatro que escolheu a rua e os espaços alternativos para atuar. Em seus mais de doze anos de trabalho, tem ministrado oficinas e apresentado espetáculos em diversas cidades num projeto próprio de construção de um circuito popular itinerante pelo Brasil. Seus integrantes são artistas e profissionais pesquisadores de Artes e de Educação interessados em conhecer a diversidade cultural existente em nosso país e refleti-los imediatamente no processo de criação do grupo.
Fundado em 1999 por alunos da Unesp, o Rosa dos Ventos surgiu através de um projeto de extensão universitária, Projeto Alegria, onde teatro, folclore e circo eram representados cenicamente por palhaços que interagiam de forma lúdica com o público escolar. Dessa forma, surgiu o interesse por um dos personagens mais tradicional da cultura circense, o palhaço.
Como forma de compartilhar os processos de pesquisa dos seus espetáculos, o grupo ministra oficinas que permitem vivências práticas do treinamento e da sua criação artística.

Acesse o blog do GRUPO ROSA DOS VENTOS
Este espetáculo integra a programação do FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO

segunda-feira, 7 de maio de 2012

A VIAGEM DE UM BARQUINHO (RS)


Dia 10 de maio - 13:30hs no Palco da Feira do Livro de Montenegro
O espetáculo “A Viagem de um barquinho", com texto com Sylvia Orthof e direção de Eliézer Machado Aires conta a história de um menino que saiu em busca do seu barquinho de papel que sumiu com as águas. Procurando o seu barquinho o menino resolveu conhecer o mar e se deixou levar pelo caminho de um rio de pano estendido por uma lavadeira. “A história narra a trajetória deste menino que com a ajuda da lavadeira partem em busca de um barquinho aventureiro. Pelo caminho encontra personagens fantásticos, sempre dispostos a trazer indagações essenciais a formação de uma visão de liberdade e respeito à individualidade, abordadas através da poesia lúdica e  universal de Sylvia Orthof”, contou o ator Edimar Rezende.
Para esse espetáculo o grupo transpõe ainda para o universo gauchesco (Pezinho, Chimarrita, Chula, Trovas, Fandango) a história do menino que parte do Planalto Médio gaúcho até o litoral do extremo sul do Brasil, em busca do seu barquinho desaparecido. 

domingo, 6 de maio de 2012

O CASAMENTO DE HERMELINDA (RS)



Dia 10 de Maio - 5ª feira - 9h na Feira do Livro de Montenegro - Praça Rui Barbosa

O “Casamento de Hermelinda” é uma farsa em dois atos, que acontece na pacata cidade de São Tibério do Sul, escrita por Carlinhos Tabajara e pelo diretor Julio Adrião. O enredo ambientando na fictícia cidade de São Tibério do Sul, onde os personagens têm características regionalistas e que se aproximam cultura sul rio-grandense. A história envolve vários moradores da cidade, como coronel Edélcio, o prefeito, o comissário de polícia, o bispo e seu sacristão, os peões Timorato e Amâncio, além, é claro, dos noivos Arlindo e Hermelinda.

No dia anterior ao casamento, um empregado da fazenda do pai da noiva arma um plano para conquistá-la antes do casório, o que provoca uma reviravolta inesperada.
O espetáculo tem texto de Carlinhos Tabajara e Julio Adrião, direção de Julio Adrião, com elenco formado por Beliza Marroni, Mara Cavalheiro, Carlinhos Tabajara, Edimar Rezende, Eliézer Aires, Rodrigo Vilanova e Miraldi Junior. A faixa etária e livre e a duração é de 60 minutos.

OXIGÊNIO (PR)



11/05 - 21h - Teatro Renascença
Cia. Brasileira de Teatro (PR) | Gênero: teatro adulto |  Classificação etária: 14 anos | Duração: 80min


Um homem e uma mulher falam, pensam, discutem, esbravejam, cantam, dançam, especulam, se buscam, se torturam, se provocam e amam, em torno da fábula de Saniok que mata sua mulher por “falta de oxigênio”. O texto, dividido em dez cenas, todas a partir dos mandamentos (ou similar), é escrito em forma de canção, com seus refrões e seus ritmos já impressos nele, e se fundamenta na mistura de todos os assuntos mais importantes a serem explorados em nossa época atual:religião, política, sociedade e humanidade. Tudo isso de maneira caótica, poética, musical e violenta. Ele diz: “E em cada homem existem dois que dançam: o esquerdo e o direito. O primeiro dançarino é o da direita, o outro é o da esquerda.
Dois pulmões dançarinos. Dois pulmões. O pulmão direito e o pulmão esquerdo. E em cada homem existem dois que dançam: seu pulmão esquerdo e seu pulmão direito. Os pulmões dançam, o homem recebe oxigênio. Se pegarmos uma pá e batemos no homem no nível do peito, então os dançarinos param. Os pulmões não dançam mais, o oxigênio não chega mais.”

Elenco: Patrícia Kamis, Rodrigo Bolzan
Músicos: Gabriel Schwartz/ Vadeco/ Miro Dottori (em alternância)
Texto: Ivan Viripaev
Tradução: Irina Starostina e Giovana Soar
Direção: Marcio Abreu
Trilha sonora: Gabriel Schwartz
Iluminação: Nadja Naira
Operador de luz: Henrique Linhares
Cenário: Fernando Marés
Figurino: Ranieri Gonzalez
Cenotécnico: Sérgio Richter
Contra-regras: Josiel Paris, Mateus Fiorentino
Produção Executiva: Cássia Damasceno

O grupo: 
A companhia brasileira de teatro foi criada em 1999 por Márcio Abreu, ator, dramaturgo e diretor, na cidade de Curitiba, e iniciou suas atividades reunindo um núcleo de profissionais dispostos a trabalhar na criação de espetáculos, processos e a pensar o teatro a cada projeto realizado. Um espaço para a pesquisa, a criação e a produção.
Acesse o site da CIA. BRASILEIRA DE TEATRO

Este espetáculo integra a programação do FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO