quinta-feira, 3 de maio de 2012

HOMENS DE PERTO 2 (RS)



Quem não assistiu ao primeiro, vai ter que assistir AOS DOIS!

Homens de perto rumo ao OCTA! 

E isso não é piada. Quer dizer, é a única coisa que não é piada nessa nova produção do espetáculo que faz sucesso há mais de sete anos, nos palcos do Brasil. 

Podia ser Homens de Perto, a missão, a revanche, episódio 2, reloaded, revolutions... Mas a primeira versão do espetáculo ainda está viva, viajando para as poucas praças que ainda não a assistiram. 

Podia ser Men in back, back. Mas como podia pegar mal. Então fica Homens de perto II, e basta! 

Eles jogam por música! 

Quem gostou da primeira vez, vai adorar a segunda, que tem mais números musicais, como o "Hino ao separatismo", um momento de posicionamento político radical ma non troppo. 

Entrosamento total! 

O time é o mesmo há mais de sete anos! O esquema tático é perfeito! Quem for ao teatro verá o lado feminino dos personagens (um momento de terror ligth). Conhecerá novos talentos - mágicas, hipnose, telepatia - que emergiram com o tempo e por força de extrema necessidade. 

Ao contrário da seleção do Dunga, todos são craques! 

Os números de stand up - maior novidade dessa edição do espetáculo - mostrará os talentos individuais num verdadeiro show de bola. Quer dizer, de humor! 

A comissão técnica é a mesma! 
De 4 de maio à 10 de junho , sempre sextas, sábados e domingos no 
Teatro da Amrigs na Av. Ipiranga, 5311 - Partenon - Porto Alegre - RS

Horários:
Sexta e sábado às 21h
Domingo às 20h

ANTECIPADOS:
Inteira: R$ 30,00
20% de desconto Clube ZH: R$24,00
Idoso: R$ 20,00

NO TEATRO
Inteira: R$ 40,00
20% de desconto Clube ZH: R$32,00
Idoso: R$20,00



A BARCA (PE)



Dia 7 de maio - 18h - Largo Glênio Peres.


Grupo Grial de Dança (PE) | Gênero: teatro / dança / rua | Classificação etária: livre | Duração: 90min
O Grupo Grial de Dança foi criado pelo escritor Ariano Suassuna e pela bailarina Maria Paula Costa Rego. Suassuna buscava pesquisar sobre a linguagem da dança e encontrou em Maria Paula o fio condutor necessário para transformar a ideia em movimento. A inspiração do grupo é a cultura popular. Seus membros realizam diversas pesquisas históricas e as transformam em coreografias, provocando diversos sentimentos no público, que se emociona ao ver manifestações populares retratadas pela dança.
“A Barca” traz 14 artistas em cena. Do Grupo Grial, participam os bailarinos Aldene Nascimento, Dayse Marques, Emerson Dias, Fabio Soares e Iara Campos. Da Zona da Mata Norte, marcam presença Mestre Biu Alexandre, Sebastião Martelo, Aguinaldo da Silva, Risoaldo da Silva, Vinha Valéria, Bmilo Honório, do Cavalo Marinho Estrela de Ouro; Nice Teles, do Cavalo Marinho Estrela Brilhante; Mestre Inácio Lucindo, do Cavalo Marinho Estrela do Oriente; e o Mestre rabequeiro Luís Paixão, do Cavalo Marinho Boi Brasileiro.
A coreografia e a direção são de Maria Paula Costa Rêgo. A direção de arte do espetáculo é assinada por Dantas Suassuna, que contou com Andrea Monteiro para criar figurino e cenário. A iluminação é de Luciana Raposo.
CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS – No espetáculo “Folheto 1: A Barca”, histórias clássicas, como Dom Quixote, Romeu e Julieta, Joana d´Arc e Medusa com seus arquétipos universais, se misturam com o imaginário local e dão espaço para histórias de origem popular como mitos indígenas, da literatura de cordel e do Cavalo Marinho.
“O nome do espetáculo “A Barca” é, ao mesmo tempo, uma referência e homenagem ao escritor Hermilo Borba Filho, e uma alusão a uma trupe errante que desembarca em uma cidade para contar histórias. O espetáculo quer ser uma festa, um momento prazeroso, de contemplação", explica Maria Paula.
De acordo com a coreógrafa, a tradição, desta vez, se mostra ainda mais presente na criação do Grupo Grial. “O espetáculo tem o formato próprio do Cavalo Marinho e até uma parte inteira retirada da brincadeira popular, mas está num contexto que se situa fora do terreiro: que é o da criação contemporânea”, afirma.
Além da dança, o espetáculo explora a música e a plástica. A trilha sonora é composta por músicas de Cavalo Marinho, toadas e canções populares, pesquisadas e recriadas por todo o Grupo. O já famoso mestre rabequeiro Luís Paixão é responsável pelas melodias, a brincante Nice Teles pela voz, Emerson Dias e Aldene Nascimento pela sonoridade percussiva. Assim como na brincadeira do terreiro, as músicas do espetáculo são executadas ao vivo por um banco de Cavalo Marinho, formação musical na qual os brincantes tocam mineiro, bage, pandeiro e rabeca.
Para cenário o Grial optou por criar uma estrutura de tablado com altos mastros, onde os variados tecidos pintados por Dantas Suassuna se desdobram levando o público aos diversos universos oníricos do espetáculo. 
Este espetáculo integra a programação do Palco Giratório

I - MUNDO (RS)


Dia 6 de maio as 12h e as 16:30hs na Redenção

Surgiu na cena teatral portoalegrense em em 2007. Vem se firmando como um importante grupo gaúcho, levando seu trabalho para espectadores de todas as regiões do país. Com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais, sobre temas relevantes para a sociedade.
Espetáculo: “i-MUndo
Sinopse: Você, exemplar i-MUndano, está vivendo sua vida tranquilamente, quando dos céus descem dois seres alienígenas para ocupar este planeta, i-MUndo. Mas algo está errado: eles encontram i-MUndanos sobreviventes por toda parte! O que farão diante de tal tragédia? De um universo de possibilidades nasce a incerteza, o desconhecido diante dos seus olhos...sim, é verdade, eles estão aqui. Não há mais segredos. Você não está mais sozinho.
Ficha Técnica: Concepção e Atuação: Carlos Alexandre e Fernanda Beppler. Dramaturgia: Carlos Alexandre. Direção: Juliana Kersting. Trilha Sonora e Criação de Figurinos: Fernanda Beppler. Execução de Figurinos: Carol Puccini, Geluza Tagliaro e sônia Krug. Fotografias: Tiemy Saito. Identidade Visual, Produção e Realização: Grupo Mototóti. Duração: 45 minutos. Faixa Etária Recomendada: Não é indicado para crianças.

Este espetáculo integra a programação do Palco Giratório.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

FIO (RS)


A ROUPA NOVA DO REI (RS)

Conheça o site do TEATRO NILTON FILHO

DEPOIS DO FILME (RJ)



Dias 5 e 6 de Maio - 18h - Sala álvaro Moreira. 


Textodireção.com Aderbal Freire Filho (RJ) | Gênero: teatro adulto | Classificação etária: 14 anos | Duração: 70min
Na produção, Aderbal Freire-filho atua (depois de uma década), dirige e assina o texto. A história gira em torno de Ulisses, vivido pelo próprio Aderbal no longa Juventude, de Domingos de Oliveira. Com o fim do filme, o personagem precisa se confrontar novamente com a vida real e entra num processo de decadência, cada vez mais obcecado pela falsa juventude, com a cabeça cheia de sonhos e um corpo que não acompanha as vontades. Tenta conquistar novas amigas e andar pelos lugares da sua juventude, como o cine Vitória, no Centro, por exemplo, onde deseja entrar na tela, como se fosse Burt Lancaster, sendo impedido por um guarda municipal. O longa é, na verdade, uma lembrança que ele, Ulisses, confunde com outra realidade, como num jogo de espelhos onde os planos real e fictício se interconectam. 
Diretor Assistente: Fernando Phibert
Cenário: Fernando Mello da Costa
Desenho de luz: Maneco Quinderé
Figurino: Kika Lopes
Trilha Sonora: Tato Taborda
Produção executiva/fotografia: Nil Canine
Direção de produção: Sergio Martins
Aderbal Freire Filho: Criou a maioria de seus espetáculos no Rio de Janeiro, a partir de 1972. Dirigiu também em outras cidades do Brasil (São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre). Em Montevidéu, com os elencos da Comedia Nacional del Uruguay e da Institución Teatral el Galpón, montou outros espetáculos, bem como em Buenos Aires, Amsterdã e Madri. Recebeu os prêmios Molière, Shell (em 2003 e 2004). Golfinho de Ouro, Mambembe, entre outros. Alguns de seus espetáculos mais conhecidos são: Hamlet (Shakespeare); A morte de Danton (Buchner); As you like it (Shakespeare); Turandot ou O congresso dos intelectuais (Brecht); Senhora dos afogados (Nelson Rodrigues); Luces de Bohemia (Valle-
Inclán); O homem que viu o disco voador (Flavio Marcio); Casa de Boneca (Ibsen); Tio Vânia (Tchecov); Sonata de Outono; O que diz Moleiro; O Púcaro Búlgaro e As Centenárias. Criou, em 1990, o Centro de Demolição e Construção do Espetáculo.
Além de diretor, é também autor de O tiro que mudou a historia (em parceria com Carlos Eduardo Novaes), Cão coisa e a coisa homem, entre outros. Assina artigos em revistas nacionais e estrangeiras. Foi coordenador da comissão que projetou o Curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação da UFRJ.

Este espetáculo integra a programação do 7º Festival Palco Giratório.

ODE AO PROGRESSO (DINAMARCA)



07/05 – 20h – Teatro Sesc Centro

Odin Teatret (Dinamarca) | Gênero: teatro adulto | Classificação etária: 14 anos

É o carnaval de um país estrangeiro, ao mesmo tempo distante e próximo. Os atores deste carnaval são os emissários de um povo escondido, majestoso, engraçado, grotesco, às vezes sarcástico, as vezes infeliz. Nós os acolhemos em nossas ruas e praças, nos teatros e nas instituições que nos tornam civis.
Esse carnaval não parece acreditar na civilização. Provoca risos. Mas um tipo de riso que beira as lágrimas e que as evoca no momento exato em que se afasta delas. O carnaval expõe máscaras humanas e animalescas, marionetes e caveiras, esqueletos e bonecos. Começa com uma procissão e segue alternando danças, músicas e figuras, assim como os atores de antigamente, quando entravam numa cidade exibindo o Urso domesticado. Arlequim, a rainha de Sabá, o homem-mulher e a “Nossa Senhora da Morte” que rouba as crianças do mesmo modo em que elas capturam as borboletas para esmagá-las com alegria. Ali também se encontra um monge muito velho, solitário, presunçoso, triste como um inquisidor e vulgar como um santo que se corrompeu. “Os humanos não são assim!” pensa o Caçador, que surge de repente no meio desse carnaval durante um de seus safáris.
Para compor esta Ode, o Odin Teatret deformou alguns fragmentos preciosos de seu repertório. Em outras palavras: ele o amou e o respeitou a ponto de blasfemá-lo. Carnaval.
Classificação etária: 14 anos
Este espetáculo integra a programação do Palco Giratório


LIBERDADE, LIBERDADE (RS)


Dias 5 e 6 de maio as 18h
Sala 504 da Usina do Gasometro
Liberdade, liberdade com os alunos da Escola de Teatro do Neelic

terça-feira, 1 de maio de 2012

O FEIO (RS)


O espetáculo O Feio dá continuidade à temporada 2012 do Teatro Pesquisa e Extensão (TPE). A entrada é franca e a peça sobe ao palco todas as quartas-feiras do mês de maio na Sala Alziro Azevedo, em dois horários – às 12h30 e às 19h30.
A composição dramática baseia-se no texto do contemporâneo alemão Marius von Mayenburg que retrata Lette, um criativo engenheiro de sistemas elétricos, que pensava que era “normal”, mas no dia em que a empresa onde trabalha o proíbe de participar da promoção de sua mais recente invenção industrial, a Tomada de alta tensão 2CK, ele descobre que é “feio”. Convencido – inclusive por sua mulher – da sua catastrófica feiúra, Lette acaba se dirigindo a um cirurgião plástico que lhe cria o rosto ideal, tornando-o irresistível à sua mulher, a uma série de admiradoras no circuito de palestras e até mesmo à chefe de uma grande empresa e ao seu filho gay.

O TPE é uma mostra de teatro universitário aberta ao público promovida pelo Departamento de Arte Dramática do Instituto de Artes e que tem como objetivo questionar temas, metodologias, processos e resultados de investigações.
lette, criativo engenheiro de sistemas elétricos, pensava que era “normal”, mas no dia em que a empresa onde trabalha o proíbe de participar da promoção de sua mais recente invenção industrial, a tomada de alta tensão 2CK, ele descobre que é “feio”. Convencido – inclusive por sua mulher – da sua catastrófica feiúra, Lette acaba se dirigindo a um cirurgião plástico, que lhe cria o rosto ideal tornando-o irresistível à sua mulher, a uma série de admiradoras no circuito de palestras e até mesmo à chefe de uma grande empresa e ao seu filho gay. Todo este entusiasmo acaba, contudo, por dar lugar ao desespero, quando Lette descobre que o cirurgião repetiu a operação em outros homens e se depara com um mundo subitamente invadido por um sem número de sósias seus.
Texto: O Feio
Autor: Marius Von Mayenburg
Tradução: Francisco Klinger Carvalho e Mirah Laline
Direção: Mirah Laline
Atuação: Danuta Zaghetto, Marcelo Mertins, Paulo Roberto Farias e Rossendo
Rodrigues
Orientação de direção e atores: Patrícia Fagundes
Trilha sonora: Mirah Laline
Figurinos: Marina Kerber
Iluminação: Lucca Simas
Cenografia: Marcelo Mertins e O grupo
Criação de vídeos: João de Queiróz
Projeção de vídeos: Maurício Casiraghi

O processo: 
No primeiro semestre de 2011, durante a disciplina de Atelier I, realizou-se a montagem de parte da obra O Feio, do dramaturgo contemporâneo alemão Marius Von Mayenburg, com direção de Mirah Laline e participação dos atores Paulo Roberto Farias, Rossendo Rodrigues, Danuta Zaghetto e Marcelo Mertins, sob a orientação das professoras Patrícia Fagundes e Luciane Olendzki.
O texto foi traduzido do alemão por Francisco Klinger Carvalho e Mirah Laline especialmente para esta montagem, que estreou como O FEIO – In Process em julho de 2011, realizando um total de três apresentações na Sala Alziro Azevedo, do Departamento de Arte Dramática da UFRGS. A partir da recepção extremamente positiva ao trabalho e da riqueza do material textual, o grupo decidiu dar continuidade à montagem em 2012 na disciplina de Estágio I, ainda sob a orientação de Patrícia Fagundes.
Essa encenação valoriza a inserção do grotesco e da violência como efeitos de estranhamento, assim como a busca da “teatralidade no teatro”, valendo-se de referências que incluem desde Brecht a encenadores contemporâneos como Thomas Ostermeier. A estética do espetáculo também se inspira em influências da Pop Art, Figuração Narrativa e Performance, refletidos nas propostas de figurino, cenografia e vídeo projeções, compondo um mosaico polifônico que reflete a jovialidade vibrante e inquieta da equipe criativa.



Data - Horário:
02/05/2012 - 12:30 e 19:30
09/05/2012 - 12:30 e 19:30
16/05/2012 - 12:30 e 19:30 (dentro da programação do FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO)
23/05/2012 - 12:30 e 19:30
30/05/2012 - 12:30 e 19:30

Local: Sala Alziro Azevedo (Av. Salgado Filho, 340)
Este espetáculo integra a programação do:

TNT (RS)


Projeto Novas Caras

Teatro de Câmara Túlio Piva
 02, 09 16, 23 de maio

quartas às 20h
17/05 - 19h30-Sala Alziro Azevedo (DAD/UFRGS) (Palco Giratório)

Entrada Franca
(Senhas 1 hora antes)
Três macacos em uma crise shakespeariana. 

Três atores em uma disputa amorosa. 

Três revolucionários em um assassinato comunista. 
TNT: Três comédias em um ato.


FICHA TÉCNICA

Elenco: Celso Zanini, Natália Souza e Philipe Philippsen


Tradução: Philipe Philippsen, baseado no texto "Tudo no Timing" de David Ives
Orientação cênica: Inês Marocco
Iluminação: Lucca Simas
Adaptação, Trilha Sonora Pesquisada, Figurino e Adereços: O Grupo

Foto: Filipe Rossato 
Maiores informações no blog MAIS TEATRO
Este espetáculo também integra a programação do Palco Giratório: 

CANTO DE CRAVO E ROSA (RS)


Dia 2 de Maio as 15h
Dia 3 de Maio as 9h e as 15h 
Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mário Quintana
R$ 10,00
Com direção de Jessé Oliveira, o espetáculo conta com uma estética que remete ao universo popular. O trabalho foi construído a partir de formas populares de representação e músicas extraídas do folclore brasileiro, buscando encantar, divertir e valorizar os laços de identidade existentes entre esses pequenos cidadãos e a cultura de seu povo. 
A história acontece em um jardim onde todos os bichos e plantas estão em harmonia. A música é a atividade que mais encanta a todos e o Cravo e a Rosa são os cantores prediletos, já que, inspirados pelo amor que os une, cantam juntos as mais belas canções. No entanto, a Venenosa Senhora Aranhosa pretende tomar todas as atenções pra si e ser o grande astro musical do local. Para impedir que a Rosa e o Cravo sigam cantando, resolve torná-los tristes e inventa uma intriga para acabar com o namoro deles. A peça tem autoria de Viviane Juguero. 
Canto de Cravo e Rosa 
Texto: Viviane Juguero; direção e iluminação: Jessé Oliveira; direção musical: Toneco da Costa; Brincantes em cena: Viviane Juguero, Éder Rosa, Ana Cláudia Bernarecki, Rodrigo Marquez, Wagner Madeira e Valquíria Cardoso; Ilustrações: Ricardo Machado; Editora Libretos.

Este espetáculo faz parte da programação do MAIO - Mês do Brincar promovido pelo BANDO DOS BRINCANTES


DANKE (RS)




Dias 1º, 8, 15 e 22 de maio - terças-feiras 

Sempre às 20h
GRATUITO (distribuição de senhas às 19h)
Sala Álvaro Moreyra - Centro Municipal de Cultura

Esta temporada faz parte do edital Teatro Aberto, realizado pela Coordenação de Artes Cênicas de Porto Alegre.


DANKE é o espetáculo baseado no texto Eu, Ulrike? Grito... de Dario Fo e Franca Rame. A peça conta a história de Ulrike Meinhof, desde o dia em que ela é presa até o dia do seu suposto suicídio.

Jornalista, Alemã, terrorista e mãe, Ulrike é condenada à prisão e passa por um tipo de tortura que lhe impõe a privação do sensorial. Despojada de cores e sons, e impossibilitada de qualquer contato externo ela sobrevive quatro anos refém do Estado e de si mesma. 

"No dia 9 de maio de 1976, a terrorista alemã Ulrike Meinhof foi encontrada morta na sua cela de número 719 na prisão de Stuttgart-Stammheim. Ao lado de Andreas Baader e Gudrun Ensslin, ela havia sido condenada por liderar a Fraçao do Exército Vermelho - RAF. O grupo terrorista foi responsável por atentados a bomba e assaltos a bancos na então Alemanha Ocidental, que acusava de 'Estado fascista'".

Trechos da crítica feita por Antonio Hohlfeldt em 27 de maio de 2005 no Jornal do Comércio:

“Num espetáculo seco, de cerca de 50 minutos de duração, a cena, aberta desde a entrada do público, apresenta duas figuras: a prisioneira e sua guardiã, vivida por Paola Oppitz (...) Não se fala, não se tosse, não se pisca. Juliana Kersting eletriza a todos. Cumpre a sina da prisioneira. O escuro se faz sobre a mulher em posição fetal.”

SEXTA RINDO (RS)


ANTES QUE O MUNDO ACABE (SP)


TERÇA INSANA

Dias 04 e 05 de maio de 2012, sex e sáb às 21h no Teatro do Bourbon Country


O Projeto Terça Insana chega ao Estado para apresentar aos gaúchos o novo espetáculo da trupe: Antes que o Mundo Acabe, que acontece nos dias 04 e 05 de maio, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre. O show aborda o fim do mundo que, segundo a profecia Maia, se aproxima. De forma muito bem humorada, o roteiro apresenta cenas e textos inéditos, além de várias personagens clássicas, expondo suas dúvidas a respeito do fim do mundo. No elenco Agnes Zuliani, Arthur Khol, Mila Ribeiro, Renato Caldas e Grace Gianoukas, que também assina a direção.

BREVES ENTREVISTAS COM HOMENS HEDIONDOS (RS)


De 4 a 27 de Maio - de sexta a domingo - 20h - TEATRO DE ARENA
Grupo Teatro Sarcáustico (RS) | Gênero: teatro adulto | Classificação etária: 14 anos | Duração: 105min
A peça vencedora do Prêmio de Incentivo à Pesquisa teatral no Teatro de Arena e Secretaria de Estado da Cultura para 2011, Breves entrevistas com homens hediondos, retorna a cartaz dentro da programação do 7º Festival Palco Giratório no Teatro de Arena.
A montagem é uma adaptação dos contos homônimos do norte-americano David Foster Wallace, vencedor do Prêmio MacArthut Fellowship. Com direção geral de Daniel Colin e direção das entrevistas, concepção e atuação de Colin, Guadalupe Casal, Ricardo Zigomático e Rossendo Rodrigues, Breves entrevistas com homens hediondos dá voz a diversos homens, que respondem às perguntas de uma mulher ausente. Todos revelam seus segredos: são entrevistas hediondamente pessoais. “Mas por trás dos argumentos imorais, chantagens emocionais, fantasias sexuais e crises de relacionamento, há sempre um ponto fraco, um desejo de amor ou redenção”.
A ideia de espetáculo/freak-show vem da proposta escolhida pelo grupo de selecionar os contos de desse espetáculo: “selecionamos 10 entrevistas e não conseguíamos decidir quais se transformariam no produto final”, revela o diretor. “Chegamos à conclusão de que a peça devia ser construída a partir da participação da plateia, todas as noites”.
A estrutura dramática do espetáculo se constitui de cinco esquetes/entrevistas fixas e mais cinco escolhidas pelo público a cada noite, provocando uma rotatividade e o ineditismo do espetáculo, que deverá ser diferente a cada apresentação.
O grupo:
O grupo Teatro Sarcáustico surgiu em janeiro de 2004, do Trabalho de Conclusão do Curso de Artes Cênicas (UFRGS), de Andressa de Oliveira, Daniel Colin e Tatiana Mielczarski, intitulado Gordos ou somewhere beyond the sea. Nestes 08 anos de trabalho continuado, foram produzidos outros sete espetáculos profissionais, além de performances, oficinas, workshops e cursos de formação de atores. O Teatro Sarcáustico recebeu importantes prêmios do estado (Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantil, RBS Cultura e Braskem em Cena) e é considerado uma das mais significativas companhias da cena teatral gaúcha contemporânea. Atualmente, é um dos grupos que integram o Projeto Usina das Artes, que prevê a ocupação do Centro Cultural Usina do Gasômetro em Porto Alegre.
Ficha técnica
Dramaturgia: Daniel Colin e Felipe Vieira de Galisteo
Direção geral: Daniel Colin
Direção das entrevistas, concepção e atuação:
Daniel Colin, Guadalupe Casal, Ricardo Zigomático e Rossendo Rodrigues.
Atriz especialmente convidada: Tatiana Mielczarski
Cenário: Eder Ramos e Ricardo Zigomático
Figurinos: Daniel Lion
Iluminação e operação de luz: Carol Zimmer
Operação de luz (stand by): Maíra Prates
Trilha Sonora Pesquisa: Rafael Lopo, Daniel Colin e Ricardo Zigomático
Direção, edição e operação dos vídeos: Thais Fernandes
Design Gráfico: Pedro Gutierres
Cabelos e maquiagem: Márcia Pazzini
Fotografias: Thais Fernandes / Marina Fujiname
Coordenação de Produção e Divulgação: Fernanda Marques
Assistência de Produção: Cassiano Fraga
Produção internacional: Simone Buttelli
Realização e Produção Geral: TEATRO SARCAUSTICO
Este espetáculo faz parte da programação do FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO RS.
Acesse o blog do TEATRO SARCÁUSTICO

PAI & FILHO (MA)


 Dia 4 de Maio - Escola Grande Oriente
15h e 20h. 
Pequena Cia de Teatro (MA) | Gênero: teatro adulto | Classificação etária: 14 anos |  Duração: 60min 
A peça Pai & Filho utiliza uma linguagem crua e visceral para discutir as relações de poder, originadas na estrutura familiar e disseminadas na constituição sociocultural contemporânea.  O espetáculo Pai & Filho, concebido a partir da obra de Franz Kafka “Carta ao Pai”, da Pequena Companhia de Teatro (MA), dentro do projeto Palco Giratório do Sesc-Rs.
Na peça, um homem aprisionado e oprimido pelo poder do pai, procura enfrentá-lo, mas seu discurso não consegue quebrar a hierarquia familiar, impedindo que um diálogo aberto se estabeleça. A encenação disponibiliza um espaço para a discussão sobre o conflito de gerações e a relação de dependência utilizada no seio familiar como instrumento de poder.

O grupo

Em atividade desde 2005, a Pequena Companhia de Teatro, do Maranhão, concentra duas décadas de trajetória dos seus componentes no desenvolvimento de uma linguagem que potencialize seus conteúdos e na democratização do acesso a esses resultados por meio de debates, oficinas e circulação dos seus espetáculos.
Jorge Choairy, Cláudio Marconcine, Katia Lopes e Marcelo Flecha desenvolvem uma pesquisa continuada para o treinamento atoral e o aprimoramento de suas encenações através do Quadro de Antagônicos – instrumento criado pelo coletivo e que serve como base da sua metodologia.
Por compreender que o teatro se sustenta no ator e no espectador, a Pequena Companhia de Teatro elabora seu trabalho na construção de um ator pleno. Seu treinamento físico-energético parte da oposição como fundamento para o desenvolvimento do repertório do ator. Corporeidade, energia e habilidade a serviço da comunicação com o espectador.
Conheça o blog da PEQUENA COMPANHIA DE TEATRO.
Este espetáculo integra a programação do 7º Festival Palco Giratório. 

BAIT MAN (RJ)


Dias 4 e 5 de maio - 21h no Teatro Renascença - Porto Alegre. 

Cia. dos Atores (RJ) | Gênero: teatro adulto | Classificação etária: 14 anos | Duração: 60min

Após ser torturado em um ambiente árido e inóspito, Bait Man elabora seu raciocínio, dando forma aos seus pensamentos. Em um estado de alerta constante, pressionado não se sabe por que ou por quem, Bait Man constrói uma sutil e profunda análise do homem contemporâneo, com seus medos, desejos e ambições. Um jogo perigoso se faz presente, criando um atrito entre a realidade e o imaginário. O mundo em colapso ideológico, a beira do abismo, é o material que Bait Man utiliza para jogar com humor e tensão, provocando uma reflexão para onde a humanidade caminha. Um quebra cabeça misterioso é apresentado com vigor, envolvendo a todos em uma teia sutil de informações. O espectador é convidado a participar deste jogo enigma, onde cada lance envolve todos os sentidos.


Texto, direção: Gerald Thomas
Colaboração e atuação: Marcelo Olinto
Cenário: Domingos Alcântara 
Figurino: Marcelo Olinto e Patrícia Muniz
Musica original: Patrick Grant
Audiovisual: Joaquim Castro e Alexandre Gwaz
Visagismo: Ricardo Moreno
Iluminação:Caetano Vilella e Gerald Thomas
Direção de cena: Márcio Gomes
Operador de som: Bel Cabral
Operador de luz: Leandro Barreto
Produção: Tárik Puggina
Direção de produção: Marcelo Olinto

O grupo
Formada em 1988 no Rio de Janeiro pelos atores Bel Garcia, Drica Moraes, César Augusto, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto, Marcelo Valle e Susana Ribeiro em torno do diretor e também ator Enrique Diaz, com o objetivo de suprir uma necessidade de estudar e experimentar novas possibilidades da cena teatral.

Mantendo os mesmos integrantes desde a origem, com uma sede de trabalho localizada na Lapa, este caminho de pesquisa e renovação permanente de linguagem artística se fez possível e frutificante; resultando em mais de uma dezena de espetáculos montados, diversos prêmios e uma carreira nacional e internacional reconhecida pela imprensa especializada do Brasil, Estados Unidos e Europa.
A possibilidade de realizar trabalhos fora ou, no sentido inverso, receber artistas de fora é uma característica da Cia. dos Atores, mas longe de ser a mais marcante. O grupo se afirmou como um dos mais importantes e originais do teatro brasileiro graças a outras marcas. Por exemplo, um forte “processo colaborativo”, como chamam os atores a prática de todos influírem no resultado dos trabalhos, trazendo contribuições, dividindo-se em subgrupos de pesquisa, trocando e acrescentando idéias até que, a partir de um certo momento, o diretor passe a fazer um trabalho de edição e organização do material.
Outra marca, bem adequada a uma companhia, é a antropofagia ampla, geral e irrestrita. Ou seja, tudo pode ser apropriado e reciclado para um espetáculo, sem que se precise fazer contextualizações históricas acerca de cada elemento utilizado. Uma marca estética é a combinação de vários fluxos narrativos numa só peça. Esta é uma característica de todos os trabalhos, assim como é a metalinguagem: o processo de construção do espetáculo faz parte do próprio espetáculo; a arte, em especial o teatro, é o instrumento dos personagens para tentar se relacionar com o mundo.
Maiores informações no site da Cia. dos Atores
Este espetáculo integra a programação do FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO