quinta-feira, 24 de maio de 2012

SONHOS (RS)


SONHOS
Cadica Danças e Ritmos 

Este espetáculo tem como objetivo motivar a plateia, fazer com que o público acredite mais nos seus desejos e sonhos. Durante o espetáculo, as pessoas perceberão que é possível realizar objetivos, metas, sonhos, e que isto só depende da vontade de cada um para que se realizem. O espetáculo conta com a participação dos alunos das diversas modalidades de dança da escola, assim como alunos de todas as idades se apresentando no palco. 



Local: Teatro de Câmara Túlio Piva (Rua da República, 575 - Cidade Baixa)
Dia: 27 de maio
Horário: Domingo, às 20h 
Ingressos: R$ 40,00 (Antecipado) | R$ 50,00 (No dia)
Desconto: 20% para titular do cartão do Clube e acompanhante
Ponto de venda: Cadica Danças e Ritmos (Rua Gen. Caldwell, nº 866 – Menino Deus | 51-3233.3232/ 3232.2188/ 9674.2922) até o dia 26, às 17h | Bilheteria do teatro (No dia do espetáculo, a partir das 17h)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

5 TEMPOS PARA A MORTE (RS)


26/05 - 21h - Teatro Renascença
Usina de Trabalho do Ator (RS) | Gênero: teatro adulto | Classificação etária: 14 anos | Duração: 85min | Entrada Franca

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É um espetáculo que pondera a inevitável e fundamental questão da morte.
Nesse novo trabalho da UTA, a morte não aparece apenas como o fim, mas, também, como começo, como tempo e viagem. Trata-se de falar da vida mais do que da morte. Em cenas fragmentadas, o cômico e o melancólico se misturam para traçar pedaços de muitas vidas. É assim que a morte aparece como metáfora do fim da inocência, da memória e do esquecimento, como remorso e paixão. Esse espetáculo, construído a partir de diferentes processos de improvisação, conduz o espectador em elementos oníricos, singelos e, por vezes, absurdos, ao apresentar personagens, tipos, alegorias e os próprios atores contando fragmentos de vida.

Elenco: Celina Alcântara, Ciça Reckziegel, Dedy Ricardo, Gisela Habeyche e Thiago Pirajira
Direção: Gilberto Icle
Assistência de Direção: Shirley Rosário
Iluminação: Bathista Freire
Figurinos e Cenografia: Chico Machado
Acessórios Cênicos: Marco Fronckowiak e Maura Sobrosa
Músicas: Flavio Oliveira
Produção: Anna Fuão
Fotos: Claudio Etges
Este espetáculo integra a programação do: 


ESTE LADO PARA CIMA (SP)

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26/05 - 16h - Parque Farroupilha
27/05 - 12h - Parque Farroupilha

Brava Cia. (SP) | Gênero: teatro de rua | Classificação etária: 14 anos | Duração: 90min | Entrada Franca

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A ordem e o progresso fundamentam o surgimento de mais uma cidade e os seus habitantes vivem em razão do trabalho e sonhando com um futuro de felicidade.
Até que uma crise, causada pelos seus próprios dirigentes, se abate sobre essa metrópole, ameaçando a ordem estabelecida e obrigando a criação do “mais avançado artefato da tecnologia humana”: A Bolha – que do céu vigiará tudo e todos, para manter as coisas como sempre foram.
O poder do Mercado e o controle das relações humanas exercido por ele são discutidos com um humor anárquico nesse trabalho da Brava Companhia, construído para apresentação em rua ou espaços alternativos.

Criação e concepção sonora: Brava Companhia

Direção e dramaturgia: Fábio Resende e Ademir de Almeida
Atuação: Cris Lima, Débora Torres, Henrique Alonso, Joel Carozzi, Luciana Gabriel, Marcio Rodrigues, Rafaela Carneiro e Sérgio Carozzi
Cenários, adereços e figurinos: Cris Lima, Débora Torres, Joel Carozzi, Marcio Rodrigues, Rafaela Carneiro e Sérgio Carozzi
Produção: Kátia Alves

O grupo: 

O grupo começa sua história em 1998 (nessa época com outra denominação) na zona sul da cidade de São Paulo, região de origem da maioria dos seus integrantes e, a partir de 2007, adota o nome Brava Companhia. O início dos trabalhos da Brava Companhia é marcado por uma pesquisa da linguagem teatral que tinha como principais eixos: o corpo, o jogo e o improviso, aliados à vontade dos seus integrantes de fazer um teatro que chegasse, principalmente, até os seus iguais, ou seja, populações que tinham pouco, ou nenhum, acesso a essa linguagem. Para alcançar esse objetivo, o grupo opta por uma prática que o caracteriza até hoje: a circulação de seus espetáculos por bairros da periferia.
Posteriormente, se somam a essa ação a implantação de oficinas teatrais em alguns bairros, a organização de Encontros e Mostras de Teatro, o apoio à criação de outros grupos e espaços de cultura e intercâmbios com outros coletivos de pesquisa teatral.
Desde sua origem, em 1998, a Companhia criou dez espetáculo, todos com ampla circulação por centenas de bairros da cidade de São Paulo, mostras e festivais do país, e também no exterior.
Os mais recentes são: “A brava”, inspirado na história de Joana d’Arc, de 2007, “O errante” e “Este lado para cima – isto não é um espetáculo” – ambos de 2010 e “Corinthians, meu amor – segundo Brava Companhia – uma homenagem ao TUOV”, com estreia prevista para 2012.

Este espetáculo integra a programação do: 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Seminário: INTERSTÍCIOS CÊNICOS



Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, Ministério da Cultura e Petrobras apresentam o seminário “Interstícios Cênicos – Cruzamentos entre Teatralidades e Performatividades na Cena Contemporânea Latino-Americana”. O encontro conta com performances e espetáculos, diálogos e reflexões sobre processos criativos, e acontece de 28 de maio à 2 de junho no Centro de Experimentação e Pesquisa Cênica Terreira da Tribo (Rua Santos Dumont, 1186), na sala P.F. Gastal (Usina do Gasômetro) e no centro de Porto Alegre. Entrada Franca.  
O Seminário foi organizado em parceria com a Cátedra Latino Americana e faz parte das comemorações de trinta e quatro anos da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. 
A Terreira da Tribo foi contemplada pela Funarte no edital Prêmio Procultura de Estímulo ao Circo, Dança e Teatro 2010. 
A expansão e os cruzamentos das disciplinas artísticas têm implicado também uma transformação dos discursos cênicos. Há alguns anos as práticas cênicas enfatizam o tecido entre discursos performativos e teatrais. A performatividade é, de fato, uma dimensão da teatralidade. Longe de estigmatizar o teatro, o interesse pelo performativo pode ser um indicativo de outras construções da presença e do modo como oaqui e o agora do teatro são tecidos em vínculo com a experiência e as cenas da vida. A possibilidade de pensar os interstícios cênicos desvia também o olhar para outras dimensões do espaço cênico, para a instalação de um tempo poético no fluxo do cotidiano.

PROGRAMAÇÃO

28 de maio, segunda:
12h, na Esquina Democrática
“Terpsí em Obras” com a Terpsí Teatro de Dança.

20h, na Terreira da Tribo
Performance “Qual é a minha cor?” com Mara Leal do Coletivo Teatro da Margem.

Painel “Interstícios Cênicos: Cruzamentos entre Teatralidades e Performatividades na Cena Contemporânea Latino-Americana” com Miguel Rubio Zapata e Ileana Diéguez.

29 de maio, terça:
12h, na Esquina Democrática
Performance “Onde? Ação nº 2” com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.


19h, na Sala P.F. Gastal (Usina do Gasômetro)
Lançamento e exibição do DVD “Viúvas – Performance Sobre a Ausência”.

Palestra “Performatividades da Memória” com Ileana Diéguez e debate sobre “Onde? Ação nº 2” e “Viúvas – Performance Sobre a Ausência” com Jair Krischke, Fábio Prikladnicki e Pedro Isaias Lucas.

30 de maio, quarta:
12h, na Praça da Alfândega
“O Amargo Santo da Purificação” com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.

20h, na Terreira da Tribo
“Antígona” com Teresa Ralli do Grupo Cultural Yuyachkani.

 31 de maio, quinta:
16h, na Terreira da Tribo
Palestra “Presença e Representação. Estratégias para Interpelar o Presente” com Narciso Telles e debate sobre “Antígona” e “O Amargo Santo da Purificação” com Miguel Rubio Zapata, Newton Silva e Silvia Balestreri.

20h, na Terreira da Tribo
“Memorial de Silêncios e Margaridas” com Narciso Telles do Coletivo Teatro da Margem.

1º de junho, sexta:
12h, Paço Municipal
Performance “Porto: A Cidade como Palco de uma Anti-diaspora” com Teatro Sarcáustico.

16h, na Terreira da Tribo
Palestra “Testemunhos Cênicos – Como dar Voz ao Silêncio Histórico” com Miguel Rubio Zapata e debate sobre “Memorial de Silêncios e Margaridas” com Teresa Ralli, Clóvis Massa e Enrique Padrós.

20h, na Terreira da Tribo
“Danke” com Juliana Kersting e Paola Opptiz.

2 de junho, sábado:
16h, na Terreira da Tribo
Palestra “Espectros e Duplos Cênicos” com Mara Leal e debate sobre “Danke” com Narciso Telles, Inês Marocco e Rosyane Trotta.

19h, na Terreira da Tribo
Coquetel de lançamento do livro “Ói Nóis Aqui Traveiz: A História através da Crítica” de Rosyane Trotta e confraternização.

3 de junho, domingo:
Intercâmbios internos.

Contatos:
Paula Carvalho
paula.terreira@gmail.com
(51) 9396 11 40

Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
terreira.oinois@gmail.com
(51) 3286 57 20 / 9999 45 70

SOPRO (SP)


25/05 - 21h - Teatro Renascença
Lume Teatro (SP) | Classificação etária: 16 anos | Duração: 50min | Entrada Franca

entrada-franca
O que seria do ser se prolongasse o momento do sopro de vida, se ele, nesse momento, reconstruísse todas as ações de sua vida, sem ruídos e sem interferências, sem máculas, somente através do estado puro da existência? De que maneira se relacionaria com o tempo, com o espaço, com as ações, com o sexo, com as emoções?
Sopro é uma experiência sensorial onde tempo e ação são completamente
distintos do cotidiano e que propõe ao espectador a oportunidade de mergulhar
no universo do nada e do desconhecido.

Criação: Carlos Simioni, Tadashi Endo e Denise Garcia
Atuação: Carlos Simioni
Direção: Tadashi Endo
Música original: Denise Garcial
Figurinos: Adelvane Néia
Desenho de luz: Tadashi Endo
Cenotécnica: Abel Saavedra

O grupo: 
Fundado em 1985, por Luís Otávio Burnier, Carlos Simioni e Denise Garcia, o LUME é conhecido em 26 países e considerado um dos mais importantes centros de pesquisa teatral do Brasil, com reconhecimento internacional.
Como núcleo artístico e pedagógico vinculado à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), trabalha na elaboração de novas possibilidades expressivas corpóreas e vocais de atuação, redimensionando o teatro enquanto ofício e poética.
Há 26 anos, o grupo formado por sete atores difunde sua arte e metodologia por meio de oficinas, demonstrações de trabalho e projetos de intercâmbio e constrói espetáculos que quebram as formas convencionais de relação com o público.
Este espetáculo integra a programação do: 


ESCAPADA (MG)


25/05 - 20h - Teatro de Câmara Túlio Piva 
Cia. Mário Nascimento (MG) | Gênero: dança contemporânea | Classificação etária: 14 anos | Duração: 60min

Escapada é a fuga do homem das grandes metrópoles,das massas humanas. É o homem psicologicamente e fisicamente sufocado. É o homem sem saída a procura de um outro lugar. É fugir de si mesmo e dos seus fantasmas, da opressão tecnológica e do mundo moderno, da falta de tempo. 
Escapada é o Carona que não sabe para onde vai. É a visão e a perspectiva de personagens que se apresentam constantemente em fuga. Utilizando as possibilidades de um elenco que trabalha junto há três anos, a Cia. leva para cena dança, música e teatro, além de momentos de pura improvisação.

Concepção e direção: Mário Nascimento
Coreografia: Mário Nascimento e elenco
Assistente de direção e coreografia: Rosa Antuña
Trilha sonora: Fábio Cardia
Trilha sonora ao vivo: Dan ty ba: Aretha Maciel
Derbak: Léo Garcia
Violões: André Rosa e Rafael Bittar
Voz e pandeiro: Rosa Antuña
Elenco: André Rosa, Aretha Maciel, Eliatrice Gischewski, Leo Garcia, Rafael Bittar e Rosa Antuña
Textos: Rosa Antuña
Preparação teatral e vocal: Rosa Antuña
Criação de luz: A Cia.
Técnico de luz: Helio Batista de Oliveira Junior - DRT 5525 / SP
Técnico de som: Ricardo Cavalcanti - DRT 05780 / MG
Produção: Luciana Lanza (Fulôres Produções)

O grupo: 
Em seus treze anos de existência, tem sua pesquisa de linguagem sustentada pelas conexões entre música e dança. Um trabalho permeado pelo universo da dança contemporânea, dança de rua, teatro físico, artes marciais, poesia e voz como recurso cênico sonoro. A Cia. foi criada em São Paulo, em 1998, pelo coreógrafo Mário Nascimento e o compositor Fábio Cardia. Estreou seu primeiro trabalho, “Escapa”, no Centro Cultural São Paulo. A obra deu a Nascimento o prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte - 1998) como melhor coreógrafo. A dupla seguiu em turnê pela Alemanha, com apresentações em Hamburgo no Teatro B 12, na Bienal de Essen e em Colônia, no Teatro Zeigen Tanztheater, obtendo críticas favoráveis em importantes jornais como Morgen Post e Bergedorfer Zeitung. Em 2000, o Centro Cultural São Paulo também deu lugar à estreia do trabalho seguinte da Cia.MN: “Trovador”. No elenco, Kiko Ribeiro, bailarino e percussionista pernambucano, e o músico paulista Renato Gimenes. A obra foi apresentada em diversas capitais do país. A mudança da Cia. para Belo Horizonte, MG, ocorreu em 2002 e contou com o apoio logístico da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes). Em 2004, com o prêmio Rumos Dança Itaú Cultural, a Cia. MN criou o espetáculo “Escambo”, com trilha sonora de Fábio Cardia e estreou no Teatro Itaú Cultural. “Escambo” rendeu à Cia., no 1° Prêmio Usiminas / SIMPARC 2004, em Belo Horizonte, os prêmios de melhor coreógrafo a Nascimento, melhor bailarina a Rosa Antuña e bailarinos revelação a Cristiano Bacelar e Thaís França. Em 2005, a Cia. MN criou o espetáculo “Do Ritmo Ao Caos”, que estreou no FID (Fórum Internacional de Dança) no Teatro Sesiminas em Belo Horizonte. Prêmio Usiminas / SIMPARC 2005 para Aretha Maciel como melhor bailarina. Estreou o espetáculo “O Rebento” no SESC Santana, em São Paulo, com o apoio do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna em 2007.

Com “Faladores”, com direção e coreografia de Mário Nascimento, trilha sonora composta por Fábio Cardia e assistência de direção e de coreografia de Rosa Antuña, a Cia. iniciou uma turnê com mais de 60 apresentações pelo Brasil e foi contemplada com importantes prêmios. Prêmio SESC / SATED 2009: melhor espetáculo; melhor trilha sonora original para Fábio Cardia e melhores bailarinos para Rosa Antuña e José Villaça, e Prêmio Usiminas/SIMPARC 2009: melhor espetáculo; melhor concepção coreográfica para Mário Nascimento e melhor bailarino para José Villaça.
Conheça o blog da Cia. Mário Nascimento
Este espetáculo integra a programação do 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

QUANDO CHEGAR A HORA... (RS)


A peça
Um musical bem humorado que se propõe a refletir sobre as escolhas dos jovens. A peça conta a história da família do adolescente Júnior, que enfrenta muitas incertezas em relação ao futuro. São abordados as relações na escola, com os traficantes, a família, os amigos e tudo que circunda o universo dos jovens nos dias de hoje, os valores que se perdem, sonhos frustrados, drogas, sexualidade, amizades, bullyng e muita música são alguns dos temperos desse espetáculo teatral. O texto é de Rodrigo Bisol e o elenco é composto por Fernanda Valim, Marcelo Dias, Luana Cunha e Rodrigo Bisol. Duração de 55 min.
Texto: Cláudia Antunes
Foto: divulgação 2por2
Quando Chegar a Hora…
Data: 25 de maio e 1, 7, 8, 14, 21 e 28 de junho
Horário: 20h
Local: Teatro Carlos Carvalho – 2 andar
Ingressos: Inteira – público geral: R$ 15,00
Idosos, estudantes e classe artística: R$ 10,00


O Teatro Carlos Carvalho da Casa de Cultura Mario Quintana apresenta o musical Quando Chegar a Hora, às 20h, com estreia dia 25 de maio. O espetáculo segue dias 1,7,8,14, 21 e 28 de junho. Com direção de Elário Kasper, se utiliza do humor para discutir temas constantes do universo dos jovens como escola, família, drogas e sexualidade.

MULHERES PESSEGUEIRO (RS)


Uma história que se equilibra entre o drama e a comédia, e mantém o espectador preso  aos destinos das personagens. No elenco, Lourdes Kauffmann, Laura Medina, Áurea Baptista e Catharina Conte.
Mulheres Pessegueiro é a história de quatro mulheres de uma mesma família que vivem das pensões do Exército deixadas pelos coronéis Virgílio e Getúlio Pessegueiro. Dona Ione Pessegueiro, viúva de Virgílio, sustenta a filha separada, Maria Lucia, que não consegue enfrentar o mercado de trabalho, e a neta, Manuela, que não vê sentido em fazer uma faculdade convencional. E ainda ampara uma sobrinha, Betinha, que se mantém solteira por medo de perder a pensão do pai, coronel Getúlio.
O texto de Patsy Cecato foi contemplado pelo Programa de Bolsas de Estímulo à Criação Artística da Funarte. Para produzir o texto, Patsy entrevistou várias pensionistas do exército para compor a estrutura moral e psicológica das personagens e realizou várias leituras dramáticas para estudar as reações e ouvir as opiniões do público.
O texto completa a trilogia das Flores, com Violeta e Margarida e Hotel Rosa-Flor – todos de temática feminina que falam dos laços que unem e fortalecem as mulheres.
Data: 25 de maio a 24 de junho
Horário: sextas e sábados – 21h e domingos – 20h
Local: Teatro Bruno Kiefer (6° andar)
Ingressos no local, em dia de sessão: R$ 25,00
meia-entrada para estudantes, idosos, Clube ZH e militares.

Com texto e direção de Patsy Cecato,Mulheres Pessegueiro faz temporada no Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mario Quintana, de 25 de maio a 24 de junho, sextas e sábados às 21h e domingos às 20h.


Ficha Técnica
Texto
Patsy Cecato
Elenco
Dona Ione Pessegueiro………………..Lourdes Kauffmann
Maria Lucia Pessegueiro……………………Laura Medina
Betinha Pessegueiro…………………………….Áurea Baptista
Manuela Pessegueiro…………….Catharina Conte
Cenografia e Produção de Objetos
Valéria Verba
Produção de Figurinos
Alice Comasseto
Iluminação
Gabriel Lagoas
Trilha Sonora
Nando Endres
Criação Visual
Pingo Alabarce
Produção
Cômica Cultural
Direção Geral
Patsy Cecato

Maiores informações no BLOG do espetáculo.

FALADORES (MG)


24/05 - 20h - Teatro de Câmara Túlio Piva

Cia. Mário Nascimento (MG) | Gênero: dança contemporânea | Classificação etária: livre | Duração: 60min
O espetáculo aborda o tema oralidade, trazendo para a cena diversas formas de comunicação através do som, da música, da palavra, da poesia, da dança, da ação e do movimento. A necessidade do homem de se expressar e, apesar das barreiras, se fazer entender. A arte como seu principal objetivo: comunicar.
Concepção e direção: Mário Nascimento
Coreografia: Mário Nascimento e elenco
Trilha sonora: Fábio Cardia
Voz e pandeiro: Rosa Antuña
Elenco: André Rosa, Aretha Maciel, Eliatrice Gischewski, Leo Garcia, Rafael Bittar e Rosa Antuña
Textos: Rosa Antuña
Preparação teatral e vocal: Rosa Antuña
Criação de luz: A Cia.
Produção de figurino: Mário Nascimento e a Cia. veste Ave Maria
Técnico de luz: Helio Batista de Oliveira Junior
Técnico de som: Ricardo Cavalcanti
Conheça o blog da Cia. Mário Nascimento
Este espetáculo integra a programação do: 

BEBÊ BUM (RS)




CIRCUITO TEATRO A MIL SESC
Projeto que propõe a circulação de espetáculos para a infância e juventude, atendendo alunos de escolas públicas de diversos municípios do Estado, possibilitando momentos de lazer, educação e arte.
Bebebum
Cia Stravaganza (RS)
Conta a história do menino BUM - a alegria do lar da família Grock. Acostumado com os mimos de PAPAI, MAMÃE e de RIGOBERTA (a governanta), BUM é o grande ajudante dos pais nos números circenses. E tudo corre muito bem com essa família feliz. Porém, um dia, MAMÃE começa a ter estranhos desejos: feijão com merengue, sorvete de espinafre, peixe com banana e tudo o mais que há de esquisito. Come, come e depois vomita e vomita. PAPAI chama o MÉDICO - um personagem muito maluco, que informa: "Mamãe vai ter um bebê." E na espera do bebê, a vida de todos se modifica. bebê BUM é um espetáculo infantil que quer mostrar que a vida é uma série de surpresas, pois os palhaços vivem cada novidade que vêem, descobrem os pontos fracos e as loucuras dos homens e os transformam em riso.

22 e 23/05- Montenegro (3 apresentações)
local: Teatro Roberto Atayde Cardona (Rua Capitão Cruz, 2150)
horários: 22/05 às 15h
                23/05 às 10h e 15h

domingo, 20 de maio de 2012

O BAÚ - LEMBRANÇAS E BRINCANÇAS (RS)


De 26 de maio a 24 de junho o Grupo Trilho de Teatro Popular apresenta a peça O Baú – Lembranças e Brincanças para o público infantil. O espetáculo ocorre sempre aos sábados e domingos, às 16h, no Teatro Bruno Kiefer, 6 andar.
Com duração de uma hora, a peça é destinada a crianças a partir dos 5 anos de idade e público em geral. Serão feitas apresentações fechadas para o público escolar nos dias 1, 8, 15 e 22 de junho, às 15h. Informações sobre agendamentos para escolas podem ser feitas através do e-mail producao@grupotrilho.com.br – com Bruna Immich.
Sinopse: Dindim recebe sua amiga Pimpolha para dormir em sua casa, mas é proibida de assistir TV pela mãe. As duas meninas não sabem o que fazer. Enquanto esperam, contam apenas com um baú, algumas tralhas e a imaginação para o passar das horas. Inicialmente, sem a televisão, tudo parece sem graça e monótono, porém, ao longo do tempo, percebe-se que há muito o que fazer quando crianças podem ser apenas crianças.
Neste trabalho o Grupo Trilho de Teatro Popular reverencia a importância na formação do ser humano.
A dramaturgia, vencedora do Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil de 2011, é resultado do processo de pesquisa e improvisação das memórias de infância das atrizes colocadas em relação com a infância atual, do olhar atento pela rua, da criança que fomos e a que queremos, do sonho e do riso, e do reconhecimento do quão valioso é ser criança, ter infância, se divertir e transgredir as normas. Antes de tudo, é um enaltecimento à infância, uma peça para crianças e sobre crianças.
Elenco: Caroline Falero e Giovanna Zottis
Texto: Fábio Castilhos
Direção: Fábio Castilhos
Trilha sonora: Sérgio Baiano
Cenário: Anderson Balhero
Iluminação: Bruna Immich

O grupo:
O Grupo Trilho de Teatro Popular foi constituído através do projeto Teatro como Instrumento de Discussão Social, desenvolvido pelo grupo teatral “Ói Nóis Aqui Traveiz”. Através da oficina orientada por Paulo Flores, o Grupo Trilho montou três espetáculos e, na montagem “A mais – valia vai acabar Seu Edgar”, surgem as primeiras tentativas do grupo na criação colaborativa, buscando desenvolver um trabalho com fins sócio-políticos e acreditando na necessidade de abordar a reflexão crítica da sociedade em caráter estético e ideológico. Desvinculando-se da oficina, mas conservando a filosofia do grupo originador, montou, até então, quatro trabalhos, sendo o espetáculo “O Baú – Lembranças & Brincanças” o primeiro destinado ao público infantil.
Dia 25 de Maio 15h – Teatro SESC Centro ( Palco Giratório Sesc)

Data: 26 de maio a 24 de junho (sábados e domingos)
Hora: 16h
Local: Teatro Bruno Kiefer, 6ª andar
Faixa etária: a partir de 5 anos
Ingressos: Inteira – R$ 15,00; 50% de desconto para professores, classe artística, e clube do assinante; 20% de desconto para clientes do Banrisul.
Agendamentos para escolas pelo e-mail
producao@grupotrilho.com.br

Este espetáculo integra a programação do: 

JOGOS DE INVENTAR, CANTAR E DANÇAR - Dia do Brincar no Santander Cultural


Dentro da programação do já consagrado DOMINGO EM FAMÍLIA, o Santander oferecerá, no dia 27 de maio, as seguintes programações com ENTRADA FRANCA:

Oficina BRINCADEIRA E CANÇÃO
A oficina apresentará brincadeiras ligadas a canções. Serão utilizadas desde algumas cantigas folclóricas e canções compostas por Viviane Juguero, em anos de dedicação na criação de atividades de arte para crianças.
A musicalidade é uma das primeiras formas de comunicação da criança com o mundo. O timbre do choro, a melodia da voz da mamãe, o ritmo da batida do coração, a troca de velocidade e intensidade nas falas são alguns exemplos de como o bebê começa a perceber o mundo. Assim, a musicalidade está intimamente ligada a momentos de brincadeira e de aconchego. A oficina vai propor que as crianças e os responsáveis brinquem e interajam, aliando a sonoridade a diferentes tipos de movimentos, desafiando a coordenação motora e provocando a troca de carinho.
Às 14h
Ministrante: Viviane Juguero
Público alvo: crianças de zero a seis anos acompanhadas de um responsável (maior de 18 anos).
20 vagas
Trabalho vencedor do Prêmio Açorianos de Música de Porto Alegre como MELHOR DISCO INFANTIL DE 2010.
Às 17h
As distribuições de senhas iniciam pela manhã. É importante CHEGAR CEDO!
Foto: Bruno Gomes

XANADU (RJ)



A versão brasileira do musical da Brodway inicia turnê nacional, com Danielle Winits, Miguel Falabella e Danilo Timm encabeçando o elenco. Os deuses da mitologia grega descem à Terra para ajudar os humanos. Entre eles, Clio (Danielle Winits) - uma semideusa que adota o nome de Kira quando se disfarça como terrena -, que vem ajudar Sonny Malone (Danilo Timm), um artista incompreendido que pretende abrir uma casa noturna diferente de tudo que havia sido feito até então. Para isso, ela conta com a ajuda de Danny Mc Guire (Miguel Falabella, que também interpreta Zeus). Duas atrizes com trajetórias de respeito em musicais também encabeçam a escalação: Sabrina Korgut (Calíope/ Afrodite) e Gottsha(Melpômene/Medusa). Completam o elenco: Maurício Xavier, Brenda Nadler, Karin Hils, Fabrício Neri, Lucas Drummond, Giovanna Cursino, e Carla Vazquez. Duração: 1h40min. Classificação: 12 anos.

Local: Teatro do SESI (Av. Assis Brasil, n° 8787)
Dia: De 31 de maio a 03 de junho
Horário: Quinta e sexta, às 21h | Sábado, às 18h e 21h | Domingo, às 18h 
Ingressos: Quinta-feira: Mezanino: R$ 90,00 - | Plateia Alta: R$ 130,00 | Plateia Baixa: R$ 150,00 | Plateia Gold: R$ 180,00 | Demais dias: Mezanino: R$ 110,00 - | Plateia Alta: R$ 150,00 | Plateia Baixa: R$ 170,00 | Plateia Gold: R$ 190,00 
Desconto: 50% de desconto para titular do cartão do Clube e acompanhante nos primeiros 200 ingressos (esgotados) através da Telentrega Ingresso Show e 10% nos demais 
Pontos de Venda: Telentrega Ingresso Show (51-8401.0555 e 3299.0800 | de segunda a sexta, das 09h às 19h) | Bilheteria do Teatro do Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, nº 80 – Passo de Areia | de segunda a sábado, das 14h às 22h, e domingo, das 14h às 20h) | Bilheteria do Teatro do Sesi (somente nos dias de apresentação, duas horas antes de cada sessão) | www.ingressorapido.com.br